Cai na lábia de um macho, continuação

Um conto erótico de Toten
Categoria: Gay
Contém 1338 palavras
Data: 28/02/2026 18:08:18
Assuntos: Gay

No dia seguinte amanheci com o furico dolorido jamais na minha vida tinha levado pressão no cu, sem contar as dedadas suaves e periódicas do médico que me examinava.

Passaram-se os do dias fiquei arrependido confuso mas nada que me atormentava, pensei:

BOM, VIDA QUE SEGUE. PELO MENOS TIVE A EXPERIÊNCIA, SEM CULPA….. SEM CULPA.

Os dias se passaram, volta e meia eu lembrava do assunto até que quinze dias depois numa sexta a noite minha mulher me comunicou que no dia seguinte iria passar o fim de semana com sua mãe que não estava muito bem.

Logo a lembrança me veio à cabeça da da minha peripécia da última vez que ela saiu.

naquela noite tentei transar com ela para ver se tirava estas ideias malucas da cabeça, foi um fracasso, até fiquei animado no começo, mas logo meu pau foi murchando e nada de eu conseguir mantê-lo de pé.

Ela percebeu meu constrangimento e argumentou:

ah querido, não se preocupe ja estamos velhos eu também já não tenho vontade vamos dormir.

E então ela saiu bem cedo, eu fiz as coisas de casa, fui no mercado etc.

e as ideias malucas começou a me atribular, então liguei o computador e comecei ver algumas putarias para ver se tocava uma punheta e sossegaria, só que me enveredei para o pornô gay, logo meu pau estava trincando, até dialoguei com ele:

– AGORA VOCÊ LEVANTA NÉ FILHO DA PUTA.

Isso me levou a revirar a minha carteira até encontrar o papel com o n⁰ de telefone que o cara me dera no cinema depois de me comer. Criei coragem e mandei uma mensagem.

– OI, TUDO BEM, TIVEMOS UM LANCE NO CINEMA HÁ QUINZE DIAS, E VOÇÊ ME PASSOU O SEU N⁰ SE LEMBRA?

Uns cinco minutos depois tilintou o telefone.

… CLARO QUE LEMBRO O MELHOR LANCE QUE TIVE COM HOMEM, VAMOS MARCAR UMA CERVEJINHA?

– SIM VAMOS, MAS EU GOSTARIA QUE FOSSE LÁ NO CINEMA, É UM LUGAR DISCRETO.

Marcamos no bar ao lado do cinema onde eu estava da última vez.

Lá estava eu sentado tomando cerveja com um certo nervosismo até que ele apareceu, sentou do outro lado da mesa, começamos a conversar então fui relaxando um pouco até mesmo porque já era a segunda cerveja.

Ele me contou um pouco da sua vida. Seu nome é Cleber, estava separado há alguns anos decidiu não mais ter mulher depois de se desiludir com a última que o traiu.

E então teve algumas experiências com homens e depois de experimentar os dois lados ( passivo e ativo) que sentia mais prazer como ativo mas que dependendo do envolvimento não tinha frescura.

Falei da minha inesperada experiência com homens (que que tinha sido com ele), vi que demonstrou uma certa satisfação e me perguntou se estava a fim de repetir, que tinha gostado muito de mim.

Eu já estava excitado.

Sugeri que fossemos novamente ao cinema pela descrição, ele consentiu.

Então lá fomos nós ele entrou primeiro e me aguardou no hall pegamos uma cerveja e fomos tomando, encontramos um lugar mais ao fundo do cinema que estava um pouco vazio, ficamos conversando um bom tempo levantamos e fomos para a famosa mureta do fundo fumar ele já estava bem encostado em alisando as minhas costas, desci a mão toquei seu pau que já estava meio duro dentro da calça fiquei alisando de leve ele então falou:

Vamos lá para a cadeira?

E já saiu andando, eu fui atrás.

Ele estava com um shorts cargo largo, me pediu para sentar e ficou em pé do meu lado, começou a alisar meu rosto e encostar a virilha, vi a barraca armada, peguei no cós do seu shorts e desci um pouco a parte da frente, quando apareceu a pica dura qnem aço um pouco curvada para cima, segurei nela a chapeleta meio roxa já babando eu comecei a passar a língua bem devagar como se estivesse degustando um sorvete, ele deu um leve gemido e teve o ímpeto de socar na minha boca, mas eu segurei o seu quadril mantive a distância e fui chupando vagarosamente, o pau babava e junto com minha saliva no meu queixo, pingando no meu peito.

O Cléber não se continha e fazia pequenos movimentos querendo fuder mas eu o continha.

Aquilo estava me causando uma puta excitação, meu pau estava estourando dentro do shorts, eu larguei um pouco o brinquedo peguei uma toalha na mochila estendi na cadeira, tirei toda minha roupa, Sentei de volta tirei o shorts do Cléber enquanto ele já tirava a camiseta, os dois pelados, voltei ao cacetão babão e abocanhei abracei uma das pernas e com a outra mão as bolas ele gemeu e tentou enterrar na minha garganta, eu o contive e continuei a chupeta digna de puta, meu peito já estava todo melecado de baba.

Tinha juntado alguns curiosos um deles tentou por o pau junto para eu chupar, mas o Cléber logo o afastou.

Mano estamos curtindo o nosso barato aqui, da licença por favor.

Barreira delimitada ele então pediu que eu colocasse os joelhos na cadeira de quatro, eu logo pensei:

LA VEM MADEIRA.

mas assim que me ajeitei, ele se abaixou atrás de mim e passou a língua no meu cu me causando um arrepio da ponta do cabelo ao dedinho, meteu a mão por baixo empalmou meu pau, meu saco começou uma punheta lenta e atolou a língua no meu cu, eu berrei:

– ahhhhh, caralho, que delícia e o processo continuou já havia uma legião de curiosos em volta, um tentou por o pau na minha boca, eu o afastei com a mão espalmada.

Meu pau já estava babando sem parar, meu cu melecado de saliva, ele então se levantou, deitou o peito nas minhas costas, abraçou meu corpo, senti o peso másculo, a cabeça do seu pau melecada teteava meu cu pra cima e para baixo até que encontrou e entrou a cabeça, meu cu piscava tentando empurrar para fora, ele pressionou entrou até a metade, eu me arrepiei e gemi, ele começou um vai e vem lento e gostoso, eu me arreganhei todo e então senti sua bolas encostar nas minhas, definitivamente Cléber era especialista em comer cu, apertava meu corpo e me fodia lentamente meu cu estava tão melecado que começou a fazer um barulho: floc, floc, floc.

A nossa volta já havia uns dez espectadores, uns tocando punhetas desesperados outros chupando o pau de outros, alguns dando o cu, virou um surubão, eu urrando de prazer, o Cléber fungando, gemendo e beijado minha nuca e começou a delirar:

Ai que delícia de cu, aí que gostoso, vou encher seu cu de porra.

Começou a acelerar, desceu a mau, pegou meu pau e passou a punhetar na mesma velocidade que comia meu cu, eu perdi o controle, me arreganhei todo, dei um berro e jorrei um jato de porra ao mesmo tempo que senti as jatadas de porra no cu, senti o corpo do Cléber amolecer encima das minhas costas e ficamos ali fungando cansados, senti porra escorrendo pelas minhas coxas, ao nosso redor só se ouvia urros dos caras gozando, só se via porra voando.

Senti o pau do Cléber escorregando para fora, já meia bomba, ele se jogou todo largado na cadeira ao lado respirando fundo.

O cara que estava na cadeira do outro lado começou a passar a mão na minha bunda, eu ali largado na mesma posição ele então se ajoelhou atrás de mim e enfiou a língua no meu cu, chupou tudo e deixou limpo, depois levantou e tentou meter mas eu recusei, na cadeira onde ele estava já havia outro cara com a boca aberta então ele foi para lá amamentar o sujeito e logo depois encheu a boca do cara de porra.

Enquanto isso eu e o Cléber estávamos nos vestindo e fomos ao banheiro dar uma limpada, de lá fomos embora, passamos no bar, tomamos mais algumas cervejas, então eu fui para casa cansado, tomei banho, comi algo, e caí em um sono profundo.

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