Alessandra e os Campeões part 3

Um conto erótico de Caio
Categoria: Heterossexual
Contém 3289 palavras
Data: 26/02/2026 21:05:59

Partindo para O domingo da final, foi um evento que parou o bairro. Esses campeonatos de várzea sempre foi sucesso em nossa região.O sol estava escaldante, mas a tensão que ALESSANDRA sentia na arquibancada não vinha apenas do calor ou do placar apertado. Cada vez que um jogador passava perto da linha lateral, buscava o olhar dela.

O Apito Final e a Invasão

Quando o juiz apitou o fim da partida e o time de Willian e Caio se sagrou campeão, a explosão de alegria foi imediata. Mas, enquanto Miguel e os filhos pulavam e se abraçavam no centro do campo, os outros rapazes tinham um alvo muito específico.

Um a um, sob o pretexto de receber os parabéns da "MADRINHA", eles se aproximavam de ALESSANDRA.

— "GANHAMOS, TIA! O troféu é nosso... agora falta só a nossa parte do combinado," — sussurrou RODRIGO, com o rosto suado e a respiração ofegante, parando perto demais do ouvido dela.

— "CRIEM JUÍZO, RODRIGO! Vão comemorar com as famílias de vocês," — ALESSANDRA RESPONDIA, soltando uma risada nervosa, enquanto seus olhos varriam o campo para ter certeza de que MIGUEL estava distraído.

A Pressão Silenciosa

GUILHERME veio logo em seguida. Ele não disse nada de imediato, apenas segurou as mãos de ALESSANDRA com força e deu um beijo demorado em sua bochecha, deslizando os lábios perigosamente perto do canto da boca dela.

— "A senhora estava linda torcendo, ALESSANDRA. A gente jogou por você. A granja vai ficar pequena hoje à noite..."

ALESSANDRA sentia o corpo tremer. Era um medo misturado com uma adrenalina que ela nunca havia experimentado. Ela ria, mas era aquele riso de quem está na beira de um abismo. A cada "parabéns" que recebia dos rapazes, vinha uma indireta, um toque mais ousado no braço ou uma piscadela de cumplicidade. Eles agiam como uma matilha que acabara de conquistar o direito ao banquete.

O Medo de Miguel

Miguel se aproximou, orgulhoso, abraçando ALESSANDRA pelos ombros.

— "Viu, meu amor? Esses meninos são uns leões no campo! E todos eles nos adoram, olha como fazem questão de vir falar a gente."

ALESSANDRA sentiu um nó na garganta. O marido, em sua total inocência e confiança, via apenas o carinho de jovens que "respeitavam" sua esposa. Ela olhou para os filhos, que também sorriam, sem imaginar que os melhores amigos passavam o dia trocando fotos da intimidade da mãe deles e planejando como seria tê-la nos braços durante a festa.

— "É... eles são muito educados, Miguel," — ela mentiu, sentindo o peso do segredo queimar em seu peito. — "Mas vamos para casa? Ainda tenho que organizar as coisas para o churrasco da vitória."

O Clima para a Noite

Enquanto saíam do estádio, BARBARA passou por ALESSANDRA e deu uma cotovelada discreta.

— "O clima está armado, ALESSANDRA. Eles ganharam e estão com o sangue fervendo. Você viu o jeito que o PAULO te olhou quando levantou a taça? Se eu fosse você, já ia preparando o fôlego, porque essa dança vai ser longa."

ALESSANDRA não respondeu. Ela só conseguia pensar que, naquela noite, na granja, ela estaria cercada por 20 campeões que não aceitariam um "NÃO" como resposta. O medo de Miguel descobrir era imenso, e ela já planejava em sua cabeça um modo de querer cortar as asinhas dos rapazes de uma vez por todas .

A noite na granja tinha um peso diferente, os jovens chegaram bem arrumados, cheirosos e com suas melhores roupas como se houvesse um 3° tempo a ganhar e em suas cabeças tinha mesmo, a aposta entre eles de quebrar a figura de mãezona de ALESSANDRA.

Todos muito a vontade, sentando nas cadeiras, outros jogando sinuca, alguns no baralho e no totó, uns no fliperama mas cada um com seu objetivo e procurando uma oportunidade de tirar uma casquinha da minha mãe quando ela estivesse sozinha.

O Encontro na Despensa

Rodrigo, sempre o mais estratégico, esperou ALESSANDRA entrar na despensa. Ele entrou logo atrás, fechando a porta de madeira apenas o suficiente para criar uma barreira visual.

— "RODRIGO! Que susto, menino! Saia daqui," — ALESSANDRA sussurrou, tentando passar com o saco de gelo.

— "A senhora prometeu, DONA ALESSANDRA. E promessa de campeão é sagrada," — ele disse, com a voz grave. Antes que ela pudesse protestar, ele a segurou pela cintura. Não foi um toque de "FILHO"; foi um abraço de homem, apertando o corpo de ALESSANDRA contra o dele, fazendo-a sentir o calor da sua pele pós-banho e o perfume forte.

ALESSANDRA sentiu os braços dele como correntes de aço.

— "Para com essa graça, RODRIGO! Me solta!" — ela ralhou, mas o tom era mais de nervosismo do que de raiva. Ele deu um beijo rápido e estalado na bochecha dela, quase no canto da boca, e saiu rindo, vitorioso.

O Desafio de BARBARA

BARBARA, que já tinha bebido algumas taças e estava adorando o papel de "MESTRA DE CERIMÔNIAS", pegou o microfone do karaokê.

— "ATENÇÃO, CAMPEÕES! A nossa MADRINHA está fazendo charme, mas a gente sabe que ela é a alma desse time! Quem aqui é homem o suficiente para tirar essa mulher séria para dançar?"

ALESSANDRA, saindo da despensa ainda recompondo o vestido, balançou a cabeça negativamente.

— "BARBARA, para com isso agora! O MIGUEL está aqui. Eu não vou dançar, já disse! Criem juízo, vocês todos!"

Os rapazes começaram a vaiar de brincadeira, batendo nas mesas e chamando: "DONA ALESSANDRA! DONA ALESSANDRA!". Vários se aproximaram: GILBERTO, PAULO, LEONARDO... todos estendendo a mão, cercando-a como lobos em volta de uma presa valiosa. ALESSANDRA recuava, rindo de nervoso, olhando para a porta da sala com medo de MIGUEL ver.( Um detalhe da vida de meu pai é que sempre foi fraco para bebida principalmente quando misturava, o homem apagava de verdade e nesse dia eu desconfio que alguém colocou algo na bebida dele pra apagar pois ele desmontou na sala da granja).

O Arrastão para a Pista

Foi então que Marcos, o novo zagueiro do time — um rapaz de quase 1,90m, calado e de braços imensos — decidiu encerrar a discussão. Sem dizer uma palavra, ele passou pela multidão de jogadores.

— "Com licença, pessoal. Deixa que eu resolvo," — ele disse com uma voz calma.

Antes que ALESSANDRA pudesse entender, Marcos passou os braços por baixo dos joelhos e das costas dela. Ele a ergueu do chão como se ela não pesasse nada. ALESSANDRA soltou um gritinho de surpresa, segurando-se nos ombros largos do rapaz para não cair.

— "Marcos! Me coloque no chão agora! Você está louco?" — ela protestava, as pernas balançando no ar, revelando novamente as coxas por causa do movimento.

— "Só quando a música acabar, TIA," — ele respondeu, levando-a diretamente para o centro da varanda, onde a luz era mais forte.

BARBARA soltou um grito de alegria e soltou um sertanejo bem "COLADINHO". Marcos colocou ALESSANDRA no chão, mas não soltou sua cintura. Pelo contrário, ele a trouxe para perto, colando o corpo dela no seu peito maciço. ALESSANDRA, sem saída e vendo os outros 19 rapazes em volta batendo palmas e vigiando cada movimento, não teve escolha. Ela começou a balançar, sentindo o vigor do zagueiro e o olhar de todos os outros queimando sobre ela.

O clima na varanda da granja estava denso, carregado pelo cheiro de cerveja e pelo perfume dos campeões. Marcos, com seu tamanho intimidante, conduzia ALESSANDRA com uma firmeza que a deixava sem ar. Ele não apenas dançava; ele a "amaciava", deslizando as mãos grandes pelas costas dela e descendo perigosamente para o quadril.

— "Marcos, olha a mão! Juízo, menino!" — ALESSANDRA ralhava, empurrando os dedos dele sempre que sentia o aperto subir ou descer demais,e Sempre olhando para sala com medo de Miguel chegar pois mesmo que ela achasse que ele entenderia que era apenas diversão e zoeira , ela temia uma reação de ofensividade e briga dele.

O Rodízio de Desejos

Mas Marcos era apenas o primeiro. Conforme a música mudava, os pares se trocavam rapidamente. ALESSANDRA sentia-se como um troféu passando de mão em mão. Cada jogador que a assumia tinha uma tática diferente:

GILBERTO a segurava pela nuca, roçando o nariz em seu cabelo e sussurrando: "A senhora está cheirosa demais, TIA... impossível não querer morder esse pescoço".

LEONARDO, o mais atrevido, colava o joelho entre as pernas de ALESSANDRA durante um giro, fazendo-a sentir toda a sua musculatura firme.

PAULO aproveitava o barulho da música para ser mais direto no ouvido dela: "A gente sabe que a senhora está gostando. Seu corpo está quente, ALESSANDRA. Não nega pra gente."

ALESSANDRA tentava manter a postura, pedindo respeito com uma voz que já não tinha tanta autoridade. Ela estava tonta com tanto perfume masculino, tantos braços fortes a rodeando e tantas palavras proibidas sendo sopradas em sua pele. Por um lado, a moral dizia para parar; por outro, a vaidade — alimentada por BARBARA — a fazia continuar girando.

A Traição de BARBARA

BARBARA, do outro lado da pista, era a verdadeira "MAESTRINA" do caos. Ela dançava com um dos alas, mas seus olhos não saíam de ALESSANDRA. Sempre que um rapaz passava por ela para trocar de par com a amiga, ela dava uma piscadela e incentivava em voz baixa, para que ALESSANDRA não ouvisse:

— "Não dá mole, não! Aperta mesmo que ela gosta de homem decidido!" ou "Dá um cheiro no cangote dela que ela derrete, vai por mim!".

BÁRBARA estava se divertindo às custas da sanidade de ALESSANDRA, empurrando os limites da amiga até onde desse.

A Pressão Final

A música ficou mais lenta, um sertanejo de "sofrência" que exigia que os corpos ficassem ainda mais próximos. GUILHERME, que estava apenas esperando sua vez de "encerrar" a rodada, aproximou-se e cortou a dança de RODRIGO.

Ele não pediu licença. Apenas envolveu ALESSANDRA com um abraço possessivo, prendendo-a contra seu peito nu (já que ele, assim como vários outros, já havia aberto os botões da camisa no calor da festa). ALESSANDRA sentiu o contato direto da pele dele com o tecido do seu vestido e o volume que todos os rapazes haviam mostrado por fotos agora era uma realidade física pressionando sua barriga.

— "Chega, meninos... eu estou cansada, preciso sentar," — ALESSANDRA implorou, o rosto encostado no ombro de GUILHERME para esconder a vergonha.

— "Só mais essa, ALESSANDRA. O time todo está olhando. A senhora prometeu o prêmio do campeão... e a gente ainda não recebeu o beijo," — GUILHERME disse, enquanto sua mão descia e se fixava com força na base da coluna dela, impedindo qualquer afastamento.

Os outros 19 rapazes formaram um círculo ao redor dos dois, batendo palmas no ritmo da música, criando uma arena onde ALESSANDRA era o centro absoluto de todo o desejo daquela granja.

—Eu não prometi nada a vocês,Meus filhos e meu marido estão na granja, me respeita GUILHERME.

— Você fala do Caio e do Willian? Está vendo eles aqui? Kkkk disse GUILHERME.

ALESSANDRA olhando ao redor procurava por seus filhos que já não estavam na festa pois tinham ido se encontrar com 2 gêmeas gostosas( Não puxando sardinha pro meu lado mas as gêmeas eram lindas mesmo.kkkk)

ALESSANDRA: Onde eles estão?

GUILHERME: Não querendo dedurar meus amigos mas já dedurando kkk eles estão ficando com as gêmeas da rua de baixo.

ALESSANDRA é o tipo de mãe superprotetora e aproveitou a deixa de Guilherme e disse que ia se sentar para descansar.

ALESSANDRA: Me solta Guilherme vou descansar um pouco. Esses meus filhos não tem jeito né.

Ao se sentar para conversar com com BARBARA, ALESSANDRA fala brava com ela:

—"Está vendo o que vc me aprontou Barbara"? Isso tudo é culpa sua, eu disse para não alimentar a brincadeira desses rapazes, meu marido está aqui não sei onde, meus filhos estavam aqui até pouco tempo. E se um deles ver isso? Eu sou casada. Quer que eu fique mal falada ?

BARBARA: o Miguel estava se acabando nos drinks e os meninos saíram de carro com cara de que iam aprontar kkk Se eu fosse vc aproveitava. Dá logo um beijo neles que esse fogo dos rapazes acaba mulher. Eles vão te deixar em paz se fizer isso.

BARBARA sabia que isso era mentira e se ALESSANDRA O Fizesse só iria apimentar mais o desejo dos campeões por ela.

ALESSANDRA: "Isso é errado, mas posso dar um beijo no rosto deles somente, se isso for acalma-los". Disse Alessandra para Bárbara com toda sua ingenuidade e inocência.

Aos poucos ALESSANDRA E BARBARA levantam para dançar novamente e Alessandra resolve colocar o plano em prática e dar um beijo no rosto dos rapazes mas pede para que eles não fiquem de graça.

"Vou te dar um beijo de parabéns, mas é no rosto, e sem gracinha!".

​Nesse momento, o rapaz que estava operando o som mudou as luzes. As luzes coloridas e fortes foram substituídas por tons escuros, azulados e avermelhados, deixando a varanda em uma penumbra perigosa.

Os três primeiros jogadores aceitaram o beijo na bochecha, mas não sem antes aproveitarem o contato para apertar o corpo de ALESSANDRA contra o deles. Alguns, mais malandros, viravam o rosto no último segundo, tentando acertar a boca de ALESSANDRA, que desviava e os repreendia: "Fica quieto, moleque! Eu falei que era no rosto!".

O Apagão e o Ataque de XAVIER

Então, chegou a vez de XAVIER, o novo atacante do time. Ele se aproximou com um sorriso predatório. No exato momento em que ALESSANDRA se inclinou para beijar a bochecha dele, as luzes da granja se apagaram por completo. Foi um breu total.

Na escuridão, o que deveria ser um beijo no rosto virou um ataque. XAVIER segurou o rosto de ALESSANDRA com as duas mãos e lascou um beijão de língua nela. ALESSANDRA ficou em choque, sentindo o gosto de cerveja e a força da boca dele. Ela tentou empurrá-lo, tentou sair fora, mas XAVIER era um atleta jovem e forte.

Ele a prensou contra seu corpo e, aproveitando o escuro onde ninguém via nada, deslizou a mão por baixo do vestido azul. Com uma rapidez brutal, ele enfiou os dedos por dentro da calcinha dela, buscando o centro da sua intimidade para sentir se ela estava molhada, tocando na "buceta" de ALESSANDRA sem qualquer pudor.

ALESSANDRA soltou um gemido de pavor e raiva. Ela conseguiu se desvencilhar com um empurrão desesperado e saiu correndo em direção à luz da cozinha, com o rosto transfigurado.

— "Isso não foi o que eu falei! Seus animais! Seus porcos!" — ela gritou, caindo para dentro da cozinha, puta de raiva e com a mão sobre a calcinha, sentindo-se violada e humilhada.

O pânico tomava conta de ALESSANDRA enquanto ela tentava, freneticamente, ajeitar o vestido azul e passar a mão nos cabelos, tentando apagar qualquer vestígio do que XAVIER tinha acabado de fazer no escuro. Ela estava com os nervos à flor da pele, pensando em BÁRBARA com um ódio mortal, prometendo mentalmente que a amiga pagaria caro por cada incentivo maldoso.

Mas a cozinha não era o refúgio que ela imaginava. Os rapazes, empolgados pelo apagão, começaram a circular pela casa como sombras.

A Emboscada na Cozinha

Antes que ALESSANDRA pudesse sequer lavar o rosto, GUILHERME, que conhecia cada canto da granja, entrou na cozinha. Ele se aproximou com passos silenciosos e a cercou contra a mesa de madeira.

— "A senhora fugiu, TIA... mas eu não recebi o meu prêmio," — ele disse, a voz baixa e carregada de uma autoridade perigosa.

Ele a agarrou pela cintura, puxando-a para perto. ALESSANDRA tentava empurrá-lo, os braços fracos diante da força do rapaz.

— "GUILHERME, para com isso! O XAVIER já fez um absurdo lá fora, me solte agora!"

— "Escuta aqui," — ele sussurrou, colando o rosto no dela. — "A senhora sabe que eu sou o líder desse time. Se a senhora me der um beijo de língua agora, um beijo de verdade, eu dou a ordem e essa perseguição acaba. Eu faço os meninos te deixarem em paz e ninguém nunca vai saber. É o único jeito de você ter sossego."

A Entrega pelo Medo

ALESSANDRA, exausta, acuada e com medo de que a festa terminasse em uma tragédia se Miguel aparecesse, sentiu-se sem saída. Ela pensou que, se cedesse uma vez, o "CONTRATO" estaria selado e ela voltaria a ser apenas a dona de casa respeitada. Com o coração amargurado de culpa, ela deixou que ele a beijasse.

Mas ela beijava sem alma, com os lábios cerrados, tentando apenas cumprir a tarefa. GUILHERME parou, segurando o queixo dela com força.

— "Desse jeito não vale, ALESSANDRA. Não tenta me enganar. As luzes vão acender em poucos segundos... se quiser que eu tire esse bando de loucos do seu pé, vai ter que retribuir com intensidade. Agora!"

Sem alternativa e sentindo a pressão de vinte homens lá fora, ALESSANDRA fechou os olhos e retribuiu. Ela abriu a boca e deixou a língua de GUILHERME invadir a sua, em um beijo úmido e quente que a deixou trêmula.

O Avanço Brutal

GUILHERME, sentindo a capitulação dela, não perdeu tempo. Enquanto a beijava com sofreguidão, ele subiu o vestido azul de ALESSANDRA até a cintura. Com uma das mãos, ele pegou a mão de ALESSANDRA e a guiou para baixo, forçando-a a segurar seu pênis, que já estava exposto, latejando de prontidão. ALESSANDRA sentiu a quentura e a rigidez do rapaz, o que a fez soltar um gemido abafado contra a boca dele.

Ele não parou. Com a outra mão, ele puxou o elástico da calcinha de ALESSANDRA para o lado, deixando-a completamente exposta. GUILHERME ajeitou a ponta do seu pênis bem na entrada da buceta dela, sentindo a umidade que a excitação nervosa de ALESSANDRA havia provocado.

No momento em que ele começou a empurrar, fazendo o primeiro movimento de penetração, um estalo deu na mente de ALESSANDRA. A imagem de Miguel, a imagem de seus filhos que confiavam nela, tudo veio como uma bofetada.

— "NÃO!" — ela gritou, embora o som tenha saído sufocado.

Com uma força que veio do fundo de sua alma, ela deu um empurrão violento no peito de GUILHERME, desequilibrando-o.

— "Meu marido... eu não posso! Sai daqui!"

Ela não esperou resposta. Com o vestido ainda meio levantado e a calcinha torta, ela saiu correndo da cozinha em direção ao corredor escuro, tentando se esconder em qualquer quarto, enquanto ouvia GUILHERME praguejar e ajeitar a roupa às pressas antes de ir atrás dela, sem que ninguém percebesse a perseguição nos corredores da granja.

O corredor da granja era um labirinto de sombras. ALESSANDRA passou por MIGUEL seu marido totalmente apagado no sofá olhando rapidamente e o vendo babando de bêbado, ela já sabia do histórico de Miguel de quando se alcoolizava somente dormia, não brigava, não enchia o saco, mas nem um terremoto o acordava. Então Entrou no primeiro quarto que viu, tentando desesperadamente fechar a porta, mas GUILHERME era mais rápido e mais forte. Ele forçou a entrada, empurrando a madeira com o ombro, e trancou a porta por dentro num estalo seco que selou o destino daquela noite.

O Conflito entre o Corpo e a Mente

No escuro do quarto, apenas com o brilho fraco do luar entrando pela fresta da cortina, GUILHERME a prensou contra a parede.

— "Não adianta mentir, ALESSANDRA... Eu senti sua mão, eu senti como você estava quando eu encostei," — ele sussurrou, a voz carregada de uma luxúria que ele não tentava mais esconder. — "Transa comigo aqui, agora, e eu juro que mato esse assunto. Ninguém nunca vai saber que a santa DONA ALESSANDRA se entregou pro capitão do time."

ALESSANDRA balançava a cabeça, as lágrimas de confusão descendo pelo rosto.

— "Não, GUILHERME... Por favor, você é amigo dos meus filhos... O MIGUEL..."

Mas suas palavras perdiam força. A adrenalina do medo estava se misturando a uma sensação elétrica que percorria seu corpo. A mente gritava "NÃO", mas o corpo, despertado por adrenalina e medo não conseguia falar.

CONTINUA.......

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Caiohrmr a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários