Capítulo 22: Pacto Selado: Arrombei minhas Duas Irmãs no Motel (Parte 2)

Um conto erótico de João Vitor
Categoria: Heterossexual
Contém 2181 palavras
Data: 28/02/2026 12:36:31

A atmosfera da suíte já estava saturada de desejo, mas o calor úmido da sauna privativa elevou a temperatura para um nível quase insuportável. Entramos no pequeno cubículo de vidro e madeira; o vapor começou a envolver nossos corpos suados, tornando cada centímetro de pele escorregadio e ainda mais sensível ao toque.

As duas estavam encostadas no banco de madeira, ofegantes, com o vapor condensando em seus seios e escorrendo pelas coxas. A visão era um delírio: o contraste da pele alva da Ana com o bronzeado da Mariana, ambas brilhando sob a luz fraca da sauna.

— "Aqui o tempo para, Ana... Mari," — sussurrei, puxando as duas para o centro. — "Quero sentir o calor de vocês derretendo no meu corpo."

Comecei explorando as duas simultaneamente, minhas mãos deslizando sem resistência pela umidade das peles. Prensamos a Mariana contra a parede de vidro. Eu a possuía de pé, com uma perna dela trançada na minha cintura, enquanto Ana Beatriz se ajoelhava no chão ripado, devorando meu peito e meus mamilos com uma sede que o calor só aumentava. O som da carne batendo era abafado pelo chiado do vapor.

— "João... está muito quente... eu vou enlouquecer aqui dentro!" — Mariana gemia, a cabeça jogada para trás, o suor nos olhos.

Inverti a posição rapidamente. O foco agora era a "sentinela". Ana Beatriz estava em transe, sua natureza depravada totalmente liberta pelo isolamento da sauna. Eu a coloquei de quatro sobre o banco de madeira superior, com o bumbum empinado na direção do meu rosto.

— "Mariana... vem aqui," — comandei. — "Segura as mãos da sua irmã. Olha nos olhos dela enquanto eu a marco de novo."

Mariana se posicionou à frente da Ana, segurando seus braços e selando um beijo faminto na irmã, enquanto eu mirava no alvo que Ana agora implorava com o olhar. Sem preliminares, enterrei o pau no cu da Ana Beatriz com uma estocada violenta e profunda.

— "Aaaaaah! João!" — Ana urrou, o grito ecoando no espaço fechado. — "Me rasga! Me arromba todinha nesse calor! Eu sou sua puta, eu sou sua!"

O sexo na sauna era visceral. Eu a esfolava com um ritmo frenético, sentindo o vácuo do cu dela sugar cada gota do meu vigor. Mariana, entre beijos e carícias no rosto da irmã, sussurrava obscenidades: — "Gosta, né, Ana? Gosta de sentir o nosso irmão te destruindo por trás?"

— "Eu amo! Eu amo esse caralho! Goza dentro de mim, João! Enche o meu rabo de porra!" — Ana Beatriz gritava, perdendo completamente o controle, o quadril balançando em espasmos de puro prazer.

Eu estava no limite. O calor, o cheiro de eucalipto e o suor delas me levaram ao ápice. Segurei firme na cintura da Ana, sentindo a pulsação frenética das paredes do seu cu em volta do meu membro.

— "Vou te batizar agora, sentinela!" — rosnei, descarregando jatos quentes e intermináveis de porra diretamente no fundo do cu da Ana Beatriz.

Ela esticou o corpo todo, um urro longo saindo da garganta enquanto recebia toda a minha semente lá dentro. Retirei o pau devagar, e o sêmen começou a escorrer, branco e espesso, pela fenda dilatada e vermelha da Ana.

— "Mariana... limpa a sua irmã," — ordenei, apontando para o estrago.

Sem hesitar, movida por uma luxúria que já não conhecia barreiras, Mariana se inclinou. Ela mergulhou a língua no cu da Ana Beatriz, limpando cada gota da minha porra com uma sede animal, enquanto Ana soluçava de prazer, sentindo a língua da irmã no lugar onde o pau do irmão acabara de estar. Elas se olharam pelo reflexo do vidro, unidas por aquele fluido, selando um nível de depravação que a Tijuca jamais sonharia.

Saímos da sauna cambaleando, o choque térmico do ar-condicionado da suíte fazendo nossas peles arrepiarem. Mas o "Dono da República" ainda tinha planos.

— "Próxima parada: Hidromassagem," — anunciei, guiando minhas duas propriedades para a água borbulhante.

Saímos da sauna com os corpos fervendo e o suor escorrendo, encontrando o alívio imediato na água morna da hidromassagem. O som das bolhas borbulhando e as luzes de LED azul-neve dentro da água criavam um cenário de puro transe. As duas se acomodaram nos cantos opostos, as cabeleiras loiras molhadas e coladas nos ombros, enquanto eu mergulhava no centro, sentindo-me o dono absoluto daquele aquário de pecado.

— "Vem cá, vocês duas," — chamei com um gesto suave. — "A água está deliciosa, mas falta o calor de vocês."

Elas se aproximaram, deslizando os corpos escorregadios pela borda de mármore. Puxei a Ana Beatriz para o meu colo, sentindo o peso daquela "sentinela" agora totalmente entregue, enquanto a Mariana se posicionava atrás de mim, massageando meus ombros e beijando minha nuca.

— "Sabe o que é mais louco?" — Mariana comentou, rindo baixinho enquanto puxava meu lóbulo da orelha com os dentes. — "A gente passou anos brigando por causa de controle remoto e quem ia usar o banheiro primeiro, pra terminar assim... dividindo o mesmo homem na banheira de um motel."

Ana Beatriz soltou uma risada relaxada, algo raro para a postura rígida que costumava manter. — "Se a faculdade de Direito me visse agora, eu perdia a OAB antes mesmo de me formar. Mas quer saber? É a primeira vez em meses que minha cabeça não está fritando com leis. Só está fritando com... bom, com o João."

— "E vocês acham que eu dou conta?" — provoquei, passando a mão pela cintura da Ana e sentindo a pele macia sob a água. — "Olha o tamanho do problema que eu arrumei pra minha vida. Duas loiras desse tamanho, exigentes desse jeito..."

— "Ah, coitadinho dele!" — Mari brincou, dando um tapa estalado e sonoro no meu ombro, fazendo a água espirrar no rosto da Ana. — "Está achando ruim, João Vítor? Se quiser, a gente sai agora, pega um Uber e te deixa aqui com a conta pra pagar."

— "Ei! Cuidado com os meus olhos, Mariana!" — Ana reclamou, limpando o rosto com as mãos, mas logo puxou a irmã para um abraço desajeitado dentro da água. — "Mas falando sério... eu fico pensando na nossa mãe. Ela é tão sozinha naquele apartamento, trabalhando feito louca. Se ela sonha com isso..."

O clima pesou por um segundo, a sombra da Camila pairando sobre nós. Eu apertei a mão da Ana, trazendo-as para mais perto de mim.

— "Eu cuido dela também," — prometi, a voz mais baixa e carregada de uma verdade que só eu entendia. — "Ninguém vai sair ferido disso. Eu juro. Eu sou o porto seguro de vocês três agora."

— "Você é muito convencido, sabia?" — Mari disse, mas seus olhos brilhavam com admiração e um carinho profundo. — "Mas o pior é que a gente acredita. Você tem esse dom de fazer a gente se sentir... protegida. Mesmo sendo uma completa safadeza."

— "É o charme dos 19 anos," — brinquei, quebrando a tensão. — "E de ter crescido com as melhores professoras do mundo."

— "Engraçadinho," — Ana Beatriz sorriu, selando meus lábios com um beijo rápido que tinha gosto de cloro e desejo. — "Mas agora chega de falar da vida lá fora. O tempo aqui custa caro e eu ainda não terminei de explorar essa banheira com você."

O clima de descontração logo foi engolido pela urgência. Comecei a trabalhar a intimidade da Ana com os dedos sob a água, sentindo a vibração dos jatos de hidromassagem intensificar o toque. Ela jogou a cabeça para trás, o pescoço arqueado, soltando gemidos que se perdiam no barulho da água. Ao mesmo tempo, puxei a Mariana para a minha frente, beijando-a com uma fome que o vigor de 19 anos não deixava apagar.

— "Quero ver as duas explodirem agora... juntas," — sussurrei.

Mandei que as duas se sentassem nas bordas opostas da banheira, com as pernas abertas, de frente para os jatos mais fortes. Comecei a lamber a buceta da Ana com uma voracidade técnica, enquanto usava as mãos para esfolar o clitóris da Mariana. O contraste do calor da água com a minha língua era de enlouquecer.

— "Ai, caralho, João! Eu vou gozar! Eu vou gozar agora!" — Mariana gritava, o quadril balançando freneticamente contra meus dedos.

— "Não para, João... continua... ah, meu Deus!" — Ana Beatriz urrava, as mãos agarradas nas alças de metal da banheira.

Eu as levei ao limite simultaneamente. Elas gozaram de forma devastadora, os corpos tendo espasmos violentos sob a água, enquanto os gritos de êxtase preenchiam a suíte. Mas eu ainda tinha o meu objetivo final para aquele round.

Retirei a Mariana da banheira e a coloquei de quatro na borda de mármore, com o bumbum monumental voltado para a água. A pele dela, bronzeada e molhada, brilhava sob o LED. A Ana Beatriz ficou de joelhos dentro da banheira, logo abaixo, assistindo a tudo com os olhos verdes brilhando de expectativa.

— "Mariana... você foi a primeira a me provocar naquele provador, lembra?" — sussurrei, lubrificando a entrada dela com a própria água e o suco que ainda escorria. — "Hoje eu vou te marcar onde você mais gosta."

Sem aviso, enterrei meu pau no cu da Mariana. Ela soltou um urro agudo, as mãos escorregando no mármore, mas logo se firmou, movendo o rabo contra mim com um desespero faminto.

— "Isso, João! Me arromba na borda! Me faz sentir esse caralho no fundo!" — ela gritava, enquanto eu a esfolava com estocadas rítmicas e barulhentas.

Ana Beatriz não ficava apenas olhando; ela se aproximou e começou a morder as coxas da irmã e a chupar os seios da Mariana por trás de mim, criando um emaranhado de línguas e gemidos. O prazer era tanto que eu já via tudo turvo.

— "Vou descarregar tudo no seu mel, Mariana!" — anunciei, sentindo a pressão final.

Segurei firme no quadril dela e descarreguei jatos quentes e pesados de porra diretamente no fundo do cu da Mariana. Ela esticou o corpo, um grito longo e trêmulo saindo da garganta enquanto sentia o preenchimento total. Quando retirei o pau, o sêmen começou a transbordar, escorrendo pelas nádegas dela em direção à água da hidromassagem.

— "Ana... sua vez. Limpa a sua irmã agora," — comandei, apontando para a fenda dilatada da Mari.

A "sentinela depravada" não precisou ouvir duas vezes. Ana Beatriz se inclinou com uma sede animal e mergulhou a língua no cu da Mariana, limpando cada gota da minha porra. Mariana gemia de prazer, sentindo a língua da irmã no lugar onde eu acabara de estar, enquanto Ana saboreava o meu sêmen com um olhar vitorioso.

Ficamos ali por alguns segundos, exaustos, mergulhados naquela água agora batizada pelo nosso pecado.

— "Vocês são incríveis," — sussurrei, puxando as duas para um abraço dentro da banheira.

— "O pacto está selado no Alto da Boa Vista. Vocês são minhas, hoje e sempre."

A tarde no Alto da Boa Vista parecia ter dobrado o tempo a nosso favor. Saímos da hidromassagem com a pele relaxada, mas o apetite — por comida e um pelo outro — ainda estava longe de ser saciado. Pedimos um banquete pelo serviço de quarto: sanduíches gourmet, petiscos e mais um vinho para manter o sangue aquecido. Comemos ali mesmo, sentados no tapete felpudo, rindo das nossas próprias loucuras e trocando carícias que já não carregavam mais o peso da dúvida, apenas a leveza da cumplicidade.

Mas o vigor daquela união era implacável. Entre um brinde e outro, a comida foi deixada de lado para novas rodadas de exploração. A cadeira erótica, que antes parecia um objeto intimidador, tornou-se o palco de uma das sessões mais intensas da tarde. Usei o design do móvel para dobrar a Ana Beatriz em ângulos que a faziam implorar por mais, enquanto a Mariana se aninhava entre nós, participando de cada toque. Terminamos de volta na cama redonda, exaustos, em um sexo lento e profundo que parecia querer fundir nossas almas.

Quando o relógio finalmente nos avisou que era hora de partir, o silêncio no quarto era de pura satisfação. Nos vestimos devagar, ajudando um ao outro, como se aquela rotina de nos cuidarmos fosse agora nossa lei maior.

Pegamos o táxi de volta para a Tijuca mergulhados em um cansaço delicioso. Ana Beatriz encostou a cabeça no meu ombro direito, e Mariana se aninhou no esquerdo, as mãos delas se entrelaçando sobre o meu colo. Não precisávamos de palavras. O brilho nos olhos e o sorriso discreto nos lábios de cada um diziam tudo: o pacto não era apenas de pele, era de vida.

No entanto, conforme o carro avançava pelas ruas conhecidas da Tijuca, a euforia do motel começava a dar lugar a uma incerteza inquietante. Olhei para o portão do prédio e senti o peso da realidade. Eu tinha selado um pacto com as minhas irmãs, mas o que viria agora? Como eu administraria esse fogo cruzado entre o desejo insaciável da Mariana, a entrega submissa da Ana e o meu amor real pela Vitória? E, acima de tudo, o que eu faria com a Camila? A imagem da minha mãe no escritório ainda queimava na minha mente, mas eu não sabia se teria forças ou coragem para fundir esses dois mundos. Eu estava no centro de um furacão, e embora nos sentíssemos invencíveis cruzando aquele portão, eu sabia que a estrada adiante era um labirinto de emoções que eu ainda não tinha ideia de como percorrer.

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