Meu padrasto comeu minha amiga e...

Categoria: Heterossexual
Contém 2320 palavras
Data: 26/02/2026 16:51:45

Oiii, meu nome é Larissa mas muitos me chamam de Lari, então vamos usar Lari, ok?!

Bem, eu tenho 21 anos, moro com minha mãe e meu padrasto Júlio. Sou branca, tenho 1,65m, cabelo castanho longo, peitos pequenos mas bem firmes e meu maior orgulho que é minha bundinha, kkkkk. Ela não é imensa, mas é grandinha e muito durinha graças à academia, e isso faz com que eu fique super gostosinha com calça legging ou saia curta.

Mas pra contar minha história não posso deixar de falar da minha mãe. Ela é uma versão minha só que mais velha, com mais peito e cabelo curto escuro, kkkk. A maior diferença além da idade — minha mãe tem 43 anos — é que ela sempre foi bem mais comportada que eu. A "correta", a "careta", como eu chamo.

Eu sou bem putinha e não tenho a menor vergonha de dizer isso. Gosto de viver o que o sexo tem a oferecer. Com 18 anos eu não tinha nenhuma virgindade presente no meu corpo, kkkk. Minha mãe, não. Ela sempre foi certinha, pelo menos era o que eu achava.

Após o fim do casamento com meu pai ela passou por alguns homens até encontrar meu padrasto — foi a fase mais apocalíptica dela, kkkk — mas também não durou muito. E devo dizer que ela fez uma boa caça, porque meu padrasto é um baita macho gostoso.

Júlio tem 1,88m, negro, musculoso pra caramba. É ele que paga minha academia inclusive. Mas embora tudo isso, eu nunca tentei nada com ele e nem imaginava que algum dia aconteceria algo entre nós. Ele é o marido da minha mãe. Eu respeitava isso. Só que... uma coisa é o que a gente pensa, outra é o que o corpo sente né, kkkk.

Meses atrás eu trouxe umas amigas pra casa. Minhas amigas são bem safadinhas como eu, e uma delas, a Cátia, ficou se insinuando pra ele desde que chegou. Estávamos em três, colocamos funk e ficamos conversando e dançando na sala. A Cátia fazia questão de rebolar de um jeito que a saia minúscula dela subia toda hora, e ela fazia isso de propósito com a bunda virada pra cozinha onde meu padrasto estava. Comecei a perceber ele olhando sem parar pra ela.

Mas em vez de ficar brava, me deu vontade de competir pela atenção dele. Não sei explicar, só deu, sabe? Então nós três ficamos dançando descaradamente pra ele, que já nem disfarçava mais o olhar.

Nada aconteceu naquele dia. Só um fogo que não se apagou, nem em mim nem na Cátia. Passou uma semana e ela me ligou:

— Miga, posso ir aí na sua casa?

— Não! Eu sei muito bem o que você quer, kkkk. Já falei que você não vai dar pro meu padrasto!!!

— Ai, deixa de ser careta, porra! E eu não vou "dar" pra ele. Mas vai me dizer que não gostou de provocar ele naquele dia? Ele ficou babando, Lari.

— Gostei sim, mas isso é perigoso. Se minha mãe pegar a gente fazendo isso eu me fodo, e você nunca mais vai poder vir aqui. Minha mãe já não gosta de você, kkkk.

— Mas ela nem tá em casa a essa hora! A gente provoca ele um pouquinho e depois apagamos o fogo uma da outra no seu quarto. Topa?!

Eu e a Cátia somos ambas bi, e se pegamos com frequência — isso faz parte da nossa amizade. Ela foi a primeira mulher que transei, e é uma ótima foda. Mas dessa vez eu tava bem mais cautelosa que o normal.

— Tá bom, Cátia. Mas só provocar, viu? Nada a mais que isso.

— Kkkkk fechado! Tô indo, sua puta!

Confesso que fiquei ansiosa depois de desligar. Coração acelerado, uma empolgação estranha. Já fiz muitas safadezas na vida, mas nenhuma eu considerava de fato "proibida", kkkk.

Não demorou pra ela aparecer. Cátia chegou de legging preta que parecia pintada no corpo e uma blusinha sem alça fininha que mal segurava os peitões dela. A Cátia é mais alta que eu um pouquinho. Ela tem um par de peitos bem fartos, uma bundona que a leggy não perdoa nada, e uma barriguinha que ela mesma chama de "prova de que vivo bem". Agora que ela tá na academia, tá ficando cada vez mais gostosa.

Ela chegou e eu já arrastei ela pro quarto antes de qualquer coisa:

— Escuta aqui, Cátia. A gente desce, dança um pouco, dá uma provocada e acabou. Nada de passar do limite. Minha mãe não é boba, e se ela sonha que aconteceu qualquer coisa aqui, você nunca mais pisa nessa casa.

— Lari, eu sei jogar, relaxa. Vamos só deixar o tio Júlio doidinho e depois a gente sobe e se diverte, simples assim.

— Simples assim, hein... — eu falei olhando pra cara de pau dela.

— Simples assim, kkkk. Vai!

Descemos, coloquei o funk, e não demorou cinco minutos pro meu padrasto aparecer lá na cozinha "tomando água". O copo dele levava tanto tempo pra descer que parecia que estava enchendo em vez de esvaziar, kkkkkk. Ele enrolava, fingindo que tava mexendo no celular, mas os olhos não saíam de nós duas.

A Cátia chegou no meu ouvido:

— Vamos dar um show de verdade pro seu "papai", kkkk.

Eu não entendi na hora a parte do "show", mas ela não me deixou nem responder — me puxou pelo braço, colou a boca na minha e me deu um beijo que não tinha nada de tímido. Daqueles beijos molhados, barulhentos, de novela proibida. Eu entrei no clima, dei um tapa seco na bundona dela que ecoou pela sala toda, e a Cátia saiu do beijo rindo.

— Safada!!

— Puta, kkkk!

Meu padrasto saiu da cozinha e foi sentar no sofá bem perto da gente. Eu percebi que ele não tava mais fingindo.

— Nossa, meninas... que show, hein? Caralho, Larinha, não sabia que você era assim.

— Gostou, tio? — a Cátia perguntou com aquele sorriso sacana que ela tem.

Ele deu uma mexida na pica por cima da bermuda, ajeitando o troço de lado, e ficou ainda mais marcado. E que rola, gente.

— Lésbica eu não sou não, Júlio. Só gosto de brincar um pouquinho, kkkk. Né, miga?

A Cátia, em vez de responder, me puxou pra outro beijo me virando de costas pra ele, e enquanto me beijava foi levantando meu shortinho devagarzinho, deixando metade da minha bundinha aparecendo. Quando me virei, o volume na bermuda dele tava ainda maior.

— Sabe dançar funk, tio?

— Saber não sei muito não, kkkk. Vocês querem me ensinar?

— Vamos? — a Cátia olhou pra mim.

— Ah, por que não? Vamos, ué!

Começamos a dançar, e logo as duas estávamos coladas nele. Eu um pouco menos, ainda com aquele fio de juízo puxando o freio. Mas a Cátia não tinha freio nenhum — virou a bunda pra ele e começou a rebolar com a bunda no colo dele sem cerimônia. O Júlio pegou ela pela cintura e colou ela nele, e dava pra ver a rola dele no meio da bunda dela dividindo tudo aquilo na legging. Ele me olhou e fez sinal com a mão me chamando. Eu tava indo... quando ouvimos a porta abrir.

— Filha, cheguei!

Minha mãe. Ela não costumava chegar naquele horário a não ser quando tinha curso à noite, e eu não sabia que ela tinha curso naquele dia. Corri pra receber ela e dar tempo do Júlio se recompor. Pra parecer o mais natural possível, cheguei abraçando ela e beijando o rosto dela.

— Filha, kkkk, o que você quer? Desde quando me recebe assim?

— Mãe, a Cátia tá aqui! Deixa ela dormir hoje?

— Larissa... você sabe que não gosto dessa sua amiga, né.

— A vamos, mãe. Se você chegou cedo, vai pro curso à noite. O Júlio sempre sai pra beber quando você vai, e eu fico sozinha aqui...

— Huum... tá bom, mas só dessa vez, ouviu?

— Maezinha! Te amo!!!

Minha mãe entrou, cumprimentou a Cátia, e subiu pro quarto. O Júlio já não tava mais na sala. Eu puxei a Cátia pro meu quarto e ficamos conversando.

— Miga, puta que pariu! Você viu o volume?!

— Vi, kkkk! É muito grande. Mas ei, a gente foi longe demais tá...

— Ah, nem aconteceu nada de mais, kkkk.

— Não? Aquele safado tava com a rola no meio da sua bunda, sua puta, kkkk!

— Tinha roupa antes disso! Relaxa, Lari, meu Deus.

Ficamos conversando até a noite cair. Logo estávamos assistindo um filme quando minha mãe avisou que ia sair. Meu padrasto sempre leva ela pro curso e geralmente fica bebendo com uns amigos, só voltando pra buscar ela quando ela liga.

Mas dessa vez foi diferente. Meu padrasto levou minha mãe, mas o Júlio voltou sozinho pra casa logo depois. Eu ouvi o carro chegando. Sabia o motivo dele ter mudado o ritual, mas fiquei quieta — não queria que as coisas saíssem do controle.

O filme acabou e fomos deitar, já que tínhamos faculdade no dia seguinte. Fui no quarto da minha mãe pegar uns lençóis pra Cátia e vi o Júlio no quintal fumando. Pensei comigo mesma que o safado devia ter ficado na bronca por a gente não ter descido, kkkk.

Nos deitamos, e logo a Cátia já estava "dormindo" — o que era esquisito, porque ela nunca dorme antes de mim quando a gente tá junto. Desliguei a TV e apaguei as luzes. Fiquei desconfiada do sono rápido daquela safada, então resolvi ficar no celular esperando minha mãe chegar. Tinha curtido provocar o Júlio, mas tinha um limite que eu não queria cruzar, nem eu e nem deixar que a Cátia cruzasse.

Depois de um tempo ouvi minha mãe chegando em casa, ouvi ela e o Júlio conversando. Pronto, podia dormir tranquila. E foi o que fiz.

Mas no meio da madrugada acordei e a Cátia não tava na cama. Meu coração gelou. Pensei que ela não teria coragem de fazer nada com minha mãe em casa, devia ter ido no banheiro ou beber água. Mas o tempo passava e ela não voltava.

Resolvi ir ver. Não encontrei ela na cozinha, mas a luz do banheiro tava acesa. Bati na porta.

— Cátia?

— Oi, miga... que foi?

— Tá demorando demais aí não tá?

— Agora virou fiscal de banheiro, caralho? Kkkkkk vai deitar, amiga, já tô quase terminando.

— Ok. Vê se não demora mais, ein!

— Tá, só mais uns minutinhos.

Saí da porta e, não sei bem por quê, fui caminhando em direção ao quarto da minha mãe. Eu queria da uma olhadinha pra ter certeza que o Júlio estáva no quarto e não com a Cátia.

Mas o que eu vi me travou no lugar. Minha mãe — a Luana "careta", a "correta" — tava de quatro na cama. O Júlio tava atrás dela, segurando firme no quadril dela, metendo com força. Ele tava enrabando ela. Minha mãe tava levando rola no cu daquele jeito, e ela tapava a própria boca com o travesseiro pra não soltar o gemido que claramente queria sair.

O Júlio não tava nada delicado. Ele puxava o cabelo dela pra trás e ia fundo nela, sem pressa de chegar e sem pausa pra sair. A rola dele era imensa — o que eu e a Cátia tínhamos previsto na bermuda ficou ainda mais óbvio ali — e minha mãe tava aguentando mais da metade daquilo no cu, tremendo e pedindo mais com o corpo todo.

— Nossa... minha mãe é uma baita gostosa... — eu pensei em voz alta, baixinho.

— Né? Que rabão, kkkk — a Cátia sussurrou bem no meu ouvido.

Levei um susto que o coração saiu pela boca. Dei um grito sem querer, fechei a porta na hora e sai correndo. A Cátia correu atrás de mim e entramos juntas no quarto.

— Sua louca! Eles devem ter ouvido!!

— Sua idiota! Como você chega assim do nada, caralho?!

— Saí do banheiro e te vi lá espiando! Fui ver o que era. Quando você falou que sua mãe era gostosa eu achei que você tinha me percebido e tava falando comigo!

— Ah, que porra viu!!

Enquanto a gente discutia, minha mãe bateu na porta do quarto. Saí e fechei a porta atrás de mim.

— Mãe, desculpa...

— Filha, por que você gritou?

Quando ela perguntou assim, percebi que ela não tinha entendido que eu tava espiando. Dava pra virar o jogo.

— Mãe, eu fui pegar um cobertor extra porque a Cátia tem um mal dormir e eu só tinha trazido um antes. Como não queria te acordar, pensei em entrar no quarto devagarzinho pra pegar... mas a senhora tava...

— Ai, meu Deus!!! Desculpa, filha, não era pra você ver isso! Deus, você ver sua mãe assim... filha, me perdoa! Eu achei que vocês estavam dormindo e...

— Tá tudo bem, mãe, kkkk. Eu também não sou santa. Você é casada, tem que manter o fogo né. Não precisa se desculpar, foi só o susto do momento.

— Mesmo assim, amor... eu não devia fazer essas coisas sem fechar a porta direito. Ai, não sei nem o que falar mais.

— Kkkk, relaxa, mãe. Vai lá deitar... ou continuar.

— LARISSA!

— A mãe, aí o Júlio vai ficar com raiva de mim por ter cortado o barato dele, kkkk!

— Ah, isso ele vai, kkkkkk. Mas olha, vamos dormir e esquecer isso, amor. Eu pego a coberta pra vocês e... não conta nada pra sua amiga, Larissa! Ouviu?!

— Tá, mãe. Acho que ela nem ouviu, kkkk.

Minha mãe saiu pro quarto dela. Entrei e mandei a Cátia fingir que tava dormindo. Minha mãe trouxe a coberta, desejou boa noite, e a gente ficou quieta até ela fechar a porta.

Cinco segundos de silêncio.

— MIGA. — a Cátia virou pra mim com os olhos arregalados — O tamanho daquilo!

— EU SEI, kkkkkk!

Ficamos a noite toda em cochicho comentando o tamanho da rola do Júlio e descobrindo que minha mãe era muito mais safada do que deixava parecer. Mas o que a gente não sabia era o quanto aquela semana ainda tinha de surpresa guardada pra nós duas...

Continua na parte 2

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