Confissões de uma Fisioterapeuta Puta: Velhos Tarados e Cachorros de Rua Parte 2: Aniversário Mijado do Seu João e a Surpresa da Dona Maria na Porta

Um conto erótico de RAINHA DOS CONTOS
Categoria: Zoofilia
Contém 1069 palavras
Data: 04/02/2026 09:58:16

Olá, seus tarados! Sou eu novamente, a fisioterapeuta puta de 37 anos, morena safada com peitos G transbordando, bunda gigante balançando e buceta sempre pronta pro nojo. Lembram do meu corpo? Curvas latinas que deixam qualquer um louco, morando com mãe a Dona Maria na casinha simples do interior, dirigindo meu Fiat Uno prata velho pra levar meus desejos mais podres pros cantos escuros. De dia, sou a profissional concursada no posto e nos atendimentos domiciliares; de noite, a cadela zoofilica dos becos. Pois bem, aqui vai o segundo relato revisado e ainda mais nojento, exatamente como aconteceu ontem – usando um macacão rosa choque justo e decotado, coleira preta grossa com argola, meia-calça preta de arrastão rasgando nas coxas grossas, e botas pretas de cano altíssimo com plataforma e salto agulha. Sem calcinha, buceta pingando só de pensar.

Ontem à tarde, sessão a domicílio com o Seu João, o velho assediador de 70 anos, tarado incurável, morando sozinho numa casa imunda no fim da rua de terra. A casa é um chiqueiro fedorento: paredes mofadas, chão grudento coberto de manchas amarelas e poças frescas de mijo – dele e dos cachorros que ele alimenta dentro de casa. Ele mija onde dá na hora, sem se importar, e os vira-latas fazem o mesmo, deixando o ar pesado de urina azeda misturada com cheiro de pelo sujo e lixo. O velho é magro, encurvado, mãos calejadas com unhas pretas, dentes podres fedendo a cachaça e cigarro, corpo todo cheirando a suor velho e incontinência. Ontem era aniversário dele – 70 anos sozinho, sem ninguém pra festejar. Eu decidi ir causando de verdade. Entrei na casa fedorenta chamando: "Seu João, cheguei pra sua sessão de fisioterapia, seu velho safado!"

Ele abriu a porta babando, olhos vidrados nos meus peitos quase nus no macacão rosa. "Ô, Patrícia, que roupa de puta é essa? Tá parecendo uma vadia de festa!" Os cinco cachorros de rua estavam soltos pela casa: um preto grande com sarna, um marrom fedendo a lixo, dois amarelos pulguentos e um cinza pequeno com pau sempre pra fora. Latiam e cheiravam minhas botas, lambendo o chão onde tinha mijo fresco deles e do velho. Comecei a "sessão" no quarto imundo, mandando-o deitar na cama manchada. "Vamos alongar essa perna, Seu João." Mas o tarado não perdeu tempo: enfiou a mão suja por baixo do macacão rosa, apertando minha bunda nua, dedos fedendo a mijo porque ele tinha acabado de mijar no canto da sala. "Sem calcinha, sua puta! Tá molhadinha já?" Puxou o decote pra baixo, expondo meus peitos, mamou neles com força, babando catarro grosso e mordendo os mamilos até ficarem vermelhos. Eu montei nele, sentindo o pau murcho e fedorento dele endurecer devagar, cheirando a urina velha. "Me fode, seu velho mijão! Me usa como presente de aniversário!" Ele me penetrou devagar, gemendo "Toma porra velha, sua cadela!", enquanto mijava um pouco dentro de mim – jato quente de mijo escorrendo pela minha buceta, misturando com meu mel. Gozei xingando: "Tarado nojento, pau podre mijão!"

Enquanto ele ofegava, eu olhei pros cachorros que estavam no quarto, atraídos pelo cheiro de sexo e mijo. "Seu João, seus vira-latas parecem com fome... quer ver o show de aniversário de verdade?" Ele riu, se masturbando: "Mostra, sua puta zoofilica! Sempre soube que você era uma cadela no cio." Me ajoelhei no chão grudento de mijo (do velho e dos cachorros), macacão rosa arregaçado, peitos balançando com as pérolas caindo entre eles, coleira preta brilhando. Chamei o preto grande: "Vem, seu sarnento filho da puta! Lambe essa buceta suja de mijo!" Ele veio, língua áspera lambendo o mijo do velho misturado com porra, raspando meu grelo inchado. O cheiro era insuportável – urina azeda, pelo sujo, podridão. Eu gemia: "Lambe mais, seu vira-lata nojento! Me limpa com essa língua podre!" O velho mijou mais um pouco no chão pra excitar os bichos. Me virei de quatro, bunda empinada, botas pretas fincadas no piso imundo, e o preto montou: pau vermelho babando, enfiando com força, nó inchando rápido me prendendo. "Me fode, cachorro imundo! Enche essa puta de sêmen vira-lata!" Ele arranhava minhas costas por cima do macacão rosa, latindo, enquanto o velho enfiava o pau murcho na minha boca, mijando um pouquinho na garganta: "Bebe, vadia! Mijo de velho e porra de cachorro!"

Os outros vieram em seguida. O marrom lambeu meu cu enquanto o preto estava preso, língua fedendo a carniça enfiando fundo. Depois montou, pau frenético me enchendo de mais porra viscosa. Eu vomitava um pouco do mijo no chão, mas pedia mais: "Mais, seus cachorros filhos da puta! Me usem como lixeira!" O amarelo grande fodeu minha boca, pau pontudo sufocando, enquanto o cinza pequeno enfiava no cu, patas sujas arranhando minhas coxas por cima da meia-calça rasgada. O velho assistia, xingando: "Sua puta depravada! Cadela de velhos mijões e vira-latas sarnentos!" No final, o bando todo me cercou no chão fedorento, lambendo, fodendo, mijando em cima de mim – eu coberta de mijo (do velho e dos cachorros), porra canina escorrendo pelas coxas, gozando no nojo absoluto. O velho terminou mijando um jato longo no meu rosto e nos peitos expostos, rindo: "Banho de aniversário, sua vadia!"

Quando finalmente me levantei, pernas tremendo, macacão rosa todo manchado de mijo, porra e baba, coleira preta brilhando de sujeira, botas grudando no chão imundo, ouvi um barulho na porta da frente. A porta se abriu devagar, o quarto ainda escuro, e uma voz familiar ecoou baixa, rouca, cheia de tesão misturado com raiva: "João? Seu velho safado... onde você tá com essa puta?" Era a voz da minha mãe, Dona Maria. Meu coração parou. Ela estava ali, na penumbra, chamando o nome dele com um tom que eu nunca tinha ouvido – xingando baixo, mas com um fogo que me fez a buceta pulsar de novo. "Eu sei que você tá aí fodendo alguém... me mostra essa vadia..." O velho congelou na cama, olhos arregalados, e eu fiquei parada, coberta de nojo, sentindo o cheiro de tudo aquilo subir. Mas isso... isso fica pra outra vez. Esse conto termina aqui, com a porta aberta e o segredo quase exposto.

Espero que tenham gozado forte com esse segundo relato, tarados. Tem muito mais vindo: mais velhos nojentos, mais cachorros de rua, mais lugares fedorentos... e agora, talvez, minha mãe entrando na jogada. Me digam o que querem no próximo!

Beijos cheios de mijo, porra e sujeira da Patrícia. 🐕💦🍆

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Comentários

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Hummm...acho que no próximo aniversário, Seu João deve fazer igual uma ex minha fazia comigo...quando vc chegar no aniversário dele, ele já manda vc ficar de quatro igual uma cadelinha e te leva até um canto bem sujo, pega um pedaço de bolo joga no chão e com os pés imundos dele, esmaga um pouco dele, chama os cachorros e ele junto com os cães mijam no bolo, os cães soltam umas babas imundas das bocas em cima do bolo e Seu João cospe uns catarros tbm e vc come tudinho igual a cadelinha suja que vc é! Minha ex pra ficar com os pés bem imundos, como morava perto do metrô ia descalça andar no metrô e nas ruas pisava onde tava mais sujo,Seu João não vai ter esse problema, mas depois do bolo ainda tinha que lamber os pés da minha ex até limpar, quero ver conseguir limpar os pés dele na língua!!

Não sei se vc além de ser uma putinha suja tbm é masoquista como eu e gosta de apanhar, se for, já que tem os velhos e cães pra te humilhar, sua mãe ia ser a que ia te castigar com tapas, palmadas, cintadas, chineladas e outras coisas...

Não só no próximo, mas nos próximos ver vc cada vez mais suja imunda, sendo humilhada...numa próxima sessão do Seu João, vc podia levar de presente umas tigelas e um pacote de ração e vc comer a ração junto com os cachorros se tornando cada vez mais uma cadelinha imunda, arrumar um plug com rabinho...

Agora eu só fiquei com vontade de deitar no chão da casa dele sujo e vc com essa bota preta e salto agulha pisar em mim...rsrs.

Seus contos são uma delícia pra ler e pra inspirar..

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