AS aventuras de isa parte 3 (Arrombada por 5Cães de Rua no Quintal sujo)

Um conto erótico de cadelinha loira burra
Categoria: Zoofilia
Contém 1124 palavras
Data: 03/02/2026 12:29:23
Assuntos: Zoofilia

Oi, gente, sou eu de novo, a Isa, a loira burra que vive pra ser arrombada e coberta de porra sem pensar duas vezes. Tô aqui na cozinha, tomando meu café preto forte como sempre, o vapor subindo e queimando a ponta do nariz enquanto eu dou goles lentos, sentindo o amargo descer e me acordar pro dia. Mas hoje eu tô com a mente cheia de putaria, porque ontem foi uma loucura total, um hardcore extremo que me deixou destruída e viciada ainda mais. Vou contar tudinho em detalhes, sem poupar nada, sobre como eu me tornei a cadelinha perfeita pros cães de rua – zoofilia pura, com muita porra jorrando, urina me encharcando e eu gemendo como uma burra no cio.

Ontem, terminei os atendimentos cedo, tipo lá pelas três da tarde. As clientes foram embora com as bucetas lisinhas, depiladas por mim com todo o capricho, e eu fechei o estúdio sentindo aquele tesão acumulado de ver tanta carne nua o dia todo. Meu corpo já latejava, a buceta piscando só de pensar no que viria à noite. Decidi me arrumar pra me sentir uma puta de luxo, daquelas que merecem ser fodida por animais selvagens. Comecei no banheiro, tomando um banho quente pra relaxar. Esfreguei o sabonete perfumado pelo corpo todo, demorando nos seios, apertando os mamilos até eles endurecerem, depois desci pra buceta lisinha, enfiando dois dedos pra me provocar, sentindo os sucos já escorrendo. Saí do banho pingando, me sequei devagar e comecei a produção de verdade.

Primeiro, o cabelo: prendi num coque alto e bagunçado, daqueles que deixam uns fios soltos caindo no rosto, loiro burra total, pra dar um ar de vadia desleixada mas sexy. Maquiagem pesada: base pra cobrir qualquer marquinha, olhos esfumados com sombra preta e glitter, delineador grosso pra destacar os castanhos, e batom vermelho sangue nos lábios carnudos, daqueles que mancham tudo na hora da putaria. Coloquei brincos grandes de argola prateada, balançando nas orelhas, e um choker de strass apertado no pescoço, como uma coleira de luxo pra cadelinha que eu sou. Agora a roupa: peguei meu vestido mini de vinil preto, daqueles bem justos e brilhantes, com tachas prateadas no decote tomara-que-caia que mal segura os peitos. Enfiei devagar, sentindo o material grudar na pele úmida, apertando a cintura e subindo só até o meio das coxas, deixando a bunda quase de fora. Sem calcinha, claro – pra facilitar o acesso. Nos pés, as plataformas altíssimas transparentes, com salto de acrílico e tiras cheias de cristais brilhantes, daqueles que me deixam parecendo uma stripper pronta pra dançar no poste. Caminhei pelo quarto testando, o clique-claque ecoando, sentindo as pernas tremerem de tesão antecipado.

Enquanto me arrumava no espelho, admirando como o vinil brilhava sob a luz, comecei a ouvir os latidos lá do quintal. Primeiro fracos, depois mais altos, urgentes – aqueles cães de rua que eu atraio com a ração no buraco do muro. Meu coração acelerou, a buceta molhou na hora, pingando pelos lábios internos. "Já tão me chamando, seus safados...", murmurei, rindo como a loira burra que sou. Terminei de me arrumar, peguei o celular e tirei um monte de fotos e vídeos: posando de lado, com a mão na cintura, sorrindo safada pra câmera, depois gravei um vídeo curto me rebolando, o vestido subindo e mostrando a buceta inchada, pronta pro abate. "Pra registrar a cadelinha antes de ser destruída", pensei, enviando pra um álbum secreto no celular.

Não aguentei mais. Saí pro quintal dos fundos, o salto afundando na grama úmida, o ar da noite começando a esfriar mas meu corpo queimando. Os latidos tavam loucos agora, ecoando pelos terrenos baldios vizinhos. Cheguei na porta do quintal, que dá pro muro furado, e abri devagar. Lá tavam eles: cinco machos vira-latas grandes e sujos, daqueles de rua mesmo – um preto musculoso, dois marrons com pelo desgrenhado, um amarelo magro mas forte, e um cinza com olhos famintos. E duas cadelas misturadas no meio, no cio, latindo e se esfregando nos machos. O cheiro de animal invadiu tudo, forte, excitante. "Vem, seus putos... a loira burra tá pronta pra ser a cadela de vocês", falei alto, abrindo as pernas e puxando o vestido pra cima, expondo a buceta lisinha e o cu piscando.

Eles avançaram como feras. O preto grande veio primeiro, farejando minhas coxas, língua áspera lambendo da canela até a virilha. "Ahhh, sim, lambe essa puta!", gemi, me abaixando pra ele alcançar melhor. Sua língua invadiu a buceta, chupando voraz, raspando no clitóris inchado até eu gozar esguichando na cara dele. Os outros cercaram, latindo, paus vermelhos saindo das bainhas, pingando pré-gozo. Uma das cadelas se juntou, lambendo meu cu enquanto o macho montava em mim de uma vez. De quatro no chão sujo, salto ainda nos pés, senti o pau pontudo cutucar a buceta, errar pro cu, depois acertar e meter fundo. "Porraaa, me arromba!", urrei, sentindo ele bombar selvagem, o nó inchando rápido, pressionando as paredes. Ele gozou jorrando porra quente, enchendo até transbordar, escorrendo pelas coxas.

Não parou aí. O marrom veio em seguida, montando enquanto o nó ainda travava o primeiro – dupla penetração animal, o pau novo forçando entrada na buceta esticada. "Me rasga, caralho! Enche essa cadela burra de porra!", implorei, gozando de novo, o corpo tremendo. Porra misturada vazava, pingando no chão. Os machos se revezavam, um no cu agora, esticando o ânus apertado com nó grosso, doendo mas delicioso. As cadelas lambiam tudo, línguas quentes limpando a porra que escorria, uma delas se posicionando pra eu chupar sua buceta canina, suja e no cio, enquanto um macho me fodia por trás. Urina veio junto: um dos machos mijou em mim enquanto montava, o jato quente acertando minhas costas, escorrendo pro cu e misturando com a porra. "Mija em mim, seu filho da puta! Me marca como cadela!", gritei, bebendo um pouco que pingou nos lábios, salgado e sujo, me levando ao êxtase.

Foram horas assim: cinco machos me fodendo em rodízio, nó travando buceta e cu ao mesmo tempo, porra jorrando litros, enchendo até eu inchar, vazando em poças no quintal. Urina por todo lado – eles mijando em mim, eu mijando de tanto gozar, misturando tudo numa poça fedorenta e escorregadia. As cadelas participavam, lambendo, se esfregando, uma delas deixando um macho foder ela enquanto eu chupava o pau dele saindo. Gozei até desmaiar quase, coberta de porra branca grossa, urina amarela grudenta, o vestido vinil destruído, salto sujo de lama e sêmen. Acordei com eles latindo satisfeitos, saindo pelo buraco do muro.

Foi isso, gente, o hardcore máximo, zoofilia extrema que me faz ser a loira burra mais feliz do mundo. Meu café tá acabando, mas o tesão não. Querem a parte 4? Rsrs, contem comigo pra mais putaria.

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Comentários

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Que delicia de depósito de porra você é

Queria ver você sendo usada pelos cachorros

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obrigada que esta gostando dos meus contos. eu sou a loira burra e deposito de porra dos cachorros de rua

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