Tal qual o mito grego de Sísifo, sigo rolando pedras montanhas acima e conhecendo todo tipo de pessoa em minha vida sem distinção, nunca casei, digamos que sou aventureiro demais para ficar preso a uma única relação, meu recorde foi 5 anos. Para quem não me conheço, meu nome é Eduardo, descendente de italianos, morei fora do Brasil por quase 10 anos retornando na pandemia para minha terra natal, Itajaí SC. Tenho 36 anos, me considero um homem atraente só que dê um jeito diferente, calma, eu explico, atraio mulheres diga os fora dos padrões impostos pela sociedade, tatuadas, com franja cobrindo a testa, rockeiras e fãs de pop obscuro como a Grimes, e por alguma razão, não busco aquela mulher padrão, gosto dessas, que tem histórias, aventuras e sabem como prender minha atenção.
Paula ra o oposto, era como Perséfone, na mitologia grega é a deusa da primavera, flores e frutos, além de Rainha do Submundo. Filha de Zeus e Deméter, foi raptada por Hades, tornando-se sua esposa.
Sempre curti mulheres com conteúdo intelectual e principalmente que não tem aquele corpo tábua, e foi assim que a conheci, estava em uma loja de departamentos comprando buscando um perfume e algumas roupas, sou extremamente exigente nesse ponto e detesto pedir ajuda, porém não encontrava do meu tamanho, e fui até o caixa, quando bati o olho foi automático, tatuagem na mão, olhos grandes e negros, cabelo arrumado, estava com cada de cansada mas abriu um sorriso de imediato, usava piercing e disse "boa tarde" com voz doce, deveria ter cerca de 1m70 :
- Boa tarde.. (olhei no crachá) Paula
- Olá senhor, Eduardo (respondi) posso ajudar?
- Sim, primeiro adorei sua tatuagem da mão, e segundo não encontro uma camiseta preta sem estampas do meu tamanho, só tem P
- Poxa, sinto muito, acabou, mas eu posso avisar quando chegar, chega semana que vem, pode deixar seu número?
- claro
Na minha cabeça, foi algo totalmente normal, tanto que me despedi e fui fazer minhas coisas impressionado com sua beleza, e voz angelical, parecia ter muitos segredos, depois descobri que dê fato tinha. Paula vinha de uma cidade do interior sozinha para batalhar a vida em uma cidade turistica, morava sozinha menina kit e trabalhava alguns dias até 10h, quase não tinha tempo,.mesmo assim, não perdia a vaidade e principalmente o hábito da leitura, da música e do cinema, somente depois descobri tudo isso.
Dois dias depois, acordo com um mensagem dizendo
"Chegaram as camisetas pretas que você queria, aqui é a Paula, aliás, quase te escrevi ontem, nunca fiz isso mas por alguma razão você me olhou diferente e mexeu comigo, sou meio maluca e acredito em casa coisa aque acho que temos algo em comum, se for casado favor desconsiderar"
Respondi prontamente retribuindo e dizendo que não parava de pensar nos seus olhos, seu cabelo e perfume quee deixaram totalmente envolvido, e começamos a falar sobre nossos gostos e assim foi o match
Ambos fãs da Grimes e da Lana
Ambos apaixonados por cinema
Ambos malucos por livros
Ambos apaixonados por praia
Ambos viciado em séries mais lado B como The Office, GOT,
E só ela gostava de Greys Anatomy, ninguém é perfeito
Marcamos um encontro inusitado, depois de muita conversa pelo celular, de muito gozar por telefone falando de gostos em comum , fomos até uma academia em que ambos fazíamos nossos treinos, e tudo por que? Ambos tinha o fetiche maluco de transar em um banheiro de academia. Como já nos conhecíamos pessoalmente, não teria como dar errado, fui de calça de moletom cinza sem cueca e camiseta preta sem estampa,.com perfume que uso para treinar, Paula foi de Legging rosa clara, um conjuntinho e calcinha branca tipo fio.
Nós encontramos na chegada e fomos treinar sempre próximos, dividindo aparelho, se esfregando como quem não quer nada, enchendo a garrafinha se tocando, ela pedindo ajuda e eu colado ao seu corpo, até que ela sentiu e viu meu pau duro na calça e deu o sinal, falou baixinho "agora, só vai no banheiro, na porta de deficientes, abaixa minha calça, puxa a calcinha e coloca, rápido tampando minha boca como se fosse a força" e lá se foi ela
Quando vi ela entrando, olhei para os lados e fui, aah detalhe, era 10 da manhã, ambos tínhamos tempo e não tinha muita gente, música eletrônica alta, barulho e lá fui eu, entrei e ela já está a se masturbando em pé, a empurrei na parede erguendo sua perna e beijando, ela já tirou meu pau pra fora e ficou punhetando gemendo, sentindo ele liso, sem pelo, cabeça bem grande e rosada e eu masturbando aquela buceta inchada, de lábios grandes e babando em meus dedos, ouvíamos barulhos, passos, gente fazendo barulho na fechadura, e isso só aumenta a o tesão, o beijo era melado, babado e eu logo mamei naquele peito médio, bico duro já em pé, pronto para uma rapidinha, ela ergueu a perna na altura da privada e sentiu eu socando forte tampando sua boca, puxando o cabelo e socando, socando, quanto mais ela gemia, mais eu segurava pelo pescoço, tava tapa mas tomando cuidado para ninguém ouvir, quando senti que ela iria gozar destampei a mão de sua boca e só ouvi "tá vindo, não para, goza dentro, por favor, pode, não tem risco goza, tá no pelo mesmo, aí vou gozaaaar" aaaaáah
Tirei de dentro e gozei inteiramente em sua calcinha , a porra escorria como uma baba de melzinho da buceta ate a calcinha, se ela veste marca a calça. Fiquei lambuzando a buceta com a mão e beijando como casal apaixonado.
Ela tirou a calça e calcinha e eu me prontifiquei lavar a calcinha em casa que estava com porra e melzinho, ela foi para o vestiário feminino, tomou banho e saiu sem calcinha, fomos cada um para sua casa. Antes do meu banho, bati uma e gozei novamente em sua calcinha e mandei uma foto pra ela, que logo me respondeu que se tocou no banho pensando no que fizemos.
Lavei a calcinha e já marcamos um próximo encontro, agora era vez do meu fetiche, mas isso é assunto para outro conto.
Fim
*Gostou e quer uma boa conversa? Escreve para o e-mail
escritordecontos50@hotmail.com