Quando completei 20 anos ingressei em uma universidade federal e me mudei para estudar, durante o período de férias quando retornava a minha cidade natal eu passava os dias na casa da minha avó já que ela morava no mesmo bairro que minha família.
Minha avó tinha uma vizinha casada que tinha duas filhas pequenas e passava as tardes em casa fazendo suas atividades do lar. O nome dessa vizinha era Fabíola, uma mulher branca que devia ter uns 35 anos, nem gorda nem magra, com uma bunda enorme e peitos médios.
Eu acabei me aproximando dessa vizinha, pois quando saía para o lado de fora da casa da minha avó nós acabávamos conversando e assim fomos nutrindo uma certa amizade. Ela sempre ficava na rua com um short molinho desses de ficar em casa, aquilo valorizada muito o bundão dela e eu sempre ficava secando.
Um dia ela me chamou para ajudá-la a colher acerola do pé que ela tinha na parte de trás do terreno da sua casa, ela subiu em cima de um branquinho e só pediu que eu segurasse para que ela não caísse. O problema é que quando ela subiu no banquinho, seu bundão ficou na altura dos meus olhos e isso foi fazendo o meninão se animar um pouco.
Eu me distraí com aquela vista na minha cara e ela acabou caindo do banquinho, para impedir sua queda eu a segurei pegando nas suas costas e na sua bunda, se o meninão não tava completamente duro, naquele momento ele ficou duro como rocha. Eu imediatamente pedi desculpas a ela, disse que não era minha intenção e ela disse que estava tudo bem, o problema é que eu estava com uma baita ereção e ela com certeza percebeu.
Saímos de lá naquele dia e eu estava tão envergonhado que fui correndo direto para a casa da minha avó, quando cheguei lá, me tranquei no quarto e toquei uma punheta pensando naquele bundão. Alguns dias se passaram, eu estava evitando cruzar com a Fabíola, ainda estava com muita vergonha pelo ocorrido e pensei que tinha deixado ela constrangida, até por ser uma mulher casada.
Um dia eu estava na casa da minha avó e ela havia saído para ir a uma consulta médica, então eu escuto alguém chamando a minha avó no portão, vou atender e quando chego lá é a Fabíola:
- Sua avó está aí?
- Não, ela saiu.
- Entregaram uma encomenda pra ela na minha casa, eu vim trazer pra ela.
Fui até o portão para abri-lo e pegar a encomenda, quando fui pegar a caixa das mãos da Fabíola ela disse: "Deixa que eu levo pra você." e foi entrando.
Entrei logo atrás dela e vi ela abaixar e colocar a caixa no chão. Assim que soltou a caixa ela se virou pra mim e disse que queria conversar comigo.
- Olha, quero falar com você. Percebi que você anda me evitando desde o dia em que me ajudou a pegar acerola...
- Sobre aquele dia, eu queria mais uma vez lhe pedir desculpas...
- Não, não precisa me pedir desculpas. Sinceramente aquilo fez muito bem pra mim, eu estava me sentindo muito mal e aquilo serviu para fazer com que eu me sentisse desejada novamente. Meu marido vem falando que eu engordei desde que eu ganhei minhas meninas, que eu não sou mais a mesma, que perdi a graça. Ele nem me procura mais e ver que você ficou daquele jeito por minha causa ajudou minha autoestima.
- Bom, você é uma mulher linda e atraente, se o seu marido não sabe disso é porque ele não sabe apreciar a mulher que tem.
Assim que eu falei isso ela me beijou e nós começamos a nos pegar, eu finalmente consegui agarrar aquele bundão de jeito e apertá-lo com propriedade, meu pau começou a dar sinal de vida. Nesse momento, no auge do tesão e da pegação, nós dois escutamos barulho no portão, minha avó estava voltando de sua consulta, nos separamos na hora.
Minha avó entrou e nos viu ali tentando disfarçar que estávamos chupando um a língua do outro há um minuto atrás. Fabíola disse à minha avó que havia ido entregar uma encomenda e já estava de saída, minha avó convidou ela para tomar café, de início ela negou, mas minha avó insistiu tanto que ela acabou cedendo. Sentamos então os três na mesa e minha avó serviu o café e um bolo de fubá que ela havia feito.
Me aproveitei da situação e fiquei roçando minha perna na de Fabíola, estava sentado de frente pra ela e levava meus pés até a sua buceta fazendo movimentos a instigando, ela tentava disfarçar para não dar na cara o que estava acontecendo para minha avó, mas tudo aquilo estava muito excitante.
Quando a minha avó chegou nos interrompendo, nós perdemos uma ótima oportunidade, não teríamos outra oportunidade como aquela nem tão cedo. A sogra da Fabíola era vizinha dela, ou seja, não podíamos dar bandeira para levantar suspeitas. Eu entrar dentro da casa dela levantaria muitas suspeitas, e ficar sozinho na casa da minha avó era um evento raro.
Fabíola um dia bateu na casa da minha avó, quem atendeu dessa vez foi minha avó e a Fabíola perguntou se eu poderia ajudá-la novamente a colher acerolas do seu pé, minha avó então me chamou e eu fui com ela até a parte de trás do seu terreno onde ficava o pé de acerola.
Quando chegamos lá eu já parti pro ataque, fui agarrando ela por trás e dando leves mordiscadas na sua orelha, virei ela de frente pra mim e comecei a beijá-la. Fui agarrando e apertando a bunda dela, a bunda que me instigava a tempos, abaixei o seu short e vi aquele bundão só de calcinha, que delícia que era, fiquei mais louco de tesão ainda, meu pau estava praticamente rasgando a minha bermuda de tão duro, retirei também sua regata e agora ela estava apenas de calcinha e sutiã. Aquilo não era uma mulher, era uma obra de arte, quadril largo, peitos bem durinhos para uma mulher que amamentou duas vezes, uma barriguinha saliente e umas estrias, mas nada demais.
Então ela abaixou minha bermuda e minha cueca e começou a me chupar, ela chupa a mt bem, fez um belo de um boquete em mim, até que eu gozasse na boquinha dela. Retirei então sua calcinha e vi aquela bucetinha depilatinha, pus a mão e percebi que ela estava molhadinha, me sentei em um ressalto que tinha na parede do terreno e já fui puxando ela pro meu colo na intenção de penetrá-la. Ela me interrompeu dizendo que precisava usar camisinha, pois poderia engravidar.
Eu disse que não tinha camisinha, mas ela havia vindo preparada, estava com a camisinha numa sacola que ela estava carregando com ela. Coloquei então a camisinha e iniciei a penetração com ela sentada no meu colo, ficamos naquele vai e vendo, comecei a beijá-la com vontade e ameacei começar um chupão no seu pescoço, mas ela me impediu dizendo que se ficasse marca teria que explicar ao marido dela.
Seguimos metendo com ela no meu colo até que gozarmos, foi uma trepada limitada devido ao ambiente em que estávamos, mas ao mesmo tempo extremamente exitante. Nós tivemos algumas aventuras depois dessa foda, Fabíola foi um verdadeiro presente que eu recebi da vida. Aquela mulher era um tesão.