Um mês se passou desde aquele fatídico dia de traições e lágrimas. Mark e Sabrina quase não se viam, sempre de longe nas raras vezes – acenavam de longe na escola, com olhares carregados de saudade e dor, e trocavam curtas palavras pelo telefone, como "Tudo bem?" ou "Boa noite". Mark voltou pra casa após 10 dias, mas ainda pouco falava com Adelaide, limitando-se a respostas frias quando necessário, falando normalmente apenas com seu pai, Hugo.
Um dia, voltando exausto do estágio, Mark encontrou Sabrina esperando na calçada perto de sua casa, os olhos marejados e vermelhos de choro. "Mark… você tá feliz assim? Sem a gente?", perguntou ela, a voz tremendo. Ele sentiu um nó na garganta, segurando o choro com esforço: "Não, Sabrina. Morro de saudades de você todo dia. Mas foi você quem pediu o tempo… eu respeitei." Ela esticou a mão para tocá-lo, mas ele recuou, cansado: "Desculpa, amor… tô destruído, dormindo mal essas noites todas. Só quero ir pra casa e descansar." Ele a deixou pra trás, ouvindo seus soluços baixos enquanto se afastava, o coração apertado.
Chegando em casa, não encontrou ninguém – o silêncio era opressor. Ao olhar o celular, uma mensagem de seu pai piscava:
Pai (45 min atrás): "Filho, fomos a um motel encontrar uma amiga da sua mãe. Tô tentando reacender a chama com ela e perdoá-la de vez. Ou isso, ou tudo vai acabar. Te aviso depois. Cuide-se."
Mark suspirou, tomou um banho quente para lavar o dia, e se jogou no sofá para ver TV, tentando distrair a mente. Minutos depois, a campainha tocou. Era Sabrina, ainda com os olhos inchados, mas determinada: "Por favor, Mark… me deixa entrar. Precisamos conversar." Ele não a impediu, abrindo a porta em silêncio e sentando-se na sala com ela.
Sabrina se ajoelhou aos pés dele, as mãos tremendo: "Eu tô morrendo de saudades, amor. Te amo mais que tudo… agora tenho total certeza disso. Nenhum homem ou mulher tira você dos meus pensamentos, do meu coração. Mas não quero mais ver a Adelaide. Nunca mais." Mark questionou, confuso: "Por quê? O que aconteceu?" Ela respirou fundo: "Eu tô vindo... de um motel. Marquei com uma mulher que achava ser minha amiga – ela me mandou mensagem dizendo que precisava desabafar, só beber e jogar conversa fora, sem olhares curiosos ou fofoqueiros nos ouvindo, que tava sozinha e não pretendia fazer nada além de beber e conversar. Mas chegando lá, vi o Hugo me esperando com a Adelaide, essa suposta amiga, e não vi você. Era uma armação dela pra foder comigo e com o Hugo, pra 'reacender' as coisas. A expressão do Hugo mudou de alegre pra furioso quando viu que você não tava lá, chegando comigo. Ele sacou a armação e gritou com ela: 'Isso é loucura, Adelaide! Sem o Mark, isso não é família, é safadeza, e das mais ordinárias, sua filha da puta!' Eu saí correndo, sem tocar em ninguém. Não queria estar numa cama e em um sexo sem você nunca mais!"
Ela continuou, os olhos fixos nos dele: "Não transei com ninguém nesses dias todos. Tudo o que mais quero é você, Mark. Só você." As palavras o quebraram. Não aguentando mais, Mark a agarrou pelos braços, puxando-a para um beijo urgente e faminto, as línguas se entrelaçando com desespero acumulado. Eles se despiram ali na sala, roupas voando pelo chão. Mark a deitou no sofá, penetrando sua boceta lisa e apertada com uma estocada profunda, sentindo a umidade quente envolver seu pau grosso como se fosse a primeira vez. "Ahh, Sabrina… você é minha!", grunhiu ele, movendo os quadris ritmados, forte e rápido, as bolas batendo contra o bumbum dela. Sabrina gemeu alto, gozando rápido: "Sim, amor… me fode mais fundo! Tô morrendo de saudade desse pau!" Eles variaram – ela montou nele, rebolando furiosamente, os peitinhos firmes balançando enquanto ele chupava os mamilos rosados. O sexo foi urgente e gostoso, suado e primal, culminando com Mark gozando na boca dela: Sabrina chupou tudo, bebendo a porra quente como se fosse a primeira vez, lambendo os resquícios com um sorriso: "Delícia… te amo tanto. Não quero te trair nunca mais. Só transo com outras pessoas se for com você junto, e só se você quiser. Eu prometo."
Após tomarem um banho juntos – água quente lavando os corpos colados, beijos suaves e carinhos reconfortantes –, eles conversavam na sala, enrolados em toalhas, quando a porta se abriu. Adelaide entrou chorando, o rosto inchado e as mãos tremendo: "Mark... o Hugo... o seu pai não vai voltar pra essa casa. Ele... ele... terminou tudo... pediu o divórcio no motel. Disse que se você estivesse lá era uma coisa, mas armar pra foder a Sabrina sem você... foi a gota d'água." Ela pausou, soluçando: "Eu errei tanto… com todos. Me... me perdoa, filho... Eu... Eu... só perdoa a mamãe, filho... eu... Eu sei o quanto eu errei com você principalmente. E com o Hugo..." Adelaide olhou para Sabrina, mas a ignorou completamente, um ódio em seus olhos que a fuzilava, e entrou pro quarto sem mais palavras.
Mark nada disse, processando o choque. Ele se levantou, arrumou suas coisas – uma mala e uma mochila com roupas e itens essenciais – e partiu também, sem intenção de retornar àquela casa de memórias quebradas. Ligou para os pais de Sabrina, explicou brevemente, e alugou o quarto dela na casa deles. Começaram a morar juntos ali, recomeçando devagar, com noites de conversas honestas e sexo carinhoso.
A irmã de Sabrina, Lorena, os recebeu bem, com abraços e palavras de apoio. Ela entendia bem a dor que eles passavam. Disse que tinha brigado muito com Sabrina por ela tê-lo traído. Já na segunda noite, os três fizeram um sexo a três bem gostoso no quarto aconchegante: Lorena chupou o pau de Mark enquanto Sabrina lambia sua boceta cabeludinha, depois Mark as fodeu alternadamente – estocadas profundas na boceta de Lorena, fazendo-a gemer "Ahh, cunhado… maior que o meu ex!", e na de Sabrina, que rebolava gemendo "Só pra você, amor!". Elas se beijaram sobre ele, gozando em uníssono, e Mark finalizou enchendo a boca de Lorena, que dividiu o gozo com a irmã em um beijo molhado. Após, Lorena lamentou, ofegante: "Que pena o que rolou… a Adelaide pode ser muito gostosa, mas o caráter dela falha por causa dos desejos descontrolados e por achar que todos são meros brinquedos sexuais, para ela realizar seus caprichos. Vocês merecem melhor."
Mark assentiu: "Não vou abandonar minha mãe… só não quero tanto contato ou morar junto. Pretendo visitá-la bem esporadicamente, apesar de tudo." No dia seguinte, Hugo também juntou suas coisas e saiu de casa de vez, alugando um novo apartamento para recomeçar a vida. Na mesma semana assinaram o documento do divórcio. Com o passar do tempo, Mark e Sabrina enfim se casaram – uma cerimônia simples, cheia de amor e promessas reais. Adelaide obviamente não foi nem mesmo convidada. Hugo era presente na vida deles, como um pai amoroso, e raramente ainda tinha a permissão de foder sua linda norinha, sempre acompanhado de seu filhão e de sua nova esposa, Samanta, uma linda negra de 46 anos que conhecera um tempo depois – curvilínea, levemente gordinha, mas muito gostosa, com seios fartos e um sorriso cativante. Nessas ocasiões raras, Mark provava da madrasta, penetrando sua boceta carnuda e úmida enquanto ela gemia "Ahh, enteado… que pau grosso gostoso!", e Sabrina delirava no pau grande de Hugo, rebolando e gozando: "Sogro… só com o Mark aqui!". Mas isso era raro – no geral, pareciam verdadeiramente uma família normal, com festas de aniversário, churrascos e comemorações.
Já Adelaide raramente era visitada por Mark. Mas, quando a via, eles ainda se davam bem – conversas leves sobre o dia a dia, sem nenhum contato sexual, apenas uma mãe tentando compensar seu filho pelas merdas que fizera, com presentes e desculpas sussurradas. Uma sensação que nunca seria o suficiente, mas estava disposta à não desistir de seu único filho. Resolveu permanecer solteira, para não se sentir presa à ninguém, tendo apenas sexos com parceiros temporários, homens e mulheres. Sabrina até falava com Adelaide, mas apenas o básico – um "oi" frio ou uma mensagem de aniversário. E assim se seguiu a vida de Mark: casado, feliz, com uma família reconstruída, deixando para trás as sombras do passado, mas nunca esquecendo as lições aprendidas.