A inquilina XXXVII

Da série A inquilina
Um conto erótico de Amigo Intimo
Categoria: Grupal
Contém 1814 palavras
Data: 03/02/2026 14:16:36
Última revisão: 03/02/2026 14:54:44

O Silêncio foi quebrado pelo gerentão com uma piada maliciosa, olhando para nós ele falou para o outro funcionário “ E eu vou para o hotel com você.” Ela ficou vermelha mas sorriu com a piada eu dei uma risada e o cara nos olhou com o olho arregalado “ Não, vocês estavam … “ deu uma risada “ .. lá em Londres isso não acontecia “ eu bati no ombro dele com uma mão e abracei ela e rindo falei “ É porque, eu não estava lá “, a partir dai todos começaram a beber mais, e se soltar mais, varias vezes o vestido de lã colado dela, subia e eles viam sua calcinha que tinha manchas leves mas visíveis dos nossos atos anteriores, eu não sabia se ela fazia de propósito ou não, mas a cena se repetia varias vezes, o lugar foi ficando vazio e um dos garçons veio nos avisar que o lugar fechava a 1 da manhã e que já eram meia noite e quarenta, pedimos a saideira, ela foi no banheiro e ficamos os 3 na mesa, o gerentão bem bêbado me olhou e falou, “ Aquele papo de liberdade é sério? Não porque …” antes dele terminar eu falei “ É sério, e se ela me falar que quer sair daqui e ir para outro lugar, nós vamos. “ eu sorri para ele, e vi ela voltando, dei um beijo na boca dela, e falei no seu ouvido “ Você está bêbada, e já entendeu o que esta acontecendo então, nada muda e você quem decide” e avisei todos, olhando para o gerentão “ Vou no banheiro “.

Sai do banheiro e eles estavam sentados um de cada lado dela, ela levantou e me abraça e olha para mim e fala, “ Eles estão no hotel do lado e tem bar, podemos estender um pouco?” eu sorri para ela. O gerentão e o outro funcionário foram andando na frente e eu com ela atrás, os quatro estavam altos, ela um pouco mais, ela estava abraçada no meu braço com a cabeça encostada em mim eu fui no seu ouvido “ Você sabe o que eles estão querendo? E esta consciente do que pode acontecer? “ ela não levantou a cabeça, mas balançou num sim, apertou meu braço “ Só, sei lá, ... “ ficou muda um pouco e então falou “ .. Vai mudar algo entre a gente? “ eu abracei ela “ A distancia, um casamento, um filho e nada mudou, e não vamos fazer nada que não tenhamos feito, aquela vez no hotel com os padrinhos do casamento, então entre a gente não vai mudar, a questão é que eles trabalham com você? “ ela me deu um beijo “ Voce sempre me apoia nas minhas loucuras e se preocupa comigo “ então ela sussurrou baixinho “ eu te amo muito “, acho que sussurrou mais para ela e saiu som por ela estar bêbada e eu apertei sua mão em resposta em um eu também. Chegamos no hotel o bar estava fechado mas, um cara que atendia a recepção ficou trazendo cervejas, para nós.

O atendente trouxe um balde com gelo e muitas cervejas então ficou claro que não ficaria voltando, estávamos sentados eu e ela num sofá e eles cada um em uma poltrona com uma mesa baixa no centro, com o balde e amendoins, ela continuava deixando sua calcinha aparecer as vezes e em uma dessas vezes o gerentão encarou o meio de suas pernas e falou “ você sempre soube escolher calcinhas provocantes “ Ela fechou as pernas por reflexo e ficou vermelha, os dois firam olhando para nós e ela se encostou em mim eu fio no seu ouvido e sussurrei mas de maneira que os dois ouvissem, “ Agora é com você, se estiver curiosa ou desejando algo, mostra para eles se não quiser terminamos essa cerveja e vamos “ ela deu aquela respiradinha e ficou alguns segundos encostada em mim e me beijou ao mesmo tempo que abria a pernas para eles verem sua calcinha, deu para ouvir hummm do funcionário, seguido de “ aquilo é uma pimenta? “ ela riu nos meus lábios, mas os dois não se moveram ficaram assistindo, eu fui puxando ela para cima de mim fazendo com que ela ficasse com um joelho de cada lado do meu corpo e então fui levantando o vestido de lã dela, mostrando para eles sua bunda, que não era coberta em nada na calcinha fio dental que ela estava usando. Eu falei no ouvido dela novamente sussurrando de uma forma que eles ouvissem que a decisão era dela “ Você quer ir para o quarto? “ ela balançou a cabeça sem falar, eu repeti a pergunta de outra forma “ Quer subir para o quarto com nós três? “ ela deu a respiradinha e encostou cabeça no meu ombro balançando em um sim, depois me beijou, olhando nos meus olhos com o rosto completamente vermelho.

Subimos para o quarto do gerentão, quando entramos ela olhou a cena e acho que por alguns segundos pensou se deveria, ela veio para encostar em mim mas gerentão percebeu o momento e foi esperto, puxou ela para um beijo, ela parou um pouco me olhou com o canto de olho eu sorri e ela o beijou, o outro funcionário me olhou e eu fiz um ok, com a cabeça e ele abraçou ela por tras encorando ela e beijando sua nuca ela rebolou como resposta e esticou a mão para mim, eu peguei a sua mão e ela parou de beijar o gerentão e me beijou, o gerentão começou a levantar o seu vestido, junto com o outro funcionário que alisava sua bunda e a encoxava, paramos o beijo para seu vestido sair por cima da cabeça ela ficando somente de sutiã e sua calcinha fio dental, o gerentão foi beijar ela de novo e ela afastou o rosto se apoiando em mim, ele entendeu a reação delas e tirou um de seus peitos abaixando o sutiã e começando a chupar ele o funcionário abaixou e começou a beijar sua sua bunda, abaixou sua calcinha e começou a chupar ela na tatuagem de pimenta, ela se apoiava em mim e gemia baixinho, ela desceu a mão e alisou meu pau, acho que ela queria uma confirmação que estava tudo bem para mim e pelo quanto ele estava duro ela entendeu que sim e se soltou, esticando a outra mão e alisando o pau do gerentão, ela foi abaixando o corpo, e tirando meu pau para fora, o gerentão continuou chupando seu peito, até ela literalmente ficar de quatro com as pernas esticadas, enfiando a bunda inteira na cara do funcionário, enquanto, punhetava o gerentão e começava a me chupar, ela chupava e gemia com as dedadas e chupadas que estava bebendo o gerentão soltou seu sutiã e brincava com seus peitos enquanto ela o punhetava, ela largou meu pau e ele a puxou para chupar ele, ela colocou ele todo na boca e depois começou a chupar com mais calma, nós estávamos na entrada do quarto, não tínhamos nem chego na cama, o funcionário se levantou e tirou seu pau para fora, ela nesses momento se agachou, pois estava com as pernas esticada ele veio para o meu lado e ela começou a revezar em chupar os três, então o gerentão sentou na beira da cama e chamou ela, ela se levantou e sentou em seu pau, e ficou chupando o funcionário, o gerentão pegou ela pela cintura e começou a meter com mais força, ela mais se apoiava no funcionário do que realmente conseguia chupar ele, o gerentão parou, e ela veio para o meu colo, só que de frente para mim, ficamos no beijando e ela rebolando no meu pau, então deitei na cama e o gerentão ficou em pé ao lado do funcionário ela cavalgava no meu pau, e alternava as chupadas entre eles, o gerentão a guiava a puxando pelo cabelo, e ela parecia estar gostando muito dessa pegada mais forte, porque começou a tremer e me apertar gozando, isso fez ela acelerar a cavalgada, o funcionário veio para trás dela e cuspiu no seu cu ela deu uma travada, mas tínhamos feito anal todos esses dias e meu pau era maior que o dele, então quando ele começou a enfiar ela se jogou sobre mim gemendo alto e uma tremida meio de gozo meio de arrepio, ela com as pernas para frente deitada sobre mim e ele com uma perna de cada lado da minha começou a comer seu cu, primeiro devagar e depois acelerando o ritmo, quando ela se acostumou ela ergueu pouco o corpo e o gerentão deu seu pau para ela ela chupar, ela tentava rebolar e parava, tentava chupar com força mas parava no meio eu fiquei parado, que o ritmo que o funcionário colocava em seu cu, fazia a buceta dela me apertar e se mover, os gemidos delas eram constantes, o gerentão tirou o pau da boca dela e deu umas batidas com ele em seu rosto a segurando pelos cabelos as mão delas estvam apoiadas no meio peito para manter o corpo na posição o permitia que ele brincasse dessa forma com ela, o funcionário soltou um puta que pariu tirou seu pau de dentro e gozou nas costas dela, eu tirei ela de cima de mim e o gerentão a colocou em posição de frango e começou a comer sua buceta, e depois seu cu, eu esperei um pouco e sentei sobre seus seios e coloquei meu pau em sua boca, ela me olhava com um sorriso de satisfeita de feliz, que só aumentava meu tesão, ela começou a lamber meu saco e me punhetar com meu pau batendo em seu rosto, eu queria chamar ela de Puta de safada, mas não queria que isso virasse a forma que eles iriam chamar ela, então só olhei para ela com sorriso malicioso e ela entendeu enquanto acelerava a punheta, eu me levantei e o gerente a sentou em seu colo na beira cama comendo seu cu, dizendo que sempre quis comer essa bunda e ela não dava, eu vim pela frente e em pé e comecei a comer sua buceta, ela ficou abraçada em mim, quase quicando com os dois paus dentro dela, suas pernas transadas na minha cintura, ela sentada no colo do gerentão com o cu preenchido por ele e com meu na buceta, ela começou tremer e gritar como doida, e falar coisas desconexas, eu a segurei porque ela realmente deu uma perdida nas forças, aceleramos o ritmo e o gerentão gozou dentro do seu cu, ela deu um novo arrepio sentindo ele gozar, ela me abraçou com força, deitei ela na cama e comi ela um pouco abraçados, ela gemia gostoso e então eu gozei deixando meu corpo sobre o dela, os quatro ofegantes na cama, o funcionário sentado no cando perto da cabeceira, o gerentão deitado no meio da cama, e eu sobre ela com meu pau amolecendo dentro dela nos pés da cama.

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