O dia da collab chegou e eu acordei com o coração batendo a mil, uma mistura explosiva de ansiedade e excitação que percorria cada centímetro do meu corpo. Passei a manhã inteira num estado de nervosismo que não conseguia controlar, alternando entre momentos de puro tesão ao imaginar o que ia acontecer e ondas de medo que me faziam querer desistir de tudo. Mas eu sabia que não ia desistir. Eu nunca desistia.
Marcelo estava ainda pior que eu. Ele mal falava comigo. Ficava sentado no canto do quarto, o olhar perdido em algum ponto distante, os dedos tamborilando nervosamente em qualquer superfície que encontrasse. Quando eu tentava puxar assunto, ele respondia com monossílabos, a voz carregada de uma tensão que eu conseguia sentir mesmo à distância.
— Tudo bem, amor? — perguntei pela enésima vez, me aproximando devagar, sentando na cama ao lado dele.
— Tudo. — A resposta veio rápida demais, automática, vazia.
— Amor, pelo amor de Deus. — Peguei o rosto dele com as duas mãos, forcei ele a me olhar. — Você não está bem, eu sei disso. Faz três dias que você mal dorme, mal come, mal me olha nos olhos. Me conta o que está passando na sua cabeça. Por favor.
Ele suspirou fundo, passou a mão no rosto como se quisesse apagar as expressões que eu conseguia ler tão claramente. — Não tô bem, Lena. Tô tenso. Muito tenso. Mais do que eu imaginei que estaria. É como se tivesse um nó aqui no peito que não desata por nada.
Sentei ao lado dele na cama, peguei sua mão entre as minhas, sentindo o calor da pele dele, os calos dos dedos, a familiaridade daquele toque que eu conhecia tão bem. — Por quê, amor? Me conta. Eu quero entender. A gente sempre dividiu tudo, desde o começo. Por que agora você tá se fechando assim?
— Porque hoje é o dia. — A voz dele saiu baixa, quase um sussurro. — Porque eu vou ter que ver você com outro cara. Porque eu vou ter que ficar ali, de máscara, vendo você ser comida por outro homem. E não é só ver, Lena. É ouvir você gemer. É ver seu olhar quando ele te tocar. É sentir no ar o cheiro do tesão de outro homem em você. E o pior é que a gente combinou que seria só eu e você, ele com a Jéssica, e de repente eu vou ter que dividir isso. Dividir você. Dividir um pedaço da gente que eu achava que era só nosso.
— Você vai estar comigo, amor. — Virei o rosto dele para mim, forcei-o a me olhar nos olhos, a me ver de verdade. — Você vai estar dentro de mim a noite toda. Não fisicamente, mas em pensamento, em sentimento. Ele vai estar com a Jéssica. A gente combinou isso, não foi? Eu e você, ele e ela. Nada além disso. É um trabalho, amor. Só um trabalho.
— Eu sei. — A voz dele falhou, um tremor que eu raramente ouvia. — Mas e se não for? E se você olhar para ele e sentir alguma coisa? E se aquele pau enorme que você viu no vídeo despertar alguma coisa em você que eu não consigo despertar? Porque eu vi como você olhou, Lena. Eu vi o brilho no seu olho quando ele apareceu na tela. Eu vi você babando igual uma piranha no cio.
— Amor, escuta. — Apertei a mão dele com força, minha voz firme, tentando transmitir segurança. — Eu escolhi você. A gente construiu isso junto. As dicas que ele me deu foram profissionais, nada mais. Técnicas de câmera, ângulos, iluminação. Coisas de mercado. Eu tô indo lá para trabalhar, para criar conteúdo, para crescer. Não para me apaixonar pelo pau de ninguém. E mesmo que o pau dele seja grande, e é, não é tamanho que define nada. É o que a gente sente.
— Mas você já se apaixonou pelo meu. — Ele riu, um riso sem graça, amargo. — E se o dele fizer você sentir coisas que o meu nunca fez? E se você descobrir que tem fome de mais do que eu posso te dar?
— Isso foi diferente, amor. Foi com você, foi nosso. — Passei a mão no rosto dele, nos lábios dele. — Isso aqui é só um trabalho. Uma cena. Uma performance. Depois a gente volta pra casa e eu vou passar dias te mostrando que é você que eu quero. Vou te chupar até você esquecer o nome de qualquer outro homem. Vou sentar em você até você gozar e pedir arrego.
— Tô tentando acreditar. Juro que tô. — Ele fechou os olhos, respirou fundo. — Mas tem uma parte de mim que tá com medo. Medo de você descobrir que quer mais do que eu. Medo de você olhar pra mim depois e achar pouco.
— Acredita, amor. — Beijei ele, um beijo demorado, cheio de todo o afeto que eu sentia por aquele homem. Minha língua encontrou a dele, e por um momento eu tentei transferir toda a verdade que eu carregava pra dentro daquele beijo. — Hoje é nosso dia. A gente vai lá, faz o combinado, e volta para casa. Depois a gente vai pra casa e eu vou te mostrar o quanto você é importante pra mim. Vou rebolar na sua cara até você gozar e esquecer que esse dia existiu.
Ele me puxou para perto com uma urgência desesperada, me abriu as pernas, me comeu ali mesmo. Rápido, intenso, como se fosse a última vez, como se cada estocada fosse uma tentativa de me marcar, de me lembrar de quem eu era dele. Sua respiração era pesada no meu ouvido, suas mãos apertavam minha cintura com força, deixando marcas.
— Isso — eu gemia, as unhas cravando nas costas dele, o suor escorrendo pelos nossos corpos. — Assim, amor. Exatamente assim. Machuca. Mostra que sou sua. Enfia fundo, porra. Quero sentir amanhã. Quero acordar dolorida e lembrar que foi você.
— Você é minha, Lena. Minha putinha. Só minha. — Ele cravava os dentes no meu ombro, as estocadas cada vez mais fortes. — Ninguém te conhece assim. Ninguém sabe como você gosta de ser chamada. Ninguém sabe que por trás da nerdinha tem uma vagabunda que adora ser tratada como objeto.
— Só você, amor. Só você sabe. — Eu mordia os lábios.
Gozamos juntos, um gozo tenso, carregado de uma emoção que eu não sabia nomear, que misturava amor, medo, tesão e uma ponta de loucura. Ficamos ali, abraçados, suados, tentando agarrar aquele momento como se ele pudesse escapar pelos dedos.
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Chegamos no estúdio no fim da tarde, quando o sol já começava a se pôr e as luzes da cidade começavam a acender, criando um contraste lindo no horizonte. A viagem de carro foi silenciosa, cada um perdido nos próprios pensamentos, apenas o som da estrada preenchendo o vazio.
O lugar era enorme, todo equipado com câmeras profissionais, luzes estrategicamente posicionadas, uma cama redonda no centro que parecia um altar, um sofá de couro preto, e uma atmosfera que já transbordava tesão puro, denso, quase palpável. Dava para sentir no ar, na temperatura do ambiente, na forma como tudo estava preparado. Havia um cheiro de incenso e sexo no ar, como se aquele lugar respirasse putaria.
Rick estava lá. Esperando.
Quando eu vi ele pessoalmente, meu corpo respondeu na hora, sem pedir permissão à minha mente. Alto, muito alto, devia ter uns 1,90m, com ombros largos que faziam qualquer roupa parecer pequena, braços fortes com veias aparentes, e aquele sorriso confiante que parecia dizer que ele sabia exatamente o efeito que causava. Os olhos escuros percorreram meu corpo de cima a baixo, demorando-se nas curvas, na abertura do vestido, na pele que aparecia. Ele me avaliou como quem avalia uma peça de carne, e por algum motivo, isso me excitou mais do que eu esperava.
— Lena! — Ele abriu os braços, me abraçou. O abraço demorou um segundo a mais do que deveria, apertado demais, íntimo demais. Senti o peito dele contra os meus seios, as mãos grandes nas minhas costas, quase descendo para minha bunda. — Que bom que você veio. Tava ansioso por esse momento. Você é ainda mais gostosa pessoalmente. Muito mais. Essas fotos não fazem justiça. E esses peitos... puta merda, são perfeitos.
— A honra é minha. — Minha voz saiu mais rouca do que eu esperava, traindo o nervosismo que eu tentava esconder. — O estúdio é incrível. Você fez tudo isso?
— Tudo pensado pra putaria. — Ele riu, um riso grave, confiante. — Cada ângulo, cada luz, cada superfície. Tudo foi feito pensando em como filmar duas vagabundas gostosas se esfregando. E vocês duas prometem. Essa bunda sua então... já vi nos vídeos, mas ao vivo é outro nível.
Ele olhou para Marcelo, que estava atrás de mim, de máscara preta cobrindo todo o rosto, só os olhos aparecendo. Dava para ver o ciúmes ali, mesmo por trás do tecido, na forma como ele apertava a mandíbula, na tensão dos ombros, nas mãos fechadas.
— E esse é o parceiro misterioso? O famoso pauzudo? — Rick estendeu a mão, mas o olhar era de quem avaliava um adversário. — O cara que tem a sorte de comer essa gostosa todo dia? Deve se achar o sortudo, né? Acordar todo dia com esses peitos na cara, essa bunda pra apertar.
— É. — Marcelo estendeu a mão, tenso. — Prazer. Marcelo.
— Rick. — Eles apertaram as mãos num cumprimento rápido, seco, quase um desafio silencioso. — Então você é o sortudo. Ela fala muito de você, sabia? Nas chamadas, nas conversas. "Marcelo isso, Marcelo aquilo". Parece que você é o dono da boneca. Mas dono de verdade ou só inquilino temporário?
— Não sou dono de ninguém. — A voz de Marcelo saiu fria. — A gente tem um acordo.
— Acordo. — Rick riu, soltou a mão. — Pois é. Acordos são feitos pra serem quebrados, não? Brincadeira. Vem, vou te apresentar a parceira de hoje. Mas antes, deixa eu ver de perto essa raba famosa.
Antes que Marcelo pudesse reagir, Rick passou a mão na minha bunda, apertou com força, como se estivesse avaliando uma fruta no mercado.
— Puta merda, é tão macia quanto parece. — Ele riu, olhando para Marcelo. — Você aperta isso todo dia? Sortudo pra caralho. Se fosse eu, não deixava sair de casa não.
Meu corpo estremeceu, sua mão grande, me avaliando como um pedaço de carne, era realmente um macho de verdade.
Ele nos levou até o sofá. Lá estava ela.
Loira. Linda. Perfeita. Cabelos longos e lisos como seda, olhos azuis que pareciam de porcelana, corpo escultural que parecia esculpido por um artista, peitos grandes e empinados, cintura fina, pernas compridas e torneadas. Vestia um body preto transparente que mal escondia alguma coisa, os bicos dos seios marcando o tecido, a calcinha minúscula mostrando mais do que escondia. Ela estava sentada com as pernas cruzadas, um sorriso doce no rosto, mas os olhos tinham um brilho malicioso.
— Essa é a Jéssica — Rick apresentou, com um sorriso de orgulho. — Minha parceira de putaria há dois anos. A mulher mais safada que eu já conheci. Capaz de engolir um pau inteiro sem engasgar e ainda pedir mais. E olha esses peitos, Lena. Não são lindos? Perfeitos pra chupar.
— Oi — ela disse, com uma voz doce, quase inocente, mas a mão dela já deslizava pela própria coxa, provocando. — Finalmente te conhecendo. Rick não para de falar de você. "A Lena tem um olhar diferente", "A Lena é mais gostosa que as outras". Tava achando que ele ia trocar a gente. Mostra esses peitos pra mim, quero ver se é tudo isso mesmo.
Ela se aproximou, passou a mão nos meus seios por cima do vestido, apertou.
— Nossa, são lindos mesmo. Firmes, grandes. Delícia.
— Oi. — Respondi, sentindo uma pontada de ciúmes que me surpreendeu pela intensidade. — Também ouvi falar de você. A famosa boqueteira. Rick disse que você faz milagres com essa boca.
— Famosa não, lendária. — Ela riu, um riso cristalino. — Mas vou deixar você julgar por si mesma. Depois a gente compara técnica, quem chupa melhor.
— Combinado é combinado — Rick disse, olhando para nós, a voz assumindo um tom mais sério, profissional. — Cada casal no seu canto. A gente mistura as danças, as provocações, mas no final, cada um fica com o seu. Eu como a Jéssica, você come a Lena. Nada de troca. Nada de olhares atravessados. Nada de ciúmes besta. Isso é trabalho. É conteúdo. Entenderam?
— Certo. — respondi, olhando para Marcelo, tentando transmitir segurança com o olhar.
— Certo. — ele repetiu, mas sua voz tremia, e eu vi suas mãos fecharem e abrirem, nervosas.
— Vamos.
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As câmeras ligaram. As luzes se ajustaram, criando um clima quente, intimista. A música começou, uma batida sensual que parecia feita para isso, com letras pesadas sobre sexo e dominação.
Rick e Marcelo sentaram no sofá, um ao lado do outro, dois homens tão diferentes, mas ambos com os olhos fixos em nós. Rick estava relaxado, as pernas abertas, a mão já na própria virilha, acariciando o pau por cima da calça. Marcelo estava tenso, o corpo duro, as mãos nos joelhos, os olhos fixos em mim.
Eu e Jéssica ficamos de pé na frente deles, nossos corpos iluminados, nossa pele brilhando sob as luzes quentes. O ar estava carregado, pesado, elétrico.
— Pode começar — Rick disse, a voz grossa, cheia de autoridade. — E quero ver fogo, putas. Quero ver vocês duas se pegando como se fosse a última vez. Quero ouvir gemidos altos. Quero ver baba, suor, tesão. Isso é um filme pornô, não é dança de salão.
Olhei para Jéssica. Ela sorriu, um sorriso cúmplice, e me puxou para perto com uma mão na minha nuca.
— Vamos dar um show pra esses homens? — Ela sussurrou no meu ouvido, a língua roçando minha orelha. — Mostrar pra eles como duas vadias gostosas se provocam?
— Vamos. — Minha voz saiu ofegante.
Começamos a dançar. Devagar no começo, apenas rebolando, provocando, sentindo o ritmo. Nossos corpos se aproximavam, se afastavam, se roçavam de leve, criando uma tensão que aumentava a cada segundo. Eu sentia o calor dela, o cheiro doce do perfume, a maciez da pele contra a minha.
— Isso — Rick disse, animado. — Assim. Mais. Quero ver vocês duas. Jéssica, pega ela. Mostra como você trata uma mulher. Lena, mostra esses peitos pra câmera. Aperta eles, quero ver você se tocando.
Ela passou a mão no meu corpo, desceu pela cintura, pelas costas, até minha bunda, apertou com força. Eu gemi, alto, sem vergonha.
— Gostou, putinha? — ela perguntou, a voz perto do meu ouvido, provocante. — É tão macia minha mão? Ou você quer mais?
— Gostei. É tão macia sua mão. — Eu me inclinei no toque dela. — Quero mais. Quero sentir você toda.
Levei minhas próprias mãos aos meus peitos, apertei eles, mostrando para as câmeras, para Rick, para Marcelo. Apertei os bicos, puxei, soltei. Meus peitos são grandes e firmes, e eu sei como exibi-los.
— Olha só esses peitos, Marcelo — Rick comentou, os olhos fixos em mim. — Olha como ela aperta. Olha como ela sabe o que fazer. Você ensinou ela a se exibir assim ou ela já nasceu puta?
Marcelo não respondeu. Só apertou a mandíbula.
— Vem cá — Jéssica me puxou para um beijo.
A boca dela era macia, doce, completamente diferente de beijar um homem. A língua dela encontrou a minha, e eu me entreguei. Ela mordeu meu lábio inferior, puxou, soltou, voltou a beijar. Sua mão apertou minha nuca, dominando, me puxando para mais perto.
— Isso, gostosas — Rick comentou, as mãos já no próprio pau por cima da cueca, puxando para fora, mostrando. — Que cena linda. Duas vadias se pegando. Olha só, Marcelo. Olha como sua mulher beija outra. Ela beija bem, hein? Parece que já fez isso antes. Jéssica, pega a bunda dela. Quero ver você apertando essa raba.
Jéssica obedeceu. Passou a mão na minha bunda, apertou, separou as nádegas, mostrando para a câmera.
— Que bunda gostosa — ela murmurou. — Macia, grande. Perfeita pra bater.
— Então bate. — Rick ordenou. — Bate nessa raba. Quero ouvir o som.
Ela bateu. A mão dela na minha bunda fez um estalo seco.
— PAAHH!
Eu gemi.
— Isso. De novo.
— PAAHH!
Continuamos dançando, nos beijando, nos tocando. Eu tirava a roupa dela, ela tirava a minha. Peça por peça, lentamente, provocando, mostrando cada pedaço de pele.
— Isso, tira essa calcinha — Rick ordenou. — Quero ver essa buceta. Quero ver se é tão bonita quanto ela diz.
Jéssica puxou minha calcinha, desceu pelas minhas pernas, me fez pisar para fora. Fiquei completamente nua na frente dela.
— Delícia — ela murmurou, os olhos percorrendo meu corpo. — Peituda, cintura fina, bunda grande. Rick, você não me disse que ela era tão gostosa assim.
— Surpresa, não? — Ele riu. — Agora você, Jéssica. Mostra pra ela como você fica pelada. E Lena, enquanto ela tira a roupa, quero você de quatro no chão, mostrando essa bunda pro seu homem. Deixa ele ver o que ele tem em casa.
Obedeci. Fiquei de quatro no chão, empinei a bunda, olhei para Marcelo por trás das pernas. Meu rabo empinado, mostrando tudo, a buceta molhada, o cuzinho. Passei a mão na minha própria bunda, separei as nádegas, mostrei cada pedaço.
— Olha, amor — chamei. — Olha essa bunda. Olha como ela é grande. Olha como ela é macia. Você vai bater nnela hoje? Vai apertar e foder essa raba?
Ele engoliu seco. Não respondeu. Estava desconfortável.
Jéssica tirou o body devagar, provocando, mostrando os peitos perfeitos, a barriga lisa, a buceta lisinha, depilada, os lábios rosados já molhados.
— Pronta pra ser comida? — ela perguntou, vindo se ajoelhar na minha frente.
— Pronta.
Ela passou a mão nos meus peitos, apertou, puxou meus bicos. Depois desceu, passou a mão na minha buceta, sentiu o molhado.
— Tá uma cachoeira aqui — ela riu. — Tá com tesão, né?
— Tô. Muito.
— Agora vocês — Rick disse. — Cada uma pro seu macho. Mostrem como vocês chupam um pau. E quero ver performance. Quero ver baba. Quero ouvir barulho. Isso aqui é filme pornô, não é brincadeira de criança.
Fui até Marcelo. Ajoelhei na frente dele. Ele já estava duro, o pau marcando na cueca, quase pulando para fora, ansioso, tenso. Puxei a cueca dele devagar, olhando nos olhos dele.
— Relaxa, amor — murmurei. — É só eu e você. Lembra?
Ele assentiu, mas seus olhos estavam fixos em outra direção.
Olhei para o lado. Jéssica estava ajoelhada na frente de Rick. Ela puxou a cueca dele devagar, provocando, com um sorriso malicioso nos lábios.
O pau apareceu.
Era enorme.
Muito maior que o de Marcelo. Grosso, comprido, latejando. As veias saltadas, grossas como cordas, a cabeça roxa e brilhante, uma gota de líquido escorrendo. Era uma arma. Era uma obra de arte. Era tudo o que eu nunca soube que queria.
Naquele momento, eu comparei. Marcelo tem um pau grande, sim. Sempre achei ele grande, sempre me satisfez. Mas o de Rick... o de Rick era monstruoso. Era de outro nível. Era o tipo de pau que faz qualquer mulher viciada em pau grande perder a cabeça, esquecer qualquer promessa, qualquer compromisso. E eu sou viciada em pau grande. Sempre fui. Desde a primeira vez que vi um pau, eu soube que quanto maior, melhor. E aquele... aquele era o maior que eu já tinha visto na vida.
Meu corpo inteiro tremeu. Minha buceta ficou molhada na hora, escorrendo pelas minhas coxas. Meu coração acelerou, disparou. Minha boca abriu sozinha. Eu me apaixonei na primeira vista. Não pelo homem, não pelo sorriso, não pelos olhos. Pelo pau. Por aquele pedaço de carne perfeito, monstruoso, que prometia preencher todos os meus buracos como nunca antes.
Jéssica abriu a boca e começou a chupar. Eu fiquei olhando, hipnotizada, incapaz de desviar o olhar. A forma como ela chupava, como ela lambia, como ela engolia... era perfeito. Ela sabia exatamente o que fazer. A língua dela enrolava na cabeça, descia pela haste, voltava. Ela olhava para Rick enquanto chupava, os olhos marejados, a baba escorrendo pelo queixo.
— Isso, Jéssica. Mais fundo. Quero sentir sua garganta. Quero sentir você engasgar nesse pau. — Rick segurava a cabeça dela, guiava o movimento. — Isso. Assim. Toma tudo, sua puta. Mostra pra novata como se chupa um pau de verdade.
Ela obedecia. Quase engasgava, mas continuava, os olhos marejados, a baba escorrendo. Ela gemia enquanto chupava, os gemidos abafados pelo pau na garganta.
Queria ser eu ali. Eu queria estar no lugar dela. Eu queria aquele pau na minha boca. Eu precisava daquele pau na minha boca.
— Lena — Marcelo chamou, a voz tensa, quase um apelo. — Lena, pelo amor de Deus, olha pra mim.
Desviei o olhar com esforço. Olhei para ele. Para o pau dele. Para os olhos dele por trás da máscara. O pau dele era bonito, sim. Mas depois do que eu vi, era pouco. Era comum. Era quase pequeno perto daquela monstruosidade.
— Me desculpa, amor — murmurei, antes de começar a chupá-lo.
Comecei a chupar Marcelo, mas minha cabeça não estava ali. Absolutamente não estava. Eu via Jéssica pelo canto do olho, via a performance dela, via o tesão no rosto de Rick, via aquele pau monstruoso entrando e saindo da boca dela. E meu corpo ardia de vontade de estar no lugar dela.
Enquanto chupava Marcelo, levei minhas mãos aos meus peitos, apertei eles, mostrando pra câmera, mostrando pra Rick. Queria que ele olhasse pra mim. Queria que ele me notasse. Queria que ele me escolhesse.
— Isso, Jéssica. Mais fundo. — Rick ria, satisfeito. — Toma, porra. Tudo. Não deixa nada fora. Quero ver você engolir esse pau inteiro.
Ela obedecia. Quase engasgava, mas continuava, o nariz encostando na pelve dele.
— Lena — Marcelo chamou de novo, mais urgente, a mão no meu cabelo tentando me guiar. — Lena, você tá aqui? Você tá comigo?
— Hm? — Tirei a boca do pau dele por um segundo, a saliva escorrendo pelo meu queixo, formando um fio que caiu nos meus peitos.
— Você tá longe. Muito longe. — A voz dele era um misto de raiva e tristeza. — Você nem tá me chupando direito. Você só tá olhando pra ele.
— Não, não tô, amor. — Mentira. Tava muito longe. Meu corpo estava ali, mas minha mente estava ajoelhada na frente de Rick, chupando aquele pau monstruoso.
Continuei chupando Marcelo, mas meu olhar não saía de Rick. Cada vez que Jéssica tirava o pau da boca, eu via o tamanho, via o brilho, via o tesão. Meu corpo ardia.
Para chamar atenção, empinei minha bunda enquanto chupava Marcelo, mostrando pra Rick. Queria que ele visse. Queria que ele soubesse que eu estava olhando.
Rick percebeu. Ele sorriu, um sorriso malicioso, e acenou com a cabeça.
— Olha só, Marcelo — ele disse, a voz provocante. — Tua mulher tá de rabo empinado enquanto te chupa. Ela quer atenção, sabia? Ela quer ser notada. Mas não por você. Por mim. Ela viu meu pau e já se apaixonou. Acontece muito. Mulheres viciadas em pau grande não resistem.
Marcelo apertou a mandíbula, mas não disse nada.
Depois de um tempo que pareceu uma eternidade, Jéssica não aguentou mais. Desceu dele, ofegante, exausta, a baba escorrendo pelo queixo, os olhos vermelhos.
— Acabou? — Rick perguntou, rindo, o pau ainda duro, pulsante, apontando para o teto. — Já desistiu, vagabunda?
— Acabou. — Ela riu também, sem fôlego, passando a mão na boca. — Você é um monstro, Rick. Esse pau não cabe em garganta nenhuma. É castigo.
— Castigo pra quem não merece. — Ele segurou o pau na mão, balançou na frente dela. — Olha isso. Ainda duro. Ainda pronto. E você aí, toda molenga.
Rick olhou para o pau dele, depois para mim.
O pau ainda duro. Ainda pronto. Me encarando. Me provocando.
— E você, Lena? — ele perguntou, a voz grossa. — Quer tentar? Quer provar se sua boquete é melhor que a da Jéssica? Ou será que você só sabe olhar?
Eu olhei para Marcelo. Para o pau dele na minha mão. Para os olhos dele por trás da máscara. Vi a confiança dele, a esperança. Vi ele acreditar em mim.
Depois olhei para Rick. Para aquele pau monstruoso, pulsante, as veias saltadas, a cabeça roxa, o líquido escorrendo. E me apaixonei de novo. Mais fundo. Mais forte.
Lembrei do combinado. Lembrei das palavras para Marcelo. Lembrei das promessas. Lembrei do nosso sexo de despedida.
Mas meu corpo não lembrou de nada. Minha alma de viciada em pau grande não lembrou de nada.
Saí de cima de Marcelo. Deixei ele ali, sentado no sofá, o pau ainda duro, me olhando com uma expressão de choque, de incredulidade, de dor.
Fui até Rick. Ajoelhei na frente dele.
— Me desculpa — murmurei, sem olhar para trás. — Me desculpa, amor. Mas eu preciso. Eu sou viciada em pau grande e o dele... o dele é perfeito.
Peguei o pau de Rick na mão. Senti o peso, o calor, a textura. Era muito maior que o de Marcelo. Muito mais grosso. Minha mão não fechava em volta. Tinha que usar as duas mãos. Ele pulsava, vivo, quente.
Olhei para aquele pau, hipnotizada.
— Nossa Senhora — murmurei, deslumbrada, a voz embargada. — Que pau é esse, Rick? É lindo. É a coisa mais linda que eu já vi na vida. Parece esculpido. Parece deus. Olha essa grossura, olha esse tamanho. Meu deus. Marcelo... o seu é grande, mas o dele... o dele é monstruoso. É perfeito. Eu me apaixonei. Eu me apaixonei na primeira vista.
Marcelo estava em choque, travado, não acreditando que o que previu aconteceu.
— Gostou, putinha? — Ele riu, satisfeito. — É seu se você quiser. É só pedir. Sabia que você aguentaria. Seu olhar de fome não engana.
— Quero. Quero muito. Quero ele inteiro. Quero ele dentro de mim.
Comecei a chupar devagar, só a cabeça, sentindo o gosto, a textura. Era salgado, quente, perfeito. Minha língua deslizou pela fenda, recolheu o líquido que escorria.
— Slrrp... shllp...
Enquanto chupava, levei minhas mãos aos meus peitos, apertei eles, esfreguei os bicos, mostrando pra Rick, mostrando pra câmera, mostrando pra Marcelo.
— Caralho, Lena — Rick gemeu, a mão no meu cabelo, puxando, guiando. — Que boquete gostoso. Você chupa igual uma profissional. Onde aprendeu, hein? Foi com esse corno ali? Olha só ela, Marcelo. Olha como ela chupa. Ela nunca chupou você assim, chupou? Ela nunca olhou pro seu pau com esse tesão todo, olhou? Porque o meu é maior. Muito maior.
Continuei chupando, cada vez mais fundo. A cada chupada, eu alternava entre olhar para Rick e para Marcelo. Queria que ele visse. Queria que ele entendesse.
— Tão gostoso — eu murmurava, chupando. — Slrrp... amor, você tá vendo isso? Slrrp... é tão grande. Tão perfeito. Slrrp... nunca chupei um pau assim. Slrrp... a cabeça dele enche minha boca inteira. Você previu isso e eu não quis acreditar, agora aconteceu o que você temia, Slrrp.. delícia... Amor, vc tinha razão, esse pau despertou algo em mim que você não tem... Slrrp...
Tirei o pau da boca por um segundo, a baba escorrendo, formando fios grossos que caíam nos meus peitos. Passei a mão nos meus seios, espalhei a baba, mostrei pra ele.
— Olha, Rick. Olha como meus peitos ficam com sua baba. Ficam lindos, não ficam? Quer que eu esfregue eles no seu pau?
— Quero. Esfrega esses peitos gostosos no meu pau.
Apertei meus seios em volta do pau dele, esfreguei de cima a baixo, a pele macia contra a haste dura. Ele gemeu.
— Isso, putinha. Que delícia. Seus peitos são perfeitos pra isso. Marcelo, olha isso. Olha como ela esfrega os peitos no meu pau. Ela nunca fez isso com você, fez? Ela guardou essa putaria toda pra mim. Porque eu tenho o pau que ela sempre quis.
— Me desculpa, amor — falei, rápida, ofegante, ainda esfregando os peitos no pau dele. — Me desculpa, Marcelo.
Voltei a chupar, dessa vez mais fundo, engolindo o máximo que conseguia.
— Slrrp... shllp... que delícia... que pau gostoso... quero ele inteiro na minha boca...
Continuei chupando, cada vez mais entregue. A saliva escorria, a baba formava fios grossos que caíam nos meus peitos, escorriam pela minha barriga. Eu não ligava. Eu queria mais.
— Slrrp... aaaah...
Tirei de novo. Empinei minha bunda pra trás, mostrando pra ele, mostrando pra câmera, mostrando pra Marcelo. Passei a mão na minha própria bunda, separei as nádegas, mostrei o cuzinho.
— Olha essa bunda, Rick. — Minha voz era um sussurro rouco. — Ela é sua se você quiser. Ela é macia, grande, perfeita pra bater. Quer bater nela? Quer marcar ela?
— Depois. — Ele riu. — Primeiro termina esse boquete.
— Me perdoa, amor — falei, ofegante, os olhos marejados de tesão. — Me perdoa, Marcelo. Mas eu tô com tanto tesão. Nunca senti isso. Esse pau... ele me chama. Ele me quer. E eu quero ele. Eu sou viciada em pau grande e ele é o maior que eu já vi.
Voltei a chupar.
Depois de um longo tempo, parei. Olhei para ele, ofegante, a boca inchada, o queixo molhado.
— Quero sentar. — Minha voz era um sussurro rouco. — Quero sentir isso dentro de mim. Quero sentir ele me preenchendo. Quero saber como é ser comida de verdade por um pau desse tamanho.
— Então senta, putinha. — Ele me puxou para cima. — Senta e mostra se você é tão gostosa quanto parece.
Subi nele. Sentei no colo dele, alinhei o pau na minha entrada. A cabeça roçou no meu clitóris, e eu tremi, gritei.
— Ai — murmurei. — Ai, meu deus. Olha o tamanho disso. Olha essa grossura. Será que vai caber? Será que minha buceta aguenta?
— Vai. Pode descer. Sua buceta foi feita pra isso. Feita pra ser preenchida. Eu sabia que você aguentaria. Por isso vim atrás de você.
Desci.
A cabeça entrou. Gemi alto, um gemido que ecoou no estúdio.
Doía. Doía muito.
— Calma. Respira. — Rick segurou minha cintura. — Aguenta. Aguenta que vai passar.
Respirei. Desci mais um pouco.
— Ai... tá doendo. É muito grande. Muito grosso. Não vai caber.
— Continua. Vai. Quero sentir você gemer. Quero ouvir você pedir.
Desci mais.
— Isso... ai... quase...
Até sentir ele inteiro.
Fiquei ali, parada, sentindo cada pulsação, cada centímetro me preenchendo, me rasgando, me dominando.
— Caralho — murmurei, as lágrimas escorrendo, misturadas com o suor. — Amor, olha isso. Olha. Cabeu. Cabeu. Aaahh.Tô sentada no pau dele. AAaahh.Tô cheia. Tô preenchida. Meu deus, que sensação.AAHHIN.
Comecei a rebolar. Devagar.
— Isso... assim... AAAHH CARALHOOO.
Gozei na hora. Gritei. Um grito agudo, desesperado, libertador.
— Gozei — eu disse, incrédula, os olhos arregalados. — Amor, eu gozei. Só de sentir ele dentro de mim. Nunca aconteceu isso. Esse pau é mágico.
— Isso. Goza. — Rick bateu na minha bunda. — Goza na minha pica, putinha. Mostra que você é minha agora.
Gozei de novo.
— Tô rebolando igual doida. — Eu ria e chorava ao mesmo tempo. — Olha, amor. Olha como eu rebolo. Nunca rebolo assim. Ele me fez virar outra mulher. Esse pau me transformou.
— PAAHH! — a mão dele bateu na minha bunda com força, deixando marca.
Gritei.
— PAAHH! PAAHH!
— Isso... aiinn... bate mais... me machuca... me faz sentir...
— Gosta de apanhar, putinha?
— Gosto. Gosto muito. Gosto de ser sua puta.
— PAAHH!
— Isso... assim...
Enquanto ele batia, eu apertava meus próprios peitos, puxava meus bicos, me exibia. Queria que ele visse tudo. Queria que ele soubesse que eu era dele.
— Vai gozar de novo?
— Vou. Vou gozar de novo. Toda hora. Toda vez que você bater.
Gozei.
Continuei rebolando. Cada tapa me fazia gozar. Meu corpo era um instrumento nas mãos dele.
— PAAHH!
— PAAHH!
— PAAHH!
Olhei para Marcelo. Os olhos dele estavam marejados, as mãos tremendo, o pau ainda duro, esquecido, pequeno perto do que eu tinha dentro de mim. Ele tinha que entender, tinha que experimentar.
— Vem cá, amor — eu chamei, rebolando, a voz doce, sedutora. — Vem cá, Marcelo. Fica aqui comigo. Chupa ele. Chupa o pau dele enquanto eu sento. Quero você aqui também. Quero nós dois nele.
— Vem lamber minhas bolas enquanto ela senta. — disse Rick em tom de deboche.
Ele balançou a cabeça, os olhos fechados.
— Não.
— Por que não, amor? — Continuei rebolando, cada vez mais rápido. — Vem. Quero você aqui também. Quero sentir sua boca nele enquanto ele me come. Quero você participando. Quero você lambendo ele enquanto eu sento. Olha o tamanho disso, amor. Você nunca vai ter um pau assim. Vem sentir.
— Não vou chupar pau de ninguém. — A voz dele falhou.
— Olha só — Rick riu, as mãos na minha cintura me guiando, me fazendo rebolar mais rápido. — Tua mulher tá aqui, sentando no meu pau, gozando igual uma cadela no cio, pedindo pra você chupar minha pica, e você não faz nada. Que homem é você, hein? Que corno manso. Até onde eu sei, um homem de verdade satisfaz a mulher dele. E ela tá claramente insatisfeita com você. Olha como ela rebola. Olha como ela goza. Ela nunca gozou assim com você, gozou? Porque o meu pau é maior. Muito maior. E ela é viciada em pau grande.
— Amor, por favor — pedi, estendendo a mão para ele. — Fica aqui comigo. Não quero que você vá. Quero você aqui. Quero nós três.
— Não. Eu vou embora. Você não vem?
Ele se levantou. Foi até a porta.
— Amor — gritei. — Não vai. Me perdoa. Me perdoa, por favor. Eu não consigo parar. Esse pau... ele me hipnotizou. Ele me dominou. Eu não consigo. Eu sou viciada, amor. E o dele é maior. Maior que o teu.
Ele parou. Não olhou para trás.
— Você escolheu ele.
Olhei para Rick. Para o pau dele dentro de mim. Senti ele pulsando, me preenchendo como nunca fui preenchida.
— Eu... eu não consigo. Me desculpa. Me desculpa, amor.
— Eu sei.
Ele abriu a porta. Saiu. Bateu.
O som ecoou no estúdio vazio.
Fiquei ali, sentada no pau de Rick, olhando para a porta fechada.
As lágrimas escorreram.
— Me desculpa — murmurei.
Rick me puxou para perto. Me deitou na cama.
— Ele foi embora.
— Eu sei.
— Você vai atrás?
Olhei para a porta. Pensei em Marcelo. No rosto dele. Na tristeza. Nos meses que passamos juntos. Nas promessas. Nos planos. No pau dele, que eu sempre achei grande, mas que agora parecia pequeno.
Depois senti o pau de Rick dentro de mim, se movendo, me provocando.
— Não... Não consigo... Não quero...
— Por quê?
— Porque eu não consigo largar isso. — Passei a mão no peito dele, no abdômen, no pau. — Esse pau. Você. Esse tesão. Eu nunca senti isso. Nunca fui tão puta na vida. E eu sou viciada, Rick. Viciada em pau grande. E o seu... o seu é o paraíso.
Ele sorriu, um sorriso de conquistador.
— Então agora você é minha. E vai aprender o que é ser dominada de verdade.
— Sou.
— Minha putinha. Minha propriedade. Você não pertence mais a ninguém. Só a mim. Entendeu?
— Entendi.
— Repete.
— Sou sua putinha. Sua propriedade. Não pertenço a mais ninguém.
— E essa bunda?
— Sua também. Toda sua. Pode bater, pode morder, pode fazer o que quiser.
Ele me virou de lado, passou a mão na minha bunda, apertou.
— É macia mesmo. Perfeita. E você vai aprender a me obedecer em tudo. Vai rebolar quando eu mandar. Vai gemer quando eu mandar. Vai gozar quando eu mandar. Sou eu quem decide, entendeu?
— Entendi, senhor.
— Boa putinha.
Ele me beijou. Um beijo longo, profundo, possessivo.
— Vamos passar a noite inteira juntos. E você não vai pedir pra parar. Não vai reclamar. Só vai agradecer por ter um homem de verdade te comendo.
— Quero. Quero a noite inteira. Quero o dia inteiro. Quero todos os dias.
— Então vamos. E lembra: você é minha agora. Seu corpo, seus gemidos, seus gozos... tudo meu.
E passamos.
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A noite foi longa. Muito longa.
Ele me virou de lado. Entrou por trás.
— Isso... assim... mais fundo...
— Gosta de ser comida assim, putinha? Gosta de sentir esse pau te rasgando?
— Amo. Amo como você me come. Amo como você é bruto. Amo como você me faz de objeto.
Ele metia com força, sem piedade. Eu gemia.
— Vai gozar?
— Vou. Vou gozar de novo. Vou gozar toda hora. Vou gozar até desmaiar.
— Goza então. Goza porque eu mandei.
Gozei.
Ele me virou de bruços. Entrou de novo.
— PAAHH! PAAHH!
— Bate mais. Me marca. Faz todo mundo saber que eu sou sua puta.
— Você é minha puta. Minha vadia. Meu buraco.
Gozei.
Depois, ele me sentou no colo dele. De frente.
— Rebola. Rebola nesse pau como a vagabunda que você é. E olha nos meus olhos enquanto rebola. Quero ver você entender quem manda.
Rebolei. Olhando nos olhos dele. Enquanto rebolei, apertei meus peitos, mostrei pra ele, esfreguei na cara dele.
— Olha esses peitos, Rick. Eles são seus. Tudo é seu.
— Você é minha agora. Minha escrava. Minha possessão.
— Sua. Toda sua. Seu objeto. Seu brinquedo.
Gozei.
Ele me deitou de costas. Levantou minhas pernas. Entrou.
— Isso... assim... olha como você me olha. Olha como você pede. Pede como a puta que você é.
— Por favor, senhor. Me come. Me faz gozar. Sou sua escrava.
Gozei.
Depois, ele me colocou de quatro no sofá. Entrou por trás.
— PAAHH! PAAHH! PAAHH!
— Goza, puta. Goza pra mim. Goza porque eu mandei.
Gozei.
No chão, ele me deitou. Entrou de novo.
Gozei.
Na parede, ele me levantou. Entrou.
Gozei.
— Mais — eu pedia. — Mais. Não para. Não para nunca.
— Você não cansa, vagabunda?
— Não. Quero mais. Não quero que acabe nunca. Quero você dentro de mim pra sempre. Quero ser sua pra sempre.
Ele ria. E me comia de novo.
— PAAHH!
— PAAHH!
— PAAHH!
Cada tapa um gozo. Cada gozo um tapa.
No meio da noite, ele me puxou para perto.
— Quero que você me chupa de novo.
Ajoelhei. Chupei. Enquanto chupava, empinava a bunda pra ele, mostrava.
— Slrrp... shllp...
— Isso. Chupa. Chupa como a puta que você é. Chupa o pau do seu dono.
Chupei até ele gozar.
Engoli tudo. Cada gota. Lambi os lábios.
— Agradece.
— Obrigada, senhor. Obrigada pelo seu leite. Obrigada por me usar.
Depois, ele me deitou de novo. Entrou.
— Mais uma — ele disse.
— Quantas quiser. Sou sua. Faça o que quiser comigo.
Gozei.
Ele gozou junto.
Ficamos ali, abraçados, exaustos, suados, satisfeitos.
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O sol começou a raiar.
— Foi bom? — ele perguntou, a mão passando no meu cabelo.
— Perfeito. Nunca gozei tanto na vida. — Virei para ele, olhei nos olhos dele. — Você me destruiu. Me refez. Me mostrou o que é ser puta de verdade.
— Melhor que com ele?
Olhei para ele. Pensei em Marcelo. Na tristeza nos olhos dele. Na porta que se fechou. No som da batida. No pau dele, que agora me parecia tão pequeno.
— Muito melhor. Mil vezes melhor. Ele nunca me fez sentir assim. Ele nunca me dominou assim. Ele nunca me fez de objeto. E o pau dele... eu sempre achei grande, mas depois do seu... depois do seu eu sei que ele é pequeno. Você tem o pau que eu sempre sonhei, Rick. O pau que toda viciada em pau grande procura a vida inteira.
— Sabia que você aguentaria. Por isso vim atrás de você. Você é especial, Lena. Poucas mulheres conseguem me satisfazer. Você consegue.
— Verdade? — disse me sentindo orgulhosa.
— Sim Lena, você nasceu pra ser puta, a mais puta.
Dei um sorriso de orelha a orelha e o beijei apaixonadamente.
— Fica aqui. Não vai embora. Fica comigo.
Olhei para ele. Para a cama. Para o estúdio. Para o pau dele, ainda impressionante mesmo depois de uma noite inteira.
— Agora?
— Fica o dia. A noite. O tempo que quiser. Fica e me deixa te comer até você esquecer que existiu outro homem. Você é minha agora. Minha putinha. Minha propriedade.
— E amanhã?
— Amanhã a gente vê. Amanhã a gente começa de novo. E depois de amanhã também. Enquanto eu quiser, você fica.
Pensei. Pensei em Marcelo. Em Pedro. Na minha vida lá fora. No meu apartamento. Nas minhas coisas.
Depois senti o corpo dolorido, satisfeito. Senti o cansaço bom de quem foi bem comida. Senti o cheiro dele na minha pele. Lembrei daquele pau dentro de mim.
— Fico.
Ele sorriu.
— Boa menina.
Deitei no peito dele.
— Rick.
— Hm?
— Obrigada.
— Por quê?
— Por me fazer sentir isso. Por me mostrar quem eu realmente sou. Por não ter medo de me tratar como a puta que eu sempre fui por dentro. Por me dominar. E por ter o pau mais perfeito que eu já vi na vida.
Ele passou a mão no meu cabelo.
— Você é tudo isso sozinha. Eu só mostrei o caminho. E agora você é minha.
Ficamos em silêncio.
— Vou dormir aqui — eu disse.
— Pode dormir.
— E amanhã?
— Amanhã a gente começa de novo. E eu vou te comer até você esquecer seu próprio nome. Vou te dominar até você não lembrar mais como era viver sem mim.
Sorri.
Fechei os olhos.
E dormi nos braços dele.
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Acordei horas depois. O sol já estava alto.
Rick ainda dormia. O corpo enorme ao meu lado.
Fiquei olhando para ele. Para o peito subindo e descendo. Para o pau mole entre as pernas, ainda impressionante mesmo dormindo. Para as marcas que ele deixou no meu corpo.
Pensei em Marcelo. Lembrei da saída dele. Da tristeza. Da porta fechada. Do "amor" que eu chamei tantas vezes.
Pensei em mim. No que eu tinha feito. No que eu tinha escolhido.
E não me arrependi. Porque eu sou viciada em pau grande. E finalmente tinha encontrado o maior de todos.
Rick abriu os olhos.
— Bom dia, putinha.
— Bom dia, senhor.
— Dormiu bem?
— Perfeito. Sonhei com você. Sonhei com esse pau.
Ele passou a mão no meu corpo, nos meus peitos, na minha bunda.
— Quer mais?
— Quero. Sempre quero. Quero até não aguentar mais.
Ele sorriu, aquele sorriso de predador.
— Então vem. Vem provar que você é minha de verdade. Mostra essa bunda. Mostra esses peitos. Mostra que você é a puta que eu sei que você é.
E a manhã começou.