Machuquei no futebol e o professor coroa cuidou de mim com sua rola - Um conto de Karol

Um conto erótico de Karol
Categoria: Heterossexual
Contém 2107 palavras
Data: 04/02/2026 07:25:38

Tudo bem, meus amores? Karolzinha aqui. A coreaninha..rsrs.. mais safadinha do site. Se leram meus outros contos, sabem que todos me chamam de japinha. Hoje, tenho 20 anos, 1,60m e 67kg... sou magrinha e meus seios desenvolveram muito bem.

Nunca fui muito chegada em esportes. Apesar de praticar corrida e gostar de futebol. Até que, com meus 1.5 anos, meus pais me matricularam em uma escolinha. Sei que já era bem velha pra isso..rsrsrs..mas, eles aceitavam garotas na minha faixa de idade. Vamos ao conto!

Enfim, arrumei uniforme, ia nos treinamentos, fiz novas amizades. Porém, o que mais me animava era ele, Seu Ari.

— Vamos, Karol! Tem que correr mais rápido!

O coroa nos observava dando a volta no campo. Sempre com sua prancheta em mãos, tinha 50 anos, era baixinho e gordinho.

— Estou dando o meu melhor, professor!

Seu Ari sempre usava um calção azul de jogar bola, camiseta branca e um boné. Acho que para esconder a calvície.

— Tem que dar mais! — falou quando passei por ele novamente.

Até aquele dia, ainda não tinha sentido atração pelo coroa. Apesar da sua pele morena sempre me fascinar e sua barba rala grisalha brilhar com a luz do Sol. Foi ai que me descuidei, pisei em falso e torci o tornozelo. Comecei a mancar e ele veio correndo.

— Nossa! Esses malditos buracos! — ele se agachou colocando a mão na chuteira e removendo.

— Não foi nada, professor!

Ele ergueu a cabeça.

— Poderia ter sido bem pior. Mas, consigo dar um jeito nisso aqui.

Logo, outras garotas se aproximaram e Seu Ari pediu para eles se alongarem. Com certa dificuldade, fomos até o “escritório” dele. Fiquei sentada na cadeira enquanto o coroa procurava algo no armário.

— Só preciso de mais uma coisa. — Seu Ari se agachou e, do jeito que estava, o calção ficou mais colado.

— Aonde está aquela faixa?

Minha bucetinha começou a ficar melada. O coroa naquela posição não percebeu que seu saco estava marcando no calção.

— Achei. — Ele se levantou e veio até mim. — Pronto, Karolzinha! O que foi?

Fiquei boquiaberta ao reparar que a rola dele estava para o lado no calção.

— Nada..eu ...eu...

Ele deu um sorrisinho e se agachou. Passou um gel no meu tornozelo e massageou.

— Caramba, japinha. Que pé bonito!

— Oi?!?

Ele riu sem graça. Pegou meu pé e apoiou sobre a coxa direita.

— Sabia que tem gente que paga por fotos de pé? As pessoas tem cada fetiche.

Fiquei envergonhada e fazia careta de dor.

— Tanta coisa boa pra pediiirr.. ainnn!

— Desculpa... sabe como é. Depois da dor tudo fica mais gostoso!

Achei estranho aquilo. Seu Ari subiu as mãos pela minha perna até as coxas.

— Você é magrinha..mas... — ele me deixou e ficou de pé.

Notei que estava de pau duro, ajeitou o calção e foi até a porta.

— O que foi, professor?!? O que está olhando?

Ele fechou a porta, trancando-a.

— Elas estão distraídas. — Veio até mim. — Karol, preciso de falar uma coisa.

Fiquei calada.

— Já sou um senhor e assim.... bem... poucas coisas neste mundo me deixam desconcertado. Uma delas é o que você faz.

Cruzei os braços.

— O que?!?

— Bem... em várias ocasiões, peguei você olhando para mim.

— EEEEUUUU?!? Tá doido?

O coroa colocou a mão no meu ombro.

— Eu sei. Na sua idade, está descobrindo muitas coisas. Tem muitos desejos. Também já fui assim.

Fiquei toda vermelha.

— Eu sou casado e tudo mais. Não tenho o corpo mais atraente do mundo, porém... — ele apalpou a rola. — Isso aqui chama mesmo a atenção de jovenzinhas como você.

Me levantei da cadeira, possessa.

— O senhor está confundindo as coisas! — dei alguns passos e quase cai. Seu Ari me segurou pela cintura e puxou contra seu corpo.

— Cuidado! — O coroa estava com as mãos na minha barriga. — Precisa sentar um pouco mais.

Ele se jogou na cadeira abraçado comigo.

— ASSSIMMM! HUMMMM! Bem melhor, não acha?

Senti a pica pulsar, olhei para baixo no meio das minhas pernas. Um baita volume roçava minha xota.

— Seu Ari..eu...eu...

Ele subiu as mãos até meus seios e apalpou suavemente.

— Reparei que esses peitinhos estão maiores. Você parece uma bonequinha de porcelana. Toda branquinha.

O fogo foi me consumindo por dentro. Instintivamente, comecei a rebolar e coloquei minhas mãos sobre as dele e apertei.

— O senhor gosta de uma novinha? — perguntei girando o pescoço.

Ele subiu a mão direita e agarrou meu pescoço.

— Como você é safadinha. Perto dos seus pais é toda inocente. Aqui... — deu um beijinho no meu rosto. — Vai ser minha putinha!

Nos beijamos loucamente. Me entreguei a língua molhada do coroa que rodopiava dentro da minha boca. Ele soltou meu peitinho e desceu a mão até meu shortinho enfiando a mão por dentro e tocando minha buceta.

— AINNN! SEU ARIIII!

O pau dele me cutucava e o dedo médio já me penetrava devagarzinho.

— É só tocar o sininho que vocês ficam todas assanhadas, não é mesmo?!?

Me levantei da cadeira, me virei já ajoelhando entre as pernas grossas dele.

— Seu Ari, o que estamos fazendo. — mantive a postura de coitadinha. — é errado?

Ele riu, botou a mão na minha cabeça e, com a outra, sacou a pica pra fora.

— Errado é você ficar tanto tempo sem pedir meu pau, vagabundinha!

GLUB, GLUB, GLAB

A rola dele batia no céu da minha boca e eu fazia barulhos estranhos, pois comecei a babar demais.

— OHNNN! ISSSOOO! BOA GAROTAAA!

GLUB, GLUB, GLUB

O piru do coroa era bem grossinho, uns 14cm eu diria.

— Como esperei por isso! OHHHH!

GLUB, GLUB, GLUB

Ele me soltou e pude respirar.

— NOSSAAA! Nunca fizeram isso comigo!

Segurei no saco peludo dele e massageei. O pau se mexia sozinho e eu parecia hipnotizada com aquele cacete branco da cabeça vermelha.

— Como sua rola é branca se o senhor é moreno?

Ele riu e deu uns tapinhas na minha cara.

— É porque ai não pega Sol, japinha!

Passei a língua no saco e chupei bem devagar.

— Eitaaaa! Vai ficar com a boca cheia de pelos!

Até esqueci da dor no tornozelo. Só queria saber de mamar.

GLUB, GLUB, GLUB

— AHNNN! UINNN! Ta gostando, Karolzinha?

— Já chupei maiores... alguns bem melhores do que...

Ele ficou puto. Se levantou da cadeira, colocou as mãos na minha nuca e começou a meter forte.

— É sua puta maldita?!?

Cada vez mais, o coroa foi andando pra frente me jogando para trás.

— Vou socar até os ovos na sua garganta, sua cachorra!

Ali, ele já não metia para ter tesão. Queria me ensinar uma lição.

— Vai aprender a respeitar o pau que te oferecem!

GLUB, GLUB ,GLUB

Foi quando já estava deitada no chão com Seu Ari fudendo minha boca sem piedade. Até que ele parou e sentou sobre meus seios.

— Suaa..ahh... suaa — ofegando, tirou o boné e jogou longe.

— To vendo que vai me dar trabalho. — afirmou ficando de pé.

Ele tirou a camiseta, o short e o tênis enquanto eu permanecia deitada. O coroa estava sobre mim. Sua barriga era peludinha e suada.

— Estou todo suado, Karol. HAHAHA. Levanta dai, vamos!

Seu Ari me ajudou a ficar de pé. Me levou até perto da mesa e me colocou de costas pra ele.

— Boa garota! Vai ser minha puta a partir de hoje!

PLAFT, PLAFT

Deu dois tapinhas na minha bunda.

— Meu leite vai fazer esse rabo crescer rapidinho.

Olhei para ele e dei um sorrisinho.

— É isso mesmo que quero!

Tirei minha roupa enquanto o coroa batia uma punhetinha. Fiquei peladinha e me encurvei sobre a mesa.

— HUMMM! Sua puta! Coloca uma perna em cima da mesa. — disse pegando minha perna direita e me posicionando. — Que bucetinha hein! Deve ser quentinho ai dentro.

Seu Ari botou a pica na entrada da minha xota e foi empurrando devagar.

— OHHH PORRAAA! Que buceta apertadaaaa! AHHH!

PLAU, PLAU, PLAU

O coroa me segurava pela cintura e sentava a rola em mim.

PLAFT, PLAFT, PLAFT

— Fode vai! Mexe, Karolzinha!

Ele ficou parado e fui me mexendo. A rola dele rodava dentro da minha xota melada. EU nem acreditava naquilo. Meu professor de futebol me comendo em cima da mesa.

— Japinha... bem que desconfiei que tu era danada. Mas...OHHH! OLHAAA! DELICIA!

PLAFT, PLAFT, PLAFT

— E esse cuzinho?!? — O coroa colocou o dedo médio e rodopiou. — Vou botar aqui dentro, já já. Bom que não corre risco de engravidar.

— Ai não, Seu Ari... eu... esperaaaa! Ohhh!

O coroa me puxou. Logo, sentou na cadeira e eu pulava. Meus pés nem tocavam o chão, já que ele segurou minhas coxas pela parte de trás perto do joelho.

— PULAAAA! PULAAAA! QUICA NA VARAAAA DO SEU PUTÃÃOOO! OHHH!

— OHNN! AINNN! SEU ARIIIII!

Ficamos metendo por alguns minutos até o coroa se cansar.

— Vamos, levanta! To quase gozando, preciso esvaziar minha porra nesse rabinho!

Naquele instante, era a puta que o coroa precisava. Me joguei no chão de pernas abertas e dei uns tapinhas na buceta.

— Goza ainda não, Seu Ari. Vem chupar minha xana, vem!

Os olhos dele brilharam. O coroa se agachou entre minhas pernas, praticamente se deitando no chão.

— Karolzinhaaa! Minha vadia!

Ele beijou minhas coxas brancas e magrinhas.

— Se eu te pegar de jeito, te arrebento no meio.

— OHNNN! UINNN! AIII GOSTOSOOOO!

Minha buceta se contorcia com a língua do coroa que passou alguns minutos me lambendo.

— Gosta, japinha?!? Sem vergonha!

— URRUMM! UINNN!

Ele se ergueu, pegou minha cintura e me puxou. Sua pica entrou fácil e ele, sentado, se movia metendo a rola comigo encurvada no chão.

— Vou te quebrar no meio! AHHH! TOMMAAA!

PLAU, PLAU, PLAU

— AINNN, PROFFFF! OONNN! ASSIMMM OHHHH!

Ali eu era apenas um objeto de prazer. Minha buceta era o templo aonde a pica dele adentrava com velocidade.

— PIRANHA!! PUTINHAAA! TOMAA!

PLAU, PLAU, PLAU

Foi quando ele me levantou, ficamos na posição papai e mamãe. O coroa me beijou enquanto parou de meter para recuperar o fôlego.

— NOSSA, QUE TESÃO SEU ARI!

— Tá gostando, meu amorzinho?!?

Acho incrível como uma buceta melada deixa qualquer homem bobo. A gente até vira o amor da vida deles.rsrsr

— Simmm! Me come de frango assado. Quero sentir o senhor em cima de mim.

Seu Ari se mexeu e me colocou com as costas no chão.

— Te dou tudo o que quiser, Karolll! OHHH! PORRAAA!

PLAU, PLAU

O peso dele sobre mim era sensacional. Cruzei as pernas na cintura dele.

— Só vai sair daqui depois que deixar minha buceta toda arrombada!

PLAU, PLAU, PLAU

— ISSOOO! OHNNN! METEEE MAIS FORTEEEE! OHNNN! Pensei que eu estivesse dando para um macho de verdade.

PLAU, PLAU, PLAU

— CARALHOOOO! OHHH! TÁ ME RASGANDOOO!

Conforme eu provocava, o coroa ficava mais atiçado. Ele já nem se mexia direito, apenas seu quadril batia forte em mim.

— Vou enfiar até minhas bolas então...

Era cada estocada violenta que minhas pernas doíam.

— ARGHH! SUA PUTAAAA! TOMAAAA!

Foi ai que senti, estava prestes a gozar.

— MAIIISS..MAIIISSS! FORTEEE! ARGHH!! SEU ARIIII!

Eu berrei de tanto tesão. O coroa me soltou e, enquanto eu ainda estava tendo espasmos, ele limpou o suor da testa.

— Vira, vadia! — Me pegou pelos braços me colocando de bruços.

— Seu Ariii. Eu já gozeiii! NOSSAAA!

Foi ai que quase desmaiei. O coroa montou sobre mim. Em uma estocada só, invadiu meu cuzinho.

— AINNN! PÁÁÁ AAA AAAA RAAA! AAHNNN! UINNN!

PLAU, PLAU, PLAU

— Quem mandou tu gozar?!?

— Tá doendo, Seu Ari!

O coroa parou deitado sobre mim.

— Vou bombar só mais um pouquinho. Logo, logo, a gente termina...TOMAAA!

PLAU, PLAU, PLAU

— AINNN! UINNN!

O safado meteu mais alguns segundos e anunciou:

— É AGORAAAAA! AHHHH! PORRRRRAAAAA!

Meu cuzinho ardia enquanto o pau pulsava sendo retirado gradativamente.

— Pronto! Gozei por todo caminho ao invés de soltar tudo no fundinho!

Nos vestimos depois. Fiquei sem jeito, apenas sorria e acenava com a cabeça.

— Você entendeu?!? Se você contar pra alguém vai fuder com meu casamento e meu trabalho. Além do mais...

Passou a mão no calção.

— Sei que não vai querer ficar se o leite da minha pica, né não, sua piranha?!?

Depois daquele dia, passou-se uns três dias e ele foi demitido. O coroa foi pego no flagra com uma das alunas em seu carro no estacionamento. Pelo que contam, ela estava pagando um boquete e outra aluna viu e deu com as línguas nos dentes. Fiquei com raiva porque perdi meu professor..rsrsrs

Enfim, este foi mais um conto da sua coreaninha. Se gostaram, comentem...nos digam se estão curtindo os contos, se escrevemos bem... Agora, estamos aceitando sugestões..

Ou seja, quem ai quiser que uma de nós faça um conto com você, só pedir nos comentários. Podendo dizer o local e com qual garota queria se encontrar.

Bjinhos e até mais...

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