Meu padrasto comeu minha amiga e... PT2

Categoria: Heterossexual
Contém 2035 palavras
Data: 27/02/2026 00:52:38

No dia seguinte eu fiquei muito distraída pensando em tudo que tinha passado. As provocações, o funk, a dança... e flagrar minha mãe daquele jeito, kkkk. Não que ela estivesse fazendo algo de errado — ela estava no quarto dela com o marido dela — mas eu nunca imaginei que fosse presenciar aquilo.

Na faculdade eu e a Cátia mal nos falamos, era um daqueles dias chatos em que tínhamos aulas diferentes o dia todo. Quando cheguei em casa, minha mãe estava sentada na sala. Olhei pra ela meio surpresa:

Lari: Mãe?! Fazendo o quê em casa a essa hora?

Luana: Nada de mais, ué. Peguei uma folga. Você não deveria ficar feliz com isso?

De certa forma eu deveria mesmo, kkkk. Minha mãe vive de trabalho, nunca tinha visto ela parar assim. Mas eu já tinha combinado com a Cátia de passar lá e não ia dar tempo de avisar... Bem, não deu tempo nem de pensar nisso, porque a Cátia logo bateu na porta me chamando.

Luana: Ah, agora entendo a sua reação. Sua amiga vai morar aqui em casa, Larissa?

Quando ela me chamava pelo nome completo eu já sabia que o assunto tinha esgotado a paciência dela, kkkk.

Lari: Vamos, mãe, ela é minha melhor amiga. Faz um esforço pra gostar dela.

Luana: Porra, filha, você sabe que... Ah, tá bom. Tenho que te recompensar pela noite passada de alguma forma. Mas não se acostuma, Larissa!

Ela ainda estava pensando muito no que aconteceu, e isso foi ótimo porque pelo menos não proibiu a Cátia de ficar. Abri a porta, mas antes de deixar a Cátia entrar já puxei ela pro corredor:

Lari: Minha mãe tá em casa.

Cátia: Hum... por quê?

Lari: Folga. Olha, ela tá meio boazinha por causa do que aconteceu ontem à noite, então pega leve. Ela já não vai com a sua cara, e você sempre abre a boca na hora errada perto dela. Ouviu?

Cátia: Você tá sendo injusta pra caramba, Larissinha, kkkk. Quando que eu falei merda assim perto dela?

Lari: Hum, não sei... Que tal o dia que ela perguntou se você tinha comido em casa e você disse que sim, mas que a sobremesa seria eu?

Cátia: Ok... mas em minha defesa eu não sabia que você escondia dela que ficava com mulher, tá?!

Lari: Foda-se, não importa. Só não faz merda. Tenta ser legal com ela, assim ela não fica no seu pé.

Cátia: Beleza. Já que tenho um GRANDE motivo pra continuar vindo na sua casa, kkkk, vou me dar muito bem com a mamãe. Pode deixar.

Entramos, e a Cátia foi direto na minha mãe. Deu um abraço e um beijo no nariz dela que deixou minha mãe completamente desconcertada.

Luana: Cátia... não que eu esteja reclamando, mas o que foi isso?

Cátia: Tia Lu, eu queria agradecer por ter me deixado ficar aqui ontem. Meus pais estão brigando muito ultimamente e eu me sinto muito sozinha em casa. Meu pai tem sido cada vez mais difícil e eu tenho medo de ficar lá... Ficar aqui com vocês me dá uma sensação de família que faz tempo que eu não sinto. Muito obrigada.

Que filha da puta, kkkk. Era tudo mentira. Ok, o pai dela bebe, mas ele é um bobo — tá mais fácil a mãe dela bater nele do que o contrário.

Luana: Meu Deus, Cátia, eu não sabia disso. Vem cá, meu amor.

Minha mãe puxou ela e a Cátia deitou o rosto no peito dela, com aquela cara de coitadinha que ela faz tão bem. Minha mãe ficou me olhando por cima do ombro da Cátia com uma cara de "por que você nunca me contou isso?". Eu fiquei sem saber o que dizer. Absolutamente sem palavras.

Subimos pro quarto e assim que fechei a porta:

Lari: Miga, que foi isso?! Kkkkkk

Cátia: Kkkkkk ué, você queria que sua mãe não pegasse no meu pé né? Então. Vou virar melhor amiga dela também. Você vai ver.

Lari: Sua mentirosa sem vergonha, kkkkkk!

Ficamos conversando, e o Júlio, inevitavelmente, não saiu do assunto por muito tempo.

Cátia: Você já imaginou como deve ser ter uma piroca daquele tamanho no cu?

Lari: Credo, no cu não, kkkk. Deve doer demais. Dei pro Renan uma vez e o pau dele nem era grande — fiquei com a bunda doendo dois dias inteiros, kkkkkk. Imagina um troço daquele me rasgando?!

Cátia: Mas sua mãe aguenta, kkkk. Ui, Larinha perdendo pra mamãe, kkkkkk.

Lari: Para, a bunda dela é maior que a minha, é por isso!

Cátia: Nossa, nada a ver. As magrinhas também dão com vontade. Mas sério, sua mãe é uma gostosa do caralho. Nunca vi uma mulher tão deliciosa assim.

Lari: Ah, pronto. Agora não quer mais meu padrasto, quer minha mãe?!

Cátia: Huuum, quem me dera, kkkkkk.

Lari: Vadia!!!

Cátia: Ei, sem ciúmes tá! Vem cá, sua delícia!

A Cátia sabia exatamente como me deixar no ponto. Ela sempre vinha com um papo safado primeiro, que me fazia excitar sem eu perceber, e depois começava me tocando porque sabia que eu já não ia conseguir recusar.

Ela chegou perto e foi direto pro meu pescoço, devagar, me beijando ali onde sabia que eu perco o juízo. A mão dela desceu pela minha barriga e foi parando em cima da calcinha, sem pressa, só descansando ali por um segundo — tempo suficiente pra eu perceber que já estava molhada antes mesmo de ela fazer qualquer coisa de verdade.

Cátia: Huuum, já tá molhada, vadia? Tá imaginando o pau do tio Júlio... ou tá imaginando a gostosa da sua mãe?

Lari: Cátia!!!

Ela ignorou minha reação e desceu, se enfiando embaixo da minha saia. Começou a beijar minha buceta por cima da calcinha vermelha, devagar, com aquela boca quente dela que não tinha pressa nenhuma. Antes de continuar ela tirou o shortinho que estava usando, ficando só com a calcinha, e empinou aquela bundona pra cima sem cerimônia nenhuma.

Ela passou a língua de leve, só o suficiente pra molhar o tecido, e foi aumentando a pressão aos poucos. A calcinha colada, encharcada de saliva e do meu próprio tesão, a sensação de sentir tudo com aquela barreira fina entre a boca dela e eu me deixava completamente louca.

Lari: Isso, sua puta... chupa minha buceta, caralho...

Nesse exato momento:

Luana: Meninas, eu fiz um...

Minha mãe entrou sem bater — coisa que ela nunca fazia — e deu de cara com a Cátia de quatro na minha cama, bundona empinada e cabeça enterrada embaixo da minha saia. Como minha cama é virada pra porta, ela teve a visão completa. Silêncio totalLuana: Bem... estamos quites, né.

Ela falou isso, fechou a porta e foi embora. Eu fiquei paralisada. Não era só o fato de ela ter nos pegado — era a reação dela. Eu esperava gritos, xingamentos, as duas voando pela janela. Mas não. Ela fechou a porta. E antes de fechar... ela olhou. Olhou pra bunda da Cátia com uma demora que não era de susto.

Nem eu nem ela tocamos no assunto no dia seguinte. Ficamos no "estamos quites" e pronto. Minha mãe foi trabalhar, e combinei com a Cátia de vir de novo — eu queria só conversar com ela com calma, sem correria. Mas a safada tinha outros planos na cabeça, como sempre.

Com meu padrasto em casa eu já sabia que não ia demorar muito. Estávamos sentadas na sala conversando quando o Júlio chegou e se jogou no outro sofá. A Cátia esperou uns dois minutos — só pra não parecer tão óbvia — e começou:

Cátia: Tio Júlio, a Lari matou seu momento na outra noite, hein, kkkk.

Júlio: Nem fala, kkkk. Mas acontece.

Cátia: Eu tô devendo uma, né? Olha, ela foi ingrata mas eu fui embora junto. Não foi justo com você.

Júlio: É, não foi muito justo não, kkkk.

Cátia: Então a gente tem que compensar o tio, né, Lari?

Lari: A gente?

Cátia: Tia Lu dá de 10 a 0 na Lari, né, tio? Kkkk

Ela jogou isso no ar me provocando, e já sabia que ia me cutucar onde doia — esses dias ela não parava de insinuar que minha mãe era mais safada que eu, e na real aquilo tava começando a fazer efeito.

Lari: Será? Nunca se sabe, né.

Júlio: Kkkkkk, ei, não me coloca no meio disso não, gente.

Cátia: Sem confusão nenhuma, tio. O que acontece aqui fica aqui. Vem, senta com a gente.

Ela deu espaço no sofá e o Júlio sentou entre as duas. Dava pra sentir o calor do braço dele do lado do meu.

Cátia: Vai, Lari. Levanta aí, deixa o tio Júlio te ver direito.

Lari: Que isso, Cátia...

Cátia: Vai, miga. Ele ficou com o barato cortado da outra vez, pelo menos deixa ele olhar.

Eu me levantei e fiquei na frente dele, sem graça mas sem fugir. O Júlio olhou de baixo pra cima, demorado, sem disfarçar.

Júlio: Ela é linda porra... muito gostosinha.

Cátia: Ah, tio, você nem viu nada ainda.

Antes que eu pudesse reagir, a Cátia veio até mim, pegou minha saia pelos lados e puxou pra baixo num movimento só, deixando ela cair no chão. Fiquei ali de calcinha, que estava bem colada e enterrada na minha bundinha, sem ter pra onde correr.

Lari: Cátia!!! Sua louca, kkkk!

Júlio: Puta que pariu... assim você me complica, kkkk.

Ele não perdeu tempo. Estendeu a mão e apertou minha bunda com aquela mão grande, firme, sem aquela coisa de quem tá com medo de fazer. Apertou de verdade.

Júlio: Que delícia de garota...

Eu senti o calor subindo. Aquele aperto, aquela mão, a adrenalina de saber que eu não devia estar deixando aquilo acontecer — tudo junto me deixou com a cabeça virada.

Lari: Gostou? Então eu quero minha vez também.

Júlio: Como assim? Pegar na minha bunda? Kkkk

Lari: Na bunda não...

Dei dois passos e coloquei a mão naquela rola dura por cima da bermuda. Fiquei passando devagar, sentindo o tamanho daquilo, e o Júlio fechou os olhos por um segundo.

Júlio: Porra, Lari, assim você me mata...

Cátia: Huum, agora sou eu que fico com ciúmes, kkkk.

A mão do Júlio foi descendo nas minhas costas, apertando minha bunda de novo, só que dessa vez os dedos foram chegando mais perto, escorregando pela calcinha em direção à minha buceta que já estava completamente encharcada. Mais um segundo e ele ia sentir tudo aquilo.

Eu parei.

Lari: Tá bom, chega, kkkk. A gente já brincou demais.

Cátia: Ah, Lari, para...

Eu peguei a Cátia pelo braço e puxei ela escada acima, as duas rindo e correndo, deixando o Júlio no sofá com a cara de quem não entendeu nada e uma barraca armada na bermuda que não ia a lugar nenhum, kkkkkk.

Depois daquilo eu decidi esfriar. Não queria complicar as coisas além do que já estavam. O que me surpreendeu foi a Cátia — ela continuou aparecendo em casa, mas as provocações com o Júlio diminuíram. Em compensação, ela estava investindo pesado em outra frente: minha mãe.

As duas viviam em papo agora. A Cátia ficava na cozinha ajudando ela a cozinhar, sentava do lado dela pra assistir novela, perguntava opinião sobre roupa. Minha mãe, que mal tolerava a presença dela há uma semana, agora sorria quando ela chegava. Eu ficava olhando aquilo com uma estranheza que não conseguia nomear direito.

Numa sexta de manhã a Cátia tinha dormido lá e acordou antes de mim. Desci pro café e quando estava chegando na cozinha parei no corredor. A Cátia tava lá com minha mãe, as duas de costas pra mim. A Cátia falou alguma coisa baixinho que eu não ouvi, e antes que minha mãe pudesse responder — plac. Um tapa forte na bunda dela. A saia fez ondas.

Eu segurei o ar esperando minha mãe virar o bicho.

Minha mãe virou a cabeça com um sorriso no canto da boca.

Eu voltei pro quarto sem fazer barulho. Sentei na cama e fiquei olhando pro teto por uns cinco minutos tentando processar o que tinha acabado de ver.

O resto dessa história precisa de mais tempo e mais calma pra eu contar cada detalhe pra vocês. Então fica pra próxima, kkkk...

Continua na parte 3

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