Trai um colega de trabalho com sua esposa gestante 2

Um conto erótico de mathtrib96
Categoria: Heterossexual
Contém 5359 palavras
Data: 04/02/2026 10:37:35

Antes de iniciar a leitura, procure a parte 1..

Semanas se passaram. Eu, que inicialmente não pretendia frequentar o estabelecimento com assiduidade, acabava aproveitando qualquer tempo livre para passar lá, comer um espetinho e tomar uma cerveja gelada.

​A reação da esposa do meu colega era invariavelmente a mesma: fria. Ela me atendia com uma cordialidade distante, sempre séria e objetiva, da mesma forma que tratava os demais clientes. Embora demonstrasse uma leve abertura para conversar comigo — fruto da minha proximidade com o marido dela —, o diálogo nunca avançava.

​Ela se mantinha "normal", agindo como se absolutamente nada tivesse acontecido entre nós. Eu me perdia em conjecturas, tentando decifrar o que ocorrera naquele dia: "Teria sido um impulso do qual ela agora se arrependia? Eu cometi algum erro? Ou será que ela esperava uma atitude partindo de mim?". Como ela não transparecia o menor sinal de expectativa, optei pela cautela; decidi não tocar no assunto, nem forçar qualquer situação.

​Com o tempo, a falta de reciprocidade dela e a crescente demanda no trabalho me afastaram. Fui diminuindo a frequência das visitas ao churrasquinho até completar mais de um mês sem aparecer.

​Certo dia, porém, ao voltar do trabalho, o trânsito me obrigou a mudar a rota, e o novo caminho passava justamente em frente ao local. Eu não planejava parar, mas, ao cruzar a calçada, a visão me paralisou. Ela estava lá, de pé, com sua postura imponente de sempre. Vestia um top que deixava a barriga à mostra — visivelmente maior do que na última vez em que a vi — e uma saia longa e rodada. Parecia majestosa, com os longos cabelos pretos soltos, descendo em cascata até a cintura.

​Imediatamente, a memória do perfume dela naquela tarde invadiu meus pensamentos. Eu precisava, ao menos, sentir aquele cheiro mais uma vez. Sem racionalizar, movido puramente pelo instinto, estacionei o carro. Eu precisava ficar.

​Ao me ver, a recepção do marido foi a mesma de sempre: um entusiasmo genuíno que me trouxe uma ponta de culpa. Ocupado com o calor da churrasqueira e o chiado das carnes, ele apenas acenou e chamou a esposa para me atender, já que o movimento estava calmo naquela noite.

​Dessa vez, algo estava diferente. Ela não veio com a frieza habitual, mas com um raro e discreto sorriso de canto — um detalhe que saltou aos meus olhos imediatamente. Ela me cumprimentou com um meio abraço, o suficiente para que seu perfume, uma mistura de aroma natural de pele com um toque adocicado, invadisse meus sentidos e me causasse um arrepio imediato.

​— Por onde você andou? — questionou, conduzindo-me a uma mesa vazia e reservada.

​Inventei desculpas sobre o excesso de trabalho enquanto ela, ainda de pé, anotava meus pedidos. Meus olhos não conseguiam desviar da sua barriga enorme, agora uma presença dominante entre nós. Comentei sobre o quanto ela havia crescido, e ela apenas soltou uma risada baixa antes de levar o pedido ao marido. Para minha surpresa, ela voltou rapidamente e sentou-se ao meu lado, bem próxima.

​— Você sumiu tanto que nem percebeu o tempo passar. Já estou no oitavo mês — disse ela, com a voz mais mansa.

​Antes que eu pudesse reagir, ela segurou minha mão e a conduziu diretamente para a sua pele exposta, pousando-a sobre o ventre alto e rígido para que eu sentisse a bebê se mexer. O contraste foi perturbador. Assim que minha palma tocou a superfície macia e quente da sua barriga, notei os pelos do braço dela se arrepiarem instantaneamente.

​A sensação era um turbilhão confuso: sob os meus dedos, eu sentia a vida — os movimentos sutis e vigorosos da sua filha — mas, simultaneamente, o toque na pele dela agia como um gatilho. Meu corpo respondeu com uma violência que eu não pude controlar; senti meu sangue descer e meu pau pulsar, ficando rígido e pesado contra o jeans, em uma reação puramente instintiva e inegável àquela proximidade.

A conversa seguia um fluxo perigosamente íntimo, enquanto minha mão permanecia ancorada naquela barriga quente. O toque, que deveria ser um gesto de amizade, tornava-se um condutor de eletricidade. Eu tentava manter o foco nas palavras dela, mas minha mente era traída por flashes violentos do nosso último encontro.

​Olhando para aquele rosto sereno, eu só conseguia visualizar a imagem dela ajoelhada, a forma como seus cabelos pretos caíam sobre os ombros enquanto ela me possuía com a boca. A lembrança do calor da garganta dela e da pressão das suas mãos nas minhas coxas faziam meu pau pulsar ainda mais forte, no limite de se tornar visível sob a mesa.

​— Ela está agitada hoje, não está? — ela perguntou, a voz baixinha, quase um sussurro que só eu poderia ouvir acima do som da churrasqueira.

​— Está... — consegui dizer, a garganta seca. — Parece que ela sentiu minha chegada.

​Ela deu um sorriso que não era mais o de uma mulher grávida e calma, mas de alguém que sabia exatamente o efeito que estava causando.

​— Senti falta das suas visitas — ela continuou, deslizando a própria mão por cima da minha, ainda pressionada contra sua barriga. — O tempo aqui passa devagar demais quando não tenho algo... interessante para observar.

​O ar entre nós ficou pesado, carregado de um desejo proibido que contrastava com a figura do marido dela a poucos metros de distância. Eu estava tenso, o coração martelando contra as costelas. Uma parte de mim gritava para eu tirar a mão dali e retomar a postura de "amigo da família", mas o toque na pele dela era um caminho sem volta.

​Eu queria perguntar o que tinha mudado, por que ela estava sendo tão explícita agora depois de semanas de gelo. Mas o medo de quebrar o encanto e a excitação de estar no limite do perigo me mantinham em silêncio, apenas sentindo o calor dela e a urgência do meu próprio corpo.

​— Você está muito calado — ela provocou, inclinando-se um pouco mais, o cheiro doce agora misturado ao calor da pele. — O que está passando nessa sua cabeça agora?

A tensão atingiu um ponto de ruptura. Olhei nos olhos dela, sentindo o suor frio brotar na minha nuca enquanto minha mão ainda sentia o pulsar da sua barriga.

​— Estou pensando no nosso último encontro — confessei, a voz rouca e baixa, quase um fio de som. — No que você fez comigo. E no quanto eu queria que aquele momento não tivesse acabado. Ver você assim, sentindo sua pele... está me matando. O seu marido está ali do lado, e eu não consigo parar de desejar você.

​Ela me encarou de forma enviesada, com um olhar "atravessado", mas carregado de uma luxúria que desmentia qualquer repressão.

​— Você faz perguntas demais — ela sussurrou, a voz carregada de uma sedução perigosa. — Eu desejo você desde o momento em que te vi pela primeira vez na faculdade. O que aconteceu naquele dia foi só o começo.

​Antes que eu pudesse processar, ela soltou minha mão com um sorriso enigmático.

— Eu vou resolver isso.

​Ela se levantou e voltou para perto da churrasqueira. Começou a ajudar o marido, mas, de repente, sua expressão mudou. Com um cinismo impecável, ela começou a levar a mão à testa, arquejando, simulando um mal-estar causado pelo calor intenso e pela fumaça densa do carvão. Ela voltou para a minha mesa, sentando-se pesadamente e usando uma prancheta de pedidos para se abanar com vigor.

​O marido, percebendo a cena, largou o espeto e veio em nossa direção com o rosto vincado de preocupação. Eu estava confuso; a simulação dela era tão realista que comecei a me questionar se ela realmente não estava passando mal.

​— O que foi, amor? — ele perguntou, colocando a mão no ombro dela. — É a pressão?

​— O calor... essa fumaça está me sufocando — ela disse, com a voz fraca, fechando os olhos. — Acho que a bebê também não está gostando, estou sentindo uma tontura estranha.

​— Droga, eu não posso fechar agora— ele disse, olhando desesperado para a churrasqueira e depois para ela.

​Eu vi a oportunidade e, embora meu coração estivesse na boca pela audácia do plano dela, decidi intervir.

​— Cara, ela não parece bem — eu disse, tentando parecer o mais prestativo e neutro possível. — Se quiser, eu levo ela para casa. Minha rota passa por lá mesmo. Ela precisa descansar longe desse calor.

​O marido me olhou com um alívio imenso, sem desconfiar por um segundo das segundas intenções que queimavam sob a mesa.

​— Você faria isso por mim? De verdade? Eu fico muito mais tranquilo se ela for com você do que se pegar um aplicativo nesse estado.

​Ela me olhou por cima da prancheta, um brilho rápido de vitória cruzando seus olhos antes de voltar à máscara de cansaço.

​— Tem certeza que não incomoda? — ela perguntou para mim, fingindo uma hesitação que eu sabia ser falsa.

​— Incomodo nenhum. Vamos, eu te ajudo a levantar.

O trajeto até o carro foi uma performance coreografada pela tensão. Ela se agarrou ao meu braço, pesando o corpo propositalmente, mantendo o papel de esposa grávida e debilitada. O marido dela ainda nos seguiu com o olhar até a porta, agradecendo mais uma vez pela minha "generosidade". Senti o suor escorrer pelas minhas costas; a linha entre a camaradagem e a traição nunca pareceu tão tênue.

​Assim que fechei a porta do passageiro e dei a volta, entrando no interior abafado, o silêncio caiu como uma tonelada. Liguei o motor e o ar-condicionado começou a soprar uma brisa gelada. No momento em que engatei a primeira e nos afastamos da luz do estabelecimento, a máscara dela caiu, mas não da forma que eu esperava.

​Ela se encolheu no banco de couro, olhando fixamente para o painel. O cinismo de minutos atrás deu lugar a um semblante carregado.

​— Eu nunca fiz isso antes — sussurrou ela, a voz agora sem a encenação, tingida por uma nota real de angústia. — Enganar ele desse jeito... eu não sou assim. Me deu um nó no estômago ver a preocupação dele.

​O clima pesou. A culpa dela era um balde de água fria na minha excitação, mas eu não estava pronto para deixar o desejo morrer ali.

​— Ei, olha para mim — eu disse, girando o corpo no banco. — Se você não quiser, não tem problema. Eu juro que te deixo na porta de casa, te ajudo a entrar e vou embora. Não vou te forçar a nada que você não queira carregar depois.

Enquanto falava, minha mão direita agiu por instinto. Deslizei-a sobre a saia longa e rodada dela, sentindo o tecido fino se moldar à curvatura da sua coxa. Comecei um carinho lento, subindo centímetros por cima do pano, sentindo o calor da pele dela irradiar através da trama.

​— Mas não nega o que a gente sentiu lá dentro — continuei, baixando o tom de voz enquanto meus dedos pressionavam levemente a carne macia da sua perna. — O jeito que você me tocou... o jeito que você se arrepiou.

A tensão dentro do carro era quase palpável, misturando-se ao cheiro do estofado e ao sopro gelado do ar-condicionado. Eu mantinha uma das mãos no volante, guiando o veículo pelas ruas agora mais vazias, enquanto a outra permanecia ali, sentindo o calor que emanava da sua coxa sob o tecido da saia.

​— Eu nunca fiz isso antes... — ela repetiu, a voz quase sumindo entre o barulho do motor. — Enganar ele assim, na frente de todo mundo. Me sinto suja e, ao mesmo tempo, parece que meu corpo está pegando fogo.

​Eu não parei o carro. Continuei o trajeto, mas minha mão subiu com mais audácia, subindo pela lateral da sua perna, sentindo a firmeza da coxa que contrastava com a maciez da saia.

​— Se o seu desejo for voltar atrás, eu te deixo em casa agora mesmo e isso morre aqui — eu disse, mantendo os olhos fixos na estrada, mas sentindo meu coração martelar contra o peito. — Mas não me peça para fingir que não sinto esse calor saindo de você. Eu quero você, e sei que você me quer desde o momento em que colocou minha mão na sua barriga.

​Minha mão deslizou para a parte interna da coxa dela, um toque firme que a fez soltar um gemido curto, abafado pelo som do trânsito. O contraste era absurdo: o carro em movimento, as luzes da cidade passando rápidas pelo vidro, e aquela intimidade proibida crescendo no console central. Senti a respiração dela acelerar, tornando-se ruidosa e pesada.

​— Você não tem ideia do que está fazendo comigo — ela sussurrou, abandonando de vez a postura de culpa.

​Ela afastou um pouco as pernas, permitindo que meus dedos subissem ainda mais, explorando o limite entre a saia e a pele nua. Enquanto eu desviava de um ônibus, senti o corpo dela se curvar levemente em minha direção. A culpa, embora presente, parecia agora apenas um tempero para a urgência do que estava por vir. O desejo era um motor mais potente que o do próprio carro, e cada metro percorrido em direção à casa dela parecia diminuir nossa resistência.

​Minha mão agora subia para o relevo da sua barriga de oito meses, acariciando a pele esticada e quente enquanto meus dedos faziam pressão na parte alta das suas pernas. Eu estava no limite, sentindo meu pau pulsar contra o cinto de segurança, enquanto ela levava a mão ao próprio pescoço, puxando o ar com dificuldade, entregue ao prazer do risco que corríamos em pleno movimento.

O trajeto final foi percorrido sob um silêncio carregado, onde apenas o som do motor e a respiração pesada dela preenchiam o espaço. Eu mantinha minha mão espalmada sobre a sua barriga, sentindo a vida se agitando ali embaixo; a bebê chutava de forma rítmica, como se participasse daquela descarga de adrenalina. Cada vez que meus dedos faziam uma pressão mínima na pele esticada e quente, eu via os pelos do braço dela se eriçarem instantaneamente. A reação física dela era o combustível que faltava para a minha própria lucidez se esvair.

​Ao dobrar a última esquina, a rua estava deserta, mergulhada em uma penumbra alaranjada pelos postes antigos. Não estacionei na frente da garagem para não chamar a atenção de vizinhos curiosos; parei o carro a uns dez metros do portão, junto à guia da calçada. Desliguei os faróis primeiro, depois o motor. O silêncio que se seguiu foi ensurdecedor.

​— Chegamos — sussurrei, mas não retirei a mão da sua barriga.

​Ela não respondeu de imediato. Ficou olhando para a fachada da própria casa, as luzes da varanda acesas, um símbolo da vida doméstica que estávamos prestes a profanar. Senti um último movimento brusco da bebê sob minha palma e, nesse instante, ela cobriu minha mão com a sua, apertando-a contra o próprio ventre. O olhar que ela me lançou não tinha mais rastro de mal-estar; era uma convocação silenciosa.

​Saímos do carro sem bater as portas, apenas encostando-as com um clique seco. Caminhamos em direção ao portão pequeno, e a tensão era quase física. Eu ia logo atrás dela, observando o balanço da saia longa e a curva da sua barriga que o top revelava a cada passo. Quando ela parou para procurar as chaves na bolsa, aproximei meu corpo do dela.

O silêncio da rua deserta parecia ampliar cada ruído. Quando ela parou diante do portão, a luz fraca do poste realçou a silhueta que me tirava o fôlego. Ao me aproximar por trás, a visão era hipnotizante: a saia longa e rodada, ajustada pela postura dela, marcava de forma acentuada o volume da sua bunda, visivelmente maior e mais pesada do que eu recordava.

​Não resisti e colei meu corpo ao dela enquanto ela tateava as chaves. O contraste era absoluto. De um lado, a protuberância firme da barriga de oito meses que eu acariciava; do outro, o toque macio e generoso das suas nádegas pressionando diretamente o meu pau, que latejava contra o jeans. Senti o corpo dela vacilar por um segundo, os ombros subindo em uma respiração profunda enquanto ela sentia o volume da minha ereção se encaixando perfeitamente nela.

​— A chave... eu não consigo... — ela murmurou, a voz falhando.

​Eu deslizei minhas mãos para cima, abandonando a cintura e subindo pelas costelas até alcançar os seios, que transbordavam do top. A gestação os havia deixado enormes, pesados e extremamente sensíveis. Ao senti-los preencherem minhas palmas, notei como estavam quentes e firmes, tensionando o tecido fino. Aquele contato a fez soltar um suspiro longo, e vi, mesmo na penumbra, o arrepio percorrer seu pescoço e braços de forma violenta.

​— Relaxa — sussurrei rente à sua orelha, sentindo o cheiro doce da sua pele inundar meus pulmões.

​Minha mão direita desceu novamente, espalmando-se sobre a vastidão da sua bunda sob o vestido, sentindo a carne firme e quente enquanto a puxava para mais perto, eliminando qualquer espaço entre nós. O movimento da bebê na barriga dela, o peso dos seus seios nas minhas mãos e a pressão da sua bunda contra mim criavam uma sobrecarga sensorial que me deixava tonto.

​Finalmente, o metal da chave encontrou a fechadura. O "clack" da porta abrindo foi o sinal verde para o fim de qualquer hesitação.

Entramos.. A escuridão no hall era quase absoluta, mas meus outros sentidos estavam aguçados ao extremo. Nossas bocas se encontraram com uma avidez que suprimiu qualquer resquício de culpa. O beijo era faminto, desesperado, com o gosto de urgência e desejo acumulado. As mãos dela agarraram meus cabelos, me puxando para mais perto, enquanto as minhas exploravam cada curva do seu corpo.

​Comecei pelos ombros, sentindo a pele macia sob o top, descendo pelos braços e percorrendo as costas. Sua respiração ofegante misturava-se à minha enquanto o beijo se aprofundava, nossas línguas dançando com fúria. Meu corpo estava colado ao dela, sentindo o calor irradiar, mas era o volume da sua barriga que impunha um novo ritmo, um novo tipo de erotismo.

​Com uma mão, eu a puxava ainda mais para mim pela cintura, enquanto a outra deslizava para a saia. Sem quebrar o beijo, minhas unhas encontraram o tecido e puxaram a saia longa e rodada para cima, revelando suas pernas torneadas e a calcinha preta que marcava firmemente a grandeza da sua bunda. Aquela visão, mesmo na penumbra, era um convite irresistível. A pele das suas coxas era quente, e o peso das suas nádegas, agora expostas ao toque do ar, provocava um arrepio instantâneo.

​Mantendo o tecido da saia preso acima da cintura com uma das mãos, usei a outra para mergulhar sob o elástico da calcinha. Deslizei-a para baixo, roçando na pele macia e subindo-a entre as fendas das suas nádegas, entalando o tecido fino e molhado profundamente. Ela soltou um gemido abafado em minha boca, arqueando as costas e empurrando a bunda ainda mais contra minha mão, que agora massageava a pele desnuda por baixo da calcinha.

​Naquele momento de pura euforia e desespero, ela tentou se desvencilhar do beijo. Seus joelhos começaram a ceder, numa clara intenção de se ajoelhar ali mesmo, no chão do hall escuro, para me oferecer um boquete. Mas eu a segurei com sutileza pelo braço.

​— Não — sussurrei, a voz rouca contra os lábios dela, impedindo que ela descesse. — Não hoje. Essa noite, sou eu quem vai te chupar.

​A surpresa nos olhos dela, mesmo na escuridão, foi palpável, mas logo se transformou em um sorriso malicioso e uma entrega total.

No hall mergulhado em sombras, eu me inclinei, sentindo o calor que emanava debaixo daquela saia rodada. Minhas mãos buscaram o elástico da calcinha e, com um movimento lento e firme, deslizei o tecido fino pelas suas pernas até que ela desse um passo para fora dele, deixando a peça esquecida no chão. Agora, sob a saia, ela estava completamente nua, apenas protegida pelo pano que balançava conforme eu a conduzia.

​Segurei-a pela cintura, sentindo a firmeza do seu corpo e o volume da barriga que nos separava levemente, e a guiei até a sala ao lado. Ali, a luz fria do refletor da garagem atravessava a janela, cortando a escuridão em feixes diagonais que revelavam a poeira dançando no ar e, principalmente, as curvas monumentais dela.

​Eu a direcionei para o sofá, ajudando-a a se acomodar de forma que ficasse confortável, com as costas apoiadas e as pernas abertas, deixando a saia amontoada sobre o ventre. Ajoelhei-me entre suas coxas, e a visão que se abriu diante de mim era o ápice do meu fetiche. Ali estava ela: uma mulher casada, grávida de oito meses do meu colega, entregue a mim sob uma luz clandestina.

​Sua buceta de casada apresentava as alterações típicas e excitantes da gestação. Os lábios estavam mais túmidos, volumosos e com uma coloração arroxeada, quase pulsando de sangue e desejo. A região estava visivelmente mais úmida, refletindo a luz do refletor como se estivesse banhada em mel.

​Aproximei meu rosto, e o aroma que subiu foi inebriante. Não era apenas o cheiro de mulher; era o cheiro dela após um dia de trabalho, uma mistura visceral do seu perfume doce, o suor leve da correria e o odor natural e potente da sua intimidade despertada. Era um cheiro "quente", real, que me fez perder o juízo por um segundo.

​Passei a língua lentamente por toda a extensão da fenda, sentindo o gosto salgado e adocicado de uma só vez. Ela soltou um gemido agudo, as mãos agarrando o encosto do sofá enquanto sua cabeça pendia para trás. Comecei a chupá-la com vontade, focando no clitóris inchado, mas controlando o ritmo. Eu sentia que ela estava no limite, o corpo tremendo a cada movimento da minha língua.

​— Calma... — sussurrei contra sua pele úmida, sentindo a vibração dos seus espasmos.

​Eu não queria que acabasse rápido. Cada vez que sentia o quadril dela subir e sua respiração falhar, indicando que o orgasmo estava perto, eu diminuía a intensidade. Usava a ponta dos dedos para acariciar as laterais das suas coxas e a parte de baixo da sua barriga, sentindo a bebê se mexer lá dentro, enquanto minha boca voltava a explorar as dobras internas, sugando-a com uma técnica que a fazia implorar por mais, mantendo-a naquele abismo torturante entre o prazer extremo e a entrega final.

​O tesão de possuí-la daquela forma, sabendo do risco e da condição dela, me deixava tão rígido que eu sentia que poderia explodir a qualquer momento, mas meu prazer agora era mantê-la exatamente onde eu queria: totalmente à minha mercê.

A luz fria do refletor da garagem desenhava o contorno exato do corpo dela sobre o estofado escuro. Eu me levantei por um breve segundo, apenas o suficiente para arrancar minha camisa e jogá-la em qualquer canto. Em seguida, ajudei-a a se deitar completamente ao longo do sofá, retirando a saia rodada com um movimento fluido, deixando-a apenas com o top que sustentava seus seios fartos.

​Ajoelhado entre suas pernas abertas, levei as mãos ao cinto. O som do metal desabotoando e do zíper descendo pareceu ecoar na sala silenciosa. Assim que abaixei a calça e a cueca, meu pau saltou para fora, completamente rígido, pulsando com o sangue que martelava. Ela fixou o olhar ali, com as pupilas dilatadas e a boca entreaberta, assistindo àquela ereção bruta com uma luxúria que beirava o delírio.

​Para não sobrecarregar o peso sobre ela, apoiei as palmas das mãos firmemente no sofá, nas laterais do seu corpo, criando um arco que protegia sua barriga enorme. Eu estava posicionado exatamente na entrada daquela buceta quente e volumosa.

​— Olha o que você faz comigo... — sussurrei, sentindo o calor que emanava dela.

​Devido ao excesso de lubrificação natural, não houve resistência. Assim que encostei a cabeça do meu pau na sua buceta, ele deslizou para dentro de uma vez, fazendo um som úmido de sucção que nos fez estremecer. Ela soltou um suspiro longo e agudo, fechando os olhos enquanto sentia o preenchimento.

​Imediatamente, ela levou as mãos ao meu peito nu, espalmando-as contra meus músculos tensos. Seus dedos se enterraram na minha pele, tentando ao mesmo tempo se segurar e controlar o ritmo. Ela exercia uma pressão suave, tentando impedir que o meu pau, que estava pedra de tão duro, entrasse todo de uma vez, pois a profundidade e o volume da gestação tornavam cada centímetro uma sensação avassaladora de preenchimento.

​— Devagar... — ela pediu com a voz embargada, enquanto seu quadril subia involuntariamente para encontrar o meu. — Você é muito grande... eu sinto você em tudo aqui dentro.

​Ficamos ali por alguns segundos, apenas sentindo aquela conexão. O peito dela subia e descia rapidamente, os seios grandes quase escapando do top com a respiração ofegante, enquanto eu sentia as paredes internas da sua buceta, mais quentes e apertadas do que nunca, pulsarem ao redor do meu membro. O tesão de estar ali, naquela sala, com o mundo proibido lá fora, era a única coisa que importava.

Mantive o ritmo das estocadas controlado, mas a pressão era quase insuportável. Eu entrava nela sentindo a resistência das mãos dela no meu peito, um limite físico que me impedia de me afogar completamente naquele calor. Cada vez que eu tentava um movimento mais profundo, movido pelo tesão bruto, ela pressionava meus ombros, ditando o compasso, garantindo que cada centímetro do meu pau fosse sentido com uma intensidade agoniante.

​Enquanto eu socava de forma cadenciada, ela soltava suspiros fortes, ruidosos, que preenchiam a sala. Seus olhos alternavam entre o teto, perdidos em algum ponto do prazer, e a minha fisionomia; ela parecia se alimentar da expressão de luxúria e esforço no meu rosto. Ela guiava meu quadril, forçando um ritmo mais lento e torturante, desenhado para extrair o máximo de cada nervo.

​Eu olhava para baixo e o que via me deixava insano: meu pau entrava e saía completamente melado, brilhando com a lubrificação daquela buceta encharcada. O som úmido da pele batendo e o rastro de desejo que cobria meu membro me faziam querer perder o controle e foder com força total, mas eu me obrigava a manter a cadência que ela pedia.

​Em um momento de entrega absoluta, tirei uma das mãos do sofá e a espalmei sobre a curvatura da sua barriga, sentindo a firmeza da sua pele enquanto eu a possuía. Foi o gatilho final. Ela entrou em um estado de êxtase puro, contorcendo o corpo e afundando as unhas no estofado do sofá. Senti as paredes internas da sua buceta começarem a dar botes, contraindo-se violentamente ao redor do meu pau em espasmos incontroláveis.

​Ela começou a elevar o quadril, tentando acompanhar minhas estocadas, já completamente entregue ao orgasmo. Ao sentir aquela pressão rítmica e o calor aumentando lá dentro, minha resistência desmoronou. Eu não consegui mais segurar. No momento em que ela arqueou as costas e soltou um urro abafado, virando a cabeça para o lado com os olhos revirados, eu descarreguei.

​Senti meu pau pulsar com violência enquanto soltava o primeiro jato de porra dentro dela. Foram vários jatos quentes, intensos, inundando sua buceta enquanto ela se contorcia sob mim, apertando-me com uma força que eu não sabia que ela tinha. Gozamos juntos, em uma sincronia caótica, deixando que o prazer vencesse o medo, o risco e o cansaço, preenchendo o silêncio daquela sala apenas com o som das nossas respirações.

O ápice foi avassalador. No instante exato em que meu corpo travou e eu comecei a descarregar dentro dela, a mão que eu mantinha espalmada sobre sua barriga sentiu uma agitação frenética. Talvez reagindo à descarga de adrenalina e às contrações violentas do corpo da mãe, a filha começou a se mexer com uma força impressionante, chutando contra a minha palma enquanto eu gozava.

​Era uma sensação surreal e quase perturbadora: de um lado, o prazer carnal mais bruto e proibido, sentindo meu pau pulsar e inundá-la de porra; do outro, a prova física da vida que ela carregava, agitando-se sob meus dedos. Enquanto ela soltava aquele urro e virava a cabeça, completamente entregue ao orgasmo, o corpo dela se contorcia em uma onda que parecia unir o prazer dela aos movimentos inquietos da filha.

​Ficamos ali por alguns segundos, imóveis, fundidos um ao outro. Eu ainda sentia os espasmos internos da sua buceta abraçando meu membro, enquanto minha mão permanecia estática sobre o ventre dela, processando os últimos chutes da sua filha que agora, aos poucos, também parecia se acalmar junto com a mãe. O silêncio voltou a dominar a sala, quebrado apenas pelo som pesado das nossas respirações tentando recuperar o ritmo.

Recuei lentamente, sentindo o atrito final da pele úmida. Ao tirar meu pau, que ainda teimava em continuar rígido e pulsante, a luz do refletor revelou o estrago no sofá: uma mancha grande e brilhante, uma mistura densa do líquido dela com a porra que agora escorria livremente, marcando o estofado escuro.

​Ela permanecia deitada, ofegante, olhando fixamente para o teto. As mãos ainda estavam presas nos cabelos, o rosto suado e os olhos perdidos em algum lugar entre o prazer extremo e o choque da realidade. Aos poucos, vi a consciência retomar seu lugar. Ela se levantou de forma lenta, robótica, evitando qualquer contato visual. Com uma das mãos, tentava aparar o esperma que escorria por suas coxas para não sujar o chão, e seguiu apressada em direção ao banheiro sem dizer uma única palavra.

​Fiquei ali, sentado no sofá, exatamente ao lado daquela mancha que atestava o que tínhamos acabado de fazer. Eu estava exausto, mas o tesão não me abandonava; era uma fome que parecia não ter fim. Comecei a punhetar meu pau ali mesmo, movimentos lentos e firmes com a mão melada pelo suco dela, sentindo a pele sensível.

​Minutos depois, ela voltou. Estava com o mesmo top, mas agora uma toalha de banho envolvia sua cintura, escondendo as curvas que eu acabara de possuir. Sua postura era rígida.

​— Você precisa ir. Agora — disse ela, com a voz seca, desprovida de qualquer vestígio de sedução.

​— Vem cá — pedi, a voz rouca, sem parar o movimento da mão no meu membro. — Chega mais perto.

​Ela hesitou, mas acabou vindo. Parou na minha frente com passos lentos. O semblante era aquele sério, quase carrancudo que ela usava no churrasquinho, mas agora misturado a uma melancolia profunda. Seus olhos evitavam meu pau a todo custo, saltando entre os meus olhos e a mancha de porra no sofá, como se aquilo fosse um monstro devorando sua casa.

​— Eu ainda preciso de você — sussurrei, mantendo o ritmo da punheta.

​Com um suspiro de preocupação, ela se sentou ao meu lado. Mas não havia paixão. Ela começou um boquete mecânico, puramente técnico. Não era como da primeira vez, quando ela parecia saborear cada centímetro, namorando o meu cacete. Agora, ela usava a mão e a boca em movimentos rápidos, quase frenéticos, em uma tentativa clara de me fazer gozar o mais rápido possível para que aquilo terminasse.

​A urgência dela era palpável, mas o clima havia mudado. De repente, ela parou e se levantou abruptamente.

​— Não dá... eu não consigo continuar com isso — ela disse, a voz embargada, à beira de um colapso. — Por favor, vá embora.

​Ela se encaminhou até a porta de saída e ficou lá, parada, de cabeça baixa. Eu me levantei, vesti minha calça e peguei minha camisa jogada no chão. Ao passar por ela na porta, tentei um último contato; beijei seu rosto e passei a mão na sua barriga enorme, um gesto que a fez retrair-se levemente, visivelmente incomodada. Ela não disse adeus.

​Segui sozinho pelo quintal até o portão, sentindo o peso do silêncio da rua. Entrei no carro e dei partida. No trajeto para casa, minha mente era um turbilhão. Eu não entendia direito aquela mudança brusca, aquele misto de entrega e repulsa que ela demonstrou.

​Ao entrar no meu quarto, o cheiro dela me atingiu em cheio. Estava na minha barba, nas minhas mãos e impregnado no meu pau. Aquele odor visceral de buceta e suor reativou todo o meu desejo. Sem nem tirar a roupa direito, desabei na cama e comecei a me masturbar furiosamente, revivendo cada detalhe: o calor daquela sala, a textura da pele esticada da sua barriga e a imagem dela no escuro. Gozei novamente, sozinho, enquanto o resto não suspeitava o que tinha acontecido naquela casa.

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