Acordei, vesti meu samba-canção e fui para a cozinha. Minha filha, Jaque, e minha sobrinha, Juliana, ainda dormiam. Enquanto eu preparava o café, Jaque apareceu usando uma roupa curta, mas bem diferente aquele micro short e top que deixava tudo marcado. Ela me deu um selinho e disse que gostou do meu visual.
— Para que isso, filha? — Perguntei.
Ela foi até o quarto onde Juliana dormia, viu que a porta estava fechada e voltou, sussurrando:
— Tenho um plano que você vai gostar.
- Que plano?
- Você vai saber em breve.
Eu sabia qual era devido a conversa que eu peguei delas na sala. E minha filha diz:
- Confia em mim! Confia na sua garotinha linda.
Não conhecia esse lado da Jaque, de manipular as pessoas, mas eu estava gostando.
Antes de sair, me deu um beijo de língua intenso. Logo depois, Juliana apareceu na cozinha e estranhou nossas roupas à vontade.
— Vocês estão bem relaxados, não? — Comentou Ju.
— É o calor, prima — Jaque respondeu natural.
— Se te incomodar, a gente troca. — Acrescenta.
— Não, relaxem. Sou só a visita.
E eu comecei a usar esse tipo de roupa enquanto Jaque continuou, mas aparentemente não deu muito certo, pois Juliana não deu bola para os nossos vestimentos.
Era sexta-feira, dia 19 de dezembro de 2024. Por volta das 23h, decidi deixá-las na sala assistindo a um filme e fui me deitar. No entanto, a sede me fez levantar quinze minutos depois. Quando me aproximei da sala, o som das vozes de Jaque e Juliana me fez parar. Jaque me viu parado na penumbra do corredor. Em vez de me chamar, ela fez um sinal imperceptível com a cabeça, indicando que eu ficasse ali, escondido, apenas ouvindo. Meu coração disparou enquanto eu permanecia imóvel na escuridão.
— Ju, preciso te contar uma coisa — disse Jaque.
— Você acredita que eu já vi o pau do meu pai?
Juliana se assustou.
— Como assim, prima? Que história é essa?
Como Juliana estava de costas para mim, ela não viu a minha presença ali. Meu coração quase saiu pela boca, e antes de eu intervir para Jaque não falar nada, ela diz:
— Sim prima. O pai chegou bêbado e eu, a Lê e a tia fomos dar um banho nele. Porém ele estava tão bêbado que tirou toda a roupa e tomou um banho gelado. E seu pau não amolecia de jeito nenhum. Depois colocamos ele na cama e antes de nós sairmos ele segura o seu membro e diz:
— Venha meninas, eu dou conta das três. Vem Yara, deixa eu cair de boca no seu grelinho enquanto a Jaque e a Letícia dividem meu pau?
— Mentira! — Exclamou Ju, chocada.
— Eu teria dado um soco nele se fosse meu pai. Onde já se viu? — Diz Ju.
— Ele estava bêbado, Ju. No dia seguinte pediu perdão e esquecemos o assunto — justificou Jaque, tentando amenizar a reação negativa.
Eu, do corredor, gelei. Pensei: "Pronto, o plano deu errado. A Juliana agora tem nojo de mim." Mas a curiosidade dela falou mais alto.
— Jaque, posso perguntar uma coisa? Não fica ofendida... o pau dele é grande?
Jaque não perdeu tempo: — Olha, é a rola mais linda que já vi. Grande, bonita e um pouco torta. Se não fosse meu pai, eu juro que caía de boca.
— Oxi, que conversa estranha é essa?
— Calma Jú. Se não fosse meu pai eu falei.
Entendi. Mas é estranho você falar isso. E posso falar mais? É estranho a forma de vocês se tratarem. Desculpa prima, mas as vezes acho que vocês querem transar um com o outro.
— Engano seu. É só tratamento de pai e filha.
Eu escutando aquilo, já estava desesperado, pois meu segredo estava pronto para ser descoberto. Eu via que a Jaque estava um pouco incomodada, pois ela não estava esperando a negativa e a repulsa por saber da história.
— Bom, se você diz... E a Letícia? E a tia? Falaram o que?
— Letícia ficou com vergonha da situação. Não falou nada, mas deu para perceber o quanto estava vermelha. Mas não chegou a falar nada depois... - Diz Jaque, claramente mentindo.
— E a tia?
— Posso contar um segredo?
— Claro! - Responde Juliana.
— Então, a tia ficou babando pela rola do pai. E ela não fazia nem questão de esconder. Ficou basicamente "secando". Até pensei que ela ia cair de boca. Aí no outro dia ela falou: Com todo respeito, que pauzão que o pai de vocês tem, hein, meninas.
— E eu tenho certeza que se tivesse apenas a Yara, e meu pai falasse isso, tinha acontecido alguma coisa...
— Será que tinha caído? - Pergunta Juliana.
— Certeza!
— Segredos familiares. - Responde Juliana.
— E farei uma pergunta para você, prima... Diz Juliana.
— Você tá pegando a tia? - Pergunta.
— Não menina.
— Você está se jogando para ela. Parece eu com um guri da sala.
— Não, é a forma carinhosa que eu tenho
— Essa forma carinhosa sua ainda vai dar merda.
— O que acontece em Vegas morre em Vegas. - Diz
— Mas agora vou confessar. Agora eu fiquei curiosa em ver o pau do seu pai.
Ela deu uma risada e Jaque diz:
— Mal de família. Tudo safado.
— Só ver mesmo. Não quero dar para ele, mas como você falou que é bonito... bateu uma curiosidade.
— Quem sabe um dia prima - Complementa Jaque.
E com isso eu volto para o quarto e até esqueço de pegar a água. Aquela noite bati três punhetas pensando na Juliana e seu corpo.
Nos dias seguintes, o clima esquentou. Na sexta-feira, enquanto eu fazia café, Jaque apareceu e me abraçou com força e rebolou levemente fazendo o meu pau levantar. Ficamos assim por mais de 5 minutos. E a Juliana apareceu, viu a cena e, em vez de se afastar, ficou nos olhando. Assim que a Jaque se afastou notei que os olhos dela desceram direto para o meu pau que estava duro dentro do meu samba-canção.
O plano da Jaque estava funcionando. No domingo de noite, aproveitando que o Carlos tinha ido trabalhar, ela começou a "xavecar" a tia Yara na minha frente, com elogios ousados, abraços e até um beijo no pescoço na hora da janta. Mais tarde, a sós comigo, Jaque confessou: — A Ju precisa ficar mais à vontade, e acredito que ela até quer, mas tem receio. Então mostra mais carinho comigo na frente dela. Seja mais ousado, sem demonstrar o que está acontecendo conosco. Se você for um bom pai, terá seu prêmio.
As minhas férias chegaram e a tensão só aumentava. Na segunda-feira, após um abraço demorado entre eu e Jaque que me deixou excitado no café da manhã, Juliana apareceu e ao ver aquela cena comentou:
— Que inveja, prima. O abraço do tio deve ser muito gostoso.
— É sim — Jaque provocou. — Experimenta.
Juliana veio e me abraçou. Senti o corpo dela contra o meu por alguns segundos. Ela se afasta e vejo ela olhar nos meus olhos de uma forma que nunca tinha acontecido antes.
À tarde, aproveitando que Juliana e Jaque haviam saído, subi para falar com a Yara. Encontrei-a distraída, lavando a louça. Cheguei por trás de surpresa, desferi um tapa em sua bunda e a envolvi em um abraço apertado, sussurrando:
— Gostosa...
Ela deu um pulo, tentando se desvencilhar:
— Para com isso! Aqui em casa, não.
— É só saudade — respondi, sem soltá-la de imediato.
— Aqui não — insistiu ela, séria.
— Desce logo, vai. O Carlos pode chegar a qualquer momento.
— Me dá um beijo?
Ela veio e me deu um beijão de língua que fez até balançar as pernas.
— Desce, vai! Carlos está de folga hoje.
Desci e fui assistir um filme, pois o ambiente estava calmo; Jaque tinha ido dormir na casa do namorado e Juliana ficaria na casa da Yara. Na terça de manhã, dia 22/12, porém, uma situação nova apareceu. Ao entrar na cozinha, encontrei Juliana preparando o café. Era a primeira vez que a via naquele dia.
— Bom dia, tio — disse ela, sorrindo.
Ela veio em minha direção e me envolveu em um abraço inesperado e demorado. Juliana era uma mulher extremamente gostosa e cheirosa, e a proximidade física logo cobrou seu preço: senti meu pau crescer novamente. À medida que a ereção se tornava evidente, notei que ela percebeu, mas, em vez de se afastar, ela apertou o abraço ainda mais. Ficamos assim por alguns segundos, em um silêncio carregado, até que ela se soltou e perguntou casualmente:
— Quer café, tio?
— Quero sim, Ju — respondi, tentando recuperar o fôlego.
Enquanto servia a xícara, ela me olhou de soslaio e soltou: — Você sabia que é o meu tio favorito?
— Ah, é? E por que isso agora?
— Porque sim — ela sorriu de forma enigmática.
— Sabe, acho que vou ter que te dar um presente por isso.
— Não preciso de nada, Ju.
— Precisa, sim — ela retrucou, baixando o tom de voz. — Um presente que faça você se lembrar de mim para sempre...
E nesse momento a Jaque aparece na sala voltando da casa do Felipe, e pergunta:
- Atrapalhando algo?
- Não, prima. Só perguntando se o tio quer café.
Tomamos café e eu tive que dar uma saída para ver um amigo meu. Almocei em sua casa e voltei por volta das 17h. As meninas estavam conversando no sofá, e assim que cumprimentei elas a minha filha diz:
- Ah pai, faz aquele café gostoso para a gente. Estava querendo tomar coragem desde as 16h.
- Claro, Jaque. O pai faz sim.
Depois de cinco minutos Jaque sentou-se à mesa, observando a cesta vazia.
— Acabou o pão, pai?
— Acabou, filha. Vou ter que buscar — respondi, já me preparando para levantar.
Nesse momento, Juliana apareceu e diz:
— Acabou o pão?
— Sim, estou indo agora buscar — eu disse.
— Deixa que eu vou, é rapidinho. Já estou pronta, até você colocar a camiseta e um short...
Ela pegou meu cartão sobre a mesa e saiu num piscar de olhos. Assim que a porta bateu, Jaque se levantou com um brilho diferente no olhar. — — Vou ver a tia Yara — avisou, já saindo.
Movido por uma curiosidade súbita, eu a segui. Subi os degraus em silêncio, pisando devagar para não ser notado. Escondido atrás da mureta, observei a cena: Jaque aproximou-se de Yara que estava lavando louça por trás e depositou um beijo demorado em seu pescoço. Yara deu um sobressalto.
— Que susto, Jaque! — Exclamou ela, tentando se afastar.
— Oi, tia — murmurou Jaque, mantendo-se colada ao corpo dela.
— Para com isso.... Seu pai ou o Carlos pode nos ver e entender tudo errado.
— Deixa eles acharem o que quiser — rebateu Jaque, sem soltá-la.
— Eu sou casada, menina! — Yara tentou impor um limite, embora sua voz soasse incerta.
— Eu não tenho ciúmes — provocou Jaque.
— Mas é muita informação para mim agora. Por favor, desce.
Jaque finalmente se afastou, mas antes de sair, lançou uma frase:
— Pensa na proposta, tia!
Antes que ela se virasse e me desse o flagra, desci as escadas apressadamente e voltei para a cozinha, fingindo naturalidade. Pouco depois, Jaque entrou e me encarou, como se tentasse ler meus pensamentos.
— Tudo bem por aqui, pai?
— Tudo ótimo, filha.
Juliana voltou com os pães e tomamos café juntos, mas o clima para mim era de pura reflexão. Mais tarde, as meninas saíram; iriam para a casa do Felipe. Yara ficou sozinha. Passei a noite remoendo e curioso sobre a proposta de Jaque a Yara.
Fui dormir e no outro dia acordo cedo para fazer café. Vejo na garagem que os carros estavam para dentro, então as meninas tinham voltado na madrugada. Já era dia 24. Jaque aparece, agora com seu short clássico que marcava até a polpa da sua boceta e um top que deixava seus bicos amostra. Quando a olhei quase que agarrei ali mesmo.
Ali eu entendi que a Jaque forçaria uma situação. Agora com quem? A tia ou a prima?