Negão Fudendo A Nora Sem Pena - Pt. 06

Um conto erótico de CasadaSanta
Categoria: Heterossexual
Contém 6381 palavras
Data: 03/02/2026 09:03:15

Mais tarde, Humberto estava caminhando para a Kombi carregando os rolos preciosos de filme. Beatriz estava se limpando na lagoa e Caio tinha ido atrás dele para receber o pagamento. Humberto tirou um maço de uns cinco mil reais. "Deixa eu ver", ele disse, contando as notas na mão aberta de Caio. "Dois mil pelas fotos, mil por fazer ela me chupar, e mais mil pela melhor cena de sexo anal que eu já vi." Humberto ficou pensativo por um minuto antes de enfiar os mil reais restantes na mão de Caio. "Toma tudo", ele disse. "Valeu cada centavo."

Caio agradeceu e Humberto respondeu com voz de mulher falsete: "Não, obrigada a você, senhor", e os dois homens riram juntos até Beatriz correr até eles amarrando a parte de cima do biquíni de volta.

Humberto disse que tinha que buscar o tripé da câmera nos arbustos e ficou feliz quando Beatriz o abraçou e beijou na boca antes de seguir Caio até a moto.

Quando Humberto saiu de vista, Caio disse: "Aqui tá a sua metade da grana", entregando mil reais para ela.

Os olhos de Beatriz se arregalaram de alegria com toda aquela grana extra e, enquanto eles aceleravam na moto, a cabeça dela já estava pensando nas roupas sexy que ela podia comprar com aquilo.

Humberto ouviu o som da moto se afastar na distância e sorriu enquanto ia recolher as câmeras de vídeo escondidas. Cinco mil reais era troco de pinga comparado com a grana que ele podia ganhar vendendo um vídeo daqueles dois fodendo. Ele teria que ter pago extra se Caio soubesse das câmeras. Humberto tinha marcado o lugar exato para Caio colocar a manta, dizendo que precisava disso para ajustar o foco da câmera. Ele usava aquela praia direto e conhecia todos os ângulos perfeitos para filmar a galera transando ali. Humberto só esperava que o próprio corpo de baleia não tivesse tampado muitas cenas do Caio e da Beatriz. Ele tinha um parceiro que pagava uma grana boa por vídeos amadores e esse cara conseguia editar as fitas e vender cópias pelo Brasil inteiro até o fim da semana. É, pensou Humberto, o dia de hoje com certeza valeu a pena, e de mais de um jeito, lembrando do boquete. Ele juntou o equipamento rindo sozinho o tempo todo.

***

Caio tinha se apegado a foder o rabo dela, não que Beatriz se importasse, exceto que isso significava algumas gozadas a menos que ela conseguia engolir. O cu dela tinha se comportado parecido com a buceta, alargando para aguentar mais da rola dele a cada vez. Caio tinha acabado de comer ela naquela manhã, conseguindo enfiar uns vinte e oito centímetros no rabo depois de primeiro foder a buceta. Ele tinha enchido a bunda dela de porra e depois saiu sem dizer uma palavra enquanto ela ficava lá se recuperando.

Beatriz não estava a fim de se limpar e colocou o fio-dental para segurar o esperma dele dentro do reto e então vestiu a parte de cima do biquíni já bem surrado. Ela ligou dizendo que estava doente de novo, pensando que não aguentava vestir aquele uniforme rosa pesado de garçonete. Ela provavelmente ia ser demitida logo, pensou enquanto saía para o deck e deitava numa cadeira. Beatriz aguçou o ouvido e logo foi recompensada com o som do vizinho ligando o cortador de grama. O velho tinha passado a fazer muito trabalho no quintal ultimamente, coincidindo com as aparições dela de biquíni. A grama dele estava realmente bonita também, ela pensou. Talvez ela o recompensasse "esquecendo" de amarrar a parte de cima do biquíni de volta.

"Ah ha," disse uma voz familiar. "Te peguei."

Beatriz estava deitada de bruços e deve ter dado um pulo de um metro quando Davi virou a esquina.

"Bem, mocinha," ele disse. "O que você acha que está fazendo?"

"Ai meu Deus, Davi," ela disse começando a chorar. "Não fica bravo. Eu só queria..." ela parou quando percebeu que ele estava sorrindo da vergonha dela.

"Você não tá bravo?" ela disse.

"Bravo? Eu tô rezando pra te ver de biquíni há três anos e tava torcendo pra te pegar hoje."

"Quer dizer que você sabia?"

"Amor," Davi disse convencido. "Nada escapa dessa mente afiada. Você tem sido branca que nem papel desde que te conheço e de repente sua pele tem ficado cada vez mais escura nas últimas três semanas."

Eles riram juntos e Davi passou a mão pelas costas dela, enquanto corria os olhos pela bunda. "Er, amor," ele disse. "Sua bunda tá toda inchada e vermelha."

Os olhos de Beatriz se arregalaram e ela virou de costas, rezando para que o fio-dental tivesse coberto o buraco enorme que antes era seu cuzinho bonitinho. "Davi," ela repreendeu. "Não olha pra mim aí embaixo. Eu tô com uma alergia feia."

"Ah, que pena," ele respondeu passando a mão pela barriga dela.

"O que você tá fazendo em casa?" ela perguntou.

"Eu vim fazer as malas," ele informou distraído pela semi-nudez dela. "Um cliente importante vai ser auditado e eu tenho que viajar amanhã. Desculpa, mas provavelmente vou ficar fora uma semana."

Beatriz tentou conter a explosão de alegria que sentiu ao saber que ia poder ficar sozinha com Caio pela semana inteira antes dele ir embora para a Califórnia. Ela se controlou e esperou parecer apropriadamente triste enquanto se inclinava para abraçar o marido.

"Sabe, Beatriz," ele disse puxando ela para dentro de casa. "Eu não fico sem sexo por uma semana desde que a gente casou."

Eles estavam na sala, perto do sofá-cama de Caio, quando ela se lembrou do clitóris inchado e da buceta alargada. "Desculpa, amor, mas a alergia tá lá embaixo também." Davi pareceu absolutamente arrasado e Beatriz, sentindo pena do marido, o empurrou para o sofá. Ela ficou de pé na frente dele e tirou a parte de cima, deixando o fio-dental, já que era a única coisa segurando o esperma de Caio de escorrer pelas pernas. Davi estava encarando ela com uma expressão surpresa quando ela se ajoelhou na frente dele. "Eu queria tentar isso desde a primeira vez que você me mostrou um daqueles pornôs," ela disse abrindo o zíper da calça dele.

Era a vez de Davi querer gritar de alegria. Os pornôs tinham funcionado. Tinham deixado ela mais liberal. Ele gemeu quando a esposa colocou o pênis na boca quente e aveludada e começou a chupar. Para uma amadora, ela sabia o que estava fazendo. Ele tentou se segurar, mas se viu espirrando o que pareciam litros de porra na boca dela depois de cinco minutos.

Beatriz sentiu o pênis meio mole do marido dar um pequeno salto e umas gotinhas de sêmen escorreram na língua. Definitivamente só um aperitivozinho gostoso, ela pensou.

**

Naquela noite, Caio voltou do trabalho. Amanhã seria seu último dia no bar e ele estava ansioso para seguir em frente. Beatriz estava esperando ele na fantasia de enfermeira.

"Doutor, acho que preciso medir minha temperatura de novo."

"É mesmo, enfermeira?"

"Sim, doutor, mas dessa vez acho que o senhor deve usar um termômetro retal." Ela conseguiu aguentar os trinta centímetros completos aquela noite.

**

Beatriz levou Davi para o aeroporto de Miami e o acompanhou até o portão. Davi parou numa banca de jornal para pegar alguns jornais e Beatriz olhou distraída para além do atendente latino e para as revistas. Os olhos dela se arregalaram e ela suspirou antes de desmaiar, batendo no chão com um baque. Beatriz acordou alguns segundos depois com o marido e o homem latino olhando para ela preocupados.

"Você tá bem?" disse o homem latino.

José estava escrito na camisa dele. "Tô bem," ela disse se levantando. "Só preciso de água."

Davi a ajudou até um bebedouro dizendo: "Você quer que eu cancele o voo, amor?"

"Não, não, querido, tô bem, é só aquela gripe que eu tô combatendo desde o Ano Novo."

Chegou a hora do voo e Davi relutantemente beijou a esposa para se despedir e embarcou no avião.

José tinha estado de olho na morena gostosa desde que ela tinha chegado na banca com o marido. Ela tinha ficado olhando as revistas pornô... "Aha," ele disse em voz alta.

***

Ali na capa da revista "Encontros Anais" tinha uma foto dela ajoelhada na frente de um homem na praia. Um borrão preto tampava as partes boas. A legenda dizia: "Esposa infiel: Primeira vez no anal com o cunhado!" José correu para tentar pegar um autógrafo, mas ela já tinha ido embora. Ele folheou as fotos, assobiando baixinho. Ali estava ela chupando o que devia ser a maior rola do mundo, cavalgando aquele monstro e levando no rabo. Montagens excelentes, ele pensou, não acreditando que qualquer mulher conseguisse engolir aquele monstro todo, nem que qualquer pau pudesse ser tão grande ou gozar tanto.

As fotos eram incríveis, no entanto, e José sentiu a rola pular nas calças. Ele teria que adicionar essa revista à coleção e estava se preparando para colocar na bolsa, quando percebeu que a última página dizia: "vídeo disponível R$ 39,90" e o anúncio dava um número 0800. Ele teria que ver para acreditar. José copiou o número.

***

Beatriz ficou tão atordoada ao se ver na capa de uma revista pornô que quase bateu o carro duas vezes voltando do aeroporto. Ela tentou se acalmar para conseguir raciocinar. Ela não conhecia ninguém que lia aquelas revistas de putaria de banca de jornal, então provavelmente estava segura. Davi gostava de pornografia, mas só alugava um filme ou outro de vez em quando na locadora. Ela ia cruzar os dedos e rezar para ninguém reconhecê-la. A revista sairia das bancas em um mês e ela poderia seguir com a vida. Caio iria embora em uma semana e não haveria mais incidentes como esse para se preocupar. Estranho, mas a ideia de Caio ir embora não a enchia de alegria como deveria. Na verdade, dava uma depressão pensar que ela voltaria para uma vida sem orgasmos, e ela se imaginou na garupa da moto de Caio, indo embora com ele para a Califórnia.

Beatriz entrou na garagem e, como um zumbi, caminhou devagar para dentro de casa. Caio estava esperando por ela na cozinha, com um olhar excitado no rosto.

"Já viu essas aqui?" ele disse, jogando três revistas na mesa.

Beatriz apenas concordou com a cabeça, anestesiada. Não sentia vontade de gritar com ele nem de bater nele. Ela se sentia vazia por dentro. Beatriz olhou para as revistas. Além da "Encontros Anais", havia outras duas. Ela estava na capa de outra, cavalgando a tora de Caio. A última capa era uma colagem de várias pessoas e ela se viu beijando a cabeça daquela rola maciça no canto superior. O ponto de contato entre os lábios dela e a cabeça do pau estava coberto por um borrão preto e a foto trazia a legenda: "Uma Tora que Você Precisa Ver pra Crer".

Beatriz folheou as revistas enquanto Caio ia para a sala se trocar para o trabalho. Enquanto passava as páginas, ela sentiu o tesão subir. As fotos dela e de Caio estavam incríveis. Tinha uma onde ela estava com o pau do fotógrafo na boca e os olhos semicerrados enquanto engolia com vontade. A foto não parecia a Beatriz que ela conhecia do espelho. A mulher na foto era a mulher mais linda e sensual que ela já tinha visto. O vazio dentro dela estava sendo substituído por uma única emoção: luxúria.

Beatriz começou a esfregar a buceta por cima da calça enquanto olhava as fotos. Centenas de homens provavelmente estavam olhando para o corpo dela naquele exato minuto, todos batendo uma para ela, todos desejando ser o Caio. Ela conseguia vê-lo nu na sala. O pênis fantástico dele estava meia-bomba e parecia irradiar poder, chamando por ela. Deveria ser crime cobrir uma coisa daquelas, ela pensou enquanto ele vestia a calça.

"Caio, vem me comer agora!", ela gritou.

"Não dá," ele disse voltando para a cozinha vestido e pronto para o trabalho. "Tô atrasado."

Beatriz não deu muito tempo para ele reagir. Ela já estava de joelhos, com a rola dele na boca antes mesmo que ele percebesse que o zíper estava aberto. O pau inchou rapidamente para uma ereção completa sob as carícias agora experientes dela e ele deixou ela adorar aquilo por uns cinco minutos antes de tirar da boca dela.

"Me encontra no bar lá pelas nove," ele disse olhando para a Beatriz desapontada. "A gente fode a noite toda quando chegar em casa." Caio ajeitou o pau dentro da calça, sabendo que uma vez duro, ele ficava duro até gozar. Ia ser uma noite longa, ele pensou, mas pelo menos as gorjetas seriam melhores.

Beatriz continuou de joelhos encarando a porta vazia, sem acreditar, crente que ele voltaria, até ouvir a moto ligar e arrancar.

***

Beatriz abriu a gaveta do quarto e olhou para seus velhos blusões e blusas largas. Ela os tirou, revelando suas roupas mais novas e sensuais, escondidas por baixo.

Beatriz então se despiu, notando o quanto sua calcinha estava encharcada. As fotos da revista tinham deixado ela com mais tesão do que nunca e ela não achava que conseguiria esperar Caio sair do trabalho. Ela desejou que ele pudesse dar uma rapidinha nela atrás do bar hoje à noite. Provavelmente foi a única vez que ela se arrependeu da resistência incrível dele.

Ela folheou as roupas e escolheu um top frente única justo e uma minissaia preta. Ela vestiu um fio-dental preto, mas decidiu não usar sutiã. Dava para ver o contorno grande das aréolas através do tecido fino do top. Sua barriga reta e nua agora estava com um bronzeado perfeito, combinando com o cabelo e o resto do corpo. As nádegas tinham a mesma cor de ficarem expostas o tempo todo no biquíni enquanto ela andava na garupa da moto de Caio. O bronzeado era quase total agora, a virilha e uma pequena área ao redor dos mamilos sendo as únicas partes brancas que restavam no corpo inteiro.

Ela passou a mão pela barriga, resistindo à tentação de continuar por baixo da saia. Caio podia cuidar desse problema mais tarde. Ela sorriu para a mulher linda no espelho e quase riu da garota boba que ela era há apenas um mês. Ela era branca que nem fantasma e nem conseguia se olhar no espelho, tendo vergonha do corpo voluptuoso. Agora, Beatriz percebeu, o corpo inteiro dela tinha sido desenhado para dar prazer aos homens, do rosto até a bunda, e ela era uma tola por tentar negar esse prazer a eles. Davi nunca conseguiria satisfazê-la e, dias depois que Caio fosse embora, ela estaria na caça de alguma rola nova para suprir suas necessidades. Beatriz deu uma rodopiada, vendo a saia voar e revelar a parte de baixo da bunda, e então saiu do quarto indo para o carro e para Caio.

**

O ar frio da noite fez os mamilos dela saltarem. As aréolas inteiras estavam inchadas e forçando contra o top. Estavam tão duros que ficaram um pouco doloridos roçando no tecido. A boate estava lotada naquela noite e quase ficou em silêncio total quando Beatriz entrou. Sem nem perceber, ela estufou o peito e rebolou a bunda um pouco mais enquanto atravessava o salão em direção a Caio. Cada olho masculino estava nela e alguns ela achou que pareciam reconhecê-la. Ela ficou com medo de que a reconhecessem das revistas pornô e tentou convencer a si mesma de que era imaginação, até notar os mesmos homens olhando com admiração para Caio atrás do balcão. É, eles sabiam quem ela era, com certeza.

Beatriz sentou no bar e cruzou as pernas, mostrando só um vislumbre da calcinha para as pessoas nas mesas próximas. Caio colocou um drink forte na frente dela e manteve o copo cheio, embora estivesse ocupado demais para ficar conversando. Ele não estava ocupado demais para espantar todos os homens tarados, no entanto. Toda vez que ela via um se aproximando, Caio estava lá para botar para correr. Ela começou a desejar que ele deixasse ela flertar um pouco só para ter com quem conversar.

Ela terminou a bebida e Caio colocou uma nova na frente dela antes de se ocupar com um monte de pedidos. Beatriz estava girando o mexedor distraidamente na bebida quando ouviu uma voz grossa e masculina atrás dela.

"Tá sozinha aqui, moça?"

Ela olhou pelo bar. Caio estava ocupado e não prestava atenção nela. Ela abriu o sorriso mais deslumbrante e se virou para encarar o homem. Ela se viu encarando uma camiseta branca cobrindo um torso incrivelmente musculoso. Ela olhou para cima para ver um rosto negro muito bonito sorrindo para ela.

"S-sim, tô sozinha," ela gaguejou. "Quer dizer, não, tô esperando o barman."

"Bem, tenho certeza que ele não vai se importar se eu te fizer companhia até ele sair," ele respondeu sentando ao lado dela.

Eles engataram uma conversa e Beatriz achou difícil se concentrar enquanto encarava o gigante negro. A presença física dele era tão poderosa que ela queria se entregar para ele ali mesmo. O único outro homem que tinha afetado ela desse jeito antes foi Caio, e as semelhanças entre os dois eram incríveis. Duane, o homem negro, era um lobo solitário como Caio. Ele viajava pelo país na moto, nunca ficando num lugar por muito tempo. Beatriz só ouvia encantada, imaginando como seria a rola dele. Ela tinha desenvolvido um fascínio por paus de negros desde que viu um no filme pornô de Davi. Ela tinha achado aquele pau grande na época, até encontrar o de Caio na vida real. Ela estava tão focada em Duane que nem notou Caio encher os copos deles, nem notou o olhar furioso que ele lançou para ela e para o homem negro. Duane pediu licença para ir ao banheiro e Caio apareceu imediatamente na frente dela.

"Aquele negão tá te incomodando?" ele disse ríspido.

"Não, Caio," ela disse um pouco nervosa. "Ele só tá me fazendo companhia até você sair, só isso."

"Bom, só garante que ele mantenha as mãos sujas dele longe de você."

"Não se preocupa," ela disse um pouco confusa. Ela nunca tinha visto Caio ser racista. Na verdade, ele parecia se considerar superior a todos os outros homens, brancos ou negros.

"Pensando bem," ele disse, com um sorriso maligno no rosto. "Eu quero que você brinque com ele."

"O quê!" ela disse arregalando os olhos.

"Dá em cima dele, deixa ele de pau duro. Agarra o pau dele," ele explicou. "Sem sexo, seu corpo é meu essa semana. Eu quero que você deixe ele com tanto tesão que as bolas doam. Quero ver a cara dele quando ele me vir saindo com você, sabendo que é a minha rola que vai ser enterrada na sua buceta."

"E-eu não acho que consigo," Beatriz disse balançando a cabeça, o que rapidamente mudou para um aceno concordando ao ver o olhar frio de fúria no rosto dele.

Caio saiu no minuto que Duane voltou. Eles conversaram um pouco antes de uma Beatriz nervosa estender a mão e colocar na coxa dele, para alegria dele. Ele respondeu colocando uma mão grande e calejada no joelho dela e apertando enquanto olhava pelo bar para Caio para garantir que ele não estava prestandando atenção. Ela ficou um pouco mais ousada e começou a deslizar a mão em direção à virilha dele, esperando entrar em contato com uma rola negra gigantesca a qualquer segundo. Ela ficou meio confusa quando a mão não encontrou nada e continuou subindo até a virilha enquanto ele apenas olhava nos olhos dela, com uma cara convencida. Ela encontrou o tronco grosso entre as pernas dele e os olhos se arregalaram em choque quando percebeu que a rola dele descia pela outra perna da calça. O pau dele tinha que ser quase tão grande quanto o de Caio e ela sentiu pulsar através da calça. Duane deixou ela passar as mãos para cima e para baixo na vara dele algumas vezes antes de chamá-la para dançar. Ela aceitou e ele a levou para a pista de dança lotada.

Duane era um dançarino excelente e, como estavam fora da vista de Caio, ela se viu se empolgando um pouco. Ela levantou a saia, mostrando a bunda nua para Duane e pulou para longe quando ele agarrou as nádegas com as mãos grandes. Ela balançou o dedo para ele dizendo que ele era levado e encostou a bunda na virilha dele, sentindo ele esfregar a rola nela. Então ela girou e o abraçou esfregando as virilhas juntas. A batida era rítmica e sexual e ela se viu desejando que a buceta estivesse cheia de algum pauzão preto naquele momento. O set acabou e eles voltaram para o bar suados e respirando pesado da dança e do tesão.

Beatriz virou a bebida e pediu licença para ir ao banheiro. Ela estava bêbada, cheia de tesão e precisava muito fazer xixi, então demorou uns minutos no banheiro. Quando terminou e retocou a maquiagem, saiu do banheiro.

Beatriz estava passando por um armário de vassouras entreaberto quando um par de mãos fortes a agarrou e puxou para dentro. Ela lutou no começo até ele acender a luz revelando Duane fazendo sinal de silêncio com o dedo nos lábios. As mãos dele foram rapidamente para o corpo dela.

"Duane, eu não posso ficar aqui com você," ela disse gemendo enquanto ele beliscava os mamilos através do top.

"Qual é, Beatriz," ele disse beijando o rosto dela todo. "Você tem que me deixar te comer. Eu nunca tive com tanto tesão na vida."

"Eu não posso trair," ela disse sem perceber que a mão estava inconscientemente acariciando o pau dele através da calça. "Aquele cara grande atrás do balcão é meu namorado e ele é meio superprotetor," ela explicou ainda esfregando a rola dele.

"Ele não pareceu se importar com você brincando comigo, no entanto," disse Duane enquanto passava as mãos negras grandes por baixo do top dela e levantava, libertando os peitos nus.

"Ele disse que eu podia te provocar," ela explicou gemendo enquanto ele se abaixava e abocanhava um dos mamilos grandes. "Eu podia te agarrar, mas não transar com você."

Duane não respondeu, ele apenas continuou a lamber ao redor dos mamilos e mordiscava gentilmente de vez em quando. Beatriz não se lembrava de ter ficado com tanto tesão. Primeiro, as fotos da revista tinham deixado ela pilhada, e depois Caio tinha deixado ela na mão à tarde. Agora, presa num armário com um negão bem dotado, ela estava pingando de excitação. Ela até achou o cheiro de suor dele sexualmente estimulante. Duane ficou de pé e começou a desabotoar o jeans, com uma expressão convencida e segura no rosto o tempo todo.

"O... o que você tá fazendo?" ela perguntou nervosa.

Ele deixou o jeans cair e então se curvou para baixar a cueca libertando uma rola tão impressionante quanto a de Caio. Era uns dois centímetros menor, mas era bem mais grossa.

"Ele disse que você podia agarrar," Duane respondeu, colocando a mão dela no pau dele. "Então agarra."

Beatriz começou a passar as mãos pela tora de ébano pulsante sentindo ela pular ao toque. Um pensamento safado ocorreu a ela. Caio tinha dito que ela podia tocar nele. Punheta não era só tocar? Beatriz deu um beijo rápido nele e disse: "Deixa eu bater uma pra você."

Ela viu Duane concordar com a cabeça e Beatriz vasculhou a bolsa por um minuto até achar um tubinho de hidratante para as mãos. Ela se ajoelhou e cobriu as duas mãos de hidratante até ficarem bem lubrificadas. Beatriz sabia por experiência que precisaria de muita lubrificação e esvaziou o frasco nas mãos. Beatriz olhou para a rola dele e congelou. O espaço apertado do armário do zelador fazia a vara balançar diante dos olhos dela, a menos de trinta centímetros. Era simplesmente a coisa mais linda que ela já tinha visto. A rola negra no vídeo de Davi tinha a cabeça clara, mas a de Duane era preta escura inteira. As bolas eram maiores que as de Caio e pendiam mais baixo. A cabeça era muito maior que a de Caio, assim como o buraquinho que estava vazando pré-gozo.

Sem pensar, Beatriz se inclinou e plantou seu beijo ritual de submissão na cabeça sentindo ela pular ao toque dos lábios. Ela manteve os lábios parados a uns dois centímetros da cabeça, o cheiro almiscarado dele enchendo as narinas. Ela não queria nada mais do que engolir inteiro, mas Caio tinha proibido. Beatriz imaginou que uma provadinha não faria mal, e a língua saiu e lambeu o pré-gozo da cabeça. Tinha gosto salgado e a quantidade era quase tanto quanto um orgasmo inteiro do marido.

Duane não estava movendo o corpo, mas ela podia jurar que o pau estava fazendo força para achar o caminho para dentro da boca dela. Beatriz recobrou o juízo e recuou um pouco. Ela trouxe as duas mãos e começou a esfregar hidratante por toda a rola sentindo como ele estava duro. Beatriz desenvolveu um ritmo de carícia e logo se viu hipnotizada como na primeira vez que tinha batido uma para Caio. Ela tinha fantasiado que estava chupando Caio, depois sendo comida por ele, e então a rola dele tinha ficado preta e ele tinha penetrado o rabo dela, igual ao garanhão do vídeo. Agora todas as visões dela eram de rolas negras e ela decidiu que se Duane ainda estivesse na cidade depois que Caio fosse embora, ela estaria fodendo com ele no minuto que Caio partisse. Isso a animou, pensando que tinha acabado de descobrir uma nova fonte de orgasmos e sêmen para satisfazê-la quando Caio se fosse.

Falando em sêmen, o gosto do pré-gozo dele ainda estava nos lábios e ela queria mais. A rola estava inchando agora, significando que ele estava chegando perto do orgasmo. O buraquinho grande estava abrindo e fechando com as carícias dela. Então um pensamento alarmante a atingiu. Pau grande, bolas grandes, buraco grande, tudo isso significava que esse cara estava prestes a dar um banho nela com uma quantidade tremenda de porra e Caio tinha proibido ela de deixar ele gozar. Ele a mataria se ela saísse no bar coberta de esperma de um homem negro. Beatriz tinha ido longe demais e não tinha muita escolha. Ela teria que engolir a prova do crime.

"Sua vagabunda branca," Duane disse vendo ela engolir a rola inteira na boca. "Onde você aprendeu a fazer isso?"

"Por aí," ela disse quando subiu para respirar.

Beatriz entrou no ritmo de garganta profunda e lamber ao redor da cabeça enquanto recuperava o fôlego. As habilidades dela rapidamente deixaram ele pronto para explodir e ela sentiu ele começar a detonar quando tinha a rola inteira enterrada na garganta. A cabeça exageradamente grande do pau tinha inchado tanto que ela achou difícil suprimir o reflexo de vômito. Beatriz sentiu a borda da cabeça raspar na garganta enquanto deslizava rapidamente para fora de modo que só a cabeça ficou na boca. Onde Caio sempre gozava em vários jatos grandes, Duane apenas jorrava esperma sem parar. Ela podia sentir pulverizando o esôfago e depois os lados da garganta enquanto deslizava para a boca. A porra quente jorrou na boca dela e ela deixou encher pelo menos três vezes antes de engolir. Beatriz tinha descrito engolir a carga de Davi como aperitivo e a de Caio como prato principal. A de Duane era um banquete de sete pratos e Beatriz ficou orgulhosa quando engoliu cada gota.

"Ai meu Deus," disse Duane enquanto as pernas ficavam fracas e ele se apoiava na parede para não cair. "Você tem que me deixar te comer," ele disse puxando ela para ficar de pé e esfregando a rola longa e molhada na barriga nua e no umbigo dela.

"Em uma semana," ela disse ofegante de desejo. "Meu namorado vai embora em uma semana."

"Putz, mas eu também," ele disse triste.

"Ah." O sorriso no rosto de Beatriz caiu e ela tristemente se perguntou onde ia achar outra rola como a de Caio ou Duane para satisfazê-la em uma semana.

Duane abriu a porta e olhou em volta. "Barra limpa," ele disse e escapuliu pela porta.

Beatriz ajeitou a roupa e limpou as mãos num pano sujo no armário, seguindo ele para fora. Ele tinha desaparecido e ela voltou para o banco no bar e para um Caio com cara de bravo.

"Onde diabos você estava?" ele exigiu. "Só dançando," ela mentiu.

"Cadê seu negão?" ele perguntou.

"Acho que ele foi embora," ela respondeu tentando esconder a decepção na voz.

"Você deixou ele na mão como eu mandei?"

"Sim, Caio," ela mentiu de novo.

"Boa garota," ele disse rindo. "Eu saio em uma hora. Por que você não corre pra casa e me espera na cama do meu irmão?"

"Sim, Caio," ela disse pulando do banco. Ela precisava ser fodida e não achava que aguentaria esperar mais uma hora.

Beatriz precisou usar o banheiro de novo antes de sair e olhou para o armário de vassouras ao entrar no banheiro feminino. Beatriz se aliviou e parou para checar a maquiagem. Ela arfou quando viu como as bochechas estavam inchadas. Beatriz olhou para o corpo e arfou de novo quando viu uma linha de sêmen seco escorrendo pela barriga e passando pelo umbigo, parecendo que um caracol tinha rastejado pela barriga deixando um rastro para trás. Graças a Deus o bar devia estar escuro demais para Caio ver as bochechas e a barriga. Beatriz rapidamente jogou água morna nas mãos e limpou o sêmen da barriga.

***

Beatriz saiu rapidinho do prédio e foi até o carro. Ela não via a hora de sentir a rola de Caio cravada na buceta. Os eventos do dia tinham deixado ela tão pilhada que ela estava com tesão demais, chegou a doer. A necessidade de sexo era tanta que ela quase se arrependeu de ter descoberto o sexo bom. Quase.

A boate estava lotada quando Beatriz chegou e ela tinha sido forçada a estacionar num canto escuro do estacionamento, longe do prédio. A boate esvaziou rápido, deixando o carro dela sozinho exceto por uma moto estacionada perto. Beatriz tinha tirado as chaves da bolsa e estava alcançando a porta quando foi agarrada por trás. Um braço forte a segurava firme e uma mão grande e calejada cobria a boca, imobilizando ela. Beatriz lutou com medo até perceber a futilidade e se acalmou. Ela ficou parada sentindo o coração bater no peito até o atacante girar ela revelando ser o Duane.

"Duane, que porra você tá fazendo?" ela perguntou.

"Beatriz," ele disse frenético. "Você tem que me deixar te comer." Ele a levantou no capô do carro e arrancou o fio-dental de baixo da saia, colocando do lado dela no capô. A calça dele já estava pelos tornozelos e o pau estava duro de novo.

"Não!" ela disse firme, cobrindo a entrada da buceta com as mãos. "Não posso deixar você me comer, meu namorado vai descobrir."

"Porra, Beatriz," ele protestou. "Então você tem que me chupar de novo. Nenhuma mulher nunca engoliu eu todo."

"Não posso, Duane," ela respondeu. "Sua tora grossa esticou tanto minhas bochechas que eu quase fui pega."

"Aaagh," Duane gritou frustrado. "Então deixa eu te olhar enquanto eu bato uma."

Beatriz concordou com a cabeça. Ela queria muito ver como a porra saia voando daquele pau. "Só promete que não vai gozar em mim."

"Eu prometo," ele disse antes de cuspir na mão e começar a correr a mão para cima e para baixo na tora negra comprida.

"Mostra os peitos," ele exigiu.

Beatriz levantou o top e esticou o elástico em volta dos peitos grandes, deixando estalar para trás de modo que os peitos ficassem livres.

"Abre os lábios pra eu ver o interior," ele ordenou, batendo punheta rapidamente.

A saia de Beatriz estava na cintura e ela podia sentir o metal frio do capô na bunda, fazendo ela tremer enquanto abria as pernas bem para Duane. Beatriz desceu a mão e segurou a buceta aberta para ele. Beatriz olhou para a xereca aberta e depois de volta para Duane; ele parecia mais próximo. Ela não tinha certeza se Duane só ficava se aproximando ou se ela estava deslizando para frente para chegar mais perto da rola. A próxima coisa que soube, ela estava encarando maravilhada o pauzão negro enquanto ele batia a uns centímetros da buceta aberta.

Duane empurrou o pau através da mão e a cabeça grande tocou os lábios de fora dela por um breve segundo, fazendo ela praticamente pular no ar de desejo. Ela sentiu cada terminação nervosa na buceta gritando por sexo ao toque dele. As mãos tremiam e suor brotou na testa enquanto tentava resistir à necessidade de gozar. Beatriz tentou enfiar o dedo na buceta, mas não adiantou. Um orgasmo grande estava rondando debaixo da superfície do corpo dela e precisava de mais do que o dedo para sair.

"Duane, você pode esfregar seu pau na minha racha," ela disse. "Mas não enfia em mim."

Duane obedeceu ansioso e ambos gemeram quando ele começou a esfregar a rola na buceta. Era uma delícia mas não ajudava a levar o orgasmo adiante, e ela choramingou de frustração.

"Coitada," ele comentou. "Por que não deixa eu enfiar a cabeça um pouco? Isso deve ajudar."

"Tá bom," ela disse, "mas só um pouco."

Duane empurrou para baixo no pau e viu cerca de metade da cabeça gorda desaparecer dentro dela.

Beatriz suspirou e arranhou sem força o capô do carro quando ele entrou. Duane obedientemente moveu parte da cabeça para dentro e para fora dela. Beatriz sentiu que conseguiria gozar com só um pouco mais dentro. "Pode empurrar o resto da cabeça." Beatriz sentiu o orgasmo iminente subir para o abdômen e ficar ali provocando ela. Beatriz sorriu para Duane pensando em como ele era legal. Caio não teria aceitado um não como resposta, e Duane estava apenas educadamente obedecendo os desejos dela. Ela deveria recompensá-lo. "Você pode enfiar metade do pau mas não goza dentro de mim," ela lembrou.

Duane sorriu para baixo para ela e começou a socar cerca de metade do pau para dentro e para fora dela. Ele notou que o corpo dela estava respondendo às estocadas, os quadris levantando para encontrar a rola toda vez que ele empurrava.

Beatriz não aguentava mais. O orgasmo parecia um animal enjaulado, tentando agarrar a rola dele a cada estocada, esperando escapar do corpo. Beatriz abriu a boca para dizer ao negão bonito para enterrar a tora na buceta, mas Duane parecia estar antecipando o pedido e enterrou os vinte e oito centímetros completos antes que ela pudesse dizer uma palavra. A tora negra maciça a esticou mais do que ela nunca tinha sido e ela sentiu o orgasmo tanto esperado explodir do corpo. Ela gritou de prazer e só ficou gritando enquanto ele continuava a foder ela.

Duane ficou alarmado com os gritos de prazer e vendo algumas pessoas saindo do bar, ele enfiou a calcinha na boca dela. Ela apertou a boca e a calcinha ajudou a abafar os gritos. Ele continuou a socar ela forte contra o capô, vendo o corpo se contorcer de prazer enquanto ela balançava a cabeça para trás e para frente, sem acreditar na intensidade dos orgasmos. Ele podia sentir o pau crescer ainda mais e disse: "Lá vem, gata."

Os olhos de Beatriz se arregalaram de medo e ela arrancou o fio da boca e gritou: "Tira fora, tira fora!"

A cara de Duane era pura selvageria enquanto fingia que ia tirar, só para cravar a tora inteira na buceta dela. "Nããão," gritou Beatriz quando sentiu o pau pulsar na buceta e começar a jorrar a carga grande de porra. Ele segurou enterrado na buceta e pulou descontroladamente enquanto pulverizava ela de esperma. O jato poderoso de sêmen continuou borrifando a área sensível ao redor do colo, fazendo ela ter um orgasmo constante que durou o tempo todo que ele gozou. Beatriz desmaiou ao sentir o gozo escorrendo da buceta em volta do pau.

Ela acordou alguns minutos depois ao som da moto dele arrancando e se viu deitada de comprimento ao longo do capô do carro, ainda praticamente nua. Os peitos doíam um pouco e a bunda estava sentada numa grande poça de porra. Ela teria que correr para casa bem rápido para limpar a bagunça. Beatriz pulou do carro e lambeu os lábios, provando a porra dele e os próprios fluidos. Aquele filho da puta deve ter usado minha boca para limpar o pau dele, ela pensou com nojo. Por um breve segundo sentiu vergonha do que se tornou, mas logo se livrou da sensação porque simplesmente era bom demais para se arrepender.

Beatriz olhou ao redor procurando o fio-dental mas tinha sumido, e meio atordoada tropeçou para dentro do carro. Beatriz olhou para o rosto no espelho vendo o gozo seco nos lábios e certificou-se de lamber tudo antes de ligar o motor. Os mamilos doloridos exigiam atenção e olhando para baixo ela viu que tinha esquecido de puxar o top para baixo sobre os peitos. Por algum motivo, tinha sido puxado para baixo até os mamilos de modo que parecia que os bicos estavam segurando o top. Ambos estavam totalmente eretos e inchados de onde ele aparentemente tinha mordido depois que ela desmaiou. Um pouco irritada, Beatriz estava levantando o top para esticá-lo sobre os peitos quando viu algo que quase a fez desmaiar de novo, dessa vez de medo. Duane tinha deixado dois chupões grandes bem acima dos mamilos.

"Meu Deus," ela disse em voz alta, pensando no que ia fazer. À beira do pânico, Beatriz se acalmou, lembrando que era uma mulher forte e inteligente. Ela animou um pouco ao perceber que talvez conseguisse usar maquiagem para cobrir os chupões. Esperançosamente teria tempo suficiente para se limpar e tentar cobrir as evidências da infidelidade com o irmão do marido. Beatriz colocou o carro na marcha e viu Caio sair do bar e ir para trás em direção à moto. Uma hora tinha passado e Duane tinha comido ela por quase o tempo todo! Ela pisei no gás e arrancou saindo do estacionamento. Teria apenas alguns minutos até Caio chegar em casa.

***

A próxima parte será a última!

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive oincestuoso a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários