Hoje em dia, se você fizer um trabalho em grupo, basta entrar no Google Documentos, criar um arquivo e compartilhar. Assim, você e seus colegas podem escrever qualquer coisa no documento. Em qualquer lugar.
Porém, na época em que eu estava na universidade, os trabalhos em grupo eram um caos. Tínhamos que ir à casa do colega. E em alguns casos, o professor passava um trabalho em um dia, para ser entregue na manhã seguinte, então tínhamos que virar a noite fazendo o trabalho, ou seja, dormir na casa de um(a) amigo(a).
Pois bem, a história que irei contar aconteceu em uma dessas situações. Eu era um jovem gay, pele escura, grande, da bunda gorda. Estava na casa de Ricardinho, meu amigo da universidade. Era uma tarde quente de verão, e ele estava deitado na cama, lendo os textos que nosso professor passou, enquanto eu escrevia um resumo no Word. Ele estava sem camisa, expondo seu corpo magrinho. Eu, por outro lado, usava um short preto curtinho, igual ao dele, mas com uma camisa regata cor-de-rosa justa, que deixava meus braços e ombros à mostra.
O tempo foi passando, e eu continuei sentado na cadeira, de frente para o computador, tentando organizar as ideias para o trabalho. Ricardinho lia os textos em voz alta para mim. O quarto estava quieto, o ventilador ligado no máximo, os copos com Coca-Cola cheios de gelo derretiam mais rápido do que qualquer outra coisa.
De repente, a porta se abriu, e Seu Sousa, pai do Ricardinho, entrou no quarto.
Ele era um homem grande, imponente, preenchendo o espaço com sua presença antes mesmo de dizer qualquer coisa. Usava uma camiseta regata que deixava um pouco à mostra o peitoral peludo e definido, assim como as coxas grossas e cobertas de pelos escuros, que se destacavam sob o shorts de futebol justo. A barba preta, cheia e bem cuidada, emoldurava o rosto com um charme rústico, másculo. Seus braços fortes e cabeludos (com duas faixas tatuadas no bíceps esquerdo), estavam cruzados sobre o peito enquanto ele observava a cena.
— Vocês estão concentrados mesmo, hein? — Ele perguntou com uma voz grave, rouca, que ecoou no quarto como um trovão.
Eu engoli seco, sentindo um calor diferente subir pelo meu pescoço.
— Sim, senhor. — Respondi, com minha voz um pouco mais tensa do que eu gostaria.
Ele se aproximou com os passos lentos. Quando se inclinou sobre mim para ver a tela do computador, senti o calor do corpo dele contra as minhas costas. O cheiro amadeirado do perfume dele invadiu minhas narinas, mas não senti somente o perfume, senti algo a mais… Senti um leve cheiro de suor, um cheiro viril e intoxicante. Era um cheiro de macho.
Não era a primeira vez que eu frequentava a casa de Ricardinho, Seu Sousa me conhecia a muito tempo, mas eu sempre sentia algo quando ele chegava perto. Aquele macho mexia comigo.
— Bom trabalho, rapazes. — Elogiou ele, com os olhos castanhos-escuros fixos em mim por um instante a mais do que o necessário
Depois, ele se inclinou ainda mais, chegando com os lábios perto do meu ouvido. Senti o hálito quente contra a minha pele. Ele então sussurrou:
— E não deixe o Ricardinho enrolar demais, hein?
Um arrepio percorreu minha espinha, e eu fechei as coxas involuntariamente.
Ele brincou, dando tapinhas firmes no meu ombro, os dedos dele pressionando minha pele por um segundo a mais antes de se afastar. Ele andou até a cama e bagunçou o cabelo do filho, mas os olhos dele voltaram para mim e me deu um sorriso lento, antes de sair do quarto.
Assim que a porta se fechou, Ricardinho soltou uma risada.
— Meu pai gosta de bancar o chefe.
Eu não respondi, minha boca estava seca, meus os dedos tremendo levemente sobre o teclado. A imagem do sorriso dele, daqueles olhos intensos me encarando, não saía da minha cabeça.
Eu continuei a digitar, mas minha concentração tinha ido embora junto com ele. A noite já caía lá fora, mas o calor dentro de mim só aumentava, e não era por causa do verão daquele ano.
Pedimos pizza, comemos no quarto e continuamos o trabalho. Continuamos por mais um tempo, quando disse que desceria para pegar uma xícara de café. Ricardinho apenas confirmou, já que eu já tinha intimidade o suficiente para descer e pegar café.
Desci as escadas em silêncio, ainda com a imagem do Seu Sousa grudada na minha mente. Quando cheguei na cozinha, parei no vão da porta, pois lá estava ele: Seu Sousa, encostado no balcão, sem camisa. O corpão peludo exposto como um troféu. A barriga saliente, macia, aquele tipo de barriga de paizão casado que só cresce depois dos 40, mas que ainda carregava um ar de força e potência. O peitoral coberto de pelos escuros e grossos, que desciam em um caminho provocador até o umbigo e se perdiam dentro do shorts surrado de time de futebol, que era justo o suficiente para deixar um volume perfeito para a minha imaginação.
Ele segurava um copo de água gelada, os dedos grandes envolvendo o vidro enquanto bebia. A água escapou pela lateral da boca, molhando um pouco a barba e pingando no peito peludo. Aquilo parecia cena de comercial de TV, daqueles que botavam homens gostosos em momentos rotineiros, porém sexy, para atiçar as donas de casa.
— Ah, Jordano! — ele disse, me vendo parado na porta.
Vi os olhos dele brilhando com algo que só depois entendi com malícia. — Tá precisando de café, né?
Eu engoli seco, meus olhos involuntariamente descendo pelo corpo dele antes de eu conseguir me controlar.
— S-sim, senhor… — respondi, tentando parecer tranquilo.
Ele riu, um som rouco e quente, e virou para pegar a cafeteira.
— Já tô fazendo, moleque. Sei que você gosta, ainda mais quando tem trabalho em grupo.
Meu coração estava acelerado, mas me aproximei dele.
Enquanto o café passava, o cheiro amargo e delicioso enchia a cozinha. Seu Sousa já estava apoiado no balcão de novo, com os braços cabeludos flexionando. Ele me encarou com um sorriso que nada paternal.
— Você tá dando muito duro a noite, hein? — ele perguntou, a voz mais baixa, quase um sussurro, um rosnado calmo, antes da tempestade.
— Eu… Acho que sim…?
Ele sorriu, enquanto me encarava.
— Cuidado pra não ficar cansado demais…
— Tô… tô aguentando. — murmurei, sentindo um calor na bunda
Ele riu de novo, um pouco mais alto dessa vez, e pegou a xícara azul que eu sempre usava.
— Toma. Forte, do jeito que você gosta.
— Fez no coador? — perguntei, me aproximando enquanto ele me servia.
— Sim. No coador é mais forte, né?
— É sim. — respondi, rápido demais, ansioso pelo café.
Ele sorriu, jogando a cabeça pra trás. Foi aí que eu corei, ao entender.
— De fato. No coador é mais forte. — repetiu ele, me entregando a xícara.
Senti nossos dedos se tocando, me deixando ainda mais vermelho. “No cu, a dor é mais forte.”. Porque eu não entendi antes? Cadê o meu espírito de jovem da 5° série?
— V-valeu, Seu Sousa…
— Pode me chamar de “Sousa”, Jordano. — ele respondeu, os olhos percorrendo meu corpo antes de piscar devagar. — Já tem intimidade.
Eu quase derrubei o café.
— Que foi, garoto? Por que você tá todo vermelho? — perguntou o quarentão, me encarando com um olhar intenso.
— O café… Tá quente. — menti, sentindo o sorriso dele sobre mim.
Eu levei a xícara aos lábios, tentando disfarçar o tremor nas mãos. O café estava forte e amargo, exatamente como eu gostava, mas o calor que queimava no meu rosto não tinha nada a ver com a bebida.
Seu Sousa ficou ali, encostado no balcão, os braços peludos cruzados sobre o peito, aquele sorriso de canto de boca que me deixava sem fôlego.
— Gosta de tomar quentinho, né, Jordano? — ele perguntou, a voz rouca carregada de um tom que não parecia ser sobre café.
Engoli errado e quase tossi.
— S-sim…— respondi, limpando os lábios com o pulso. — Assim é melhor.
Ele riu baixo e deu um gole no próprio café, ainda me encarando, direto nos olhos, sem desviar. Parecia até um teste.
— Na cama também toma quentinho?
Quase cuspi o café.
— S-Seu Sousa! — exclamei com o rosto pegando fogo.
Ele levantou as mãos, fingindo inocência, mas os olhos brilhavam de malícia.
— O quê? Tô perguntando se você toma café quente na cama, garoto. — disse, com o sorriso aumentando. — Eu estava falando sobre café… Você pensou em outra coisa?
Meu Deus!
— Eu… — engasguei, sem saber pra onde olhar.
Ele se inclinou pra frente, o peitoral peludo quase tocando no meu braço, e sussurrou:
— Relaxa, moleque. Tô só brincando.
Mas aquele olhar dizia o contrário.
O café já nem importava mais. Eu só conseguia sentir o cheiro dele, era uma mistura de café, suor e aquele perfume amadeirado. Eu sentia o calor que vinha do corpo dele.
— Você… toma café assim toda noite? — perguntei, tentando mudar de assunto, mas falhando miseravelmente.
Ele deu mais um gole, passou a língua pelos lábios molhados, e respondeu:
— Depende. Às vezes prefiro algo mais… — ele me olhou de cima a baixo. — Encorpado.
Puta. Que. Pariu.
— Ah… — foi tudo o que consegui dizer.
Ele riu de novo, dessa vez mais gostoso, e passou a mão grande sobre meu ombro.
— Vai lá, garoto. Antes que seu trabalho esfrie.
“Ou antes que eu exploda de tesão”, pensei concordando com a cabeça.
Quando eu me virei pra sair, jurei que senti os dedos dele escorregando lentamente pelas minhas costas, mas talvez fosse só minha imaginação… Ou não.
…
O quarto estava mergulhado na penumbra, apenas a luz fraca do abajur iluminando as páginas do livro que eu tentava me concentrar. Ricardinho já havia caído no sono, deitado no colchão no chão ao meu lado, respiração lenta e profunda. Eu, porém, estava estirado na cama dele, de bruços, com o texto aberto, mas os olhos mal conseguiam se fixar nas palavras.
O calor do verão pesava como um cobertor úmido sobre a pele. O ventilador girava no canto, soprando um vento quente que não refrescava nada, apenas espalhava o cheiro do suor e do protetor solar que ainda grudava em mim. Eu havia tomado um banho algumas horas atrás, e estava usando um short preto curto, tão curtinho que deixava metade da minha bunda exposta quando me deitava assim, e eu também estava usando uma regata rosa (nessa época eu era um pouco acima do peso), que aliás, já estava meio encharcada.
A noite estava quieta demais. Só o zumbido distante de algum inseto lá fora e o ronco leve do Ricardinho aqui dentro do quarto. Foi então que eu escutei a porta se abrindo devagar.
Um rangido quase imperceptível, seguido de passos firmes no carpete. Eu não virei. Não dei nenhum sinal de que tinha percebido. Continuei ali, imóvel, fingindo ler, mas sentia cada fio de cabelo na minha nuca se arrepiando.
Os passos se aproximaram: Lentos e pesados. E então, o cheiro: aquele mesmo perfume amadeirado, misturado com o suor masculino, o cheiro de macho que já conhecia tão bem.
— Ainda acordado, Jordano? — perguntou Seu Sousa, com uma voz baixa, quase um sussurro sexy e rouco.
Ele estava perto demais. Tão perto que eu podia sentir o calor do corpo dele nas minhas costas, mesmo sem ele me tocar. Eu acabei engolindo em seco, fingindo surpresa antes de virar a cabeça para olhar para ele.
— Ah, s-sim, senhor… Só terminando de ler aqui.
Ele estava de pé ao lado da cama, os braços peludos cruzados, a camiseta regata levemente molhada de suor, deixando à mostra um pouco daquele peito largo e coberto de pelos. Os shorts de futebol, justos, delineando cada contorno de suas pernas musculosas. Tentei não olhar muito ali, já que marcava bem o volume roliço.
— Tá com calor, né? — ele comentou, os olhos percorrendo meu corpo deitado, parando na curva da minha bunda exposta pelo short.
— M-muito… — murmurei, sentindo um fogo subir pela espinha.
Ele deu mais um passo, até que sua perna cabeluda quase encostou na cama.
— O Ricardinho sempre dorme que nem uma pedra. — ele disse, baixinho.
Eu não respondi, mas meus dedos apertaram as páginas do livro. Eu nem lembrava o que estava escrito ali.
Seu Sousa inclinou-se um pouco, apoiando uma mão grande no colchão, ao lado da minha cintura. Senti o peso do corpo dele se aproximando, o calor irradiando.
— Você devia dormir também, garoto. — ele sussurrou, a voz grossa, quase um urro. — Amanhã cedo tem trabalho para apresentar, né?
Eu mal conseguia respirar. Seu Sousa estava tão perto agora. Se eu me virasse só um pouco, meu rosto encostaria naquela barriga peluda, naquele cheiro viciante de homem maduro.
— Eu… eu vou dormir agora, sim. — menti, tentando controlar meus pensamentos.
Ele sorriu. Vi os olhos dele percorrendo meu corpo, bem devagar, antes de parar no meu rosto.
— Bom. — ele respondeu, os dedos dele se fechando levemente no colchão, como se estivesse segurando algo, um impulso, talvez? — Porque senão… a gente vai acabar ficando acordado a noite toda.
Meu estômago virou. E ele continuou ali por mais uns segundos, me encarando, enquanto eu processava aquela última frase.
— Boa noite, Jordano. — ele se despediu, com um tom de voz que mais parecia com um “até logo”.
Eu soltei o ar que nem sabia que estava prendendo quando Seu Sousa se afastou e saiu do quarto, fechando a porta atrás de si. O quarto parecia ainda mais quente agora, e eu, com toda certeza do mundo, não iria conseguir dormir tão cedo depois daquilo.
…
Fiquei deitado na cama por um tempo que pareceu horas, o livro aberto porém esquecido ao meu lado. "Porque senão… a gente vai acabar ficando acordado a noite toda." O que ele quis dizer com aquilo?
O ventilador zumbia, mas o ar parecia cada vez mais pesado, mais quente. Minha boca estava seca, e o calor do verão grudava na minha pele como uma segunda camada. Precisava de água. Precisava sair dali.
Me levantei em silêncio, evitando olhar para Ricardinho, que ainda estava imóvel, mergulhado no sono, e sai do quarto. O corredor estava escuro, apenas um pouco de luz vindo do banheiro ao fundo.
Caminhei distraído, os pensamentos ainda presos naquele sorriso malicioso, na voz rouca de Seu Sousa...
Foi quando eu esbarrei em algo sólido, quente, peludo e molhado.
— Uou!
Um cheiro fresco de shampoo e sabonete masculino invadiu minhas narinas antes mesmo de eu entender o que acontecera. Quando ergui os olhos, o coração disparou. Era Seu Sousa, ali em minha frente, em toda a sua glória, com apenas uma toalha branca, muito pequena, enrolada na cintura.
Ele também tinha outra toalha, que cobria seus ombros largos. Ele a usava para enxugar o cabelo curto, ainda pingando. Meus olhos ficaram hipnotizados com as gotas que escorriam pelo peitoral peludo, deslizando pelos músculos definidos, passando pelos mamilos escuros até se perderem naquela trilha de pelos que levava direto para...
—Meu Deus! — eu engoli em seco
Ele estava enorme, se é que era possível. Não era só enorme em altura, mas naquela presença que ocupava o corredor inteiro. A luz do banheiro atrás dele criava um contorno quase sagrado em seu corpo. Parecia até um sonho proibido.
— Algum problema, garotão? — ele perguntou, a voz ainda mais rouca agora e os olhos brilhando com diversão.
— Eu… eu só… — minha voz sumiu.
Ele sorriu e deu um passo à frente. A toalha na cintura desceu um pouco, escorregando perigosamente.
— Tá perdido? — ele sussurrou, o hálito quente, com cheirinho de pasta de dentes, sabor mente, batendo no meu rosto.
Eu senti meu corpo responder antes mesmo da minha mente. Um tremor. Um calor. Um desejo impossível de ignorar. Era meu pau, pulsando dentro da minha cueca, e meu cuzinho piscando. Quando eu abri a boca para respondê-lo, foi quando o pior, ou o melhor, aconteceu:
A toalha caiu no chão!
Meus olhos arregalaram. Minha boca ficou seca. O mundo parou. Seu Sousa estava completamente nu diante de mim e Deus do céu! Seu pau não era o maior que eu já tinha visto, era um pouco acima da média, talvez uns 16cm, mas a grossura era absurda. Um diâmetro que faria qualquer um engasgar, com veias saltadas pulsando pela extensão.
Já estava meio-bomba, com a cabeça enorme, algo entre roxa e avermelhada, babando. O cabeção era tão largo que parecia desproporcional ao corpo do membro roliço. Era um Senhor-Cabeção. Um cabeçudo que prometia rasgar qualquer buraco. seja oral ou anal.
E as bolas logo abaixo? Puta merda! Era dois ovões pesados e peludos, balançando lentamente entre as coxas grossas. A pentelhada era densa, negra e se espalhava pela virilha, subindo em um caminho sedutor até o umbigo, onde se misturava com os pelos da barriga saliente.
Seu Sousa não fez nada para se cobrir, apenas ficou ali, deixando eu olhar para seu dote quase duro.
— Gostou do que viu, garoto? — ele finalmente quebrou o silêncio, com a voz tão grossa que parecia um trovão.
Minhas pernas tremiam e minhas mãos suavam. Eu não conseguia parar de olhar.
Seu Sousa foi ainda mais safado. Ele tocou no próprio membro, um movimento lento, mas provocante. A mão grande dele envolveu o próprio pau, apertando a base com firmeza, os dedos quase não fechando de tão grosso que era.
— Quer ver ele ficar duro de verdade?
Eu não pensei. Não consegui pensar. Meu corpo reagiu antes do meu cérebro.
E de repente, eu estava de joelhos no chão do corredor, com a cara a centímetros daquele pau semi-duro que já cheirava a puro homem. Sem pensar, eu abri a boca. A primeira lambida foi um teste, foi um "meu Deus, isso está realmente acontecendo?".
O gosto salgado e quente da pré-porra na minha língua me fez ter certza que aquilo realmente estava acontecendo. E olha… Me fez querer mais. Muito mais!
— Isso, garoto... — Seu Sousa deixou escapar, sua voz mais rouca do que nunca. Os dedos dele logo se enterraram em meu cabelo. — Enfia essa boquinha na minha rola.
Eu apenas obedeci, enfiando na boca. A cabeça rechonchuda bateu no céu da minha boca, inchando ainda mais conforme eu chupava, a língua pressionando as veias salientes. Era tão grosso que meus lábios mal conseguiam fechar em volta, mas eu me esforcei, babando como um desesperado.
— Caralho... — ele gemeu, os quadris se projetando para frente, enfiando mais fundo. — Você mamava o Ricardinho assim também? — perguntou ele.
Meus olhos arregalaram e mesmo sentindo um arrepio percorrendo todo o meu corpo, eu não parei. Eu só engoli ele mais fundo, deixando a saliva escorrer pelos cantos da boca.
Ouvi Seu Sousa sorrindo, um som safado e profundo, enquanto a mão dele apertava minha nuca.
— Brincadeira, moleque. Eu sei que você só queria mesmo era o pau do pai dele.
Um arrepio percorreu minha espinha, novamente. Ele sabia! “Sabia há quanto tempo?”.
— Mas relaxa... — ele continuou. — Eu também estava querendo testar essa boquinha faz tempo. — afirmou ele , começando a foder minha boca.
Devagar no começo, depois mais firme, mais profundo, até eu sentir a cabeça dele bater na minha garganta. Eu engasguei e senti os olhos se enchendo de lágrimas, mas eu não parei. Queria mais, queria engolir tudo.
— Sei que tu gosta de café… — ele afirmou movendo os quadris mais rápido. — Mas se prepara que logo tu vai tomar leite de saco… Eu tô quase fervendo aqui…
— Humm… — foi tudo o que gemi em resposta, já que minha boca estava ocupada demais pra falar.
O corredor era iluminado pela luz do banheiro, eu conseguia ver minhas mãos agarrando as coxas peludas dele pra me equilibrar. Sentia meus lábios se esticados em volta daquele pau cada vez mais duro. Senti o cheiro de sabonete e de puro tesão no ar.
— Hum! Que delícia sentir seu pau endurecendo na minha boca.
Seu Sousa me dominava a cada segundo, puxando meu cabelo com força, arrastando meu rosto contra a virilha dele até meu nariz se enterrar naquela pentelhada escura e úmida. Eu engasguei, a garganta se contraindo em volta do pau inchado que agora enchia minha boca por completo.
— Isso, garoto… — ele gemeu abafado, puxando minha nuca para si. — Nunca aguentaram engolir meu cacete inteiro desse jeito...
Eu sentia tudo, sentia o gosto salgado dele na minha língua, sentia o peso das bolas batendo no meu queixo, sentia a ponta pulsando no fundo da minha garganta. Meus olhos lacrimejavam, mas eu não recuava. Queria mostrar que aguentava.
Ele começou a bombar mais forte, os quadris batendo contra meu rosto, cada vez mais rápido, mais bruto.
— Hummm!
— Porra, tu mama que nem puta com fome... — ele gemeu, com a voz rouca de tesão.
Eu só conseguia emitir sons sufocados, a boca obstruída, o nariz cheio do cheiro dele, um misto de sabonete e suor. Cheiro de macho.
Mas então, de repente, ele puxou o pau pra fora, deixando minha boca vazia e babando.
— Se eu continuar assim... vou gozar. — ele confessou, respirando fundo, os músculos do abdômen tensos. — Mas não quero gozar agora.
Eu olhei pra cima, confuso, frustrado. Eu sentia meus lábios vermelhos e inchados pelo esforço que era chupar algo tão grosso.
— Por... por quê?
Seu Sousa sorriu, aquele sorriso lento e perigoso, e passou o polegar nos meus lábios, limpando um fio de saliva.
— Porque eu quero te foder antes.
Seu Sousa não perdeu tempo, antes que eu pudesse reagir, suas mãos enormes me agarraram pela cintura e me levantaram como se eu não pesasse nada. Ele me jogou contra a parede, fazendo minhas costas baterem contra ela com um baque surdo. O impacto me deixou tonto por um segundo, mas logo aquele calor, aquele corpo de macho contra o meu, tomou conta de tudo.
Ele pegou meu braço e me girou, colando meu rosto na parede.
— Olha só esse rabão gordo... — ele rosnou no meu ouvido, a voz áspera e cheia de desejo.
— Awm!
Um tapa forte estalou na minha bunda, me fazendo gemer alto com a dor quente se espalhou na pele. A mão daquele macho agarrou um dos lados do meu short e puxou com força, rasgando o tecido sem nenhuma cerimônia. A camisa rosa foi arrancada logo em seguida, me deixando pelado no corredor.
Eu estava tremendo, mas não de medo, de puro tesão.
Seu Sousa abriu minhas nádegas com as mãos, os dedos grandes se enterrando na minha carne. Ouvi ele sussurrar algo baixinho quando abriu meu rabão e viu meu cuzinho pela primeira vez.
— Porra, que cu lindo... — ele murmurou, a voz drogada de desejo e tesão
Foi nesse momento que ele meteu a cara, me fazendo gemer.
— Ainn! — Eu senti a língua quente e larga dele lambuzando meu buraco, de cima a baixo, molhando e lambuzando tudo, me fazendo gemer e me contorcer contra a parede. — Ahnn!
A barba áspera dele raspou a minha pele sensível, aumentando o contraste com a maciez daquela língua que invadia meu corpo. Aquele macho chupava como se estivesse com fome, abrindo meu cu com a ponta da língua, enfiando fundo antes de voltar a lamber em círculos lentos.
— Seu rabo balançando na minha cara... — ele gemeu, com as mãos apertando minha bunda com força, os dedos deixando marcas. — Quer que eu enfie mais, é? Quer que eu prepare esse cuzinho pra minha pica?
— Hum rum… — foi tudo o que consegui gemer, sentindo minhas pernas fracas.
Empinei ainda mais a minha bunda, sentindo a língua do Seu Sousa brincando com meu cuzinho.
— Isso, geme pro papai do teu amigo!! — Disse ele enquanto chupava meu cuzinho com gosto, estocando a língua lá dentro enquanto apertava e enchia meu rabo de tapa.
Aquele homem realmente estava faminto por um rabão, pois ele lambia, beijava e enfiava a língua profundamente. Acho que a intenção dele era me deixar babando de tesão, gemendo como uma puta e implorando por mais.
— S-Sousa… por favor… — eu gaguejei, sentindo meu corpo todo tremendo de prazer.
Ele deu um último beijo molhado no meu cu antes de se afastar, me virando de frente pra ele. Engoli em seco quando encontrei com os olhos dele. Eles ardiam de desejo.
— Agora você vai sentir o que é ser comido por um homem de verdade.
Seu Sousa cuspiu na mão, lubrificando a rola grossa e cabeçuda, me girou novamente, colando meu rosto na parede. Apenas escutei ele cuspir de novo, dessa vez, diretamente no meu cuzinho. Senti a saliva escorrer pela minha bunda, antes do calor do corpo dele tomar conta de tudo atrás de mim.
— Relaxa, garoto... — ele ordenou, a voz dele mais parecia um rosnado animal.
E antes mesmo que eu pudesse obedecer, sem aviso, ele encaixou o cabeção na entrada e empurrou, cravando tudo uma vez, enterrando até o fim em um único movimento selvagem.
— Huummph! — Deixei um grito abafado escapar contra a mão grande dele, que tampava
minha boca com força, calando o meu desespero.
Meu corpo inteiro se contorcia de dor e prazer, cada músculo tenso por causa da ação bruta da invasão sem dó e sem piedade que me preencheu de modo violento e completo, esmagando e rasgando qualquer resistência das minhas pregas anais.
Parecia até que ele estivesse me rasgando ao meio, mas logo o incêndio se transformou em algo quente, pesado, delicioso e perigoso quando passei a me acostumar com todos os centímetros dele dentro de mim.
— Porra... que cu apertado... — ele gemeu, os dentes cerrados, os músculos do braço tremendo enquanto me imprensava contra a parede.
Eu não gemia, mas estava com os dentes cerrados, ainda sentindo a mão grande dele tampando minha boca para eu não gemer alto. As minhas unhas estavam cravadas na parede. Ele estava ENORME lá dentro, pulsando e crescendo ainda mais, se é que isso era possível, preenchendo cada centímetro.
— Ain! Que cacete mais grosso…
Parece que ele estava esperando apenas eu dar algum sinal para começar. E aquela minha frase foi exatamente o que ele esperava/precisava, pois ele começou a meter, devagar no começo, deixando eu sentir cada veia, cada centímetro daquela rola dentro de mim.
— Tá sentindo, né? — ele sussurrou, a respiração quente no meu pescoço. — Tá sentindo o pauzão de macho abrindo você todinho...
Eu só conseguia acenar a cabeça com os olhos cheios de lágrimas. Meu corpo obedecia a ele, se abrindo e se contraindo a cada metida lenta daquela rolona. meu cu piscava como um convite.
Foi então que ele perdeu a paciência e acelerou as metidas. O ritmo virou uma surra de pica: As coxas musculosas e peludas dele começaram a esmurrar minha bunda com força bruta. O choque entre nossos corpos produzia um barulho obsceno que ecoava por todo o corredor:
BAM! BAM! BAM!
Eu sentia a barba áspera dele arranhando meu ombro enquanto meus gemidos escapavam da minha boca. Ele não empurrava mais, ele arrebentava! Cada enfiada era uma afirmação, de que agora éramos apenas um. Era uma afirmação de que eu era dele e que ficaria marcado com o peso dele, com o cheiro dele. E acima de tudo, era uma afirmação de que ele estava me dominando cada centímetro do meu corpo.
— Awwmmm!
— Vai, geme baixinho pra mim... — ele ordenou, apertando minha boca com mais força. — Quero ouvir você engolindo os gemidos como uma putinha bem comportada.
Eu obedeci, gemendo abafado, ainda com a mão dele cobrindo minha boca. Eu sentia a respiração pesada em minha nuca. Cada metida fazia meu pau pulsar e meu cu piscar.
Ele estava em todo lugar. Estava no meu cu, estava na minha boca, estava no meu pescoço e até mesmo na minha mente. Seu Sousa era um furacão de macho que eu não conseguia escapar. Há, até parece que eu queria escapar daquela surra de rola naquele momento.
— Você é meu agora, Jordano... — ele afirmou, afundando os dentes no meu ombro.
— Aaiin! Safado! — exclamei, sabendo que ele estava certo.
O calor sufocante do verão grudava nossos corpos, a pele colando um no outro. Eu sentia o suor escorrendo em rios pelo peito peludo dele e pelas minhas costas.
— Ahhhh!! Issso! Humm! Que rola mais gostosa, Seu Sousa! Ahhh! — ele tampou minha boca. — Hummmm! Humm!
Meus gemidos, agora abafados contra a mão dele, eram a única coisa que impedia o Ricardinho de acordar com o barulho que fazíamos. O barulho obsceno produzido por nossas coxas suadas se batendo, carne contra carne, era um barulho molhado da minha bunda sendo macetada sem dó.
Seu Sousa aumentou o ritmo, cada macetada mais profunda e mais bruta, como se quisesse arrebentar minhas pregas na intenção de me fazer nunca esquecer dessa foda selvagem.
— Hummmm!
— Não sei se te falei... — ele sussurrou no meu ouvido, a voz rouca de tesão, as palavras saindo entre os dentes cerrados. — Mas eu demoro PRA CARALHO pra gozar, putinho.
BAM! BAM! BAM! BAM! BAM!
— Huuummmm!
— Você acha que aguenta a rola do paizão por MUITO tempo?
Eu sacudi a cabeça, afirmando. Meu os olhos revirando de prazer. Eu era incapaz de responder com palavras.
— Fala. — ele ordenou, afundando até o talo e parando, deixando eu sentir cada centímetro daquela rola pulsando dentro de mim.
— Humph—!
— Fala! — trovejou ele.
Ele tirou a mão da minha boca, mas apertou o meu pescoço com os dedos grandes pressionando minha garganta, de leve.
— E-eu aguento! — eu gaguejei, a voz falhando quando ele começou a se mover de novo, lento e ritmado.
— Mentira. — ele sorriu, um som baixo e perigoso, antes de aumentar a velocidade de novo. — Você já tá todo mole, garoto. Já tá sentindo o corpo amolecer não é?
Ele estava certo, minhas pernas tremiam, meu cu ardia, mas não de dor, de prazer. Parecia até um pisca-pisca de natal.
— S-Seu S-Sousa… por favor… Awmm!— eu engasguei, minhas palavras se perdendo em outro gemido abafado.
— Por favor, o quê? — ele exigiu, metendo com força em cada sílaba.
— P-Por favor… não para…
Ouvi ele sorrir, satisfeito, enquanto apertava meu pescoço e acelerava, transformando minhas palavras em gemidos mais altos.
— Ahhhh!!
— Isso! Agora toma a rola que você tanto queria!
Minhas pernas cederam, os músculos tremendo como gelatina, mas o paizão não deu trégua. Ele me jogou de quatro no chão com um movimento bruto. Senti meu rosto colando contra o piso frio ao mesmo tempo em que sentia as mãos dele escorregando no suor das minhas costas.
Logo senti aquela rola grossona se encaixava de novo atrás do meu rabão gordo.
— Ahnnn.. CARALHO!
Dessa vez, ele não se importou com os meus gritos. Enfiou tudo de uma vez, até o saco.
— Aguenta, garotão! — ele gemeu, porém mais parecia um urro de um animal. As mãos dele agarraram em minha cintura, os dedos cravando na minha pele. — Era rola que você queria, não é?
BAM! BAM! BAM! BAM! BAM! BAM! BAM! BAM!
As metidas eram tão rápidas que meu corpo quicava no ritmo dele, a bunda batendo contra os quadris peludos, o barulho molhado do meu cu sendo arrombado ecoava pelo corredor.
— Responde. — ele exigiu, dando uma palmada forte na minha bunda, na mesma hora senti a pele ardendo, sabia que ficaria vermelho. — Era rola que você queria, não é? RESPONDE!
— S-SIM! PORRA, SIM!
— QUEM É QUE TÁ TE COMENDO?! — Perguntou ele, berrando alto, dando outro tapão em minha bunda.
— VOCÊ! VOCÊ, CARALHO! AHNNN!
Ouvi ele sorrindo, um som rouco e vitorioso. Seu Sousa então puxou meu cabelo, arqueando minhas costas para trás, me expondo ainda mais.
— Agora rebola nesse pauzão grosso, puto. Mostra que você merece leite de macho.
— Ainnn! Aahhhh!!
Eu obedeci, gemendo, arqueando as costas enquanto ele destruía o meu cu com uma fúria que eu nem sabia que existia.
O calor, o suor, o cheiro de macho vindo dele, o cheiro de sexo…
Tudo estava me levando ao limite. Eu não iria aguentar muito mais. Eu não conseguia mais pensar. Mal conseguia respirar. Apenas gemia enquanto sentia a rola grossa do Seu Sousa rasgando meu cu a cada enfiada, alargando minhas pregas como se quisesse marcar meu corpo e mostrar que meu cu só aceitaria ser fodido novamente por ele ou por outro macho alfa.
O suor dele pingava nas minhas costas, escorrendo pelo meu rabão enquanto ele macetava sem piedade, os gemidos dele cada vez mais animais, mais primitivos. Parecia um animal no cio! Urrando diante de tanto prazer!
BAM! BAM! BAM! BAM! BAM! BAM! BAM! BAM!
— Ahmmm! P-porra… Tá muito… Muitoo gostosoo! Ahhhhh!
— OHHH! Toma rola no cu, garotão!
Minhas pernas tremiam, minhas mãos estavam cerradas no chão, mas ele não parava, apenas continuava metendo sua rola grossa e cabeçuda o mais fundo possível, rasgando minhas pregas. Ele tirou quase tudo e senti ele dando uma cuspida quente e generosa na entrada do meu buraco, antes de socar tudo pra dentro, me fazendo berrar.
— AHHHHHHHHHH! — Foi nesse momento que veio. Sem aviso. Sem tocar.
Eu gozei. Jorrei no chão como um animal. Meu pau pulsando, meu cuzinho contraindo em volta daquela rola gigante que continuava arrombando meu cu.
— AHHHHH! CARALHO! EU GOZEI!!!!!!
Seu Sousa urrou, uma mistura de risada e gemido, e deu um tapa no meu rabo, fazendo eu gemer mais ainda enquanto minha bunda ondulava lindamente e meu corpo se sacudia no orgasmo.
— Porra, Garotão! — ele exclamou, apertando minha cintura com força, sem parar de meter. — Gozou só de levar rolada, né?
Seu Sousa não parou e nem tirou o pauzão de dentro de mim. Na verdade, ele fez o contrário, ele meteu mais forte ainda. Era como se meu cuzinho piscando e contraindo no talo grosso tivesse acendido algo dentro dele.
— Agora aguenta mais um pouco… — ele sussurrou, a voz cheia de malícia, as metidas ficando mais profundas, mais controladas. — Porque o paizão aqui ainda não acabou com você.
Seu Sousa não dava trégua. Eu nem tinha conseguido recuperar o fôlego e já senti ele agarrando meus pulsos com uma só mão, torcendo meus braços para trás, fazendo minha cabeça ser pressionada contra o chão, deixando meu rosto esmagado contra o piso frio.
— Assim que eu gosto… — ele rosnou, batendo em minha raba.. — Rabão empinado, cu arrombado e putinho obediente.
Ele tirou quase tudo e meteu de uma vez, me fazendo gemer.
— Ahhhhh!
Ele voltou a meter com força ritmada. Era rolada bruta atrás de rolada bruta, sem pena, socando até bater o saco no meu cuzinho já dolorido.
— Ahhhhnn! Caralhoo! — eu gritei, mas ele só riu, apertando meus pulsos com mais força.
— Grita não, garotão… — ele sussurrou, sarcástico. — Vai acordar meu filho… e aí? Como é que você explica essa bunda toda marcada de tapa e cheia de rola grossa?
Eu engoli em seco, envergonhado. Eu estava mesmo dando minha bunda para o pai do meu amigo da universidade? Sim. Eu estava. E também estava excitado demais para me importar.
— Ahhhhh!! Isso! Fode meu rabão gordo! Metralha meu cu com sua rola grossa!
Foi quando ele soltou meus pulsos, só pra descer outro tapa no meu rabo, fazendo a polpa negra ondular.
— Tá gostando, né? — perguntou ele, agarrando minha cintura com as duas mãos e metendo o pezão no meu rosto, me dominando e metendo mais forte, ali mesmo, no chão do corredor, na frente na porta, entreaberta, do quarto do próprio filho. — É isso que tu gosta, não é? Pica grossa no meio do rabão gordo! Tu gosta de de levar rola no meio do cuzinho guloso, não é? — levei outro tapão na bunda.
— AHhhhmmm!! S-Sim! — eu gemi, involuntariamente empinando mais ainda.
— Então pede! Pede mais! — ele tirou o pé do meu rosto, se equilibrou, agarrou minha cintura ainda mais forte e detonou meu rabo com bombadas mais fortes e mais brutais. — Pede pica pro paizão do teu amigo! Pede a jeba que sempre te deixou babando e piscando o cu quando fingia que não estava olhando quando ela marcava entre minhas coxas.
Levei outro tapa, esse mais forte que o último.
— PORRAA! ME FODE! ME FODE ATÉ EU NÃO AGUENTAR MAIS!
Ouvi a risada dele, uma risada de viciado em poder. Uma risada de macho viciado em um cuzinho guloso e obediente. Ele apertou minha nuca, me mantendo no lugar enquanto acelerava as metidas.
— Isso! Isso, putão! Assim mesmo! Geme alto e pede pica! Pede a pica que você sempre desejou!
— Me dê pica grossa, Seu Sousa! Ahhh! Isso! Mete forte! Mete fundo!
Eu sabia que ele não ia parar tão cedo, mas meu corpo todo tremia, minhas pernas estavam bambas, o cuzinho latejando depois de longos minutos levando pica como um puto sem controle. Seu Sousa finalmente parou, tirando o pau de dentro de mim, mas não me soltou.
— Levanta, Jordano. — ele ordenou. Senti um arrepio ao ouvir sua voz dominadora, enquanto puxava meu braço com força.
Eu mal conseguia me equilibrar, mas ele me arrastou do corredor direto para o banheiro. A luz fria do boxe iluminou nossos corpos suados.
Seu Sousa me jogou contra o boxe, fazendo meu rosto ficar colado no vidro. Minha respiração era ofegante e embaçava a superfície do vidro. Todo bruto e dominador, ele ergueu minha perna esquerda e apoiou meu pé na borda do boxe, abrindo meu rabo ainda mais.
— Agora olha pra você… — ele sussurrou, a mão grande apertando minha nuca, me fazendo ver meu próprio reflexo no espelho do banheiro.
A visão era bela: Um jovem negro da bunda gorda, completamente suado, sendo dominado por um paizão peludo, da rola grossa, ainda mais suado, me dominando como se eu fosse uma puta de esquina.
Pelo reflexo, eu vi a mão dele guiando a jiromba grossa dele de volta pra dentro.
— Ah! Porra!!
Ele entrou tudo de uma vez, como fizera anteriormente. Dessa vez, minhas pregas mostraram menos resistência, fazendo a rola dele ir fundo. Eu sentia a peça grossona indo e voltando, deslizando em meu buraco. Eu sentia o vidro gelado contra meu rosto e sentia o corpão quente e peludo dele colado em minhas costas. Eu sentia o pau arrombando meu cu no ritmo das águas do chuveiro, que começou a cair sobre nós, nos molhando, nos refrescando.
— Vai me deixar louco… — eu gemi, com as mãos escorregando pelo vidro. — Louco de tesão!
Seu Sousa sorriu e aumentou o ritmo das estocadas, fazendo as bolas baterem na minha entrada.
— Quem é que manda aqui, putão? — ele perguntou, levando a mão para apertar meu pescoço, de leve.
— V-Você…!
— Quem?
— Ahhh! Você, caralho! Ain! Você é quem mando! É seu pau no meu cu!
— E de quem é esse cu? — levei um tapa na cara.
— É todo seu! Meu cu é seu! Meu corpo é seu! Ahnnnn!
Ele arfou de satisfação, apertando minha garganta devagar, enquanto metia como um animal no cio. Aquela posição fazia a glande rechonchuda dele golpear meu ponto sensível. Meu corpo inteiro tremia, eu não aguentava mais, meu corpo já estava no limite e aquele pau bruto, grosso e cabeçudo não me dava trégua.
Foi então que ele soltou minha perna, agarrou minha cintura com as duas mãos, moveu o quadril para trás, fazendo quase todo o pauzão sair de dentro de mim, mas antes que pudesse sair, meteu com tudo, acertando a cabeça grande em cheio em minha próstata.
— AHHHHHHHHHH!! — berrei, sentindo um prazer brutal e incontrolável, que me fez explodir, me fez gozar sem nem tocar no meu pau. Me fez gozar apenas com todos os centímetros da rola do Seu Sousa enterrados no meu cu. — EU TÔ GOZANDOOO!!!!
A porra saiu do meu pau e esguichei no vidro do boxe, misturando-se com a água que caía nas minhas costas. Meus músculos travaram, meu cuzinho contraiu violentamente em volta do talo grosso do marmanjo, e eu gemi feito um animal.
— Segunda gozada? — perguntou Seu Sousa, parado, com as duas mãos em minha cintura, todo dentro de mim, sorrindo e apertando minha cintura com mais força, me segurando no lugar enquanto eu tremia no orgasmo. — Isso significa que já tá perto de receber leite de saco dentro desse rabão gordo e guloso.
Meu coração acelerou ao ouvir aquilo. “Ele ainda aguenta meter mais?”
Como se pudesse ler meus pensamentos, ele bombou devagar, como resposta. Fazendo cada metida ser calculada, somente para esfregar a ponta grossa e babona na minha próstata, prolongando meu prazer.
— Vou encher esse cu todinho… — ele prometeu, sussurrando em meu ouvido. — Vou deixar você pingando porra o dia inteiro.
E eu tremi na base, pois sabia que ele iria cumprir aquilo.
Sem aviso, ele voltou a meter mais rápido, me fazendo gemer ainda mais.
— Ahhhhh! Caralho! Que pauzão é esse?
Cada enfiada era uma declaração de posse. Cada socada brutal cada vez mais profunda destruía minhas pregas sem piedade. Eu mal me aguentava em pé, estava quase arregando, quando senti a pica grossa pulsando dentro de mim. Seu sousa então, finalmente, chegou ao limite.
— TOMA, PORRA! — ele rugiu. Senti os dedos cravando na minha cintura, ou melhor, senti as unhas, me marcando, enquanto ele explodia dentro de mim. — EU TÔ GOZANDO, GAROTÃO! OHHHHHHHHHHHHH!
Eu senti cada jorro quente, cada jatão grosso da porra dele enchendo meu cu. Eram litros de esperma sendo depositados dentro do meu buraco enquanto ele tremia atrás de mim. Era tanta porra que começou a vazar pelas bordas do meu cuzinho já arrombado.
— Toma leite de saco, Jordano… — ele sussurrou, a voz falhando de satisfação. — Vou te dar tanto leite que tu vai ficar vazando por dias.
Ele não tirou o pau de dentro de mim. Pelo contrário, ele não parou.
Antes mesmo de eu ou ele conseguir um tempo para respirar, ele soltou um gemido selvagem, Seu Sousa voltou a meter, bombando a porra lá dentro, misturando tudo enquanto meu corpo se contraía em choque.
— Ahnnn! P-PORRA! — Eu gemi, os olhos revirando.
— Vai gozar de novo, não vai? — ele provocou, levando a mão grande até o meu pau, agarrando-o e começando a bater uma pra mim, com movimentos brutos, enquanto metia a pirocona grossa em um movimento lento e ritmado. — Vai, putão! Goza com o pau e a porra do teu macho dentro de você!
Eu não tinha escolha. Tinha? Meu corpo começou a tremer, minha bunda apertou o pau dele instintivamente, e eu gozei de novo.
— Ahhhhhhh! — berrei, jorrando um leite mais fraco do que o leite das últimas vezes, porém igualmente intenso, enquanto o machão continuava a me foder, fazendo a porra vazar e escorrer pelas minhas coxas. — Porrraaaa!
— ISSO! ISSO, PORRA! — ele urrou, metendo até o talo uma última vez antes de finalmente travar atrás de mim, ofegante e suado, com os músculos tensos, os dedos ainda
enterrados em minha cintura, as unhas ainda enterradas em minha pele, como garras.
— Eu vou gozar de novo, PORRAAAA! OHHHHHHHH! — Seu urro animalesco ecoou no banheiro, um som primitivo de macho no auge do prazer. — OHHHHHHHHHHHHHHHHHH!
Foi ai que senti explodindo dentro de mim a porra grossa dele jorrando lá no fundo, quente, grossa e pesada, enchendo meu cu, que já transbordava a porra da primeira gozada. Eu senti a gala desta vez mais intensa. Era como se ele estivesse esvaziando a alma dentro de mim.
— Ohhhhhhhh! Que gozada gostosaa!
Meu esfíncter pulsou involuntariamente, tentando conter o excesso, mas falhando miseravelmente. A porra vazou pelas bordas e escorreu pelas minhas coxas, misturando-se com a porra anterior, da primeira gozada, e com a água do chuveiro.
— C-Caralho… — deixei escapar, com os olhos arregalados, sentindo minha voz trêmula.
Foi quando o medo bateu. “Ricardinho! Será que ele ouviu? O urro do pai dele tinha sido tão alto. Alto demais, selvagem demais. Se ele acordasse… se ele abrisse aquela porta…?”.
— Relaxa, Jordano… — Seu Sousa sorriu. Senti a mão grande dele apertando minha nuca enquanto ele ainda espremia as últimas gotas de esperma dentro de mim. — Ele dorme que nem um tijolo.
Mas eu não conseguia relaxar. Meu corpo tremia, metade tesão, metade pânico, enquanto a porra do pai de Ricardinho vazava de mim, pingando do meu cu arrombado para o chão do boxe.
Seu Sousa sorriu e deu um tapa no meu rabo, fazendo mais porra vazar.
— Agora olha o que você fez… — ele provocou, tirando de dentro de mim e esfregando o pau sujo de porra na polpa da minha bunda. — Tá todo melado de leite de macho.
Eu engoli seco, sentindo o coração acelerado e as pernas fracas.
Seu Sousa não perdeu tempo. Com movimentos práticos, ele lavou o pau grosso e brilhante de porra sob a água do chuveiro, como se nada daquilo tivesse acontecido.
— Toma um banho rápido e tenta dormir — ele ordenou, com a voz firme, mas agora sem aquele tom rouco de tesão e dominação. — Em poucas horas amanhecerá e você tem que apresentar aquele trabalho com o Ricardinho, não?
Eu só acenei, ainda tonto. Sentia meu corpo mole da foda brutal, sentia meu cu latejando com a lembrança das duas gozadas dele lá dentro.
Ele desligou a água, pegou uma toalha e se enxugou com calma, como se não estivesse literalmente acabado de arrombar o cu do amigo do filho, enquanto eu ficava ali, parado, ainda debaixo do chuveiro.
Seu Sousa virou de costas, o corpo musculoso iluminado pela luz fraca do banheiro. Os ombros largos, as costas peludas, a bunda durinha de homem que jogava bola com os amigos. Tudo nele era másculo, natural, como se o poder, virilidade e masculinidade transbordasse pelos poros dele.
Soltei um suspiro quando ele saiu, sem nem olhar para trás. Vi a toalha pendurada na cintura, o corpo relaxado, como se fosse só mais uma noite qualquer. E pra ele, provavelmente era.
— Puta que pariu! — exclamei, tentando me recompor.
Liguei o chueveiro e lavei meu corpo o mais rápido que pude, esfregando o sabonete na pele como se pudesse apagar o cheiro dele em mim. Mas eu sabia que não adiantava. Meu cu ainda estava aberto, vazando o leite dele, e minha cabeça…
Minha cabeça estava cheia daquela voz rouca, gemendo, me dominando.
"Toma leite de saco, garotão.", "Você vai ficar vazando por dias."
Eu me tremi todo, sentindo o pau endurecendo de novo só de lembrar. Mas não tinha tempo, o sol ia nascer a qualquer momento e eu tinha um trabalho pra entregar e apresentar.
…
O sol da manhã chegou como um soco no estômago. Eu estava deitado na cama de Ricardinho com cara de poucos amigos, com uma roupa emprestada que peguei dele, sem permissão, para ele não ver meu short que o pai dele rasgou, antes de rasgar meu cu com a rolona grossa e cabeçuda dele.
Se eu conseguir dormir 2 ou 3 horas, foi muito.
Consegui me arrastar até a universidade, o corpo pesado, a cabeça cheia. Ricardinho, inocente e despreocupado, falou do trabalho como se nada tivesse acontecido. “E como ele poderia saber?”
Enquanto ele apresentava a dupla e falava sobre o tema na frente da sala, eu sentava com cuidado, ainda sentindo o cu ardendo, ainda sentindo o peso da porra do Seu Sousa vazando lentamente do meu buraco arrombado para a minha cueca.
Cada movimento, cada ajuste na cadeira, me lembrava da noite anterior.
— Jordano, você tá bem? — Ricardinho perguntou, de repente, com os olhos curiosos. — Você tá estranho.
— T-Tô ótimo — eu menti, a voz saindo mais fina do que eu gostaria. — Só cansado da madrugada.
Ele riu, sem malícia, e voltou a falar.
Mas eu sabia a verdade. Sabia que, enquanto ele explicava nosso trabalho, eu ainda estava pensando no pai dele. Eu ainda estava arrombado da noite anterior. Eu sabia que, se alguém chegasse perto demais, talvez sentisse o cheiro de sexo e macho em mim.
E eu principalmente, sabia que Seu Sousa não estava brincando quando disse que eu ficaria vazando por dias.
Fim
