Ela já estava há algum tempo com o seu amante. Saíam juntos para a balada, iam para o motel e eu ficava em casa. Ela me enviava fotos nas baladas e no motel. Passei a comê-la só com preservativo e só enfiar a cabecinha, enquanto ela me xingava de corno. Era humilhante, mas muito prazeroso.
Até então só havia transado com preservativo com o amante, mas resolveu fazer a estreia de transarem sem camisinha, por isso, minha esposa me chamou para comemorarmos. Fomos a um barzinho. Ele chegou uns dez minutos depois. Deu-lhe um demorado beijo e apertou a minha mão. Sentou-se ao lado da minha esposa e começou a acariciá-la sem nenhuma cerimônia, afinal de contas, até transaram em nossa cama.
Ficamos bebendo alguns chopes, até que decidimos ir a uma balada ali perto. Saíram na frente de mãos dadas e eu os seguia. Na balada, os pombinhos dançavam e se beijavam. Foram para um canto, perto do banheiro e percebi que as carícias estavam ainda mais intensas. Percebi que enquanto se beijavam, cochichavam e olhavam em minha direção rindo.
Não aguentando mais, resolveram ir para nossa casa. Ele estava de carro. Ela foi no banco do carona o acariciando e eu no banco de trás. Chegamos em nossa casa e já trocaram um longo beijo na sala. Ele se sentou no sofá, ela se sentou no seu colo e e na posição que estava, ficou somente de calcinha, ficou de joelhos e mamou o amante, com vigor.
Ele a pegou nos braços e a levou para nosso quarto. Da sala, ouvi os gemidos de minha esposa. Senti uma mistura de tesão e humilhação. Fui ao quarto e presenciei minha mulher cavalgando em seu macho, agora sem camisinha. Olharam para mim com escárnio:
- Estou inaugurando a transa com meu macho sem camisinha – disse ela.
Transaram em todas as posições, minha esposa urrava de prazer. Quando estava metendo nela de quatro, o comedor tirou e enfiou com força em sua bunda. Minha safada se contorceu de dor e gemia quando ele começou a socar com energia. Enfiou na xana novamente, enchendo-a de porra. Gozaram praticamente juntos.
Antes que ela ordenasse, executei minha humilhante função de corno manso, limpando com a língua todo o sêmen de seu macho em sua xana. Enquanto eu limpava a porra, os dois davam risadas debochadas. Tentei acariciá-la, mas logo me afastou, dizendo:
- Volta para o teu lugar, corno! Hoje sou só do meu homem.
Submissamente obedeci. Retomaram as carícias, foi por cima dela e a socou com intensidade. O que me restava era ficar no meu canto assistindo e tocando uma punheta.
Gozamos os três, juntos e novamente executei meu papel de corno. Ficaram abraçados. Peguei um espumante no balde de gelo e servi as taças aos pombinhos.
- Deita no chão, corno – disse ela.
Obedeci e os dois, sentados na ponta da cama, brindavam pisando em mim de leve. Sentia-me humilhado e, ao mesmo tempo, muito excitado. Voltaram a trocar carícias, minha esposa, chupou o pau de seu amante com voracidade. Ordenou que eu colocasse as toalhas no banheiro. Fiz o que ela mandou e depois de mais alguns amassos, trancaram-se no banheiro. Coloquei o ouvido na porta e escutei o barulho da água, risos e gemidos. Saíram enrolados na toalha e trocaram mais carícias e beijos.
Seu amante se vestiu e se despediram com um apaixonado beijo. Ajoelhei-me diante do comedor de minha esposa, beijei seus pés e agradeci por ter dado prazer à minha esposa.
Só transava com minha esposa, com camisinha e enfiando apenas a cabeça, enquanto ela ria e me chamava de corno. Só quem enfiava por completo sem camisinha e gozava dentro era o amante.