Paixão Proibida no Hotel

Um conto erótico de AndresaMR
Categoria: Heterossexual
Contém 1012 palavras
Data: 28/02/2026 01:51:52

No setor, Marcelo e Tatiane eram o casal de certinhos perfeitos: ele, economista sério e dedicado; ela, baixinha quieta, um pouco acima do peso mas com corpo muito bonito e proporcional – seios pequenos e firmes esticando blusa social sem alarde, bunda grande e redonda discretamente modelada na calça justa, nádegas carnudas roçando tecido a cada passo –, sempre pontual, cabeça baixa nos relatórios intermináveis. Ninguém cogitava uma putaria entre eles – pareciam feitos de papelada amarelada, café fraco e horas extras solitárias.

Mas Tatiane guardava um incêndio vulcânico sob a fachada. Após expediente, num dia chuvoso com trovões abafados lá fora, ela o chamou na sala de arquivos vazia e poeirenta, trancando a porta com chave reserva que "achara" no fundo da gaveta.

— Marcelo... Fica mais um pouco? Preciso de ajuda com esses arquivos velhos — murmurou ela, voz baixa e inocente como sempre, mas olhos castanhos queimando com desejo cru, pupilas dilatadas na luz fraca das lâmpadas fluorescentes.

Ele assentiu, coração acelerando ao ver o rubor subir pelo pescoço dela.

Ela se aproximou devagar, passos curtos na baixinha estrutura, mãos tremendo levemente ao tocar o peito largo dele por cima da camisa social, sentindo batidas fortes sob o tecido.

— Eu... não aguento mais fingir. Todo mundo acha a gente certinho, mas eu quero teu pau. Me fode aqui, quieto. Ninguém nunca vai saber.

O ar denso cheirava a papel velho e umidade, pau dele inchando dolorido na calça, veias pulsando contra zíper. Mas prudência de certinho falou alto – câmeras no corredor, portas finas, risco mortal.

— Caralho, Tati, teu cheiro tá me deixando louco... mas aqui não dá. Muito arriscado. Sai na frente com teu carro, eu te sigo uns 5 minutos depois. Tua casa, agora. Lá a gente explode sem medo — sussurrou rouco, roçando lábios no pescoço suado dela, inalando perfume misturado suor dia longo, língua rápida lambendo pele salgada.

Tatiane ofegou baixo, buceta latejando encharcando calcinha fio, piercing clit roçando tecido úmido.

— Ok... Apê 203, bloco B. Me espera 5 minutos exatos. Carros separados, ninguém vê — respondeu sussurro urgente, apertando pau dele por cima calça sentindo grossura 17cm pulsar.

Saíram intervalados precisos: ela primeiro, passos quietos elevador; ele minutos depois, gravata afrouxada fingindo normal. Chuva torrencial disfarçava, carros comuns estacionamento público – álibi perfeito. Na casa dela, porta duplo-trancada, cortinas blackout fechadas, ar-condicionado zumbindo baixo – fortaleza segura.

A certinha quieta virou fera. Blusa rasgada botões voando, sutiã simples caindo: seios pequenos empinados, mamilos pretos grossos eriçados 1cm, aréolas escuras enrugadas tesão. Calça/calcinha arriadas coxas grossas pálidas, buceta raspadinha exposta – lábios carnudos vermelhos inchados, mel grosso escorrendo fios longos interior coxa, piercing dourado clit protuberante inchado reluzindo umidade, cheiro almiscarado forte invadindo quarto. Bunda enorme carnuda virada, nádegas redondas tremendo separadas manualmente, cu depilado rosado piscando contração involuntária.

Marcelo nu total, pau 17cm ereto vertical veias salientes pulsantes, cabeça roxa inchada babando líquido viscoso pré-gozo fio longo ponta, bolas pesadas cheias tensionadas saco enrugado.

— Joelho agora, mama como puta que esconde — ordenou grave, voz ecoando quarto simples mobiliado.

Tatiane ajoelhou tapete áspero joelhos carnudos, mãos pequenas circundando base pau grosso apertando veias, boca quente úmida engolindo glande primeiro – língua plana pressionando uretra lambendo salgado pré-gozo, depois tronco inteiro garganta profunda dilatada anos masturbação secreta, nariz bolas peludas inalando musk masculino, baba abundante escorrendo queixo pingando chão ritmado sub-descida. Sucção vácuo garganta contraída massageando veias, mão torcendo base sincronizada, outra massageando bolas pesadas rolando dedos.

— Delícia de pau... me come sofá, porra — implorou rouca emergindo baba fio ligando lábios glande, olhos suplicantes.

Sofá couro gasto rangeu peso: Tatiane de quatro joelhos afundando almofadas, bunda grande empinada nível pau, nádegas carnudas abertas mãos próprias revelando racha úmido – buceta lábios separados mel viscoso bolhas a cada respiração, cu rosado contraindo cheiro terroso misturado. Marcelo cuspiu generoso palma esfregou glande lubrificando, posicionou entrada buceta roçando clit piercing tilintando metálico baixo, meteu supetão 17cm inteiro – paredes internas quentes sedosas esticadas limite sugando invasor, som sucção molhada chap chap lento inicial, bolas pesadas esbarrando piercing clit vibrando impacto.

— Tua buceta ferve e aperta como luva molhada... rebola essa bunda carnuda devagar — grunhiu arquejante, quadris iniciais lentos profundos sentindo texturas internas dobras G-spot curvando pau, mãos palmas abertas nádegas espalmando carne ondulando ondas ricochete, dedos ocasionalmente roçando cu contraindo.

Tatiane mordia almofada lábios dentes marcas profundas abafando gemidos guturais animais, bunda rebolando círculos lentos engolindo pau raiz bolas, sucos femíneos abundantes escorrendo riacho interior coxa grossa pingando poça sofá, cheiro sexo forte ar-condicionado recirculando.

— Cu... enfia cu agora, arromba virgem quieto — sussurrou suplicante virando cabeça fios suor grudados testa, olhos vidrados tesão puro.

Marcelo retirou pau buceta brilhante mel casulos longos esticando, cuspiu glande copioso misturando saliva mel, dedo médio direito circulou cu rosado enrugado pressionando abrindo anel virgem relutante centímetro abrindo plissado interno cor-de-rosa úmido, segundo dedo juntou dilatando mais. Glande pressionou entrada, pop inicial glande sugado anel esticando branco limite, centímetro por centímetro invadindo tubo apertado quentíssimo pulsando contração espasmódica pau inteiro talo bolas contra buceta melada.

Estocadas iniciais milimétricas lentas acostumando ânus virgem, acelerando ritmado profundo pau saindo brilhante sucos internos reluzindo luz abajur, mão esquerda clit dela esfregando piercing tilintante círculos rápidos polegar indicador, outra mão seio pequeno apertando mamilo roxo torcido puxado.

— Toma caralho cu todo, vadia certinha... goza apertando ânus pau — ordenou dentes cerrados suor gotas costas pingando nádegas ela.

Tatiane corpo inteiro convulsionou ondas orgasmos múltiplos – cu contraindo viseira pau esmagando veias, buceta vazia palpitando jorrinhos mel sofá, unhas cravando couro rasgando fio fino, respiração hiperventilada abafada almofada cheiro suor dela impregnado.

Marcelo rugiu gutural baixo, bolas tensionadas retraindo saco, jatos grossos porra leitosa escaldante 6-7 pulsos inundando intestino profundo transbordando anel esticado rebentando viscoso branco nádegas carnudas escorrendo riacho bunda separada coxas internas misturando mel femíneo poça chão irregular.

Exaustos colapsados sofá grudando pele couro úmido, limparam meticuloso lenços umedecidos desinfetante doméstico borrifado máscaras cheiro, roupas ajustadas perfeitas. Tatiane pós-gozo tímida inocente voltou.

— A sete chaves eterno. Quinta apê mesmo horário? Carros intervalados — combinou sussurro porta abrindo noite chuvosa.

Dezenas encontros idênticos: casas discretas motéis anônimos, pós-trabalho rotas alternadas, álibis "reunião extra" emails falsos. Prudentes paranoicos, segredo nuclear impenetrável – ninguém sonhava certinhos animais.

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