Propus a minhas mães lésbicas e virgens a provar o sexo hetero comigo – 2 – Lorena é insaciável

Um conto erótico de Lipe_2 Mães
Categoria: Heterossexual
Contém 5795 palavras
Data: 26/02/2026 08:47:44

"Abro aqui um pequeno parentes para solicitar ao leitor Rastha que informe onde já leu isso. Após dedicar horas, pensando, criando, digitando e corrigido esse texto, só a insinuação de que é cópia já é ofensiva. Já li milhares de contos e tenho certeza absoluta que nunca li um com essa temáticas de 2 mães lésbicas e virgens. Não que não possa existir pois a criatividade é ilimitada, mas se houver não tem nada a haver com essa história"

*****

Estava deitado nu ao lado de minha mãe biológica também nua, desmaiada por ter tido um orgasmo gigantesco. Como ela respirava e tinha alguns espasmos já não estava tão preocupado como quando perdeu os sentidos enquanto eu terminava de ejacular um enorme volume de meu esperma dentro dela.

Tanto ela como eu tínhamos acabado de perder nossas virgindades, nada incomum para mim aos 18 anos, mas um caso raro para ela por já ser mãe biológica e ter 38 anos. Eu segurava sua mão e estava no céu por conseguir realizar meu desejo de fazer amor com minha mãe e por seu desfalecimento seria difícil negar que também não gostou, mas nunca iria pressioná-la por causa de seu trauma de quase ter sido estuprada por seu pai.

Me virei de lado e fiquei admirando sua beleza e seu corpo perfeito com seus seios firmes como pequenas montanhas subindo e descendo com sua respiração. Ela não me deixou brincar com eles antes, me prometendo para depois e só o que esperava é que não acordasse com remorso por poder ter percebido que gostara de fazer amor com um homem tendo uma relação lésbica com minha mãe Paula.

Fosse como fosse com ela e com Paula, seria impossível quebrarem os laços de sangue que me ligavam a cada uma delas. Se minha mãe Lorena gostou como parecia ter gostado de fazer amor comigo, um homem, seria difícil ela dizer a Paula mesmo que em nossa conversa já tivesse a preparado para esse resultado.

Minha mãe Paula poderia ficar insegura, mas Lorena tinha prometido que nada que acontecesse destruiria o amor e o desejo de fazer amor com ela. De repente seus olhos se abrem e virando a cabeça, doce como sempre, quis saber o que aconteceu.

– Eu desmaiei?

– Desmaiou sim mãe, respondi ainda com as mãos dadas.

– Então vai ser difícil te enganar que não gostei, falou sorrindo.

– Você pensou nisso mãe? Me enganar?

– Era uma das possibilidades. Faria amor com você e fingiria durante e depois que não tinha gostado e tiraria isso da sua cabeça para que seguisse em frente e eu ficasse bem com a Paula.

– E o que aconteceu que você não fingiu?

– E como eu iria conseguir fingir? Primeiro foi ver esse pau lindo, depois você tomando atitudes e quando começou o enfiar em mim, já tive que segurar meu orgasmo. Por fim tive o maior e mais longo orgasmo de minha vida e até desmaiei. Tudo isso destruiu meu plano, falou sorrindo.

– E agora? Significa que vamos continuar? Perguntei esticando a mão e acariciando sua barriga zerada.

– Vou ter que falar com a Paula, mas ela já estava avisada que isso poderia acontecer e mesmo assim me liberou. A culpa também é dela, pois se não eu tivesse experimentado não iria precisar aguentar ficar sem você e ele, apontou para meu pau levemente vermelho do sangue de sua virgindade.

Estávamos muito apertados deitados lado a lado naquela cama de solteiro, então a puxei para se deitar parcialmente sobre mim, enquanto sentia seu corpo quente e sua pele macia, além de seu seio espremido em meu peito.

– O único jeito dela não ficar chateada, seria também aceitando experimentar fazer amor comigo para ver ser gosta.

– A Paula sempre foi muito convicta de ser lésbica desde novinha.

– Só uma pergunta. Ela já era sua amiga quando seu pai fazia o que fazia?

– Sim, ela era.

– Ela te viu sofrendo abuso?

– Ela me via machucada, mas acho que um dia viu meu pai fazendo alguma coisa comigo.

– Ao invés dela ter nascido lésbica, não pode ter sido porque ela te amava como amiga e vendo o quanto você sofria, ter desenvolvido essa aversão a homens antes do que você por ser 2 anos mais velha?

Mamãe me olhou pensativa.

– Pode ser. Nós éramos muito amiguinhas e ela sempre cuidava de mim quando me via machucada. Por isso acho que quis ser enfermeira.

– Se foi isso ela pode não ter nascido lésbica e sem saber o que acontecia na cabeça dela, desenvolveu aversão a homens. Nesse caso, ela poderia até gostar se experimentasse.

Minha mãe Lorena sorriu.

– Como ela disse, você deveria ser advogado com essas argumentações, mas não deixo de pensar que todos esses argumentos são só para fazer amor com sua outra mãe também.

Fui tão honesto que desconcertou mamãe.

– É isso mesmo mãe e com você fiz o mesmo para conseguir fazer amor, mas no final descobriu que não é lésbica, mas bissexual. Eu tinha razão.

– Em partes, pois como eu disse, com você é fazer amor com o filho que eu amo.

– Mas você adorou ter um pau em sua bucetinha?

– Felipe!

– Responda mãe. Me obedeça, falei sorrindo.

Mamãe me olhou com os olhos vidrados de excitação por como falei com ela.

– Sim, adorei ter seu enorme e gostoso pau em minha buceta, mas no final, gostei porque era seu. Nunca teria tido o mesmo sentimento com outro homem.

– Me ajuda fazer amor com a Paula. Se ela gostar ninguém mais vai ficar triste e chateado. Você tem ciúme dela?

– Com você não teria e mesmo se tivesse teria que aceitar já que estaremos fazendo amor.

– Ahhh mãe, você me excitou falando isso. Está muito dolorida?

– Sim, está. Ele é bem grande e foi a primeira vez de minha bucetinha.

– Que pena. Ia querer você em meu colo enquanto brincaria com seus seios que você me prometeu para depois, falei com um bico triste.

Mamãe me olhou sem falar nada parecendo gostar da ideia.

– Se você me perguntar, posso responder sim ou não, mas se você tomar a atitude, com certeza vou aceitar, falou safadinha dando a dica para que eu realizasse meu desejo.

Não bastasse, ainda continuou.

– O que tinha que machucar, já machucou com aqueles golpes deliciosos que você me deu e te juro que mesmo você mandando e eu obedecendo, se sentir muitas dores, vou dizer.

Sem responder, a empurrei de leve de sobre meu corpo e me arrastando me sentei com as costas na cabeceira de minha cama.

– Vem aqui em meu colo mãe e se enterre em meu pau, pois vou mamar muito nesses seios lindos e gostosos como mamei quando era bebê.

Seu olhar era de pura excitação e quando se levantou vimos uma grande mancha rosa avermelhada no lençol e em torno sua fenda, mas ela não se importou e antes de me montar, lá em cima se encaixou em meu pau e veio descendo e se empalando muito devagar com uma cara de estar muito dolorido. Para a distrair, levei meus dedos a seus mamilos e comecei a aperta-los.

– Ahhhhhuuu. Você gostava tanto de mamar e mamava tão forte que deixava meus mamilos doloridos.

– Tenho certeza que vou gostar mais ainda e deixar seus mamilos doloridos de novo.

Ela já tinha metade dentro de si, mas era visível que sofria, no entanto não parava. Quando sentou em minhas pernas estava novamente entupida de meu pau.

– Oh deus. Oh deus. Oh deus. Assim foi ainda mais fundo e me sinto ainda mais cheia. Não sei como consegui porque não parecia caber mais nada.

– Deve ser a gravidade, falei levando as mãos a seus seios, mas desta vez os apalpando mais forte em todo o volume arredondado e lindo.

– Preciso ficar um pouco quieta sem me mexer.

– Você prometeu dizer se estivesse doendo muito.

– Prometi e juro que não está. Está doendo, mas é suportável e excitante me sentir assim tão cheia do pau de meu filho.

– Sua safadinha. Já que sou seu filho, vou mamar nessas delicias, falei me inclinando e colocando para dentro da boca sua pequena aréola e seu mamilo também pequeno, eriçado de tesão.

Assim que o suguei ainda levemente, mamãe gemeu e começou ir para trás e para frente em meu pau, mas de leve ainda.

– Ohhhhhh. Mama na mamãe de novo filho, mama.

Nem um minuto depois e mamãe explodiu em um orgasmo imenso gemendo e gritando, mas sem parar de me cavalgar com volúpia pondo e tirando meu pau de sua bucetinha esfolada.

Queria seus seios por muito mais tempo do que já tinha passado e a deixei gozar e continuei lá os lambendo, beijando, mordendo de leve e os sugando como um bebê esfomeado.

Seus dedos finos entravam por meus cabelos me acariciando como se acariciasse seu bebê mamando me arrepiando a pele. Ficamos longos minutos desfrutando nosso contato mãe e filho tão íntimo. Seu orgasmo já tinha terminado hás tempos, então ela só curtia e murmurava o quanto gostava.

– Tão bom filho.

Ela falava do sentimento de me ter mamando a excitando, mas também de meu pau enterrado em sua bucetinha a enchendo só pela segunda vez em seus 38 anos depois da primeira poucos minutos antes.

Queria ficar para sempre fazendo o que fazíamos, pois tinha ao mesmo tempo sua bucetinha apertada, quentinha e melada e seus seios perfeitos, firmes e deliciosos, mas ela havia dito que não conseguiria mais ficar sem meu pau, então decidi confiar nela e terminar esperando a próxima vez.

Pegando em seus quadris, a cada enterrada eu a puxava com força com meu pau encaixando tanto que não ficava nenhum milímetro para fora. Mamãe Lorena gemia a cada uma delas sabendo que eu logo gozaria.

– Ahhnnn. Ahhnnn. Ahhnnnn.

Minha boca sugando seus mamilos agora com a voracidade que um bebê não conseguiria soltava murmúrios de estar adorando.

– Mummmm. Hummmmm. Muhhhmmm.

Um minuto depois comecei a gozar muito forte enchendo novamente o útero de minha mãe ex-lesbica e ex-virgem que explodiu em um novo orgasmo sentindo o esperma de seu filho novamente enchendo seu útero.

– Estou gozaaaaaaando filho. Tão gostosoooooooo.

Nada em minha vida seria tão bom como gozar na bucetinha de minha mãe. Se minha mãe Paula aceitasse, seria tão bom quanto, mas mãe de sangue tem algo de especial.

O meu gozo foi longo, mas o seu muito maior me deixando internamente feliz porque quanto mais gostasse de orgasmos comigo, mais iria querer continuar.

Quando terminei a abracei muito forte espremendo seus seios em meu peito e assim a segurei até que saísse de seu torpor pós-orgasmo poucos minutos depois. Foi ela quem falou primeiro.

– Adorei demais essa posição pois ficamos totalmente encaixados e com os corpos se tocando em muitos pontos.

– Também gostei mãe. Não experimentei as outras, mas assim posso ter sua bucetinha e seus seios e o contato que você disse. Vai ser a ou uma das posições que mais gosto.

– Talvez precisemos ficar uns dias sem fazer, pois preciso contar a sua mãe Paula e ver como ela reage.

– Se eu ficar muito desesperado de vontade, te mando fazer amor comigo, a ameacei brincando, mas querendo sentir sua reação.

Ela pensou um pouquinho.

– Antes de você obedeço a ela que é minha esposa, mas se ela não me mandar claramente não fazer amor com você, vou te obedecer.

Foi uma ducha de água fria descobrir que mesmo sendo seu filho e tendo dado o maior orgasmo de sua vida como confessou, ela ainda daria preferência a Paula. Sabia que era infantil meu sentimento de ciúme pois as duas se amavam e construíram uma vida juntas e sexualmente falando eu estava acabando de chegar.

No entanto um desejo muito machista me tomou de que não conseguindo que minha mãe Lorena desse preferência a mim, eu iria tentar fazer isso com minha mãe Paula fazendo as duas darem preferência ao filho. Seria quase impossível e primeiro precisaria fazer Paula ter uma experiencia comigo e gostar como mamãe Lorena tinha gostado.

– Tudo que não quero é criar conflito entre vocês mãe. Amo as duas e se a Paula não é minha mãe de sangue é afetivamente e também minha irmã de sangue. Jamais quero magoa-las.

Meu pau tinha acalmado bastante dentro de sua bucetinha encharcada de esperma e seus sucos não deixando mais desconfortável por estar esfolada, então ela ainda estava em meu colo. Carinhosamente ela levou a mão a meu rosto o acariciando de leve.

– Muito obrigado filho. Você não só me fez descobrir que não sou só lésbica, mas que meu trauma tem uma exceção ou não teria conseguido fazer amor com você. Claro que não se aplica a outros homens pois enxergo neles seu avô e mais do que nunca tenho a certeza que você não tem nada dele, sendo compreensivo e gentil como ele jamais conseguiria ser.

– Que bom que não pareço mãe. Você pode não acreditar, mas sendo sincero, fiquei mais feliz com seus gozos do que com os meus pois percebi que você gostava e se sentia feliz.

– Eu acredito de verdade filho, falou se aproximando e me beijando com muito amor.

Quando paramos eu queria algo mais.

– Posso tomar banho com você? Deve ser delicioso lavar esse corpo lindinho e perfeito.

– Hoje não. Melhor não gastar todas as novidades de uma vez, mas tenho a certeza que vou adorar você me dar banho.

– Me promete que na próxima faremos isso?

Em minha insegurança não tendo certeza se repetiríamos, queria ter um compromisso dela e de alguma forma consegui.

– Quando acontecer eu prometo. Agora vou indo para o banho, pois não demora a Paula chega para jantarmos juntos e amanhã preciso ir trabalhar muito cedo. Só não sei se vou conseguir andar direito, falou sorrindo enquanto se levantava de meu pau.

– Espero que não, assim você se lembra do que aconteceu.

– Mesmo se a Paula aceitar na boa que continuemos, não dá para ser todo dia não. Você tem 18 anos e eu 38, além do que trabalho em pé. E isso não tem negociação porque o trabalho é muito importante para nossa família.

– Entendo mãe e já está na hora de eu procurar um trabalho para ajudar, pelo menos de meio período. E se a Paula aceitar, aí me divido entre vocês duas.

– Seu safado. Você não esquece disso. Quanto ao trabalho espera um pouco pois queremos você focado nos estudos porque é nosso sonho de mãe te ver formado.

Fui tomar um banho e mais tarde coincidiu de estarmos os três jantando juntos porque com o trabalho delas era raro principalmente porque Paula era a Chefe da UTI. Mesmo Lorena não tendo tempo de ter contado nada a Paula era evidente que percebia no ar que algo havia acontecido.

Na manhã seguinte Lorena saiu muito cedo para seu turno no hospital e antes de sair para o colégio, tomei café da manhã com Paula que entraria para trabalhar a tarde. Ela vestia seu shortinho deixando suas longas pernas perfeitas a vista e seu bumbum monumental em evidencia dando um leve vislumbre de sua calcinha branca grandinha, mas por ter o bumbum que tinha estava levemente enterrada. A blusinha sem sutiã mostrava os contornos de seus lindos, grandes e firmes seios com a aréola e mamilo marcando.

Mesmo achando que Lorena tinha contado a ela que confessei querer fazer amor com as duas, Paula não mudou seu modo de se vestir, talvez pela certeza absoluta que era lésbica. Fora sua buceta protegida pelas calcinhas eu já a tinha visto seminua, mas nunca a olhei com tanto desejo como naquela manhã, afinal se eu tinha comido minha outra mãe queria também comer aquela outra linda com um corpo escultural.

Eu era jovem, mas por elas serem lésbicas sempre li muito na internet e era mais adulto do que minha idade para o assunto e não conseguia entender como aquele corpo tão biologicamente preparado para a reprodução pudesse estar sendo desperdiçado para esse fim. Convivi a vida inteira com o assunto de que ela tinha ovários policísticos e seria difícil engravidar, mas em minhas pesquisas vi que não era impossível, só que ela nunca tinha tentado, abrindo mão de seu maior sonho que era gerar em seu ventre um filho seu.

Certamente com esses pensamentos eu olhava para seu corpo sem me dar conta que poderia estar sendo muito evidente.

– Porque me olha tanto, Paula me tirou daqueles pensamentos.

– Porque sinto um orgulho imenso de ter uma mãe tão linda como você, mesmo que tenha essa cara de brava. Sei que por trás, você é uma pessoa gentil, amável e maravilhosa e uma mãe sem igual.

Ela ficou atordoada com meus elogios, infelizmente não tão frequentes. Sinceramente naquele momento foi um elogio sincero e sem segundas intenções, ainda, por sentir quanto a amava. Ela viu de outra forma meu elogio.

– Sei o que aconteceu entre você e sua mãe ontem e não pense que com esses elogios, vai conseguir o mesmo comigo.

Ela ver meu sentimento profundo a ela como apenas uma tentativa de seduzi-la atingiu meu emocional profundamente e aconteceu algo muito raro comigo que não admitia chorar. Meus olhos marejaram e Paula percebeu.

– Me perdoe mãe. Pelo pouco que te elogio você tem direito de pensar isso, mas pelo que aconteceu com a Lorena estou tendo um sentimento de mais proximidade com vocês e percebendo o quão privilegiado sou de ter as duas melhores mães do mundo. Claro que quero fazer amor com você que é linda, mas nesse momento não tinha segundas intenções. Te juro por minha vida.

O que disse a abalou e percebi que ficou desconcertada. Vindo até mim, ela me abraçou apertado.

– Me perdoe eu filho, por te interpretar mal. Talvez sua mãe dizer que gostou muito de fazer amor com você, esteja me fazendo ver você como meu rival com ela, mas é só momentâneo porque você sabe muito bem que quem mais te quis fui eu que removi montanhas e preconceitos para termos você. Eu te amo mais do que tudo.

Seu cheiro de mulher delicioso em seu pescoço, seu corpo perfeito encostado no meu e seus seios grandes e rijos espremidos em meu peito despertava um tesão incontrolável e sabendo que ficaria de pau duro me soltei de seu abraço e a empurrei. Foi claro que ela percebeu o motivo pois até olhou para minha calça e deu um leve sorrisinho.

Fui me sentar e ela fez o mesmo iniciando nosso café da manhã juntos.

– Como eu disse, entendo sua reação porque nunca te elogiei desse jeito e sei que devo minha existência a você. Minha feliz existência.

– Filhos em sua idade são assim, mas obrigado por um elogio tão poderoso e sincero, falou sorrindo.

– Não quero ser como os outros e já começa que tenho duas mães. Sabe, disse para a Lorena que vou começar a trabalhar porque está na hora de eu cuidar de vocês também. Sei que em termos de relacionamento um homem pode não fazer falta, mas em algumas situações eles ajudam e quero ser útil. Chamar um encanador, por exemplo, falei sorrindo

Paula sorriu.

– Uau. Essa é uma oferta irrecusável. Ter as vantagens de ter um homem em casa sem as desvantagens.

Nunca entravamos em debates de gênero e sexo, pois concordava com elas em praticamente tudo, com pequenas exceções, mas fiquei curioso.

– Quais as desvantagens.

Ela me olhou pensando sobre minha pergunta.

– Em um relacionamento padrão homem e mulher, o homem tem a tendencia de se achar o macho dominante não aceitando a igualdade e aí os conflitos na relação começam. Não tenho isso com a Lorena e por ser nosso filho não temos com você.

Eu não podia discordar e ela continuou.

– O que falo é generalizando e claro que nem todos são assim, mas a maioria é e por isso o grande número de divórcios. A divisão de tarefas cuidando da casa e dos filhos também é outra desvantagem, porque mesmo quando a mulher trabalha fora de casa, a maioria dos maridos não contribui. Em seu caso você está se oferecendo. Tem outras vantagens de ser você como o homem da casa, mas os principais foram os que falei.

Eu não tinha muito tempo porque logo precisava ir para as aulas, mas não podia ir sem ter entrado no assunto.

– No caso da Lorena agora, se você permitir que continuemos, ela terá o sigilo e a certeza que o homem com quem ela faz amor a ama mais do que tudo, junto com você, e nunca vai causar nenhum mal a ela como pai dela causou.

– Se aceitei que ela experimentasse, já estava pressupondo que ela poderia gostar e querer continuar, então não posso proibir agora. Como ela me contou que você disse a ela, podemos incluir você em nossa relação sem que eu tenha medo de perde-la, então é muito melhor que tenha sido você do que qualquer outro homem. Mesmo ela achando que ter feito amor com você não é fazer com um homem, mas com o filho que ama, não vai sentir falta de um sexo hetero pois já tem.

Meu coração estava acelerado de emoção sabendo que eu poderia continuar fazendo amor com minha mãe Lorena e por ora a vontade de fazer também com Paula não me deixava mais tão ansioso.

– Ela te contou tudo? Sei que vocês não tem segredos.

Minha intenção era saber se Lorena tinha contado que teve os maiores orgasmos de sua vida comigo, o que poderia ter abalado Paula em sua convicção criando nela uma vontade de experimentar.

– Detalhes não, mas todos as sensações e sentimentos ela contou.

– Tudo, perguntei curioso querendo que ela entendesse o que eu queria saber.

Ela me olhou estranho.

–Tudo e sei o que você quer saber. Ela me confessou que teve os orgasmos mais intensos da vida com você, mas que são muito diferentes dos que temos. Com você eles foram mais explosivos e os comigo são mais românticos e comprometidos. Claro que por ser filho e te amar, ela também sentiu o tesão do proibido o que não teria com nenhuma outra pessoa no mundo, mulher ou homem. Tenho a certeza que não vai abalar nada o que temos.

– Eu odiaria abalar e se percebesse, iria sair de casa e morar com meus avós para não atrapalhar.

– Você não precisa e eu quis tanto um filho que não quero que você se afaste de nós.

– Mas se perceber que atrapalho eu vou. Posso te fazer uma pergunta privada de vocês duas? Depois tenho que ir.

– Pode.

– Ela é submissa a você?

– Do modo como você deve ter lido e visto na internet, não, mas ela prefere que eu tome as atitudes. Nunca a subjugaria como o pai dela fazia, mas uma das consequências do abuso dela, foi ter se acostumado com o outro dando as ordens como o pai dela fazia. Nunca conte a ela que falei isso, pois são confidencias que ela me fez após conversas com a terapeuta.

– Então não tem problema eu tomar atitudes com ela e dar ordens como me pediu? Tenho receio de estar abusando dela.

– Se for o filho amoroso que é e a tratar com amor e respeito, não fará mal nenhum. Ela me disse que você foi muito cuidadoso, então se comporte como se comportou.

– Preciso ir mãe, estou atrasado. Obrigado por ser essa mãe maravilhosa que é.

– Sou porque te amo. Boa aula filho.

Já em pé e a caminho da porta, tomei coragem e falei como brincadeira o que era muito sério.

– Mãe, como a Lorena falou, fazer amor comigo não é fazer amor com um homem, mas com o filho que ama, então se você provar como ela, pode até gostar. No seu caso, sou também irmão.

Sem dar tempo de ela responder, abri a porta e saí, mas juro que tinha visto um sorrisinho e não uma cara carrancuda por minha proposta.

Quando minha mãe Lorena chegou no final da tarde, estava exausta do trabalho e ainda me disse que não foi fácil ficar tantas horas em pé estando tão dolorida lá embaixo. Enquanto ela tomava um banho relaxante, me propus a fazer algo para comermos e por mais que quisesse fazer amor com ela de novo e de novo, não poderia a pressionar ou não teria nada, pois havia me dito que o trabalho era inegociável mesmo gostando que eu tomasse as atitudes. Mamãe estava deliciosa em um de seus pijaminhas de shorts, calcinha e blusinha sem sutiã.

– Tive uma ótima conversa com a Paula hoje no café da manhã, iniciei uma conversa enquanto comíamos o que preparei.

– Ah é? Assim tão rápido? Você foi corajoso.

– Estava ansioso para saber se poderíamos continuar.

– E descobriu, perguntou como se não soubesse.

– Sim, mas a conversa foi muito além e após me oferecer a ajudar vocês na casa com as coisas de homens, ela me disse das vantagens de ser eu, inclusive da segurança dela em relação a você mesmo tendo gostado de fazer amor comigo.

– Ahhh, a Paula achar que um homem na casa tem vantagens é uma tremenda surpresa, sorriu brincando.

Sorri de volta.

– Com certeza o único homem que ela pensa assim sou eu, até no caso de não te roubar dela.

– Eh, você inventou isso achando que seria impossível, mas já conseguiu tudo o que queria, me provocou.

– Nem tudo mãe. Quero a Paula também e se conseguir, teríamos a certeza que ela não ficaria magoada e não fala só da boca para fora porque nos ama.

– Pode ser isso, mas o que você mais quer é fazer amor com ela, não minta.

– Você mais do que ninguém sabe como ela é linda e gostosa. Claro que eu quero e já tinha te falado. Hoje de manhã após nossa conversa, joguei uma sementinha.

Após contar a proposta que fiz a Paula, minha mãe Lorena me olhou curiosa.

– E o que ela respondeu?

– Não tive coragem de ouvir e saí correndo pela porta, mas parece que vi um sorrisinho e não uma cara feia, falei sorrindo.

Minha mãe sorriu e a conversa estava descontraída, então soltei a bomba que não parava de pensar.

– Adoraria engravida-la naturalmente e realizar o sonho completo dela ter um filho em sua barriga e não como eu fui. A amo demais e queria poder fazer isso por ela.

Minha mãe Lorena me olhou estupefata, mas não brava e após alguns segundos pensando fez seu comentário.

– Seria incesto, mas quem sou eu para falar isso. Falo porque haveriam riscos, mas é algo quase impossível na idade que ela está e com o problema nos ovários que ela tem.

– Por ela não ficar brava como imaginei, me animei. Ela nunca tentou, então é difícil dizer que é impossível. Seja sincera. Na hipótese que ela aceitasse fazer amor comigo e depois engravidasse e tivesse um filho, você acha que seria bom para ela e para você? Não quero fazer nada que seja ruim.

– Seria maravilhoso, pois ela realizaria o sonho de gerar ela um filho, não que você não tenha realizado o dela ser mãe.

– Então me ajuda com ela, mas não vamos falar ainda de a engravidar ou ela pode se assustar.

– Vou pensar mais nos prós e contras e se estiver de acordo, tento ajudar, mas não será fácil pela convicção dela. Seria bom, pois para aguentar seu fogo com seu corpo cheio de hormônios, só em duas. Sei que você está com vontade de novo. Para ser sincera, também estou, mas estou muito dolorida e amanhã trabalho cedo novamente e não vou poder.

Lembrando que ela me disse que me obedeceria se Paula não se opusesse que continuássemos, pensei em algo muito safado que daria uma folga a sua bucetinha, mas que seria quase tão bom, então fui audacioso.

–Tudo bem. É melhor sarar rápido para podermos fazer de novo, então vou te mandar fazer outra coisa.

Não pensando nas possibilidade, imaginou que falando o que falou, não faríamos nada naquela noite, então me olhou preocupada e certamente curiosa.

– O que, perguntou ansiosa.

– Ahhh mãe, você não acabou de testar tudo que dá para fazer com um homem ainda, então hoje você vai fazer oral não em uma bucetinha como a sua, mas em um pau, meu pau, falei firme.

Já tínhamos acabado de jantar, mas ainda conversávamos em nossos lugares a mesa. Seu olhar foi mais de excitação do que de medo. Ela não falava nada.

– Vai me atender?

– Sim filho.

– Se isso for de encontro a seus traumas com o que seu pai te fez, só me dizer e não fazemos.

– Meu pai era meu pai abusivo e você é um filho gentil e que me está dando essa opção de aceitar, mas quero te obedecer, falou com um sorrisinho quase safado.

Arrumamos a cozinha juntos e fui tomar um banho bem rapidinho para meu pau estar limpo e cheiroso e não despertar nenhuma aversão e nojo a ela. Lorena esperava em seu quarto e nem coloquei roupa antes de a chamar.

– Pode vir mãe.

Quando chegou parecia nervosa.

– Não posso fazer amor, mas posso ver esse seu corpo lindo que vai me dar ainda mais tesão. Fique nua mãe.

Sem hesitar, mamãe Lorena foi tirando sem pressa seu pijaminha me dando vontade de agarra-la, mas sabia que não podia e o que me aguardava seria delicioso também.

– Você é uma deusa mãe. Impossível dizer que já teve um filho com essa perfeição.

Ela sorriu feliz, mostrando que como todas as mulheres adorava um elogio. Sincero.

– Obrigado meu amor. Gosto de me cuidar. Você sabe que nunca fiz isso, então vai ter que me dizer como fazer.

– Não vou dizer mãe. Vou mandar você fazer o que tem que fazer. Posso mesmo mandar qualquer coisa que você me obedece sem ficar magoada?

– Pode. Te disse que eu gosto.

– Depois vamos inverter e você vai me ensinar como fazer em você. Sei que nunca vou chegar aos pés da Paula, mas quero experimentar sua bucetinha e seu sabor.

– Ahhhh amor. Por pior que você faça, vou gozar muito por ser meu filho.

– Vamos começar porque não aguento mais. Tem mil maneiras de fazer isso, mas vou querer a mais safada mãe.

Eu me levantei da cama e fiquei m pé no centro do tapete redondo que ela tinha colocado em meu quarto.

– Se ajoelhe mãe.

Seus olhos ficaram arregalados, mas mamãe não hesitou e se ajoelhou ficando frente a frente com meu pau.

– Também nunca fiz isso e será a primeira vez para nós dois, mas peguei algumas instruções na internet. Você é especialista em lamber, então primeiro o lamba todo como se fosse um sorvete na casquinha derretendo, inclusive na ponta onde terá o pré-semen.

Vi mamãe tremendo e melhor, lambendo os lábios.

– Depois o coloque na boca e o chupe no vai e vem o lambendo ao mesmo tempo e se quiser pode ajudar com a mão o segurando na base. O principal de tudo no que li é que o instinto da mulher vai logo tomar conta e fazer o que deve fazer.

– Tem algo que eu não posso fazer, mamãe perguntou interessada.

– Ahh. Foi bom perguntar. Li que raspar os dentes na pele sensível da cabeça dói muito.

Ela balançou a cabeça aceitando e me esperando dar a ordem para que começasse. Por mais que ela dissesse que eu poderia a mandar fazer o que quisesse, era a mãe que eu amo e tinha seus traumas, o que me deixava receoso, então dei uma última chance a ela falando descarado o que eu ia manda-la fazer.

– Mãe, olha para mim. Por ser minha primeira vez e a querer completa e para você experimentar como é, vou querer mandar você engolir, então essa é a última chance de eu não te obrigar a fazer o que você não quer.

– Pode mandar filho. Quero fazer isso por você e também ter a experiencia completa para experimentar. Sendo seu tem a chance de que eu goste.

– Então comece.

Mamãe segurou meu pau pela base com uma mão e o puxou em sua direção vidrada nele. Da uretra saía o pré-semen em abundancia por ser só ele. Toda tímida mamãe começou com lambidinhas curtas e já quase me fazia gozar, mas devagar seu instinto a foi guiando e parecendo gostar sua língua corria meu pau de sua mão a minha uretra melando minha pele e sorvendo o pré-semen no final.

– Ohhhh mãe, está tão bommmm. Que boquinha deliciosa.

Nesse momento começou meu drama pois eu já estava pronto para gozar, mas queria que demorasse bem mais porque não só sua boquinha me excitava, mas sua entrega ajoelhada a meus pés me lambendo cada vez mais fogosa.

– Mãeeeeeeeeeeeeeee, eu gemia me segurando.

O que seu instinto a levou a fazer a seguir quase me levou ao gozo quando começou a olhar para meus olhos enquanto lambia. Certamente fazia isso com Paula em suas relações lésbicas.

Não tinha como comparar, mas com a habilidade que mamãe ia pegando o jeito, poderia dizer que seria impossível alguém fazer melhor.

Olhando em meus olhos ela o levou para dentro da boca o envolvendo com seus lábios e o engoliu até um terço dele de onde não passaria. E nem precisava. Mamãe começou o seu ir e vir, primeiro devagar, mas depois contorcendo seu pescoço parecendo que o devorava e não aguentei mais do que dois minutos.

– Eu vou gozar mãe. Engula todo meu esperma.

Mamãe parou só com a glande dentro da boca recebendo meus primeiros jorros explosivos e ia os recebendo e os engolindo tendo dificuldades e só então me dei conta que tinha erradamente a mandado engolir tudo, sem saber se ela aguentaria, mas em meio a meu gozo imenso e prazeroso, não tinha como mudar.

Sua bochecha ia enchendo enquanto vi os goles passando por sua garganta e ela estar conseguindo engolir tudo, prolongou meu gozo e minha ejaculação até que terminei me sentindo no céu pelo prazer que minha mãe, não mais lésbica, me dava.

Lorena ainda continuou me chupando com avidez e ao terminar de engolir, se afastou vendo os resquícios de porra e voltou para os lamber e finalizou lambendo os lábios quase me fazendo gozar de novo.

– Ohhhh mãe. Foi maravilhoso e fui aos céus. Melhor, só comer sua bucetinha. Seja sincera. Você gostou?

– Também acho que melhor é só o ter em minha bucetinha. O ato de fazer isso em meu filho e ver sua cara sentindo o prazer que estou dando foi poderoso, mas o gosto também é bom.

– Não como o de Paula a provoquei e logo me arrependendo, mas não deu tempo de dizer que não precisava responder.

– Não, não tão bom, pois o dela é mais suave.

– Logo vou descobrir qual é esse sabor. Sua vez agora mãe. Deite-se em minha cama.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 15 estrelas.
Incentive Autor Casa dos Contos a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

Excelente. logico que tem contos com temas parecidos mas o seu está escrito de uma forma única.

0 0