Prima Bianca: o delicioso pecado do incesto

Um conto erótico de GHunter990
Categoria: Heterossexual
Contém 3098 palavras
Data: 27/02/2026 17:28:03

Meus cumprimentos a todos que estão lendo esse relato.

Algum tempo atrás, escrevi um relato aqui para o site contando um pouco sobre a minha vida, e sobre o forte desejo sexual que tenho por minha irmã. O relato você pode ler aqui: https://www.casadoscontos.com.br/texto/Nesse relato, contei sobre a nossa vivência, sobre as nossas breves experiências sexuais que tivemos na infância, e também comentei sobre uma prima minha, na qual tive relações sexuais. Como foi pedido, hoje vim contar mais sobre esse episódio da minha vida.

Desde já quero agradecer os comentários do meu último relato, e agradecer pelo acolhimento que tive aqui no site. É muito bom ver que existem pessoas que compartilham do mesmo pensamento, ou sentimento, que eu. Muito obrigado.

Bem, antes de começar, quero dizer que as coisas com a minha irmã continuam na mesma, praticamente. Ela continua cada vez mais linda e incrivelmente mais gostosa a cada dia que passa. O casamento dela continua igual, por um fio. Pelo o que parece, não vai demorar muito pra ela se divorciar. É realmente triste ver todo o tempo investido por ela nessa relação indo pelo ralo. Eu ainda fico de cara de um homem não conseguir valorizar uma mulher como aquela. É absurdo.

Esses dias eu fui na casa dela levar algumas coisas que a minha mãe deu, e ela veio me atender. Ela não estava arrumada, maquiada nem nada, mas ainda assim estava linda.

Vestia uma camiseta de pano mole, um dos seus shorts colados que me deixa louco de tesão, e quando fui abraça-la, percebi que ela não usava sutiã no momento. Quando senti seus peitinhos duros e delicados se pressionando contra o meu peito, tive a vontade de morar pra sempre naquele abraço. Foi incrível.

Ok, vamos ao que interessa hoje. Minha prima.

Essa prima, que vou chama-la de Bianca, é alguns anos mais nova que eu. Uns 3 anos, se não me engano. Hoje deve tá com 20 anos.

Ela é a filha mais nova do meu tio que fez simpatia de amarração amorosa para uma prima dele, que citei no outro relato. Essa minha prima, Bianca, nunca foi um primor de beleza, sinceramente. Mas sabem como é, né? Na pré adolescência, com os hormônios à flor da pele, a mulecada não tá nem aí pra nada.

Lembro que quando eu ia visitar a minha avó paterna, eu e ela sempre brincávamos de "médico", se é que me entendem. Ficávamos escondidos atrás da casa da minha avó, ou montavamos barracas para brincar de casinha, e nesses momentos sempre acontecia algo.

Ela entrou na puberdade muito cedo, em comparação com as outras mulheres da família. Com 13 anos ela já tinha mais corpo do que a maioria das garotas de 16 anos que estudava comigo. Porém, mesmo com todas essas "brincadeiras de médico na adolescência, nunca tinha rolado nada maior entre a gente.

Quando ela tinha uns 14 anos, ela começou a se rebelar. Saía sem avisar ninguém, matava aula, já estava ficando conhecida entre os moleques da escola. Uma vez, pegaram ela com um cara bem mais velho dentro de um carro, na frente do cemitério da cidade.

O pai dela expulsou-a de casa, mas como a mãe dela não morava na mesma cidade, para onde você acha que ela foi? Se você disse "pra casa do cara que tava com ela dentro do carro", você acertou.

Foi um escândalo na família. Todo mundo ficou contra o meu tio. Depois de um tempo, a situação entre ela e a família do cara não deu muito certo, e meu tio acabou perdoando ela, o que possibilitou a volta dela pra casa dele.

É bom citar que nesse tempo, entre os 13 e os 17 anos dela, nós mal tínhamos contato. Dificilmente eu via ela nas festas de família.

Bem, passou-se o tempo, e quando ela tava com uns 15 anos ela conheceu outro rapaz, e logo se amasiou com ele. Eu conhecia ele de vista, pois nós frequentávamos a mesma igreja (sim, de dia eu fantasiava comigo fudendo a minha irmã, e de noite eu ia pra igreja. E sim... eu sou hipócrita).

Ele sempre me pareceu um cara muito tranquilo, na dele. Participava dos cultos e do grupo de jovens. Parecia um cara gente boa.

Então, eles se amasiaram, e logo se mudaram da cidade. Foram pra uma outra cidade onde a família dele morava. Aí que eu perdi total contato com a Bianca.

Passou o tempo, e depois de dois anos, fui voltar a saber algo dela. A mãe dela, minha tia, era bem amiga da minha mãe, e as duas retomaram contato depois de tempos. Papo vai, papo vem, a mãe da Bianca contou que ela estava passando um fase bem ruim lá na outra cidade. Ela tinha tido um filho, e o marido dela, que até então eu pensava ser uma boa pessoa, era na verdade um nóia do cacete.

Vivia à base de bicos, trabalhando por dia, e quase todo o dinheiro ia para comprar drogas, e o pior: estava arrastando a Bianca para o vício junto com ele.

Chegou até o ponto dela precisar pegar dinheiro emprestado com a minha tia para comprar o leite da criança, porque o cara tinha estourado tudo com droga. Eu realmente fiquei com pena dela.

Depois de eu ficar sabendo disso, não demorou e a Bianca se separou do marido. Juntou suas coisas, seu filho, e veio morar com a minha tia, que agora estava vivendo na mesma cidade que eu. Foi aí que eu consegui retomar contato com ela.

Pedi pra minha tia o telefone da Bianca, e ela logo me passou. Mandei mensagem dizendo que eu tinha ficado sabendo do que havia acontecido, e que se ela precisasse de qualquer coisa, poderia contar comigo. Ela respondeu, agradeceu, falou um pouco sobre o que tinha feito nesse tempo longe, e que agora queria esquecer da vida antiga e viver mais pelo filho dela. Depois disso, começamos a puxar papo quase todo dia.

Relembramos da infância, da adolescência, e claro que numa hora ou outra nós chegaríamos até o assunto das "brincadeiras de médico". Ao contrário do que eu pensei que aconteceria, ela deu risada lembrando. Disse que nós éramos muito bobos naquele tempo, e que nem sabíamos o que estávamos fazendo. Nessa hora eu encontrei a deixa pra dar a primeira "pedrada", o famoso jogar verde pra colher maduro kkkkkkk

Falei "Mas agora a gente já tá bem grandinho,né?"

Ela demorou responder. Pensei "Agora fudeu, joguei a chance fora".

Então ela respondeu algo como "Pois é. Agora nós sabemos o que queremos fazer"

Fiquei na dúvida se aquilo era um sinal verde ou não. Pra tirar a dúvida de vez, fui pro tudo ou nada. Mandei outra mensagem:

"O que você acha da gente se encontrar pra relembrar os bons momentos? A não ser que seja problema pra você Kkkkkk"

O "kkkkkk" foi pra quebrar o gelo, e acho que funcionou, porque ela respondeu algo como:

"Acho que não tem problema, né? Nossos avós também eram primos"

Porra, deu bom. Caralho

Meu coração quase parou na hora. Então nós combinamos de nos encontrar em breve. Chamei ela pra vir na minha casa, mas tinha que ser um dia que minha mãe não estaria.

Depois disso, nós conversávamos putaria quase todo dia. Meu coração ia a mil em cada bate papo. Um dia, ela me falou que pra satisfazer ela, o cara tinha que ter uns 18 cm de pau. Aí eu, com meus 15 cm, pensei "fudeu" kkkkkkkk então eu respondi "Será que os meus 15 cm são capaz de te fazer gozar?"

Ela respondeu "Manda uma foto que eu te digo". A partir daí trocamos nudes direto. Ela mandava umas fotos bem provocantes. Já não estava tão gostosa quanto antes, mas ainda tinha um corpinho lindo. Aquilo foi só aumentando meu tesão.

Enfim chegou o dia tão esperado. Era minha folga do trabalho, e minha mãe não estaria em casa na parte da tarde. O dia perfeito pra botar a priminha pra mamar. Mandei mensagem pra ela, e ficamos acertados de eu ir buscar ela perto de sua casa. Ela disse inventaria qualquer desculpa pra minha tia, e deixaria o filho dela com a mãe. E assim fez.

Às 14 horas eu fiquei esperando ela na esquina da sua rua, e pouco depois ela apareceu. Como disse antes, ela estava mais magra do que antes, mas ainda continuava muito gostosinha. Estava usando um vestido não muito colado, mas estava bonita. Ela entrou no carro, nos cumprimentamos, e segui para minha casa. No trajeto conversamos um pouco. Falei que era muito bom "finalmente ver ela ao vivo, e não só por foto", e que eu tava morrendo de vontade por ela.

E ela, na maior naturalidade do mundo, falou "Eu também. Já até vim sem calcinha pra ficar mais fácil" e ergueu o vestido, revelando a sua bucetinha carnuda e recém depilada.

Eu quase perdi o controle do carro na hora. Ela ficou me olhando com aquela carinha de safada, louca por pau, segurando o vestido acima da cintura.

Eu, sem perder tempo, meti a mão no meio de suas pernas, e comecei a acariciar a buceta dela. Nem precisei muito e a putinha começou a gemer, e a xoxotinha dela ficou toda molhada de tesão. Cacete, só de lembrar meu pau já começa a babar.

Chegamos na minha casa, entramos com o carro e fechamos o portão. Não queria que ninguém nos visse, ainda mais os vizinhos fofoqueiros que eu tenho. Entramos em casa, ofereci uma bebida e ela aceitou. Lembro que só tinha vodka na geladeira (e nem é a minha bebida favorita), mas era o que eu precisava pra relaxar, e aposto que ela também.

Nós bebemos alguns copos, e logo depois eu já parti pro ataque. Agarrei ela e fui levando em direção ao sofá da sala.

O álcool da bebida subiu pra cabeça como um foguete, me deixando num tesão incontrolável. Nos beijamos, enquanto eu acariciava a sua bucetinha gulosa e tentava tirar sua roupa. O tesão estava a flor da pele em nós dois. Arranquei o vestido dela fora, e depois comecei a me despir também. Enquanto eu tirava a minha roupa, ela ficou sentada no sofá, com as pernas abertas pra mim, mostrando bem a xota carnuda, e me olhando com cara de safada, com desejo.

Mal terminei de tirar a roupa e já cai de joelhos com a boca na bucetinha. Eu sempre gosto de começar chupando a mulher, pra já deixar ela no clímax antes mesmo de fuder. Adoro quando elas gozam na minha boca antes de eu botar o pau pra dentro.

Chupei ela bem gostoso. Ela segurava minha cabeça, gemendo igual uma puta, e eu me afogava no meio de suas coxas. A buceta dela era perfeita. Lisinha, cheirosa, volumosa, mas também bem fechadinha. Uma delícia.

Fiquei chupando ela por alguns minutos, mas ainda não tinha feito ela gozar. Então ela me mandou levantar, e trocamos de posição.

Me sentei no sofá, e ela veio para o meio de minhas pernas, de joelhos, e caindo de boca no meu pau. Puta que pariu. Que chupada foi aquela. Eu não sei se é por que eu estava morrendo de tesão, ou se é por conta dela ser a minha prima (o que torna as coisas ainda mais excitantes), mas aquela foi uma das melhores mamadas que já ganhei na minha vida. Me segurei muito pra não encher a boca dela de porra quente.

Ela ficou me chupando por alguns minutos, se levantou, e subiu no meu colo, e só encaixou meu pau na entrada da xoxota. A filha da puta me olhou com aquela carinha de vagabunda safada, e me perguntou "Tu sempre quis me fuder, né seu safado?". Nem deu tempo deu responder, e ela sentou de uma vez, botando meu cacete inteiro dentro dela. Eu quase urrei de prazer na hora.

Ela começou a quicar bem devagar, subindo e descendo. Parecia que meu pau conseguia sentir cada textura da sua bucetinha molhada. Tentei segurar sua bunda e forçar pra baixo, pra fuder mais rápido, mas a puta pegou as minhas mãos e segurou acima da minha cabeça, e falou "Agora não. Agora sou eu que tô mandando aqui". Cada sentada dela fazia eu subir ao céu e descer em segundos. A filha da puta fudia muito, mas muito bem.

Até que chegou uma hora que eu pensei "Agora sou eu que vou dominar aqui". Segurei ela pelo colo, com o pau ainda dentro dela, me levantei, e joguei ela no sofá. A priminha ficou até surpresa na hora kkkkkkkk já me enfiei entre as pernas dela, encaixei o pau, e comecei a meter com vontade. Com a mão no pescoço dela, falei bem sério "Agora você vai fazer o que eu mandar", enquanto socava forte, sem parar.

A putinha só assentiu com a cabeça. Segurei as suas pernas, quase encostando-as contra peito dela, e soquei sem parar, até o talo. Adoro as gordinhas, mas fuder magrinha também é muito bom por conta disso. São muito maleáveis kkkkkkk

Ao mesmo tempo que eu socava, dava tapa na cara dela, xingando, provocando "Tu é uma puta muito safada. Dando para o próprio primo. Eu sabia que você também era doida pra me dar quando a gente era mais novo"

A resposta dela vinha atravéz de gemidos, e de algumas frases como "Me fode, caralho" ou "Fode a buceta da priminha safada, seu filho da puta". Não precisava nem pedir, eu fazia aquilo com muito prazer.

Ficamos nessa posição por um tempo, mas antes de finalmente encher ela com meu leite grosso e quente, botei ela de quatro, com a cara dela colada no sofá e o rabo bem empinado pra cima. Meus amigos, que visão maravilhosa eu tive. Aquela bunda redondinha, branca, com o cuzinho bem lisinho, delicado, e a bucetinha já bem usada por mim, avermelhada e molhada.

Não me aguentei. Cai de boca naquele rabo. Ter o meu rosto enfiado naquele cu foi um dos "TOP 5 melhores momentos da vida", sem dúvidas.

Fiquei com o rosto enfiado na bunda dela até quase perder o fôlego, me levantei novamente, e botei o pau pra trabalhar. Enquanto abusava novamente de sua buceta, tentei colocar o dedo no cuzinho, na esperança de depois botar ele pra engolir pau também.

Mas na hora ela me olhou e falou "Não. Hoje não". Falei que tudo bem. Não ia forçar nada. Já estava me divertindo muito só com a bucetinha gulosa dela, então não iria estragar o clima com bobeira.

Comer ela de quatro foi incrível. Ver a xota dela engolindo meu pau até às bolas, com ela gemendo igual uma puta quando eu chegava no fundo, foi incrível.

Foi socando assim, até o fundo, e mudando o ritmo das estocadas, que eu consegui fazer a puta gozar. Senti sua buceta ficar ainda mais molhada do que já tava, pingando no meu sofá, e senti seu corpo começar a tremer. Que tesão, que prazer é fazer uma buceta gozar assim. Meu sofá ficou molhado do suco de buceta dela, o que na hora eu nem sei importância, mas depois deu trabalho pra limpar e secar, pra minha mãe não perceber.

Quando senti que ela tinha gozado, resolvi que era hora de eu despejar meu sêmen também. Eu queria muito gozar dentro dela, bem no fundo da xoxota, mas como estava sem camisinha, decidi gozar na boca dela. Foi muito rápido. Só deu tempo deu tirar o pau, colocar na boca dela, e ter um dos melhores orgasmos da vida. Gozei até a última gota de porra que eu tinha guardado especialmente pra ela.

A safada tirou meu pau da boca, me mostrou o meu leite que escorria até pelo canto dos lábios, e engoliu, como a puta obediente que ela é. Depois ainda deu mais uma chupada no meu cacete pra deixar ele bem limpinho.

Nossa, que tesão. Que foda incrível. Que sensação maravilhosa é fuder uma prima tão puta assim. Nos deitamos no sofá, um do lado do outro, exaustos, e ela deitou sua cabeça sobre o meu peito. Aquela mistura de cheiros, de suor, de sexo, de bebida, nunca vai sair da minha mente.

Ainda mais porque foi a primeira transa entre a gente, então é uma coisa que marca. Ficamos ali, curtindo o momento pós orgasmo. Nos olhamos, e sorrimos. Pra descontrair, falei "E agora? Acha que o tamanho do meu pau é suficiente?"

Ela me olhou com o rostinho de safada, mordendo os lábios, e respondeu "Com certeza é", enquanto alisava meu cacete com a mão.

Parecia que a puta tava querendo ainda mais pica, mas por conta do horário seria difícil, já que a minha mãe não demoraria pra chegar. Então, antes da gente se levantar, falei: "Eu já desconfiava que tu transava bem, mas não sabia que era tanto assim". A cachorra me olhou, e com ar confiante me respondeu "Você não viu nada ainda".

Nos levantamos. Ela foi pro banheiro tomar uma ducha, enquanto eu fiquei dando uma geral na sala. Num momento ela me pediu uma toalha emprestado. Peguei a toalha e levei pra ela.

Como o banheiro de casa não tem box, quando entrei vi ela toda molhada, se lavando. Fiquei olhando, ainda sem acreditar que eu tinha acabado de fazer aquele corpo lindo gozar e tremer em minhas mãos. Bom demais.

Depois que dei uma limpada geral na sala, tomei um banho rápido também, me vesti e fui levar ela pra casa. No caminho de volta poucos nos falamos. Só ficávamos trocando olhares, pensando no que tinha acabado de acontecer. Cheguei na esquina da casa dela, ela me deu um selinho, se despediu e saiu do carro. Voltei pra casa.

Puta merda, eu tava exausto kkkkkkk deitei no sofá onde à pouco tempo eu estava usando e abusando da bucetinha da minha priminha, e cochilei. Nunca tinha tido uma foda tão intensa igual aquela antes. Transa boa da porra. Naquele dia, de noite, nos falamos pelo Whatsapp. Ela disse que também tinha gostado muito do nosso encontro, e que gostaria de repetir mais vezes. Fiquei muito contente kkkkk

E realmente ouve mais vezes em que ela veio aqui em casa me dar, mas isso fica pra outro momento.

Por enquanto é isso. Espero que tenham gostado desse meu relato. Talvez num futuro próximo eu traga outros textos sobre momentos que tive com essa prima minha.

Um forte abraço a todos, e até a próxima.

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