Engatada nos Cachorros: A Noite que Virei Cadelinha de Verdade História Real

Um conto erótico de Laura18y188
Categoria: Zoofilia
Contém 1864 palavras
Data: 28/02/2026 09:38:22

Olá amores, me chamo Laura. Tenho 18 anos, sou branquinha, pele macia e clarinha, seios médios bem durinhos (tipo taça B perfeita), cabelo castanho claro liso que chega na cintura, olhos verdes bem expressivos e 1,52 m de altura, magrinha, cintura fina, bunda empinadinha e pernas delicadas. Uma bonequinha mesmo. Se quiser me conhecer no insta Laura18y188

O que vou contar aqui realmente aconteceu comigo, sem mentira nenhuma.

Eu namorava um cara chamado Rafael. Ele tinha 33 anos na época, alto (quase 1,90 m), corpo forte e definido de quem malhava bastante, olhos azuis claros penetrantes, cabelo curto castanho escuro, barba rala bem aparada. Um homem absurdamente atraente e dominante. Ele tinha uma pegada pesada, adorava mandar, humilhar verbalmente e me fazer sentir pequena e obediente.

Ele morava numa chácara linda, afastada da cidade, com muito espaço verde, uma piscina enorme e um quintal gigante onde os dois cachorros dele reinavam: Thor e Aquiles. Dois Golden Retriever de raça pura, lindos, pelagem dourada brilhante, musculosos, machos inteiros, enormes. Ele criava e vendia filhotes dessa raça, mas estava sem fêmeas para cruzar há meses. A Mel (uma cadela que ele tinha) havia morrido e outra ele vendeu. Os dois machos estavam loucos de tesão acumulado.

Sempre admirei aqueles cachorros. Eram carinhosos comigo, lambiam minhas pernas, pulavam em mim… eu achava eles lindos e poderosos.

Rafael tinha um quarto secreto na casa, uma espécie de masmorra BDSM particular: correntes no teto, poste regulável de altura, cadeira de foda com aberturas, algemas, chicotes, plugs de vários tamanhos, mordaças, venda, cordas… tudo muito bem equipado. Ele adorava me dominar ali.

Um dia estávamos na sala assistindo TV. Eu estava só de sutiã preto de renda fina (os biquinhos marcando) e um shortinho jeans curtinho, bem colado na bunda. Ele de regata cinza justa marcando o peitoral e bermuda. De repente aparece o Aquiles andando devagar pela sala, o pau já quase todo pra fora da bainha, vermelho, brilhando, pingando. Era ENORME. Eu arregalei os olhos, apontei e falei rindo:

— Meu Deus, amor… olha ali o Aquiles! Tá quase todo de fora, coitado!

Rafael olhou, deu um sorrisinho safado e falou:

— Faz tempo que não cruzo eles com nenhuma cadela, amor. A Mel morreu, a outra eu vendi… os dois estão desesperados.

Eu, meio inocente, perguntei:

— Tadinho… isso aí não dói neles?

Ele riu baixo e respondeu:

— As cadelas é que têm que aguentar, minha putinha.

Eu olhei de novo pro pau do Aquiles. Sem brincadeira: era quase do tamanho do meu antebraço, grosso, vermelho vivo, com veias pulsando, a ponta pingando um líquido transparente. Brinquei:

— Amor… o pau dele é maior que o seu, hein? — e caí na gargalhada.

Ele não se abalou. Abriu a bermuda, tirou o cacete dele pra fora (uns 14,5 cm, médio, mas durinho) e falou:

— Caramba, verdade… mas olha só, você ainda não viu o bulbo dele.

— Bulbo? Que que é isso?

Ele chamou o Aquiles com um assobio baixo. Pegou uma luva de látex na cozinha, voltou e começou a masturbar o cachorro bem na nossa frente, na sala. O pau foi crescendo mais ainda, o nó (bulbo) começando a inflar na base. Era grotesco e hipnotizante ao mesmo tempo.

De repente o Aquiles se soltou, pulou em cima de mim no sofá, começou a lamber meu rosto, meu pescoço, minhas coxas… e senti pingar algo quente e viscoso na minha coxa direita. Rafael puxou ele pra trás rindo.

— Calma, garoto… ainda não.

Eu olhei pra baixo: gotas grossas e transparentes do pré-gozo do Aquiles na minha pele. Rafael passou o dedo na minha coxa, coletou um pouco e falou:

— Cheira aqui, amor. Tenta adivinhar o que é.

Eu, achando tudo estranho, cheirei de longe. Não senti nada. Ele aproximou mais o dedo até encostar no meu nariz. Senti um cheiro forte, animal, meio salgado, meio doce… tesão puro.

— Isso é o pré-gozo dele, amor. É como o nosso pré-gozo… ele quer gozar muito.

Eu olhei fixo pro pau do Aquiles, impressionada:

— Uau…

Rafael me puxou pelo cabelo com força, colou a boca no meu ouvido e sussurrou:

— Uau uau, cadelinha…

Eu entrei na onda, excitada:

— Aí amor… isso… sou sua cadelinha… uau uauuu!

Ele começou a beijar meu pescoço devagar, mordendo de leve, enquanto olhava pro pau do cachorro. Sussurrou:

— Imagina esse pauzão te fodendo, te enchendo, te fazendo virar cadela de verdade…

Eu não imaginava que ele falava sério… mas respondi gemendo baixinho:

— Hummmm… imagina amor… eu virando cadelinha deles… uau uauuu… latindo enquanto levo rola de cachorro…

Aquela noite chegamos no quarto. Tomei quase uma garrafa inteira de vinho tinto sozinha (sou fraquíssima pra bebida). Estava tontinha, mole, rindo à toa, tesão subindo. Rafael começou a beijar meu pescoço devagar e falou:

— Fiquei louco te vendo cheirar o pré-gozo do Aquiles… você é uma cadelinha safada mesmo, né?

Eu ri e respondi:

— Sim amor… sou sua cadelinha… uau uau…

Ele me levou pro quarto BDSM segurando minha mão firme. Tirei a camisola preta fina, fiquei só de calcinha preta. Ele arrancou tudo devagar, lambeu meus mamilos durinhos, falou:

— Você é linda pra caralho, minha putinha…

Me levou até o poste regulável, prendeu meus pulsos bem alto, fiquei de pé, peitos empinados, vulnerável. Ele começou a se esfregar em mim, roçando o pau duro na minha bundinha, dedos na minha bucetinha melada. De repente senti algo viscoso e quente sendo passado na minha buceta… era muito lubrificante misturado com algo mais grosso.

Ele colocou uma mordaça de bola que abria minha boca e escondia os dentes, amarrou bem forte atrás da cabeça. Depois colocou uma venda preta nos meus olhos.

— Tenho uma surpresa pra você, cadelinha…

Saiu do quarto. De repente ouvi unhas batendo no chão, respiração pesada, ofegante… os cachorros correndo na minha direção. Meu coração disparou.

— Que porra é essa, Rafael?! — tentei gritar, mas saiu abafado pela mordaça: — Mmmphhh! Mmmphhh!

Ele abaixou o poste devagar, me fez ficar de joelhos, bunda empinada, boca na altura perfeita. Tirou minha venda. Vi o Aquiles sendo levantado pelas patas da frente por ele, o pau vermelho apontado direto pra minha boca aberta.

Eu me debati, tentei virar o rosto, mas ele colocou um fixador de cabeça (tipo guilhotina de madeira acolchoada) que travou meu rosto completamente. Não conseguia mexer mais.

— Hoje você vira cadela de verdade, putinha. Meus cachorros precisam cruzar… e eu escolhi você.

Comecei a chorar de desespero… mas ao mesmo tempo minha buceta latejava de um tesão proibido.

Ele aproximou o pau do Aquiles. Senti o calor, o cheiro forte de macho… e então entrou. A cabeça grossa forçou minha boca, deslizou pela língua, foi até a garganta. Ele socou forte:

— Engole, cadela! Engole tudo!

Eu já tinha treinado garganta profunda com ele muitas vezes. Fiz o movimento de engolir, relaxei a garganta… o pau entrou inteiro, batendo no fundo. O Aquiles começou a socar desesperado, gemendo alto, enquanto Rafael segurava ele firme.

— Isso… engole o pau do seu macho, cadelinha!

Senti o pré-gozo enchendo minha boca, grosso, quente, salgado. Engoli tudo. De repente ele tremeu forte e jatos quentes espirraram direto na minha garganta.

— Engole a porra do Aquiles, cadela! Bebe tudo!

Eu lambia em volta, chupava, engolia… bebi muita porra quente e grossa dele. Meu Deus, que tesão doentio…

Rafael falou:

— Ainda não acabou… vem Thor!

O Thor veio correndo. Rafael passou mais daquele líquido viscoso na minha bucetinha melada. Thor começou a lamber loucamente, língua quente e áspera me deixando arrepiada.

— Thor… essa aqui é sua nova cadela…

Ele ajudou o Thor a subir nas minhas costas. Numa socada só, o pau do Thor (uns 17–18 cm, vermelho escuro, grosso pra caralho) entrou INTEIRO na minha bucetinha apertadinha.

— AAAAAAAAAAHHHHHHHHH!!!! — gritei abafado na mordaça.

Lágrimas escorreram. Dor absurda misturada com prazer. Meu namorado era fininho… aquilo era outra coisa. Entrou tudo, batendo no colo do útero. Ele socava rápido, forte, selvagem:

— Aaaahhh… aaaahhh… toma, cadela! Toma rola de cachorro!

Minha bucetinha quente e melada aceitou, dilatou, engoliu tudo. Senti o bulbo inchando… enorme… pressionando minhas paredes internas, quase na barriga. Latejava forte. Ele gozou jatos quentes dentro de mim, enchendo meu útero.

— Aaaaiii… vou gozar… AAAAHHHHH!!! — gemi alto na mordaça.

Rafael levantou meu rosto, tirou a mordaça por um segundo, enfiou o pauzinho dele na minha boca e gozou forte. Engoli tudo enquanto estava “engatada” com o Thor, o nó travado dentro de mim.

— Pqp… que tesão… sou uma cadela… Aaaahhh… gozando… gozando muito!!!

O Thor puxou, eu fiz força, nada. Minha bucetinha apertada segurava o nó. Gozei de novo, pernas tremendo, gozo escorrendo pelas coxas. Quando relaxei de tanto gozar, ele puxou com força e saiu. Uma cachoeira de porra de cachorro misturada com meu mel escorreu da minha bucetinha.

Rafael pegou uma seringa grande, sugou tudo do chão e jogou na minha boca:

— Engole a porra do Thor misturada com a sua, cadelinha!

Obedeci, engoli tudo lambendo os beiços.

Depois veio o Aquiles de novo. Rafael passou muito KY no meu cuzinho virgem.

— Não amor… por favor… sou virgem aí… aaaah nãooo!

Ele enfiou um dedo, dois, abriu devagar. Eu gemia de dor e tesão:

— Aí amor… dói… por favor…

Ele pegou o pau do Aquiles e forçou na entradinha. Dor absurda. Lágrimas escorrendo. Até que entrou metade.

— AAAAAAAAAAHHHHHHH!!! NÃO!!! — chorei.

Rafael soltou o Aquiles. Ele grudou em mim e socou tudo de uma vez. Entrou inteiro no cuzinho. Dor rasgando… prazer insano. Socava forte:

— Vai cadela! Toma no cu! Toma rola de cachorro no cuzinho!

— Aaaaiii… aaaahhhh… tá me rasgando… mas tá gostoso… Aaaahhh!!!

Rafael tirou a mordaça de vez:

— Sei que você tá amando, sua cadela safada!

Trouxe o Thor pra frente:

— Abre a boca, cadelinha.

Soltou meus braços. Abri a boca e comecei a mamar o pau do Thor com vontade. Chupava, lambia a cabeça, engolia até onde dava, gemia:

— Hummmm… que pau gostoso… quero ser cadela de vocês… mmmmmm…

Aquiles me comia o cu com força, bulbo inchando de novo. Dor e prazer misturados. Senti o pau pulsar dentro do meu cuzinho, jatos quentes enchendo meu reto.

— Aaaahhhh… tô sentindo ele gozando no meu cu… que delícia… Aaaaiii vou gozar de novo!!!

Enquanto chupava o Thor, dei língua nele, lambi a boca dele, beijei o focinho. Surreal.

— Amor… deixa eu cruzar com eles sempre… quero porra deles no meu útero todo dia… quero ser cadelinha deles pra sempre… uau uauuu!!!

Transamos a noite toda. Eles me comeram várias vezes, na buceta, no cu, na boca. Bebi porra dos dois até não aguentar mais. Gozei incontáveis vezes, gritando:

— Aaaaiii… vou gozar… AAAAHHHH!!! Tô gozando com rola de cachorro… sou cadela… sou cadelinha!!!

Depois daquele dia cruzei com Thor e Aquiles quase todos os dias. Rafael filmava tudo.

Quando terminei com ele, comprei meus próprios três cachorros machos. Comprei também um vibrador enorme no formato exato de pau de cachorro, com bulbo inflável, rabinho de cadela com plug, coleira escrito “Cadelinha de Dogs”… e hoje vivo realizada como a cadelinha que sempre quis ser.

Amo sentir eles dentro de mim, o nó travando, a porra quente enchendo tudo… uau uauuu!

Se quiserem, conto mais histórias… tenho muitas.

Por favor votem no conto, pois, assim vou saber que gostaram !

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Laura18y188 a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários