Quinta feira, 05 de fevereiro de 2026
Acordei com o sol batendo na cama pela fresta que deixei aberta da cortina. Isso às 6h, a casa só minha. Desfilei nua, sentindo o vento do ar condicionado batendo nos bicos dos meus peitos — o silicone firme, os bicos já salientes e acesos. Um banho morno e logo depois tomei meu café da manhã com a calma pois o dia seria longo. Café delicioso com batata doce, ovos, uvas, chia e café preto.
foto criada por ia por envio de foto original
Após o café ainda pelada, escovei os dentes e voltei para quarto. Vestido branco e acessórios com o clássico Scarpin preto. Por baixo um conjunto de lingerie branca com a calcinha fio dental, logo após o banco eu tinha cliente.
Cheguei a agencia as 7:48, começaríamos uma reunião as 8h em ponto. Fui direto para a sala andando devagar com toda calma e confiança, falando com todos e sempre com um sorriso no rosto. Entrei na sala de reunião e ali ninguém imaginava o que se passava por trás daquela jovem séria com blazer preto por cima de um vestido branco.
Reunião terminou as 11h. Fui almoçar e enquanto isso olhava as mensagens, uma delas confirmando encontro com o cliente mais tarde.
Alexandre – 53 anos, um empresário cheio de manias, casado e com filhas. Ele sempre me encontra as quintas e cada dia uma novidade. Estamos no nosso 4ª encontro e sempre um pedido inusitado.
Almocei e voltei para o trabalho em menos de 1h, precisava adiantar algumas demandas e sai as 14h30. As 15h30 estava no local marcado, o estacionamento de uma grande loja de material de construção. Entrei no carro e antes mesmo de um "oi", a mão dele apertou minha nuca com força, trazendo meu rosto para perto do dele e me beijou
— "Sentiu saudade da surra de pica, sua safada?" — ele sussurrou, a voz rouca vibrando contra meu ouvido. — "Hoje sua buceta vai levar um castigo que você vai lembrar em cada sentada amanhã."
Eu dei uma risada curta, sentindo minha bucetinha contrair e seguimos para o motel.
No motel, ele se jogou na poltrona, desabotoando o colarinho com uma lentidão sádica e olhando pra mim.
— Tira. Quero ver se esse vestido branco esconde a puta que eu conheço.
Fiz um strip-tease. Ao chegar no momento de tirar a lingerie de renda, ele inclinou o corpo para frente, os olhos fixos nos bicos dos peitos que praticamente furavam a renda.
— "Olha o estado desses bicos... duros de silicone e de vontade. Chega aqui sua safada!
Ele sentou no chão, encostado na cama, e eu me posicionei sobre o rosto dele. Antes de tirar a calcinha, esfreguei o fio dental úmido no nariz dele. — "Sente o cheiro, Alexandre. É assim que eu fico só de pensar no seu tapa.
Ele esfregou a cara na minha buceta e na minha bunda. Tirei a calcinha e ainda de salto esfreguei a buceta na cara dele. Enquanto tudo isso acontecia, ele batinha punheta.
Após esfregar e ter a buceta chupada, ele levantou ficando em pé com aquela rola grande e grossa cheia de veias com a cabeça cor de rosa para fora. Ajoelhada, eu o encarei enquanto ele exibia o pau grosso e pulsante.
— Puta... mama tudo. Engole essa rola e engasga putinha safada — ele dizia, as mãos enterradas no meu cabelo, guiando o ritmo com força. E gemendo.
CONTINUA EM ....
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