Garotão amarrado e currado por vários machos

Um conto erótico de Adriano BDSM
Categoria: Gay
Contém 790 palavras
Data: 27/02/2026 04:54:05

Cícero era lindo. 22 anos, inteligente, engraçado, ficava com meninas lindas. Amava as mulheres, fazia sexo com paixão.

Mas também fazia secretamente programas comendo viados.

Havia um boato de que não era só por dinheiro, que ele curtia, e até já tinha dado a bundinha.

A gente era de uma facção que fazia trabalhos de encomenda, e um cliente rico contratou um sequestro, mandou que ele fosse amarrado e que a gente comesse ele com força, todo mundo junto.

Ele foi valente. Acordou amarrado e nosso chefe mostrou uma arma e disse que teria que usá-la se Cícero quisesse fugir ou não fizesse tudo o que ele mandasse.

- Por favor, não me machuque. Eu faço tudo o que você quiser.

- Você fode viados, né. Pois é. Eu e meus amigos vamos te fuder todos juntos, e você vai ter que deixar. Se deixar, a gente não te machuca e eu te dou uma grana boa no final.

Ele aceitou, resignado. Nunca falou pra ninguém, mas deu a bundinha pra um amigo uma vez.

Eu sabia disso.

Começamos leve, pedi pra ele escolher um "namorado" e ele escolheu o João, um menino lindo e com o pau não muito grande.

O chefe já tinha dito que na primeira noite ele seria amarrado de frango assado e teria que aguentar até o macho gozar na bunda dele.

João ficou namorando com ele, que correspondeu, se deixando beijar e dando um belo amasso.

- Fala a verdade, garoto: você já deu essa bundinha né. E deu porque quis. Gozou?

- Eu tava com um amigo e de repente ele me beijou e eu deixei. Ele tentou me comer de frango assado e eu não aguentei. Não curti muito.

- Relaxa, eu vou te ensinar a abrir esse teu cuzinho lindo direito. Quero gozar nesse cuzinho delicioso mas também quero que você curta.

Depois de muitos amassos, João amarrou Cícero de frango assado, bem arreganhado.

A visão daquele garotão indefeso fez João ficar com o pau duraço.

Foi relaxando o boy, lambendo com carinho o cu dele, passando muito lubrificante, e depois enfiando um dedo.

Cícero aguentou bravamente. João mandou que ele gemesse e rebolasse a bunda, e ele fez.

Na hora de meter a pica, Cícero chorou, mas depois relaxou. João ensinou ele a abrir bem o cu, e começou a bombar gostoso.

Comeu o garoto sem pressa, bombando bem fundo, e depois masturbou a pica do escravinho.

Cícero se excitou e ficou de pau duro enquanto João metia a pica no seu rabo.

Cícero não sentiu vergonha: secretamente sonhava em ser arregaçado por um macho, mas não tinha coragem de contar.

João punhetava o pau dele tão gostoso, que ele gemia de prazer. Pouco depois, gozou muito, com a pica no rabo.

João sentiu o cu do rapaz apertar forte a sua pica, e gozou logo em seguida.

Depois mandou Cícero piscar o cu e derramar a porra que João tinha jorrado dentro dele.

João o soltou, tomaram banho e dormiram de conchinha.

Éramos 8 rapazes ativos no cativeiro. Todos comemos o Cícero, e sempre o humilhando: amarrando suas mãos, segurando pelo cabelo, dando tapa na cara, metendo a pica bem fundo na garganta até ele engasgar, etc.

Todo dia amarrávamos ele em posições humilhantes e ficávamos nos revezando na boca e no cu dele por horas.

Ele aguentou bem, não só porque a gente foi ensinando as putarias com calma, como também porque ia ser bem pago.

Ele contou depois que pensa a assim: "eu comia viado, e isso me faz uma puta. Eles estão me pagando pra me enrabar, então eu vou fazer o serviço bem e pegar o dinheiro".

Dois meses depois que o soltamos, eu e o Haroldo, um garoto de pau enorme que adorava maltratar Cícero, metendo bem fundo e por longo tempo, pois bem, eu e Haroldo telefonamos de um celular anônimo pra ele e dissemos que a gente ia pagar bem pra ser amarrado e enrabado por nós dois.

Ele topou.

Não tinha raiva da gente. Percebeu que, à força, ele deixou fazerem com ele aquilo que no fundo ele sempre quis.

Nesse dia também torturamos ele: apertamos os peitinhos dele com prendedor de roupa, demos choques elétricos no cu, no pau e no saco dele, e enfiamos consolos grandes no cu dele.

Nada muito extremo, ele aguentou, e depois disse que a gente era tão legal com ele que ele conseguiu curtir ser maltratado.

Ele disse uma coisa que me encantou:

- Quando vocês me amarram, eu penso assim: eu sou o escravo deles, tenho que aguentar tudo. Na boa: podem fazer o que quiserem.

Nunca gostei de nada extremo, mas humilhar e enrabar com força um garoto tão lindo foi uma das melhores experiências de minha vida.

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