Ser homem não é cuspir no chão e ficar com a mão no saco o tempo todo. Isso é só uma fachada de uns caras que no fundo estão só tentando esconder as próprias inseguranças. Ser homem não está nas roupas ou no tamanho do seu pau. Está no que você sente, e ser honesto com o que você sente. E, no final das contas, tudo bem sentir alguma coisa que você não entende direito. Com o tempo as coisas acabam fazendo algum sentido.
Meu pai me disse isso na noite do meu casamento. Mas, desde pequeno, ele sempre me mostrou o que é ser um homem de verdade. E eu acredito nele.
É claro que, naquela idade em que eu estava, ele andava meio cismado comigo. E ainda não tinha desistido de me mostrar como era ser um homem de verdade. De novo aquela semana, era a segunda vez que ele vinha me acordar. Ele entrou no meu quarto com aquela expectativa; como se da noite pro dia seu filho tinha virado um homem. Mas, se um filme pornô não tinha me feito mais homem, por não deixar de desejá-lo, eu estava adorando toda aquela atenção.
— Guardou direito as revistas? — ele puxou assunto.
— Tá aqui debaixo do colchão — e tirei pra lhe mostrar.
— Tem que tomar cuidado pra sua mãe não encontrar.
— Sabe, por falar nisso, essa aqui parece mesmo com ela — eu lhe mostrava na página aberta uma mulher de peitões cavalgando um pau enorme.
— Não brinca com uma coisa dessas, garoto!
— Tô falando sério, pai! — eu sorria. — Essa noite até sonhei com ela.
— E sonhou o quê com a sua mãe? — ele me olhava impaciente.
— Sonhei que ela chegava em casa e pegava a gente no flagra... na cama...
— Tem que parar de sonhar essas besteiras, garoto.
— Mas não foi só isso... — eu continuei. — Enquanto ela olhava pra gente, eu de repente notei que ela tava com a mão por baixo da saia... se tocando...
— Pára com isso, filho — ele parecia ter ficado excitado.
— Imagina só, se ela também quisesse — eu o provocava. — Será que ela aguenta com dois ao mesmo tempo?
— Pára, Leo... — ele suspirava, sem esconder o tesão.
— Devia perguntar pra ela — eu ficava mais atrevido. — Mas, loucura mesmo seria meter nela, enquanto você metia em mim por trás... já pensou? — aquilo saiu na hora, mas o deixou pensativo.
— Você fantasia demais, garoto — e saiu, fechando a porta atrás dele.
Naquela tarde, pra sorte dele, minha mãe queria mostrar as unhas novas e resolveu ir no shopping com uma amiga. Isso deu a ele a chance de continuar com suas aulas, pra fazer de mim um homem.
— Dessa vez eu peguei a fita certa! — ele ligou o videocassete e colocou a fita. — Esse aqui tem só mulher. Dessa vez, nada de homem!
Não entendi como exatamente ver um bando de loiras peitudas se lambendo e se chupando me tornaria um homem. Mas meu pau logo deu sinal de vida, quando o filme começou.
E mal as duas apareciam em cena, as mulheres a começavam a se beijar e se dedilhar. Até que já estavam uma em cima da outra, num incrível meia-nove. Meu pau já começava a latejar, vendo as duas se penetrarem com a língua, até colarem a boca na buceta uma da outra, sorvendo todo o gozo.
Sentados no sofá lado a lado, eu e meu pai não podíamos estar mais excitados, diante da cena. Acho que talvez duas mulheres na cama pudessem mesmo ser um belo estímulo. Mas isso não me impedia de me indagar: "Se não tem nada demais ver duas mulheres se pegando, por que tanta onda se dois caras fazem o mesmo?"
— Já pegou duas ao mesmo tempo, pai? — eu perguntei, sem tirar os olhos da tela.
— Já... uma vez — ele mexia no volume do seu shorts. — Não tem nada como ver duas mulheres se chupando!
— Nossa!
— Mas antes de pensar em pegar duas, tem que aprender a pegar uma! — ele me dizia, pra que eu prestasse atenção na tela.
É claro que não demorou e estávamos eu e meu pai nos masturbando. E dessa vez rolou de um jeito bem natural, sem que precisássemos dizer uma palavra. Enquanto na tv duas loiras peitudas se chupavam, eu castigava o meu pau na punheta.
Mas, volta e meia, dava uma olhadinha pro lado, excitado com o pauzão dele apontando pro teto.
— Que tal a gente fazer de novo... — eu me virava pra ele. — igual a gente fez ontem... — eu fazia aquela cara de pidão, olhando pro seu pau.
Ele então me sorriu daquele seu jeito, e eu me perguntava se ele já tava amolecendo... ainda que com o pau duro feito pedra.
Na tv, as loiras peitudas continuavam a se pegar, enquanto no sofá eu e meu pai nos masturbávamos um ao outro. E dessa vez ele pegava com mais força, me levando rapidamente perto de uma excitação intensa, quase gozando. Mas eu queria aproveitar um pouco mais daquela sensação.
E na hora, me veio a ideia de tentar com ele o mesmo que rolou na garagem do tio Beto. Eu sabia que era arriscado; não tinha como prever a reação do meu pai. Mas eu tinha que tentar. Se tinha uma coisa que podia fazer dar certo era aquilo.
— Tem uma coisa que faz ficar ainda melhor... — eu lhe sussurrei.
Ele ainda fez menção de me impedir, mas eu já estava em ação, e comecei a desabotoar a sua camisa. E, bem diferente do tio Beto, o seu peito era como uma selva intocada, coberta de pêlos.
Eu voltei a segurar o seu pau, enquanto acariciava o seu peito, com os mamilos eriçados. E, pra minha surpresa, ele se deixasse ser tocado curioso como eu sabia uma coisa daquelas. Esse filme acho que ele não assistiu.
E, não muito diferente do que aconteceu na garagem do tio Beto, eu não resisti a inclinar a cabeça no seu peito exposto, tocando de leve o seu mamilo com a ponta da língua. Na sua respiração ofegante, tentando se conter, ele suspirava com aquele contato mais íntimo. Mesmo assim continuou a me masturbar,.
Era uma cena difícil de imaginar o que acontecia no sofá, diante das loiras peitudas se chupando na tv. Naquele instante, a sala se enchia não só do som de gemidos femininos, mas também do meu pai, enquanto eu chupava o seu mamilo.
Mas eu queria mais... eu queria o proibido entre pai e filho... a última linha que restava cruzarmos. Com a cabeça jogada para trás, ele gemia, se deixando tocar de um jeito inconcebível e obceno, mas que fazia o seu pau pulsar na minha mão.
Então, eu aproveitei a oportunidade e deslizei do sofá, me ajoelhando entre as suas pernas. Eu estava a centímetros, cara a cara, com o seu pau duro ainda na minha mão, e eu continuava a masturbá-lo.
Respirei fundo o aroma doce e almiscarado do suor, com as mãos agora em seus quadris. Seguei um de seus testículos e o rolei levemente, puxando-o enquanto bombeava seu pênis com a mão direita e trocava para o outro. Deslizei minha mão até seus joelhos, quando ele abriu os olhos e se deu conta do que estava acontecendo.
Meu queixo roçou no volume dos seus testículos e eu puxei pra fora, pra deixá-lo mais confortável. Seu pau de 20 cm se erguia majestoso, a cabeça brilhando com o líquido pré-ejaculatório. Segurei-o na minha mão, sentindo o calor na palma, apertando para sentir sua grossura. Toda a sua extensão tinha a pele clara, terminando num tom de roxo da glande.
Apertei novamente e outra gota de líquido pré-ejaculatório escorreu. Minha outra mão desceu para acariciar seus testículos, rolando-os entre meus dedos através do saco aveludado e macio. Então finalmente tomei coragem e estendi a língua, lambendo a ponta do seu pau e saboreando seu líquido pré-ejaculatório.
Enquanto acariciava o seu pênis, deixei minha mão deslizar pelo seu abdômen peludo. Olhei pra ele, que me encarava, e mantive nossos olhares fixos enquanto brincava com seu pênis. Então, estendi a língua de um lado para o outro em sua fenda, depois circulando a glande e lambendo o caminho até o topo.
Então comecei a devorar o seu pau, chupando-o com toda a minha força, e deslizei minhas mãos até o seu peito, sentindo seus pêlos entre os meus dedos. Então, usando meu polegar, voltei a esfregar seus mamilos em círculos. Suas costas se arquearam e ele continuava gemendo.
Senti a sua mão envolver a minha nuca com uma leve pressão, me incentivando a continuar. Pensei que ele ia me dar uma bronca, mas ele parecia travar uma luta interior com seus sentimentos, dividido entre o prazer e a perversão.
Então beijei a glande do seu pênis, descendo até a base devagar. Aninhando meu nariz em seus pêlos pubianos, inalei o aroma almiscarado que emanava de seus testículos. Aquilo só me deixou ainda mais excitado. Continuando a massagear seus testículos, lambi toda a extensão do seu membro, meus lábios se abrindo na ponta para levá-lo à boca, girando a língua ao redor da glande.
Ele gemeu mais alto, empurrando os quadris para cima para tentar colocar mais na minha boca. Deixei meus lábios percorrerem seu membro, chegando até a metade, antes de voltar a subir com a cabeça. Repeti isso, gradualmente levando mais e mais do seu pau à minha boca até a glande bater no fundo da minha garganta.
Cobrindo seu pau com mais saliva, eu estava determinado a engolir tudo. Na próxima vez que ele bateu no fundo da minha boca, venci a resistência, deixando-o entrar na minha garganta. Subi rapidamente, respirando fundo e engolindo seu pau novamente.
Eu movia minha cabeça para cima e para baixo no seu pau, mais e mais rápido. Fiquei surpreso que a minha garganta se ajustasse rapidamente e eu consegui facilmente fazer sexo oral profundo repetidas vezes pelos próximos cinco minutos. Ele continuava gemendo enquanto passava os dedos pelo meu cabelo.
— Ai, caralho, flho, você vai me fazer gozar! — ele sussurrou.
Acelerei o ritmo, usando uma mão para masturbar o seu pau enquanto o chupava. Seus testículos então começaram a se contrair, assim como suas pernas; ele estava perto.
Então, ele gemeu como eu me lembrava bem, ouvindo da minha cama no meio da noite. E, sem nenhum aviso, senti uma enorme quantidade de esperma encher a minha boca. A primeira gozada do meu pai na minha boca foi exatamente como eu sonhava: totalmente incrível.
E é claro que aquilo foi só o começo, porque ele continuava a gozar, dessa vez na minha língua estendida. Voltando a abocanhar o seu pau, ele ejaculou direto na minha garganta, enquanto eu me esforçava pra engolir o segundo jato de porra. Eu não ia deixar escapar uma gota sequer. E continuei chupando.
Eu chupei e lambi o seu pau, enquanto amolecia entre os meus lábios. Estendi a mão, acariciei seus testículos e os enfiei na boca, chupando e lambendo o tempo todo. Até que me dei conta que ele já tinha gozado tudo o que tinha pra dar.
Naquele instante, eu soube que, por mais que eu gostasse de garotas, não podia negar o prazer que me dava sentir um pau duro entre os lábios.
Olhei pra cima, e nos entreolhamos por um instante. Ele parecia não saber o que dizer, ainda meio sem reação. Aquele prazer proibido agora se transformava em uma cumplicidade obcena que atravessava gerações e sangue, assim como os grandes tabus inerentes à natureza humana. Tão extasiado ele estava com o filho o chupando e bebendo a sua porra, que ele já não escondia um desejo guardado no passado.
Se tudo o que o tio Beto me contou era verdade, aquilo seria o bastante pra trazer de volta o garoto que ele foi nos tempos de escoteiro. E ele reconheceria aquele prazer, o calor dos lábios de um garoto em volta do seu pau. Mas não só isso; era melhor ainda, porque eram os lábios do próprio filho!
E acho que a experiência foi igualmente intensa pra nós dois, porque esse não foi o único prazer que compartilhamos, eu e meu pai. Ele me fez levantar e de novo pegou no meu pau. Eu ainda estava com vontade de me masturbar, e precisava de um pouco de alívio. Mas ele queria fazer isso por mim.
— Me deixa terminar! — e voltou a bater uma punheta em mim.
Então fechei os olhos e apenas me concentrei na sensação boa das suas mãos no meu corpo. Ele realmente sabia como me tocar, e logo eu estava rebolando os quadris e gemendo um pouco. Me sentia vulnerável deixando ele me tocar daquele jeito, mas era o que tornava tudo tão excitante.
Não queria gozar logo; queria prolongar ao máximo aquele momento. A excitação foi aumentando aos poucos, e às vezes eu achava que não ia conseguir. Afinal, eu estava na idade do prazer, e a necessidade era tão forte que eu não resistia.
De repente tudo me atingiu de uma vez e eu estremeci, suspirando ofegante. Então comecei a gozar, jorrando a minha porra na mão do meu pai. Foi o orgasmo mais incrível, talvez porque tenha sido mais difícil de segurar, ou talvez porque era o meu pai fazendo aquilo comigo. Mas foi fantástico.
E, pra minha surpresa, dessa vez foi ele a levar a mão até o rosto, olhando o meu gozo entre os seus dedos. Eu nem acreditei quando ele me olhou, lambendo a minha porra dos seus dedos.
— Você também tem um gosto bom, filho... — e com a outra mão ele tocava o meu peito.
Então ele estava me acariciando, e o sêmen escorregadio por todo o meu pau dava uma sensação ótima. Eu sentia uma excitação que nunca tinha experimentado antes... mas que agora iria querer ter de novo.
Naquele instante, havia entre nós uma tensão sexual magnética, e tudo poderia acontecer. Mas, antes que eu pudesse pular nos seus braços de vez, o barulho do portão o sobressaltou. Era a minha mãe que tinha voltado mais cedo. E na mesma hora ele tirou a fita do videocassete e guardou. Depois, cada um foi pro seu quarto, e o resto do dia eu não o vi.
Antes de ir dormir, eu cruzei por ele saindo do banheiro, e tive que saber se tudo o que aconteceu tinha significado algo pra ele, como foi pra mim.
— Está bravo comigo, pai? — perguntei, meio sem jeito.
— Não, filho, não estou bravo com você — ele disse finalmente, preocupado que a mamãe estivesse por perto.
Não sei que eventos havia desencadeado aquele dia, ou que amarras haviam se soltado na alma do meu pai, mas ele já não era mais o mesmo. E apesar de não ser capaz de me dizer com palavras, ainda naquela mesma noite eu teria a confirmação que faltava.
Eu dormia profundamente na minha cama, virado pra parede coberta de pôsteres de esporte. Até que acordei com aquela sensação que me invadia, roçando por trás numa lenta penetração.
Era o meu pai que tinha se metido na minha cama, e devagar começava a me foder, com meu shorts abaixado até o joelho
Suspirando ofegante na minha nuca, ele me abraçou forte e enfiou seu pau quase que completamente no meu cu. Dessa vez, ele o manteve lá por alguns minutos enquanto acariciava o meu corpo, num movimento dos seus quadris que me embalava. Até que encontrou o meu pau e começou a me masturbar, enquanto me fodia.
Então, ele se apertou contra mim e deixou meu corpo relaxar, com o prazer daquela intensa penetração. Podia sentir o seu hálito quente e ofegante no meu pescoço. Ele agora bombeava lentamente para dentro e para fora, como se me conduzindo numa dança erótica envolvente.
Eu me virei pra ele, e embora nenhum dos dois dissesse nada, naquele instante, bastava aquele contato mais íntimo pra eu saber que podia tê-lo só pra mim agora. Eu então puxei o seu rosto pra mim e o beijei, com um singelo estalinho nos seus lábios, ao que ele não se conteve e me beijou de volta.
Era a primeira vez que nos beijávamos, não como pai e filho, mas como aquilo que deveríamos ser desde o começo. Eu explorava a sua boca como um garotinho curioso, ou como uma criança fazendo uma arte, e sendo bem atrevida.
E logo, na sua respiração quente, a minha boca voltou de encontro à sua, e, de um beijo qualquer de pai e filho, eu sentia a urgência de buscar também a sua língua. Sem nenhuma cerimônia, eu invadia a sua boca com a minha língua. E de repente me deixava invadir pela sua, que ele me oferecia como um doce pra eu chupar.
Ao mesmo tempo, estendi a mão e agarrei a sua bunda, puxando ele contra o meu corpo e querendo mais do seu pau dentro de mim, enquanto gemia baixinho.
E de repente, ele começou a gozar, suspirando ofegante e tentando não fazer barulho. Enquanto continuava a me penetrar, me enchendo de porra e com seu hálito quente na minha boca, eu me deixava levar pelo seu ritmo, até que ele foi diminuindo.
— Isso foi incrível, pai! — eu segurava o seu pau, já meio mole. — Vai fazer isso toda noite?
— Sempre que der, filho! — ele encostava o seu rosto no meu, com sua respiração voltando ao normal.
E o resto da noite eu dormi feito um garotinho, abraçado ao meu travesseiro. Naquela noite, eu sonhei com meu pai, um sonho recorrente que costumava ter com ele. No sonho, eu estava na sua cama, e ela, tão grande e macia, era toda minha, e não mais da minha mãe. Era o meu lugar, ao lado do meu pai... e ele era todo meu.
Acordar de um sonho bom é como renascer, pra um mundo onde o impossível pode se realizar, como naquela noite, na minha cama estreita. E é claro que agora eu queria de novo... mas não na minha cama estreita; eu queria na cama dele... e fazer dela a nossa cama.
Continua...