No último conto começamos a ver a história de Cris, um adolescente que gosta do universo feminino e tem um grande talento com maquiagens e outras facetas do universo feminino.
Cris desde bem jovem ganhava algum dinheirinho vendendo cosméticos e maquiagens do salão de sua mãe. Mas não se continha e sobre o pretexto de conhecer os produtos que vendia, sempre experimentava alguns dos itens que vendia. As pessoas sabiam, ele lidava bem com isso e não se importava com alguma zombaria. Mas as pessoas não sabiam era que ele curtia se montar como menina também. E agora aos 16 anos sua mãe sabia de suas montagens e também sua amiga Mara.
Cris continuava bem namorador, as vezes pensava em ficar um tempo sem ficar com ninguém, mas não resistia, sempre tinha uma menininha no seu encalço. O profundo conhecimento que possuía do vasto universo feminino davam uma grande vantagem sobre os outros garotos de sua idade. Mara por sua vez sentia-se um pouco enciumada mas levava de boa a popularidade do amigo que secretamente as vezes era amiga.
Paralelo à isso as vezes iam juntas para casa e faziam produções uma na outra. Cris experimentava novos produtos e novas makes em sua amiga, que auxiliava Cris nas suas montagens. A cada montagem completa sua performance melhorava incrivelmente. Sua forma de andar, comportamento até mesmo no falar estava uma menina incrível. Às vezes fazia algumas montagens em casa, sua mãe ficava encantada com a versatilidade de seu filho.
Cris investia no ramo de cosméticos, representava várias marcas e vendia bem seus produtos, tanto entre suas colegas do ensino médio como no salão de sua mãe, onde já possuía um estande para expor e vender seus produtos. Frequentemente fazia cursos de maquiagem, cabelo, cuidados com a pele, etc. As pessoas dos treinamentos achavam engraçado, pois sempre as turmas cheias de mulheres e muitas vezes só Cris de homem.
A cada treinamento, a cada nova técnica a vontade de estar de menina era maior. Achava um desperdício fazer uma montagem completa, caprichava fazia seu melhor e ficava linda, mas logo precisava se desfazer. Isso era frustrante! A única exceção era as poucas vezes que se montava em casa, e ficava de menina o final de semana todo. Mara tentava convencer Cris a sair mas ela nunca aceitava.
Um dia havia uma festa na escola, era uma festa de haloween, Cris ajudou Mara a se fantasiar e experimentou uma fantasia que ela tinha, quando se montou, fez uma maquiagem rápida, soltou o cabelo e quando se olhou no espelho ficou chocada! Estava irreconhecível, Mara insistiu eu ela fosse assim, mas ela teve medo e foi como menino mesmo.
Mas Mara não desistiu, e continuou insistindo para Cris sair como menina, até que ela acabou topando se arriscar no carnaval.
Viajaram para outra cidade onde aproveitariam o carnaval como duas amigas! Antes mesmo de saírem, Cris já se preparou bem, uma boa depilação, separou os itens de maquiagem, roupas, produtos para o cabelo e foram viajar. Chegaram e já foram para o hotel se produzirem, muita maquiagem, muita roupa e no início da noite já estavam lindas, ninguém que via Cris diria que era um homem. Cris nessa época tinha 17 anos, 1,73 de altura, corpo magro mas com coxas eu pareciam de moça mesmo, e um cabelo que chegava ao meio das costas. Cris estava linda, e por onde passava chamava atenção. No começo estava meio tímida, afinal era sua primeira aparição em público como menina. Mas no decorrer da noite foi se soltando, percebeu que todos achavam que era realmente uma menina e agiu como uma. Só ficava brava com as cantadas dos homens, pela primeira vez viu como os homens são inconvenientes em suas insistentes cantadas. Mas aquele foi um passo importante na vida de Cris, pois a partir daquele momento perdeu o medo de mostrar seu lado feminino, e começou a sair como menina, o que lhe renderia diversas aventuras com sua amiga Mara.
Estavam no terceiro ano do ensino médio, Muitos pensavam que Cris e Mara estavam namorando, mas Cris sempre ficava com outras meninas, que nem sonhavam que seu “ficante” também era menina as vezes. Tinha vez que saía com Mara e encontrava outros colegas de classe que nem imaginavam que era Cris que estava diante deles.
Veio a conclusão do ensino médio, nesta época Cris já estava com um visual levemente andrógino e curtia cada vez mais as montagens que fazia. Durante todo o ensino médio Cris curtiu bastante suas experiências femininas e seu negócio de representação de produtos de beleza crescia. Por fim, Cris decidiu que realizaria o desejo de seu pai e cursaria engenharia na faculdade, mesmo percebendo que não era sua praia.
Terminou o ensino médio e Cris não perdeu tempo, viajou e fez um curso de maquiagem que lhe rendeu conhecimento sobre novos produtos e aumentou seu portfólio de produtos. Começou a ter muitas vendas que precisou de ajuda, e teve de contratar uma ajudante, Sara, que começou a lhe ajudar a oferecer os cosméticos que já representava, e outras linhas que começou a representar também. Com isso Cris parou de vender a consumidoras finais e começou a vender em salões, lojas, etc. Vendia muito e começou a ganhar um bom dinheiro.
Enquanto isso na faculdade, algumas pessoas achavam que ele era gay, mas ele não ligava e estava sempre rodeado de mulheres, quase todas clientes e algumas namoradas e ex. Lá era mais difícil manter discrição quanto a seu crossdressing mas ele levava como podia.
Durante os anos da faculdade Cris cursava Engenharia mas sem deixar de dar atenção ao seu promissor negócio no ramo cosmético. As donas de salão por toda cidade já o conhecia e compravam seus produtos. Equilibrava os estudos com uma exaustiva rotina de trabalho e sempre aproveitando ao máximo para viver seu lado feminino. Quando o cansaço batia forte, se afastava um pouco e dava um passeio como menina, para espairecer. Seu trabalho ia de vento em polpa, e Cris cada vez mais se adentrava no mundo feminino.
Uma ocasião estava visitando uma cliente em um grande salão, apresentou alguns produtos novos e ela disse que precisava ver aquele produto aplicado em alguém, como de costume Cris ofereceu para fazer a maquiagem na própria cliente, que negou. Ela disse que queria aplicar em alguém, para que ela como profissional conhecesse o produto. Após um breve silencio Cris diz à cliente que pode testar nele então. Ela se espanta, mas com bom humor aceita o desafio. Cris se sente um pouco desconfortável a principio, pois já tinha alguma amizade com esta cliente, mas nunca havia se maquiado perto dela. Mas conversam bastante durante a maquiagem que fica muito boa em Cris. Durante a maquiagem Cida, a cliente, percebe as alças do sutiã que Cris estava usando naquele dia. Cris se montava com tanta freqüência que as vezes permanecia com peças femininas mesmo após a montagem, como naquele dia, que estava com um sutiã preto.
Quando termina a maquiagem Cida fica impressionada com a qualidade dos produtos e como eles realçaram uma beleza feminina em Cris. Mas enquanto falava sobre os produtos olhando-se no espelho viu que seu sutiã estava aparecendo, e que provavelmente Cida tinha visto. Agora já era tarde. Pensou em alguma desculpa que poderia dar mas nada veio a cabeça, afinal, não tem como explicar um sutiã.
Enquanto conversava com Cida explicou que não era a primeira vez que se maquiava, pois sempre achou importante conhecer bem os produtos que representava. Cida não se importava com o fato dele usar sutiã ou maquiagens, mas gostou de sua desenvoltura em promover seus produtos.
Aquele episódio mostrou a Cris uma estratégia de marketing interessante que ele passou a usar em outras clientes. Agora ao invés de maquiar a cliente ela o maquiava. Isso fez muito sucesso, Suas vendas melhoraram muito. Agora mais que nunca usar os produtos de beleza que vendia fazia parte de sua rotina. Mesmo estando de homem, Cris sempre usava alguns itens de seu portfólio.
Durante a faculdade Cris acabou se afastando um pouco de Mara, afinal ela foi cursar Odonto em outra cidade, com isso a amizade deles deu uma diminuída. Mas no final do ano Cris resolveu visitar sua amiga, que amou a ideia de receber sua visita.
O que Cris não sabia, é que haveriam muitas aventuras nesse passeio. As aventuras começariam antes mesmo da viagem.
No próximo conto veremos algumas destas aventuras!!