Eu nunca tinha feito nada assim. Onze anos de casada, sempre fiel, sempre a esposa que chegava em casa no horário e beijava o rosto do marido antes de contar o dia. Mas naquela sexta-feira tudo desmoronou.
O Sr. Roberto me chamou na sala dele depois das 18h30, quando o andar já estava quase deserto. Ele tem 58 anos, cabelo grisalho bem curto, corpo ainda firme de quem nada regularmente, voz grave que sempre me deixava um pouco inquieta. Trancou a porta com chave. Colocou o celular na mesa mostrando a captura de tela: minha assinatura no “empréstimo” fictício que ele mesmo tinha me mandado fazer meses atrás “só pra ajustar o caixa”. Eu sabia que era errado, mas confiei nele. Agora tinha tudo gravado.
— Ou você resolve isso comigo agora, ou segunda isso vai pro jurídico e pro seu marido. Escolhe.
Eu tremia. Ele se aproximou, passou a mão no meu rosto.
— Não precisa ter medo. Só quero sentir você. Uma vez só.
Chorei baixo enquanto ele abria os botões da minha blusa. As mãos quentes dele puxaram o sutiã para baixo e ele chupou meu mamilo esquerdo devagar, depois o direito, alternando a língua grossa. Meu corpo reagiu contra minha vontade: os bicos endureceram na hora, mas eu ainda estava seca de nervoso. Ele percebeu minha resistência e continuou, beijando meu pescoço, apertando meus seios com firmeza.
Depois me fez sentar na borda da mesa de reunião. Levantou minha saia lápis, abriu o zíper da lateral da calcinha e puxou devagar para baixo. Eu deixei, as pernas moles. Ele se ajoelhou, abriu minhas coxas e lambeu a entrada da minha buceta devagar, separando os lábios com a língua. Eu mordi o lábio, tentando não gemer. Ele chupou o clitóris devagar, circulando, depois enfiou a língua inteira e fez um movimento de vai e vem que me fez apertar as mãos na borda da mesa. Ainda assim, eu não estava molhada de verdade — só umedecida pela saliva dele.
Ele se levantou, abriu a calça social. O pau dele saltou livre: grosso, veias saltadas, a cabeça vermelha e brilhando de pré-gozo, maior que o do meu marido em comprimento e grossura. Ele segurou minha nuca e guiou minha boca até ele.
— Chupa, vai. Mostra que quer resolver isso.
Eu abri a boca hesitante. No começo foi só a cabeça na língua, gosto salgado forte. Ele gemeu rouco e empurrou um pouco mais. Foi aí que algo mudou dentro de mim. Sentir aquele pau grosso esticando meus lábios, o cheiro forte de macho maduro, a forma como ele segurava meu cabelo com autoridade… meu corpo começou a responder de verdade. Minha buceta formigou, aqueceu. Comecei a chupar com mais vontade, lambendo a glande em círculos, descendo a língua pelas veias, engolindo até onde conseguia sem engasgar. Babava bastante, o som molhado ecoando na sala. Ele gemia alto:
— Isso… engole mais fundo, minha putinha… assim, boa menina…
Quanto mais eu chupava, mais molhada eu ficava. Sentia o calor subindo pelas coxas, o clitóris inchando sozinho. Ele percebeu quando me puxou pela nuca e me virou de bruços na mesa.
— De quatro. Empina essa bundinha pra mim.
Obedeci, joelhos na mesa, bunda empinada, saia amassada na cintura. Ele ficou atrás de mim, segurou minhas nádegas e abriu. Vi pelo reflexo da janela escura que ele parou um segundo, olhando.
— Caralho… olha como ficou melada só de chupar meu pau. Tá pingando, sua safada.
Ele esfregou a cabeça grossa na minha entrada, espalhando minha lubrificação natural misturada com a saliva da minha boca que ainda escorria do pau dele. Depois empurrou devagar. A cabeça entrou esticando tudo, senti cada centímetro abrindo caminho, as veias roçando nas paredes internas sensíveis. Quando metade estava dentro, ele segurou meus quadris com força e meteu até o talo de uma vez. Gritei, as unhas cravando na madeira polida. Era grande demais, batia fundo no colo do útero, preenchia cada dobra.
Ele começou devagar, saindo quase todo — a cabeça grossa roçando a entrada a cada retirada — e voltando inteiro com um empurrão firme que fazia meus seios balançarem. Depois acelerou. O som da carne batendo na carne enchia a sala: ploc, ploc, ploc ritmado, misturado com meus gemidos altos e os grunhidos roucos dele. Ele segurava meus cabelos como rédea, puxando minha cabeça pra trás, arqueando minhas costas enquanto metia com força, a barriga dele colidindo contra minha bunda a cada estocada profunda.
— Isso… goza no pau do seu chefe… aperta essa bucetinha gostosa… me deixa te encher de porra…
Eu gozei primeiro, forte, as paredes internas contraindo em espasmos violentos ao redor dele, mel escorrendo pelas coxas internas, pingando na mesa. Meu corpo tremia inteiro, as pernas quase cedendo. Ele não parou: meteu mais rápido, mais fundo, a cabeça batendo no fundo a cada investida, os ovos dele batendo contra meu clitóris inchado. Grunhiu alto, segurou meus quadris com as duas mãos, cravando os dedos na carne, e gozou dentro de mim. Senti jato quente atrás de jato, muito sêmen grosso e quente enchendo tudo, pulsando enquanto ele ficava enterrado até o fim, esvaziando-se completamente. Ficou parado uns segundos, respirando pesado, o pau ainda latejando dentro de mim, até sair devagar. Quando tirou, senti o sêmen grosso escorrendo devagar pela entrada aberta, pingando pelas coxas e caindo no chão.
Ele me ajudou a descer da mesa. Eu ainda tremia, as pernas fracas. Minha calcinha estava jogada no chão, encharcada da saliva e do meu próprio mel inicial. Vesti de volta com as mãos trêmulas; o tecido fino imediatamente grudou na buceta melíflua e cheia de porra, absorvendo o líquido quente que ainda escorria. Senti tudo se espalhando contra os lábios inchados e sensíveis enquanto ajustava a saia. O cheiro de sexo subia forte, misturado com o sêmen dele.
Ele me deu um beijo na testa.
— Segunda a gente conversa sobre o “empréstimo”. Pode ir.
Saí da sala com as pernas bambas, a calcinha pesada e encharcada entre as pernas, o sêmen dele vazando devagar a cada passo, molhando a parte interna das coxas. Quando cheguei na portaria, o carro do meu marido já estava lá, farol baixo.
Entrei. Ele sorriu.
— Demorou hoje, amor.
Comecei a chorar na hora. Contei tudo: a chantagem, a sala trancada, eu chupando ele, ficando excitada só de chupar, ele me comendo de quatro na mesa, gozando tudo dentro de mim. Falei soluçando, esperando raiva. Ele ficou em silêncio. Depois colocou a mão na minha coxa, subiu devagar, sentiu o tecido encharcado da calcinha.
— Ele gozou mesmo dentro?
Balancei a cabeça, chorando mais.
Chegamos em casa. Mal fechou a porta, ele me empurrou contra a parede da sala, levantou minha saia, arrancou a calcinha melada e jogou no chão. Se ajoelhou e enfiou a língua direto na minha buceta ainda aberta e cheia de porra alheia. Lambeu devagar, coletando tudo com a língua grossa, chupando os lábios inchados, circulando o clitóris sensível, sugando o sêmen que ainda escorria. Gemia na minha carne, como se estivesse faminto. Me levou pro sofá, tirou minha roupa toda, me abriu de pernas e meteu com força, sentindo o interior ainda escorregadio e quente de sêmen.
Enquanto fodia, falava no meu ouvido:
— Você é minha… mas pode transar com ele quantas vezes quiser. Só tem uma regra.
Ele meteu mais fundo, eu gemi alto.
— Ele tem que gozar dentro. Toda vez. E quando você chegar em casa… — acelerou, batendo forte — …eu quero chupar você antes de te foder. Quero sentir o gosto dele escorrendo da sua buceta antes de te encher de novo com o meu.
Gozei gritando o nome dele, apertando forte. Ele gozou logo depois, misturando tudo dentro de mim.
Desde então, toda vez que marco “horário extra” com o Sr. Roberto, meu marido me beija na porta e pergunta baixinho se vou “trabalhar até tarde”. Quando volto, ele já está esperando no sofá, com aquele olhar faminto, pronto pra lamber cada gota antes de me reivindicar de novo.
E eu… já não sinto mais remorso nenhum.