A inquilina LI

Da série A inquilina
Um conto erótico de Amigo Intimo
Categoria: Heterossexual
Contém 2051 palavras
Data: 26/02/2026 17:51:02

Eu acordei já eram umas onze e pouco da manhã, ela estava largada na cama, tomei um banho e voltei ela estava na mesma posição com a roupa do dia anterior e abaixo de sua buceta uma mancha no lençol, lembrei rindo, fui para a cozinha, fiz o prato que ela mais gosta de comer, Carbonara, eu estava preparando quando ela acordou com o cheiro e olhou para mim da porta, o cabelo bagunçado a roupa amassada e a cara de que estava acabada.

- Nossa, nada me tira de casa hoje, mas com certeza esse cheiro me tira da cama, vou tomar um banho rápido eu mereço e você merece alguém apresentável para comer sua comida - deu belo sorriso e voltou para o quarto, depois de uns 15 minutos voltou com um vestido leve, cabelo penteado e molhado e um sorriso encantador e veio para a bancada comer. - Nossa, voce realmente sabe me fazer feliz mesmo quando parece que um trem me atropelou, na verdade 2 trens - sentei a seu lado com meu prato, ela balançou a cabeça lembrando do ocorrido no dia anterior - Tadinho dele, acho que ele nunca mais vai esquecer disso, e vai guardar a foto para sempre. -rimos e eu olhei para ela.

- E voce o que você guarda para o resto da vida? E qual dia você não esquece? - ela sorriu me olhando pensativa. - É difícil pensar em algo? - ela fez um sim com a cabeça e ficou me olhando.

- Fala você primeiro, qual o seu dia inesquecível o que guarda para sempre? - ela encostou no meu ombro com a cabeça.

- Eu não tenho um dia mas tenho dois momentos que sempre lembro - eu ri balançando a cabeça - bom, primeiro um momento sexy e ousado seu, o dia da roupa de Puta, com mascara e tudo, apesar que tudo naquela viagem foi muito marcante mas a roupa foi uma virada de chave. - ela riu ficando vermelha.

- Acho que essa mascara está nas minhas coisas lá na casa da minha mãe. - ela riu - um dia uso de novo, apesar - ela colocou o dedo na boca como uma adolescente pensando em safadeza - eu não preciso mais dela para ter coragem, me soltar. - ela virou meu banco e sentou no meu colo me segurando pelo pescoço e depois de um beijo - você disse duas coisas qual a outra?

- O outro é mais memorável par mim, porque foi uma longa jornada. Foi o nosso primeiro beijo, na liberdade, demorou para você me aceitar como alguém que pudesse beijar ou sei lá me achava feio ou velho demais. - ela riu encostando a testa na minha e me dando um longo beijo, quando nossas bocas descolaram ela sorriu.

- Você é muito bobo - me deu um beijo longo - eu queria ter te beijado muito antes, mas, eu tinha um bloqueio e eu lembro muito dessas duas vezes também, e bom vou falar da minha - ela ficou um pouco vermelha -, vou te contar uma coisa que você pode até achar que é mentira, mas não é - ela puxou a manga do vestido e mostrou a tatuagem de corações no ombro, os 5 corações que quando conheci ela eram 3 - Bom os 3 primeiros eu te contei, minha mãe, meu pai e minha irmã, o ultimo fiz quando meu filho nasceu, mas bom, assim que cheguei em Londres fiz o quarto coração, ele me lembra a pessoa que me ensinou a ser feliz, a me arriscar, que me ajudou em tanta coisa que nem faz ideia, e a que me fazia feliz mesmo sem contato fisico, que me fazia sentir ciúmes mesmo sem ser meu - ela respirou fundo e até encheu os olhos de lagrimas e ela alisou o quarto coração no ombro - ele me aceitou maluca e safada - deu um riso - apesar que safada é culpa dele - ela deitou no meu ombro - ele me ensinou é sobre deixar ir, e principalmente, aceitar que volte mesmo com bagagem, ele abrur a porta para mim e cuida do mu filho como se fosse dele, cuida da minha mãe - ela alisou o coração de novo e encostou a testa na minha - esse coração é uma das pessoas mais importantes da minha vida - correu uma lagrima dos meus olhos e do dela, antes de falarmos juntos - EU TE AMO - que terminou num beijo longo e molhado, com uma disputa de língua querendo invadir o espaço do outro.

Nos levantamos juntos nos beijando ela andando de costas na frente e eu guiando ela para o quarto pela cintura entre beijos e apertões, ela tirou minha camiseta antes da entrada do quarto, encostei ela na parede e demos um outro beijo longo, só que esse foi segurando seu rosto com uma das mão e apertando sua cintura com a outra ela colocou as duas mão s no peito alisando o meu queixo e pescoço com a ponta dos dedos, minha mão alisava pela lateral do seu corpo e meu dedemos aproveitavam para alisar a emenda dos seus seios quando estavam no auto e sua bunda quando estavam em baixo, ela sorria durante o beijo como se meu movimento fizesse cócegas, as mão delas passavam pelo meu rosto e desciam pelo meu corpo, olhos nos olhos ela com aquela respiradinha gostosa, minha mão foi para dentro do seu vestido e claro que ela estava sem calcinha apensa sorriu com a boca colada na minha, meus dedos tocaram sua virilha sua coxa e em volta da buceta, sem tocar nela, os beijos continuavam a outra mão descia entre o decote de seu vestido. Ela respirava forte e alisava meu pau ainda dentro bermuda, ela me apertava e as pernas dela tremiam levemente em expectativa por eu não tocar nela apenas ficar brincando em volta, ela me aperto com força e me olhou nos olhos, eu passei meu rosto pelo dela e sorri indo até seu ouvido.

- Ansiosa? - ela mordeu a minha orelha em resposta eu sorri e beijei seu pescoço atras da orelha, fui descendo com a boca colada e tirei a alça do seu vestido com a boca para o lado e beijei o quarto coração - Eu me senti honrado de fazer parte da sua pele, te amo - minha mão ainda brincava entre sua pernas sem a tocar e a outra mão soltava a alça do outro lado para seu braço ela não se movia encostada na parede com um sorriso doce, saboreando minha contemplação a ela, o vestido dela ficou solto mas não caiu, eu beijei seu ombro e seu braço e então alisando o seu seio com o queixo de um lado e uma das mão na outra fiz o seu vestido cair, olhei em seus olhos ela sorriu tímida, ficou um pouco vermelha até - o que foi, esta com vergonha?

- Não é vergonha, não sei explicar - eu alisei meu rosto pelos seus seios e pela sua barriga minha mão alisaram com a ponta dos dedos suas coxas pela lateral até chegar em suas mãos e entrelaçar os dedos, eu subi com a boca entre sus seios até sua boca e a beijei, ela retribuiu respirando ofegante - Isso é tortura - ela falou pausado e respirando mais forte, eu levantei as mãos dela com os dedos entrelaçados. Eu desci a boca pelo seu pescoço e beijei novamente o quarto coração, e desci com os lábios colados contornando seu seio e passando a boca e o rosto nos seus mamilos que estavam quentes e duros, ela ficou um pouco mais ofegante - Vamos para a cama? - a pergunta foi pausada eu não respondi apenas continuei alternado entre seus seios com chupadas firmes e com puxadas segurando eles com a ponta dos dentes, ela dava tremesinhas arrepiadas eu soltei suas mãos, e ela as manteve para cima, minhas mãos apertavam hora um seio, hora o outro, dando lugar a minha boca quando os seus mamilos apareciam as mãos desceram antes que a boca, elas desciam pela lateral da sua cintura, apertando e arranhando com a ponta dos dedos, a boca passava pela barriga e pelo umbigo, dando uma chupada estalada nele, que tirou uma risada nervosa dela e suas mãos vieram para meu cabelo. Eu desci mais a boca beijando em volta da sua buceta deixando o queixo as vezes esbarrar no seu clitoris que tirava um suspiro mais forte, ela tentava guiar minha cabeça para o meu de suas pernas me segurando pelos cabelos, eu fingia deixar deixa a boca passar calcada mas beijava sua virilha sua coxa e a cima do seu clitoris estava beijando a pimenta na sua virilha, e sentindo o úmido que melava sua buceta quando ouvi ela sussurruar baixinho - por favor - eu sorri e lambi seu clitoris tirando um gemido incrível.

- Só porque você pediu - ela me deu um leve tapa na cabeça mas segurou meus cabelos me apertando quando minha língua pressionou seu clitoris com mais força e dois dedos invadiram sua buceta. Ela gemia e forçava minha cabeça contra seu corpo, meus dedos saiam para que eu conseguisse lamber sua buceta mas voltava para seu clitoris, tirei minha mão de dentro dela e a peguei pela cintura levando ela para a cama e voltei a lamber seu clitoris e enfiar dois dedos em sua buceta, eu ajoelhado no chão fora da cama e ela deitada com os joelhos dobrados na beira da cama, suas pernas em meus ombros e minha língua e meus dedos entravam nela se revezando entre seu clitoris sua buceta e seu cu, ela rebolava e gemia na cama sua cabeça virada para cima ela olhava meus movimento e se revirava de novo, e então virou a cabeça toda apoiando o corpo nela e começou a tremer e gemer na minha boca e meus dedos, ela colocou uma mão no rosto e a outra apertou o lençol da cama, ficou assim um tempo repetindo esse movimento duas vezes antes de falar.

- Calma, por favor, calma - empurrando minha cabeça para trás eu sorri para ela e levantei tirando minha bermuda, deitei meu corpo sobre o dela puxando ela para o centro da cama e a beijei, ela sorriu durante o beijo quando teve um espasmo mais forte - porque você faz isso comigo? - Só surrupie no seu ouvido “ Porque te amo “ ela me abraçou mais forte. Ela pegou no meu pau e começou a alisar e passar o dedo na cabeça eu encostei no seu clitoris e ela, respirou forte, - calma um pouco, está sensível - ela fez um movimento que iria me chupar eu segurei ela na posição que estávamos e por cima dela encaixei meu pau na sua buceta, ele foi entrando bem devagar ao mesmo tempo que nos beijávamos e ela apertava minha cabeça contra ela. Quando meu pau entrou todo ela gemeu no meu ouvido, eu comecei a mover meu quadril com estocadas leves e ela suspirava baixinho arranhando minhas costas e meus ombros com a ponta dos dedos.

Ela abriu bem as pernas e as vezes transava os pés nas minhas costas os movimentos eram contínuos dos nossos corpo, porem suaves, os beijos eram intensos e a respiração de ambos era ofegante, viramos os carpos e ela ficou por cima, porem ainda colada no meu corpo, apenas rebolando se esfregando no meu pau fazendo ele entrar e sair com nossas barrigas se esfregando, ela foi erguendo o corpo aos poucos até ficar com um joelho de cada lado do meu corpo e cavalgar mim, e alisava seus seis e quando descia a mão pela sua barriga ela me parava, ofegando e me olhando mais séria, ela começou a cavalgar mais forte colocando os braços para trás e apoiando nas minhas pernas para jogar o corpo para cima e para baixo, batendo a bunda contra minha coxa e derreteste parou se encolhendo e tremendo sobre mim, gozando novamente, eu abracei ela e fiquei estocando nela mais um pouco e gozei junto com espasmos leves que ela tinha. Ela me olhou ofegante sem mover o corpo só a cabeça deitada no meu corpo.

- Nada me tira mais dessa cama hoje, nem seu carbonara. - eu beijei sua testa e aninhei ela nos meus braços e no meu peito.

- Mais tarde eu invento alguma coisa. - ele sorriu e um pouco depois começou a cochilar. Deu um beijo em sua testa - Te amo. - a boca dela se moveu de leve de olhos fechados “também”.

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