Fiz meu Namorado de corno e ele ainda agradeceu meu amante.

Um conto erótico de Suzane Jacó
Categoria: Grupal
Contém 1419 palavras
Data: 04/02/2026 16:45:10
Assuntos: Corno, Cuckold, Grupal, hotwife

Gente vou resumir uma história aqui do dia em que meu namorado, e atualmente marido, me assistiu traindo ele e ainda segurou o pau do meu amante.

Fabiano insistia para que eu fizesse sexo com outro homem. Ele falava sobre o universo cuckold e dizia gostar da ideia, mas eu não acreditava e quase terminei com ele várias vezes por causa disso. Para mim, era óbvio que ele estava me testando. Sempre que dizia que eu podia sair com outro homem e que não se importaria, eu ficava com raiva; brigávamos e eu encerrava a conversa.

Então propus algo que tinha certeza de que ele recusaria: eu ficaria com outro homem, mas ele teria que assistir e ainda obedecer a tudo o que o cara mandasse. Na época, meu namorado era oficial da Marinha, sempre teve um perfil autoritário e rude, e eu tinha certeza de que ele não aceitaria receber ordens nem me ver com outro homem. Errei. Ele aceitou amou a ideia.

Apesar de ter concordado, ainda levamos pouco mais de um ano até realmente fazer alguma coisa. Durante esse tempo, ficávamos apenas fantasiando como seria esse encontro. A partir do dia em que aceitei, Fabiano já não conseguia mais se excitar sem essa fantasia. Ele passou a levar colegas da Marinha para almoçar na casa dele aos domingos, justamente quando eu estava lá. Em alguns momentos, saía de casa e me deixava sozinha com o convidado. Depois voltava cheio de perguntas, querendo saber se tinha acontecido algo, e isso o deixava extremamente excitado.

Com o tempo, a situação evoluiu a ponto de viajarmos para a praia nós três: ele, um amigo e eu. Isso aconteceu pelo menos três vezes. Meu namorado adorava me ver com roupas de praia e parecia ansiar para que os outros homens dessem em cima de mim. Aos poucos, eu fui ficando confortável com aquilo.

Até que um dia simplesmente aconteceu. O rapaz investiu e eu acabei beijando ele, mas fiquei tão preocupada que não passou disso. Em vez de contar ao Fabiano, acabei escondendo o que tinha acontecido por um ano inteiro.

Eu ainda não havia feito sexo com o Roger, mas estava morrendo de vontade. Então resolvi contar a verdade para o meu namorado. Ele quis saber cada detalhe: que partes do meu corpo tinham sido tocadas, o que eu tinha tocado nele, quantas vezes nos vimos. No fim, disse que nós três iríamos transar naquele fim de semana.

Fiquei nervosa, mas disse que faria. Marcamos na casa desse amigo. Eu já tinha contado tudo ao Roger, e ele me passou segurança, dizendo que conduziria a situação.

Quando chegou o sábado, me arrumei exatamente como Fabiano mandou: vestido, e nada mais, sem calcinha, sem nada. Me senti estranha no começo, mas isso mudou quando cheguei à casa do Roger. A primeira coisa que fizemos foi falar das regras. Eu não faria anal; nunca tinha feito e não me sentia pronta. Fabiano teria que assistir e participar conforme eu e o Roger achássemos melhor.

Então começamos. Não teve bebida para quebrar o gelo, não teve preparação nenhuma. Eram 11 horas da manhã quando Roger começou a me beijar, e eu tive crises de riso de tão nervosa. Estava morrendo de medo, mas naquele momento eu sabia que não havia mais volta: ou eu me entregava completamente, ou sairia correndo dali e nunca mais tocaria no assunto.

Comecei a sentir a rola do Roger encostando em mim. Então fiz algo totalmente sem pensar, fiquei de joelhos olhei para meu namorado e falei:

- "Põe o pau dele na minha boca"

Fabiano abaixou a bermuda do Roger, segurou o pênis dele, e levou ate minha boca e eu comecei a fazer um oral no meu amante com meu namorado segurando meu cabelo e me incentivando com frases como: "Isso safada!"

Eu e Roger começamos a dar ordens para ele:

- "Dobre meu vestido"

- "Liga o ar condicionado"

- "Segura meus peitos enquanto ele mama"

Até que eu depois de muito chupar e ser chupada fiquei de quatro por ordem do Roger, mandei meu namorado abrir minha bunda para meu amante me comer só que o Roger não enfiava, ficava passando o pênis na minha flor e eu comecei a implorar pra ele me comer, estava sentindo meu mel escorrendo nas minhas pernas, mas ele apenas falou pro meu namorado: "Seu corno tem que pedir , aliais quero que fale bem alto que ele quer"

Fabiano imediatamente respondeu, antes mesmo do Roger acabar de falar : "-FODE MINHA NAMORADA POR FAVOR, JÁ TOMEI GALHO DE BEIJO, DE BOQUETE QUERO SER CORNO DELA!"

Aquilo me surpreendeu, além das palavras a entonação que ele falou e enquanto eu estava ali sem acreditar eu sentir o Roger entrar dentro de mim e começar a me comer.

Eu gozei imediatamente, comecei a tremer e chamar meu namorado de corno manso.

Daqui em diante tudo pareceu ficar em câmera lenta e turvo pra mim. Eu estava sentindo prazer como nem lembrava ter sentido antes. Havia um homem alto, forte me segurando pela cintura e enfiando seu pau com toda força dentro de mim. Eu sentia dor, sentia prazer, sentia desejo e o melhor é que eu não sentia culpa nenhuma.

Eu olhava pro meu namorado que ficou tocando punheta, em alguns outros momentos ele chupava meus peitos, me beijava, abria minha bunda, eu estava adorando tudo aquilo e queria mais. Me sentindo a mulher mais linda do mundo falei para o Fabiano segurar o pau na minha boca. Eu me referia ao pau dele, queria ser fodida e chupar ao mesmo tempo, porém Fabiano pegou o no pênis do Roger e guiou até meu rosto. masturbando ele enquanto eu chupava a cabeça. Meu namorado estava completamente submisso, mas eu ainda iria testar ele em todos os limites.

Sentei no colo dele, de costas, com o pau do meu namorado dentro de mim. Ele sentado acariciava meus peitos com uma mão e segurava o pênis do Roger com a outra levando pra minha boca. Dei muito nessa posição, mas foi a única ocasião que Fabiano me comeu naquele dia, o restante do tempo eu só queria o Roger.

Eu gozei duas vezes aquele dia, e teria gozado mais, porem os meninos já estavam cansados e meu amante falou que já não aguentava mais segurar o gozo. Então eu me deitei na cama e pedi pro meu corno bater punheta pro meu macho, queria que meu namorado fizesse outro homem esporrar nos meus peitos. E assim foi feito. Eu estava gozada, coberta de porra nos meus seios e por fim quando sugeri que meu corninho gozasse por cima da porra de outro macho ele me disse que já tinha gozado na mão mesmo.

Fiquei ali deitada relaxando. E depois fomos embora. Aquele sábado foi maravilhoso principalmente porque depois desse dia Roger passou a frequentar minha casa. Toda quarta feira ele saia do trabalho e a gente transava. Fabiano sabia, as vezes ele assistia, mas a grande maioria ele só pedia pra ser avisado.

Depois de um tempo eu apenas enviava uma mensagem de alguma parte do meu corpo, e ele já sabia que eu estava deitada esperando meu macho.

Meu namoro ficou melhor do que nunca, simplesmente não havia mais brigas, Fabiano ficou muito mais apaixonado em mim. Tudo ficou melhor, passei a confiar mais nele e ele em mim. Não havia motivos para duvidarmos um do outro afinal. Mas essa fase acabou quando eu comecei a querer explorar novas aventuras com outros homens. Tive algumas experiências negativas, outras boas, mas nenhuma como dar pro Roger. Com o tempo ele passou a ir me ver menos e a gente simplesmente entendeu que já tivemos nossa cota de relação.

Hoje me sinto realizada como adepta do Hotwife. Amo ser desejada aonde eu estiver, adoro saber que posso transar com outro homem. Amo quando meu marido paga o Motel, quando ele me leva na casa do macho, quando ele marca festas aonde eu sou a atração. Mesmo agora com 44 anos e uma filha de 19 ainda aproveitamos bastante. Em certo momento foi preciso contar pra ela que eu e o pai dela tínhamos uma relação liberal. Foi melhor assim. Hoje ela adora quando Fabiano fica embarcado e nós duas fazemos nossa semana das meninas. Saímos, conhecemos algum cara interessante e depois ficamos conversando entre nós.

Nunca fiz nada com minha filha junto, acho que isso já é muito além. Mas na minha casa é comum e normal acordar de manhã acompanhada de um macho novo toda semana.

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