O sábado amanheceu com um sol pálido, mas o calor dentro do apartamento na Tijuca era sufocante. Sentamos à mesa para o café da manhã e o silêncio era um campo minado. Camila mal levantava os olhos da xícara; o rosto dela carregava uma sombra de exaustão e uma vergonha que ela tentava esconder a cada gole de café. Sempre que nossos olhares se cruzavam, ela desviava com uma rapidez que gritava o peso do que tínhamos feito no escritório na noite anterior.
Ana Beatriz e Mariana trocavam olhares cúmplices. A adrenalina do nosso "compromisso" secreto as deixava elétricas, embora a Ana ainda tentasse manter sua fachada de seriedade.
— "Bom, hoje o dia vai ser corrido," — anunciei, tentando manter a voz natural apesar do meu coração estar acelerado. — "Combinei de encontrar a Vitória cedo para resolvermos umas coisas da faculdade."
— "A gente também já está saindo, mãe," — Mariana disse, terminando o suco. — "Vamos bater perna no shopping e ver se achamos um presente para o chá de panela de uma amiga."
— "Já que vamos sair no mesmo horário, eu acompanho vocês até o metrô," — sugeri, olhando para as duas. — "Pego o metrô com vocês e sigo para o meu compromisso."
Era uma rede de mentiras técnica. Eu já tinha avisado à Vitória que passaria o dia mergulhado em pilhas de documentos da imobiliária com a minha mãe. Na verdade, estávamos todos ali, mentindo para a mulher que eu havia possuído horas antes.
Camila apenas assentiu, com um sorriso triste. — "Vão sim, meus filhos. Aproveitem o dia. Eu vou ficar por aqui, organizar umas coisas da casa..."
Logo as irmãs foram para os quartos terminarem de se arrumar. Fiquei na cozinha observando minha mãe de pé diante da pia. Ela usava um short de algodão leve e uma regata que deixava seus ombros à mostra. A visão daquelas curvas que eu havia explorado no escritório disparou meu sangue.
Aproximei-me em silêncio e envolvi sua cintura por trás. Camila deu um sobressalto, os ombros subindo até as orelhas.
— "João! O que é isso? Me solta!" — ela sussurrou com urgência, tentando se desvencilhar, mas sem ousar levantar a voz. — "As meninas estão no corredor, você enlouqueceu de vez?"
— "Você está linda hoje, mãe," — murmurei, ignorando o protesto e colando meu corpo ao dela. Senti meu pau endurecer instantaneamente, pressionando a fenda das suas nádegas monumentais sob o tecido fino.
— "Para, por favor... o que aconteceu ontem foi um erro, um delírio!" — ela insistia, empurrando minhas mãos com os cotovelos, o rosto ficando vermelho de tensão. — "Eu sou sua mãe, João. Me respeita, me deixa lavar a louça..."
Eu não recuei. Comecei a beijar a nuca dela, subindo para a base da orelha, onde sabia que ela era mais sensível. Minha mão desceu firme para o elástico do short dela, enquanto a outra subiu para apertar seu seio por cima da regata.
— "João... não... ai, meu Deus..." — o tom dela mudou. A resistência física começou a ceder. Ela parou de empurrar e suas mãos agarraram a borda da pia com tanta força que os nós dos dedos ficaram brancos. — "Isso é errado... elas vão ver... por favor..."
Mas o corpo dela a traía. Senti Camila inclinar a cabeça para o lado, dando-me mais acesso ao seu pescoço, enquanto soltava um suspiro longo e trêmulo. Eu a encoxei com mais força, fazendo movimentos lentos e rítmicos. Minha mão mergulhou para dentro do short, encontrando sua intimidade já pulsante e completamente ensopada.
— "Você diz que é errado, mas olha como você está por mim, mãe," — sussurrei no ouvido dela.
— "Ah... filho..." — ela soltou um gemido abafado, fechando os olhos e se entregando totalmente ao toque. Ela começou a empurrar a bunda contra o meu volume, esquecendo o mundo lá fora por alguns segundos de puro transe.
Eu estava louco por ela, pronto para levá-la ali mesmo contra a pia, mas o som de uma porta batendo no corredor nos trouxe de volta à realidade como um balde de água gelada.
Afastei-me em um segundo. Camila ficou ali, de costas, ofegante, com os olhos vidrados e a calcinha encharcada, tentando desesperadamente recuperar a compostura enquanto a água da torneira continuava correndo.
— "Vamos, João? Já estamos prontas!" — Mariana apareceu na sala.
Saímos do apartamento. Caminhamos até a estação de metrô São Francisco Xavier. Eu sentia o peso do segredo da minha mãe na pele, e o desejo das minhas irmãs pulsando ao meu lado. Pegamos o metrô e, pouco depois, um táxi para o motel afastado.
O táxi subia as curvas sinuosas do Alto da Boa Vista, mergulhando na sombra das árvores da Floresta da Tijuca. O silêncio dentro do carro era de uma eletricidade estática. Eu olhava para as duas: Mariana, com o olhar perdido na mata, e Ana Beatriz, com as mãos cruzadas no colo, os nós dos dedos brancos de tensão. Elas sabiam que aquela tarde não era apenas um encontro; era o selo definitivo do nosso pacto.
Paguei a corrida e iria pagar o motel com o maço de notas que Camila me dera na véspera como comissão por um fechamento de contrato; havia uma ironia deliciosa em usar o dinheiro da mãe para corromper as filhas.
A suíte "Imperial" era um espetáculo à parte. Assim que a porta automática se fechou, fomos recebidos por luzes de LED em tons de violeta e azul-neve, um teto inteiramente espelhado e uma cama redonda que parecia um altar de cetim. Havia uma hidromassagem redonda com luzes internas, uma sauna de vidro e uma poltrona erótica de couro que gritava pecado.
O silêncio que se seguiu foi pesado. Ana Beatriz parou perto do minibar, segurando a alça da bolsa com tanta força que os nós dos seus dedos estavam brancos.
— "João... isso é loucura. A gente realmente vai fazer isso?" — sussurrou ela, a sentinela da moralidade travando sua última batalha.
Até Mariana, que sempre fora o fogo daquela casa, parecia intimidada pela grandiosidade do cenário. O álcool não estava lá para anestesiar a culpa; éramos apenas nós três e o desejo nu e cru.
— "Ei... olhem para mim," — disse, aproximando-me com uma calma calculada. Usei aquele tom de voz baixo e aveludado que aprendi a usar para desarmá-las. — "Não estamos aqui para nos escondermos de nós mesmos. Aqui, as leis do mundo lá fora não entram."
Aproximei-me da Mariana primeiro. Comecei a abrir o zíper do seu vestido lentamente, sentindo o tremor na sua pele. Quando o tecido caiu, ela revelou uma lingerie de renda preta provocante, que ressaltava seu bumbum monumental e a cintura fina. Eu a virei de frente e comecei a tocar seus seios por cima da renda, sentindo os bicos rígidos. Minhas mãos desceram para suas coxas grossas, apertando a carne firme com uma posse suave.
Depois, caminhei até a Ana Beatriz. Ela estava estática. Comecei a despi-la com uma reverência quase religiosa. O conjunto de seda branca dela contrastava com a pele muito alva e os olhos verdes dilatados. Meus dedos percorreram o contorno do seu busto farto, descendo pela linha do seu abdômen atlético até alcançarem a curva do seu quadril largo.
Eu as tinha ali, diante de mim: a loira de olhos cor de mel e a loira de olhos verdes. Um espetáculo de genética e luxúria. Aproximei-me e comecei a beijá-las. Primeiro a Ana, um beijo lento, saboreando o gosto floral seco da boca dela. Depois a Mariana, um beijo faminto que cheirava a baunilha. Minhas mãos não paravam; eu explorava o corpo de uma enquanto a boca estava na outra, criando um emaranhado de carícias.
— "Mari... Ana... eu quero que vocês mostrem o quanto confiam em mim. Beijem-se," — pedi, segurando a nuca das duas e aproximando seus rostos.
— "João... a gente não é lésbica... você sabe," — Ana Beatriz balbuciou, os lábios quase roçando nos de Mariana.
— "Não se trata de rótulos, meu amor. Trata-se de sermos um só," — sussurrei, usando meu charme manipulador. — "Não neguem o desejo. Façam isso por nós."
A resistência quebrou. Elas se entregaram a um beijo intenso, com língua e pegada, enquanto eu observava hipnotizado. Ver minhas duas irmãs se devorando sob o meu comando foi o gatilho final. Despi-me rapidamente, revelando meu porte físico atlético e meu pau já em ponto de pedra.
— "Ajoelhem-se," — ordenei.
Elas obedeceram prontamente. Ana Beatriz segurou meus ovos com uma delicadeza devota, lambendo a base com a língua firme, enquanto Mariana abocanhava meu pau com a gula de quem queria me marcar para sempre. Elas alternavam, trocando beijos úmidos sobre a minha glande, dividindo cada centímetro do meu membro enquanto eu arfava, olhando o reflexo no teto espelhado.
As levei para a cama. Coloquei as duas de quatro, uma ao lado da outra. Comecei a lamber a buceta da Mariana, sentindo o calor e o mel dela, enquanto minha mão dedilhava a intimidade já ensopada da Ana. O som dos meus lábios na carne delas e os gemidos sibilados preenchiam o quarto.
Coloquei as duas de quatro, lado a lado. A visão era um delírio: duas fendas rosadas e pulsantes, duas bundas loiras prontas para o abate. Comecei a lamber Ana, sentindo o suco dela inundar minha língua, enquanto minhas mãos esfolavam a bunda de Mariana. Depois troquei, alternando entre o mel de uma e o perfume de outra.
— "Ah, João... me fode! Por favor!" — Mariana gritava.
Enfiei meu pau na Mariana com estocadas rítmicas e profundas, sentindo o aperto daquelas coxas grossas me esmagarem, enquanto minha mão livre trabalhava com pressa no interior da Ana Beatriz, que gemia ao meu lado. Inverti logo em seguida: penetrei a Ana com uma força que a fazia arquear as costas contra o colchão, enquanto meus dedos exploravam com malícia o cu apertado e a buceta transbordante da Mariana, que urrava de prazer, entregue ao meu toque.
Não satisfeito com a distância, deitei-me no centro da cama redonda e assumi o comando total. Coloquei Ana Beatriz para sentar no meu pau com a bunda voltada para o meu rosto, sentindo o peso e o calor da 'Doutora' me preencher, enquanto Mariana montava sobre minha cabeça. Ela sentou com tudo, prendendo minha respiração com sua buceta pulsante e ensopada, abafando meus sentidos com o cheiro inebriante do seu desejo enquanto eu as possuía por todos os lados.
O ápice da tarde chegou quando as posicionei novamente para o xeque-mate. Peguei a Mariana de quatro no centro daquela cama redonda, segurando firme em sua cintura enquanto eu a penetrava com estocadas violentas e secas. A Ana Beatriz assistia a tudo deitada logo à nossa frente, com as pernas abertas e os olhos verdes injetados de luxúria, dedilhando sua intimidade com um frenesi que eu nunca tinha visto. O som da carne batendo e os gemidos da Mari a deixavam em transe.
— "Mariana... olha para a sua irmã," — sussurrei, puxando o cabelo dela de leve para que ela visse a cena. — "Olha como a Ana está desesperada, se acabando de tesão... chupa ela, Mari. Ajuda sua irmã a gozar."
Mariana travou por um segundo, o choque cortando o ritmo do prazer. — "João... não! Eu não vou fazer isso, você sabe que eu não curto mulher!" — ela balbuciou, embora seus olhos não conseguissem desviar da buceta pulsante da Ana.
Ana Beatriz, mesmo em meio ao delírio, também protestou com a voz trêmica: — "Não, João... é errado... eu não sou lésbica, a gente é irmã..."
Parei o movimento por um instante, apenas o suficiente para olhá-las com aquele domínio suave que as desarmava. — "Não se trata de ser lésbica, meus amores. Trata-se de amor.
Trata-se de nós três sermos uma só carne, sem segredos e sem nojo. A Mari quer te dar prazer, Ana... e você quer sentir o gosto dela. Façam isso por mim. Se entreguem."
O silêncio do desejo venceu a moralidade. Mariana, ainda recebendo minhas estocadas que recomeçaram agora mais lentas e profundas, inclinou o corpo para frente. Ela mergulhou o rosto entre as pernas da Ana Beatriz, que soltou um urro de surpresa e prazer. A língua da Mari encontrou o clitóris da irmã com uma voracidade que desmentia qualquer negação anterior. Ana enterrou as mãos nos cabelos loiros da Mariana, puxando-a contra si, enquanto eu as esfolava por trás, sentindo o calor daquela união tripla me levar ao limite.
— "Isso, suas safadas! Se devorem!" — eu rosnei, aumentando a velocidade, sentindo o aperto da Mari aumentar a cada lambida que ela dava na irmã.
Não satisfeito, inverti o jogo logo em seguida. Mandei Mariana sentar no meu rosto para que eu a saboreasse, enquanto ordenava que a Ana Beatriz assumisse o posto.
— "Sua vez, Ana. Mostra para a Mariana que você também a deseja," — comandei.
A "Doutora" não relutou mais. Entregue ao vício daquela tarde, Ana ajoelhou-se e começou a lamber a intimidade da Mariana com uma sede absoluta, enquanto Mariana abocanhava meu pau com uma técnica desesperada. Era uma sinfonia de línguas, fluidos e gemidos abafados, onde os rótulos de irmãs tinham sido enterrados sob a cama redonda daquela suíte.
O cheiro de suor, perfume e luxúria pairava pesado sob o teto espelhado. Eu sentia o poder correndo nas minhas veias a cada gemido que ecoava naquele santuário de mármore. Mas eu queria mais.
— "Pro meio da cama. De quatro. As duas," — ordenei, minha voz saindo rouca e carregada de uma autoridade que elas já não sabiam mais contestar.
Elas obedeceram, posicionando-se lado a lado. A visão era um delírio: duas bundas loiras monumentais empinadas para o meu julgamento. A da Ana Beatriz, firme e atlética; a da Mariana, larga e macia. Lubrifiquei meu caralho com calma, vendo o brilho do óleo refletido nos olhos delas.
Aproximei-me da Mariana. Eu já conhecia aquele caminho desde o meu aniversário, mas sabia que, para ela, ainda era um território de entrega absoluta. Encaixei a cabeça do meu pau na entrada apertada e empurrei com uma pressão lenta e firme.
— "Ai! João... caralho... dói um pouco ainda," — Mariana urrou, cravando as unhas no lençol de cetim, o corpo todo tensionando.
— "Relaxa, Mari... eu estou aqui com você. Solta o corpo para o seu homem," — sussurrei no ouvido dela, usando minha lábia para acalmá-la enquanto vencia a resistência da carne. Quando entrei até o talo, ela soltou um suspiro longo, e a dor deu lugar a uma luxúria primitiva. Comecei um ritmo cruel e cadenciado, ouvindo o estalo da minha pele contra as nádegas dela. — "Diz pra mim, Mariana... de quem é esse cu?"
— "É seu... ah, meu Deus... é todo seu, João! Me fode! Me rasga!" — ela gritava, perdendo o fôlego.
Não satisfeito, retirei o membro ensopado e passei para o alvo que eu mais desejava naquela tarde: Ana Beatriz. A 'Sentinela' nunca havia permitido aquela invasão. Lubrifiquei a entrada dela com reverência e, sem aviso, desferi uma estocada seca.
Ana soltou um urro agudo que reverberou pelas paredes da suíte. Não era um grito de dor, mas de um choque elétrico de prazer que a paralisou. Para minha surpresa, as paredes daquele cu apertado acolheram meu pau com uma pulsação faminta. A advogada rígida escondia uma depravada viciada em sensações extremas.
— "João! O que é isso?! É profundo demais!" — ela balbuciava, revirando os olhos verdes, movendo o quadril contra mim com uma maestria que me deixou tonto.
— "Quem diria, Doutora?" — provoquei, socando com mais força, sentindo o vácuo do rabo dela me ordenhar. — "Tanta lei e tanta moral para acabar assim... gozando como uma puta com o rabo cheio de pau do seu irmão!"
— "Sim! Eu sou sua puta! Me arromba, João! Eu nasci para ser sua cadela!" — ela gritava, totalmente fora de si, enquanto Mariana, deitada ao lado, assistia a tudo se dedilhando freneticamente.
— "Mariana! Olha como a nossa irmã gosta de ser tratada!" — eu dizia, alternando entre as duas, esfolando-as sem piedade até que o quarto parecesse girar.
O ápice chegou como uma onda devastadora. Eu sentia o vulcão prestes a entrar em erupção. Puxei as duas pelos cabelos, obrigando-as a deitarem de costas, lado a lado, com os rostos voltados para cima e as línguas para fora, implorando pelo final.
Retirei meu pau no limite e disparei jatos quentes e intermináveis de sêmen sobre os rostos e dentro das bocas delas. Foi uma descarga de posse definitiva. Sem deixá-las respirar, segurei a nuca das duas fazendo seus lábios cheios de sêmen se encostarem. Elas dividiram o meu sêmen quente, trocando o meu leite entre línguas famintas, engolindo o pacto de perdição que as uniria para sempre.
Caímos os três no centro da cama, um emaranhado de pernas suadas e respirações curtas. O silêncio que se seguiu foi preenchido apenas pelo som do ar-condicionado. Mariana apoiou a cabeça no meu peito, e Ana Beatriz abraçou meu braço, escondendo o rosto no meu ombro.
— "Não tem mais volta, né?" — sussurrou Ana, a voz num fio, a sanidade tentando lutar contra o vício que acabara de descobrir.
— "Nunca teve, Ana," — respondi, beijando o topo da cabeça de cada uma. — "Olhem para mim. A partir de hoje, o mundo lá fora não importa. Eu sou o homem de vocês. Eu cuido do prazer de vocês, da segurança e da vida de cada uma. Eu amo vocês de um jeito que ninguém jamais vai entender. Vocês são minhas propriedades, e eu sou o porto seguro de vocês."
— "Eu te amo, João... eu faria tudo de novo," — Mariana murmurou, fechando os olhos, entregue.
Ficamos ali por alguns minutos, saboreando a vitória. Mas o vigor de 19 anos e a atmosfera daquela suíte eram um combustível infinito. Eu olhei para a porta da sauna e depois para a hidromassagem que borbulhava no canto.
— "Isso foi só o aquecimento," — disse, levantando-me e puxando as duas pelas mãos. — "A Casa das Três vai aprender hoje que o prazer não tem limites."
Seguimos para a sauna, prontos para o segundo round de uma tarde que parecia não ter fim.
