Taylor Swift - A Rainha da Música Virou Puta dos Traficantes

Um conto erótico de Henrique Thoreau
Categoria: Heterossexual
Contém 2363 palavras
Data: 03/02/2026 21:34:20
Última revisão: 04/02/2026 02:09:45

Era uma noite quente de agosto de 2023 em Nova York, poucos dias depois de um show lotado da The Eras Tour no MetLife Stadium. Taylor Swift, aos 33 anos, chegou ao seu apartamento no bairro de Tribeca com o corpo ainda carregado de adrenalina, mas precisando de algo que a fizesse se desconectar completamente. O relógio marcava Quase 2 da madrugada. Ela tirou a roupa suada do palco após 3 horas e meia de show, preparou um banho em sua jacuzzi e ligou para Jahmar, o traficante jamaicano recomendado por uma amiga.

“Jahmar, é a T. Traga a melhor ganja que você tem. Vem entregar aqui.”

Ele respondeu com voz grave e ritmada:

“Tá bom, gata. Chego aí em 30 minutos com a erva mais pura da Jamaica. Vai te deixar leve.”

Jahmar chegou — alto, pele escura, músculos marcados, dreads curtos, sorriso tranquilo. Taylor o recebeu de robe de seda na porta e o levou direto para o sofá.

“Senta. Vamos fumar juntos. Depois de show eu não consigo relaxar sozinha.”

Ele rolou um baseado grosso, acendeu e passou. Taylor tragou devagar, o fumo denso descendo quente pelos pulmões. Uma onda de calma subiu pelo corpo, os músculos relaxando, a cabeça ficando leve.

“Isso é bom… meu corpo todo tá formigando.” Eles conversaram um pouco sobre o show que ela acabara de fazer e que tinha deixado as cidades de New York e New Jersey paralisadas. A ganja foi fazendo efeito. Taylor se recostou mais, o robe abrindo sutilmente no colo, revelando a curva dos seios.

“Sabe, essa erva me deixa tão… solta.”

Jahmar olhou avidamente para ela, os olhos descendo devagar pelo decote. “É, gata. Te deixa leve, né?”

Taylor sorriu, cruzando as pernas de propósito, o robe escorregando mais um pouco. Ela se levantou devagar, como se testasse o equilíbrio, e deixou o robe cair dos ombros, revelando o sutiã e a calcinha. Girou o corpo devagar, exibindo as curvas.

“Olha só o que essa ganja faz comigo… me deixa exibida.”

Jahmar ficou parado, o pau endurecendo visivelmente na calça.

“Porra… você é linda pra caralho. Essa pele branca, esses peitos, essas pernas… nunca vi uma mulher tão gostosa.”

Taylor desamarrou o robe completamente e deixou cair no chão. Ficou só de lingerie preta de renda, virando de costas, rebolando devagar, a bunda empinada balançando na frente dele. “Gosta do que vê?”

Jahmar respirou pesado: “Porra, se eu tiver sonhando não me acorde.”

Ela se aproximou e sentou de costas no colo dele, a bunda macia e arredondada pressionando diretamente contra o volume endurecido na calça. O tecido da cueca e da calça dele era o único barreira, mas ela sentia o calor pulsante do pau dele contra sua pele, através da calcinha fina. Taylor começou a esfregar devagar, movimentos circulares lentos e deliberados, depois para cima e para baixo, a carne firme da bunda moldando-se ao formato grosso dele. O atrito gerava um calor úmido entre as pernas dela, a calcinha ficando cada vez mais molhada enquanto ela rebolava ritmadamente, como uma dança lenta e provocante.

Jahmar gemia baixo, as mãos subindo pelas costas dela até os seios, apertando os globos pesados com firmeza, os dedos grossos afundando na carne macia, rodando os mamilos endurecidos entre o polegar e o indicador. O cheiro de ganja misturado ao suor dele invadia as narinas dela, o som da respiração pesada de ambos ecoava na sala quieta. Por minutos que pareceram longos, ela continuou esfregando o rabo na pica dele como se estivesse testando os limites dele, quanto tempo levaria para transformá-lo em um animal, sentindo o pau dele pulsar e crescer mais contra sua bunda, o tecido úmido agora, pré-gozo vazando e molhando a calça.

Taylor arqueava as costas, pressionando mais forte, o clitóris roçando indiretamente no movimento, enviando ondas lentas e crescentes de prazer pelo corpo inteiro. Finalmente, o tesão explodiu. Ele a agarrou forte como um predador que se atira sobre uma presa, apertando as tetas dela enquanto beijava sofregamente o pescoço alvo dela lembrando um vampiro bebendo o sangue de sua vitima. Taylor virou-se, abriu a calça dele, puxando o pau grosso e preto pra fora e disse: “Quero esse tronco preto de mim.”

Ela montou, empalando-se devagar na buceta, gemendo alto enquanto o pau a esticava, preenchendo cada centímetro com um calor grosso e pulsante. A sensação era de ser invadida completamente, as paredes internas se ajustando ao diâmetro dele, sucos escorrendo pelas coxas. Jahmar metia de baixo, mãos agarrando a bunda, tomando o controle: “Toma, sua puta branca! Sente esse pau jamaicano te rasgando.”

Taylor quicava loucamente, os seios balançando na cara do traficante que abocanhava cada um deles como um bebê faminto, lambendo o suor escorrendo pelo vale entre eles, o cheiro de sexo misturando-se à ganja. Ele sentia que estava quase gozando mas queria prolongar o máximo aquele momento: “Não tão rápido, loira. Você é famosa lá fora, manda em estádios cheios, mas aqui você obedece. Rebola devagar e diz que quer ser minha cadela.”

Ela gemeu, obedecendo, rebolando devagar, o prazer construindo em camadas torturantes: “Sim… me usa como tua cadela, Jahmar. Eu obedeço.” E então ele não conseguiu mais segurar e gozou forte, o corpo convulsionando em ondas de prazer que faziam as pernas tremerem. Jahmar urrou, enchendo-a de porra quente: “Toma tudo, vadia! Minha porra tá vazando de você, marcando você como minha!”

Mas o tesão não parou. Eles continuaram por duas horas intensas. Taylor de quatro, Jahmar metendo na buceta com brutalidade, o pau escorregando profundamente, o som úmido de penetração ecoando, as bolas batendo ritmicamente contra o clitóris inchado, o suor pingando nas costas dela. Ele puxou os cabelos loiros como rédeas, dando tapas no rabo dela, deixando marcas vermelhas de sua mão nas nádegas brancas dela, que arqueou as costas, gritando: “Bate mais forte, por favor! Me trata como uma vadia!”

Ele cuspiu no cuzinho e enfiou devagar no cu, a sensação de estiramento doloroso e prazeroso fazendo Taylor gritar, o cu apertando o pau como um torno, calor irradiando pelo reto. Jahmar metia com violência, o suor pingando nas costas dela, controlando o ritmo com mãos firmes nos quadris enquanto urrava e repetia "Eu tô comendo o cu de Taylor Swift. Eu tô arrombando o cu de Taylor Swift!"

Ela implorou, a voz rouca: “Mais fundo, por favor! Me arromba, Jahmar!”

Por fim, metendo devagar e profundo, Jahmar inundou com sua porra o ânus da maior estrela do mundo e despencou sobre as costas dela, seu peso pressionando o corpo dela no carpete, o cheiro de suor e porra preenchendo o ar. Naquele momento ele era o homem mais feliz do mundo, tinha realizado um sonho que já alimentara muitas de suas punhetas. Para ele o mundo parecera parar, mas ela ainda não se dera por satisfeita. “Quero mais… ainda tô pegando fogo. Minha buceta não aguenta parar.”

Jahmar riu fraco: “Tô destruído, loira. Mas posso chamar uns parceiros meus. Quatro jamaicanos pauzudos como eu. Topa virar carne pra gente a noite toda?”

Ela sorriu:

“Chama. Quero ser fodida até não conseguir andar.”

Enquanto esperavam, Taylor foi tomar um banho rápido, vendo a porra de Jahmar escorrer de sua buceta e ânus sendo levada pela água enquanto ela se tocava. Saiu do banheiro de robe novo, cheirosa, pele úmida. Após ela pedir a seus seguranças no térreo para que estes deixassem passar seus novos convidados, os quatro — Ras, Tyrone, Devon e Kofi — chegaram próximo do amanhecer, por volta das 4h. Ela os recebeu na sala.

“Bem-vindos, meninos. Vamos nos divertir?”

Ela botou uma música lenta e sensual no som, um R&B grave e ritmado, o baixo pulsando pelo apartamento. Após dançar com dois deles, Taylor iniciu um strip tease devagar, posicionando-se no centro da sala, as luzes amareladas destacando as curvas de seu corpo voluptuoso embaixo do robe. Ela girou o corpo com movimentos fluidos, quadris rebolando em círculos lentos e largos, o robe escorregando um ombro de cada vez. O tecido caiu até a cintura, revelando o sutiã vermelho que abraçava os seios fartos, os mamilos endurecidos marcando o tecido. Ela virou de costas, arqueando as costas para empinar a bunda, rebolando ao ritmo da música, a calcinha vermelha fina se enterrando entre as nádegas, o movimento fazendo a carne tremer levemente. Virou de frente, mãos nos seios, apertando-os suavemente, depois desceu o robe completamente, deixando cair no chão. Agora só de lingerie, ela se aproximou deles, inclinando-se para frente, os seios balançando perto dos rostos, o calor do corpo dela perceptível. Desceu as alças do sutiã devagar, girando para trás novamente, desfazendo o fecho e deixando cair, virando com as mãos cobrindo os seios por um instante, depois revelando devagar, os mamilos rosados endurecidos pelo ar fresco e pelo tesão. Rebolou descendo as mãos pela barriga lisa, até a calcinha, empurrando devagar para baixo, revelando a buceta depilada, já úmida e brilhante. Ficou completamente nua, abrindo as pernas levemente, girando o corpo inteiro, deixando eles absorverem cada curva — a pele branca suada levemente, os seios pesados balançando, a bunda firme tremendo no rebolado, o cheiro de excitação sutil no ar. “Agora sou de vocês", ela disse sentando-se de pernas arreganhadas na mesa de centro.

Ras murmurou: “Caralho… tu é linda demais” Tyrone completou: “Esses peitos… essa bunda… perfeita.” Sem mais nada ser dito eles foram até ela como uma alcateia de lobos, com cada um deles usando suas mãos e bocas para explorar cada pedaço do corpo dela. A gangbang começou e se estendeu pela madrugada adentro, entrando pela manhã, com o sol já alto. Não demorou para a poderosa Taylor Swift se ver reduzida a um objeto sexual. No começo, ajoelhada no centro da sala, ele mamou um por um, garganta profunda, babando, engasgando. Devon segurava a cabeça dela:

“Engole devagar, vadia. Olha pra mim enquanto chupa, e diz que ama pau jamaicano.”

Ela obedecia, olhos fixos:

“Eu amo pau jamaicano.”

Ras a pegou por trás na buceta no sofá: o pau grosso escorregando devagar no canal molhado, esticando as paredes internas com uma pressão constante, o calor úmido envolvendo-o completamente, as bolas batendo ritmicamente contra o clitóris inchado, suor escorrendo pelas costas dela. Ele puxou os pulsos dela para trás, imobilizando-a: “Não se mexe, loira. Hoje você obedece. Pede pra eu meter mais forte ou eu paro.” Ela implorou:

“Mais forte, por favor!”

Taylor sentia cada veia pulsante dele, o atrito gerando ondas de prazer que irradiavam pelo ventre, o corpo arqueando a cada estocada profunda, gozando com músculos contraindo ao redor do pau, o orgasmo fazendo as pernas tremerem e o ar sair em gemidos roucos. Ras gozou com um urro baixo, o sêmen quente jorrando fundo, misturando-se aos sucos dela, escorrendo pelas coxas trêmulas: “Toma minha porra, cadela. Você é rica e famosa, mas agora tá cheia de porra jamaicana como uma puta de rua.”

Tyrone a virou de lado no sofá: o pau curvo entrando na buceta encharcada, roçando as paredes de um ângulo novo e estranho, a sensação de preenchimento torto fazendo-a tremer, os quadris dele girando devagar, o suor pingando no corpo dela, o som úmido de penetração ecoando. Ele colocou a mão no pescoço dela com pressão controlada enquanto ordenava: "Diz que é minha escrava branca.” Entre gemidos ela sussurrou: “Sou tua escrava branca.”

Taylor sentia o clitóris pulsar com cada movimento, o prazer construindo em camadas lentas e intensas, gozando com espasmos que faziam as pernas fraquejarem. Tyrone acelerou, o pau latejando, gozando com um urro abafado, porra espessa enchendo-a mais, vazando no sofá: “Toma, vadia. Você pode lotar arenas, mas aqui você implora por pau preto.”

Kofi logo tomou o lugar do amigo e a levantou contra a parede com as pernas dela enroladas em sua cintura, enfiando o caralho na buceta de cima para baixo, gravidade ajudando a penetração profunda, o corpo dela quicando no ritmo, seios balançando contra o peito suado dele, o cheiro de suor masculino forte, o atrito no clitóris enviando choques elétricos. Ele segurou os pulsos acima da cabeça dela:

“Não se mexe, loira. Pede pra eu te foder mais fundo ou te solto.” Ela pediu: “Mais fundo, por favor!”

Ela gozava tremendo nos braços dele, músculos internos apertando o pau. Kofi gozou dentro, o sêmen quente escorrendo pelas pernas dela e então a largou sobre o sofá, a entregando para Ras que a dobrou sobre o braço do sofá, cuspiu no cuzinho e enfiou: “Você é a rainha do mundo… mas essa noite você é só nossa puta. Carne branca pros pretos usarem.” Taylor estremeceu sentindo o pau grosso esticando o anel apertado, a sensação de invasão plena, dor misturada a prazer irradiando pelo reto, o corpo dela suando profusamente, o cheiro de sexo anal forte no ar.

Ele metia devagar no início, mas a sensação era gostosa demais e logo ele perdeu o controle, tinha vontade de meter tão forte que temia parti-la ao meio, seu pau pulsando dentro do canal quente e apertado. Taylor gozou anal, o orgasmo fazendo o cu contrair em ondas, mordendo o o pau dele. Kofi gozou dentro, enchendo o cuzinho de porra quente:

Eles revezavam sem parar, mantendo o controle: Jahmar na buceta missionário no chão, corpos colados, suor misturando, pau escorregando devagar e profundo, sentindo cada contração dela, mão no pescoço. Depois Tyrone na buceta de quatro, puxando cabelos, metendo com tapas na bunda, o som de carne batendo enquanto ela usava a boca para mamar o pau de Devon, que em seguida passou a meter nela por trás.

Foram horas de metidas brutas, porra acumulada escorrendo pelo corpo dela, carpete melado. Taylor gozava infinitamente, o corpo exausto mas respondendo com tremores sensoriais, a submissão ampliando o prazer. Só pararam quando, por volta das 10h da manhã, os quatro estavam destruídos, paus moles e doloridos, corpos suados desabando ao redor.

Ras: “Você nos esgotou, loira. Meu pau tá morto.”

”Devon: “Porra, tu acabou com a gente. Nunca vi mulher aguentar tanto.”

Taylor abriu as pernas devagar, sorrindo rouca:

“Então descansem bem. Porque depois do próximo show eu quero mais e podem trazer mais amigos." Eles riram baixo, corpos caídos ao redor dela, o apartamento empregando pelo odor forte de sexo.

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Comentários

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Que história sensacional, a criatividade foi a 1000. Agora eu acho essa palavra Traficantes não caiu bem pois na história nada diz que eles são traficantes

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Valeu, que bom que gostou do conto.

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