Meu Amigo e o Morador de Rua

Um conto erótico de Seven RJ
Categoria: Gay
Contém 1291 palavras
Data: 28/02/2026 17:45:53

Eu e Beto saímos de um aniversário chato e resolvemos dar uma volta de carro até que ele falou de um cara que ele tinha conhecido pedindo dinheiro perto do trabalho dele. Beto puxou papo e o rapaz disse onde costuma passar a noite. Perguntei se valia a pena o risco e a aventura e meu amigo disse que ele devia ter uns 25 anos e mesmo maltratado pela situação era gato e gente boa e que ele estava a fim de arriscar! Chegamos na região que era deserta e escura, no centro da cidade. Logo na terceira rua o vimos andando. Beto falou para encostar o carro perto e abriu o vidro.

- Fala, rapaz, tudo bem?

- Ih, olha quem é! Tá perdido aqui? – falou o rapaz com um grande sorriso para Beto. Apesar da aparência, deu para perceber que era interessante. Devia ter 1,80 de altura, magro, ombros largos, branco, estava meio sujo e cabelos cacheados desgrenhados.

- Na verdade vim te ver, Gabriel, lembra que falei que uma hora eu ia passar por aqui?

- Legal ver você... tô voltando para meu canto, dei um rolé na Lapa, mas o pessoal tá muito pão duro, consegui quase nada. – disse o rapaz. Eu não sabia se ele era usuário de drogas ou qual o problema que o fez parar na rua. Só escutava e avaliava a conversa.

- Com uma boca bonita dessa você não conseguiu nada? Cara, você é bonito, já te falei! Deve receber algumas cantadas! – falou Beto, já indo no assunto. Fiquei apreensivo, pois conhecia meu amigo e sabia onde ele podia chegar!

- Que isso, cara, quem vai querer me ver? Tô feião! – disse ele, e deu uma segurada no pau, meio instintivo.

- Que nada, você é bonito, e tem um corpo bem gostoso! – disse Beto.

Um tanto inquieto, falei baixo para o meu amigo:

- Resolve logo essa porra, tá perigoso aqui! E não vai fazer nada com ele se ele não estiver sóbrio! Não é correto se aproveitar! Vai que ele esteja bêbado ou sob efeito de drogas! Isso é errado, Beto! Pergunta!

- Gabriel, vou sair do carro para falar melhor com você. – disse Beto e desceu do carro. Fiquei puto. Do banco eu via os dois conversando. Meu carro é baixo e eu os via apenas da metade do corpo para baixo. Gabriel deu a volta no carro e veio falar comigo. Senti o cheiro de suor acumulado e roupa usada.

- Cara, tô de boa, não usei nada, não! Falei, hoje não rolou nada, tô na seca! Tô caretaço! Quer ver? – falou para mim. Reparei que realmente ele estava sem nada, os olhos normais e sem cheiro de bebida.

- Faz um quatro aí. – falei para dar uma descontraída. Ele se afastou um pouco e fez.

- Aqui, bonitão, fiz o quatro! Com mais um, cinco! – apertou o pau e riu. Encheu a mão com um volume bem generoso. Fiquei sem graça e mandei eles terminarem logo a conversa.

Reparei no short de tactel usado e sujo e suas mãos grandes. Ele conversava com Beto e passava a mão pela barriga, levantando a camisa. Vi seu abdômen chapado e seus pelos embaixo do umbigo e o volume pelo short. Beto já estava bem adiantado em sua conversa, elogiava, falava sacanagem etc., até que percebi que o short do cara começou a ficar mais volumoso! Pronto, Beto tinha conseguido, eu só não imaginei o aconteceria em seguida.

Beto se aproximou de Gabriel e pelo visto tentou beijá-lo (eu só via pela janela do carona, parte deles, entre a parte da cintura até meio da coxa). Acho que o rapaz não retribuiu o beijo, mas Beto levantou sua camisa e agachou na frente dele. Eu estava nervoso, não acreditando que ele ia fazer aquilo!

Beto arriou o short do cara, aparecendo uma cueca boxer azul marinho com um pau pesado dentro. Ele desceu a cueca e o pau pulou em sua direção. Senti o cheiro de suor e pau meio sujo. Beto punhetou o rapaz e lambeu do saco até a cabeça. Gabriel era magrinho, mas tinha um pau grosso, grande, bem cabeçudo!

Beto começou a chupar Gabriel que facilitava segurando a camisa e dando pequenas estocadas em sua boca. Ele mamava, segurava o pau e esfregava na cara, além de segurar o saco e as bolas. Eu olhava ao redor, com medo de passar algum carro ou alguém, mesmo sendo tarde e em uma área sem movimento.

Eu estava assistindo aquilo de camarote, do meu banco eu olhava pela janela do carro Beto engolindo o cacete grande de Gabriel, com vontade! Parecia uma TV! Fiquei bem excitado, Beto sabia chupar bem um cacete, já tínhamos transado muito antes de virarmos amigos e eu sabia o quanto ele fazia gostoso.

Gabriel se apoiou no carro e começou a gemer baixo, eu achei que Beto ia parar e terminar na punheta, mas não, lambia e mamava o pau do rapaz, brincava pela cabeça, passava a língua nele todo, tirando mais gemidos do cara e me deixando mais excitado ainda! De repente, Gabriel deu um gemido mais alto e viu seu pau pulsar na boca de Beto, que alisava seus pelos e segurava pela perna. Gabriel deu umas quatro jorradas, se contorcendo de tesão e Beto engoliu o que pôde, escorrendo uma parte pelo canto da boca e queixo. Coloquei a mão dentro da minha calça e eu estava muito melado, o pau latejando! Beto acabou de chupar, passou a língua para aproveitar mais, tirando gemidos do rapaz, e virou para mim, com o rosto melado e falou rindo:

- Salgaaaaada, mas deliciosa! Delícia de porra! Me dá um lenço de papel aí! Tá de pau duro, né safado! – falou mexendo comigo. Dei a caixa de lenço para ele e mandei acabar logo. Ele se limpou, o rapaz se vestiu e ficou ali.

- Cara, sente o bafo de pau! – fez ele soprando no meu rosto. Veio o cheiro de pau e de esperma, era excitante e nojento ao mesmo tempo.

- Para com isso, Beto, vamos logo.

- Cara, sinceramente? Quero conhecer ele melhor! Quem diria, depois de namorar você que é lindo, rico e cheiroso, e outros caras assim também, eu me empolgo com um rapaz mais novo, que vive na rua e que deve ser drogado, sei lá... mas achei ele bonzinho... e gostoso demais. – falou Beto.

- É, quem diria, mas viramos amigos e eu não tenho nada a ver com isso, só acho que você deve se preservar, não sabe nada sobre ele.

- Cara, ele ficou sem graça em beijar porque podia estar com bafo e tal, mas ficou todo carinhoso, me olhou de uma maneira... acho que ele curte caras mesmo! Vamos levar ele a um hotel, arrumar uma roupa... você tem sempre um short e uma camiseta no carro, além de escova e pasta, te conheço bem, isso não deve ter mudado! Eu pago!

- Beto, sempre tenho sim, mas, sem condições, independente de parar ou não, isso é o de menos! Não vou colocar um cara que não conheço dentro do carro! Tá maluco? E se ele tiver droga?

- Se ele tivesse, teria usado, né! Bora, tem um hotel vagabundo na rua de trás que rola tudo, pertinho! - falou, empolgado. Estávamos na região da Central do Brasil, que tem alguns hotéis para encontros rápidos. E eu estava preocupado com a hora e o perigo. Mas, ao mesmo tempo, deu uma curiosidade.

- Cara, no carro, não. Vocês vão a pé, eu vou acompanhando de carro, vejo vocês lá.

Beto falou com Gabriel que ia levar ele para tomar um banho e ele ficou todo feliz. Seguiram para o hotel e eu fui procurar uma barraca que vendesse sanduíche, hambúrguer, qualquer coisa para matar a fome que o rapaz deveria estar sentindo.

(CONTINUA)

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Foto de perfil de Seven RJSeven RJContos: 118Seguidores: 123Seguindo: 1Mensagem Escrevo histórias reais. Escrevo relatos meus, de amigos e de pessoas que gostam da minha narrativa e me procuram para que eu possa contar as suas histórias e experiências. Escrevo pensando no leitor, que vai se identificar, seja pela realidade ou fantasia que tem. Alguns relatos viraram livros, por terem se tornado relações que envolveram pessoas e sentimentos depois do tesão inicial. Conheça meus livros na Loja Kindle da Amazon. Procure por mim lá: CM Sèven. Instagram já em atividade: @_cmseven_ Quer contar sua história? seven2002@bol.com.br

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