Mamando o instrutor da autoescola na aula de direção

Um conto erótico de André Martins
Categoria: Gay
Contém 4119 palavras
Data: 25/02/2026 23:31:38
Última revisão: 26/02/2026 02:24:47

Sabe aquele cara casado que tem a maior cara de 171, de pilantra safado, mas você não tem como provar? Era exatamente assim que eu enxergava o instrutor Maurício da autoescola.

Ele era desses héteros raiz que adoram tirar foto com a mão no volante do carro, ostentando o relojão de marca e o rádio tocando Poesia Acústica, L7, Cabelinho ou TZ da Coronel. Só chamava os outros de “paizão”, “jogador”, “camisa dez” e “meu padrinho”, falava “coé” e adorava se comunicar por gírias, todo mundo conhece um cara assim.

Maurício tinha a pele branca repleta de pelos, até os antebraços eram cabeludos. Biotipo puxado pro parrudo, 1,82m, pochetezinha de leve, ombros marcados nas roupas, meio braçudo e de aliança no dedo. Normalmente, vestia um uniforme que consistia de calça jeans, tênis e blusa polo estilo “mamãe, tô forte”, com as mangas curtas revelando parte dos pelos das axilas, apertando os bíceps e ressaltando que em algum momento da vida ele praticou musculação.

Braço e ombro tatuados, aparelhos nos dentes, cabelo baixo nas laterais, mas topetinho na frente. Barba modelada no queixo e nas bochechas, 31 anos, mas os pelos já apresentavam o brilho agrisalhado de homem que tá prestes a virar paizão de família, sabe? Seu físico tava entre o molecão e o marmanjo, o começo do “corpo de marido”.

Ah, quando o macho chega nos 30... É a idade de fazer neném, não tem saco que não borbulhe de vontade de jogar leite dentro pra ver a família crescer. Os hormônios fervem, a rola engrossa além do normal, o leite aprimora de qualidade e se torna cada vez mais propício à fecundação, assim como o peitoral do homem se transforma num paredão de quem tá mais do que pronto pra proteger os filhotes.

O sujeito abandona o perfil “jovem” e entra no modo fazedor de filhos. Os feromônios saturam, o saco pesa, o corpo clama por reprodução e a genética implora pra se multiplicar em dois, três moleques correndo pela casa. Não é que o cara quer, é que ele PRECISA meter, senão a biologia não exerce sua função e a testosterona vira queijo nas bolas. É automático do corpo masculino, a maioria vem com essa programação de longo prazo.

Pra falar do gostoso do Maurício, preciso explicar que demorei quase um ano pra terminar a autoescola. Primeiro porque eu trabalhava, estudava e quase não tinha tempo livre pra aparecer lá; segundo que as aulas teóricas eram a maior chatice, acho que a última coisa que eu fazia era aprender algo importante com os instrutores; por fim, Maurício sempre tirava meu foco e eu nunca conseguia prestar atenção aos tópicos do DETRAN.

Pra começar, o cara passava a maior parte do tempo falando da própria vida, contando dos estresses que vivia no casamento e também sobre as cobranças dos pais. Ao mesmo tempo que parecia um homão pronto pra fazer filhos, às vezes ele me lembrava que tinha acabado de chegar nos 30 e tantos anos, e que estava mais pra rapagão jovem do que pra marido feito.

Por exemplo: Maurício gostava de sair pra beber com os amigos nos fins de semana, mas a esposa dele encrencava e preferia que eles fossem visitar os pais em Vargem Grande, era daí que surgiam as discussões do casal.

Sendo franco, eu não tinha tempo e muito menos a paciência pra escutar os desabafos desse marmanjo, por isso capenguei à beça pra terminar a autoescola, culpa das aulas teóricas. Pra não dizer que não tinha lado bom nas aulas do Maurício, até havia: era quando ele sentava na ponta da mesa e começava a falar dos bailes, festinhas e casas de show que frequentava com os amigos.

Até hoje tenho memórias do bonitão recostado na quina da mesa, contando das amantes que pegou e abrindo e fechando as pernas devagar, meio distraído. Ao abri-las, o volume caía abaixo da cintura e dava pra ver a protuberância da pica deformar o cós da calça da autoescola. Já teve vezes que Maurício precisou puxar a cueca da virilha no meio da aula pra não acabar correndo o risco de sentar sobre as próprias bolas, de tão enormes.

Quando ele fechava as pernas, o malote virava um amontoado de pau, ovos, pentelhos, tudo junto e misturado no mesmo pacotão de genitália que fazia eu me perder nas falas dele. O mais curioso é que o sem vergonha certamente era dotado de natureza, pois não percebia a quantidade anormal de rola que se formava entre as coxas. Pra ele, era normal.

Até porque, parando pra pensar, não tem muito o que fazer quando o cara é pauzudo. Você vai recomendar o quê, “cueca de força”?

Eu olhava pros lados, em silêncio, e observava os outros alunos e alunas pra ver se mais alguém reparava no volume, mas acho que a galera não era tão manja rola que nem eu, porque eu era o único viajando no tamanho da mala do Maurício.

E quando o filho da puta se empolgava no papo e coçava o saco? Dava pra ver o piru fazer uma ponte na coxa dele, eu passava mal de tanto observá-lo.

- “Deve ser do caralho quando ele chega em casa e tira os tênis. Só queria ver esse cara nu, pelo menos uma vez na vida...” – minha mente ia longe.

Um belo dia, eis que peguei umas moças rindo no meio da aula, comecei a prestar atenção nelas e percebi que as três tiravam fotos do instrutor sem ele ver. Descobri, pouco tempo depois, que as safadas eram amigas solteironas, viviam de foguinho com o Maurício e tinham até um grupo no Whatsapp onde trocavam fotos da mala dele marcando, pode uma coisa dessas?

Detalhe: o macho não se ligava que elas viviam tirando fotos do malão pesado. E eu achava que só homem é sem vergonha... Enfim.

Como falei antes, eu não tinha tempo de sobra e me decepcionei com a lentidão das aulas. Foi por isso que demorei onze meses pra terminar a autoescola, reconheço que foi um arraste desnecessário. Eu acabava aprendendo mais estudando as apostilas do DETRAN sozinho e vendo vídeos do YouTube em casa, porém naquela época ainda precisava cumprir horas pra tirar carteira de motorista, ou seja, não tive escolha.

Cedo ou tarde, precisei priorizar a autoescola e só então terminei a primeira parte do processo, que foi a prova escrita.

Você não imagina minha surpresa quando voltei lá pra fazer aulas de direção e descobri que o Maurício não estava mais na sala de aula. Os instrutores faziam rodízio de tanto em tanto tempo, o bonitão migrou pros veículos e agora dava aulas práticas. Inclusive foi esse gostosão que ficou responsável pelo Golzinho que eu escolhi pra treinar.

- E aí, jogador, tranquilo? Eu lembro de tu, dei aula teórica. É Carlos, né?

- Sim, sim. Tudo joia, Maurício? Deu mesmo, fiz aula contigo.

- Claro que fez. Né à toa que passou na prova. Teheheh. – ele se achou e apertou meu ombro. – Sacanagem, tô de zoa. Preparado pra pilotar?

- Mais ou menos. Já dirigi antes, mas tem muito tempo. Lembro de pouca coisa.

- Show de bola. Tudo nosso, vai tirar de letra.

Só eu sei como borbulhei por dentro quando entrei no banco do carona e vi aquele trintão do antebraço peludo sentado do meu lado, sua mão esquerda curvada no volante, com as veias salientes, e a direita apoiada na marcha do carro, com a aliança gasta e fosca no dedo largo.

Havia algo de diferente no semblante dele, não sei se as sobrancelhas alargaram ou se a barba ficou mais grisalha no último mês. Maurício parecia ligeiramente apático, com o cabelo sem corte, a barba desgrenhada e o físico mais magro, sem a pochetezinha de antes, porém não perdeu 1% sequer de toda gostosura que possuía, muito menos da mala.

- Beleza, parceiro. Tem umas paradas básicas que tu já deve saber, tipo o pé na embreagem e a troca da marcha.

- Sei, tô ligado. Pé no fundo e a mão aqui. – segurei o câmbio do Gol e nossas mãos se tocaram sem querer, durou pouco.

- Isso. Tu sabe dar partida no carro?

- Sim. O que eu não sou bom é regular a embreagem com o acelerador, tá entendendo? Pisar em um enquanto solto o pé do outro. Sempre deixo o carro morrer ou pular.

- Não tem erro. Vou fazer uma parada aqui só pra te mostrar, já é? Não pode fazer isso nunca.

- Ok.

Ele removeu os tênis, exibiu os pés sem meias e nem se ligou do cheiro açucarado que subiu dentro do carro. Tem macho que não percebe quando seus feromônios são liberados no ambiente, né? Fiquei maluco do lado desse puto descalço, sobretudo por conta do malote acumulado no meio das pernas enquanto ele explicava a função dos pedais.

Seus pés eram lindos, não muito compridos, mas largos, com veias e pelinhos na parte superior, dedão cabeçudo, os dedos em ordem decrescente e socadinhos, curtos, quase “amassados”.

- Tá vendo aqui? – Maurício me olhou e não notou meu olhar tomado de luxúria. – Pisa e solta devagar, sem pressa. Tu vai apertar o pé no acelerador na mesma medida, se ligou?

- Tô pegando.

- Tá pegando, Carlinho? – sua encarada certeira me fez bambear.

- T-Tô.

Eu me perdi entre prestar atenção nas instruções e observar cada detalhe bruto e ao mesmo tempo harmonioso naqueles pés. Aliás, não apenas os pés, a blusa suada também instigou meu olfato, porque o cheiro dele era uma mistura de perfume com suor de trabalho deliciosa de inalar. A região das axilas marcaram pizzas no uniforme e senti a maior vontade de meter o nariz no sovacão cabeludo, não nego, mas me controlei pra não ficar olhando muito.

No início das aulas práticas, eu aparecia de manhã e tudo era muito corrido, nem parecia que Maurício era o mesmo instrutor arrastado que me deu aulas teóricas semanas atrás. E acho que a explicação pra isso é que... Bom, ele realmente não era o mesmo sujeito de antes.

Já falei sobre como ele deixou de ser parrudo, emagreceu e ficou mais peludo, mas agora me refiro ao homem Maurício. Alguma coisa aconteceu de lá pra cá que o transformou de dentro pra fora, as mudanças físicas foram apenas consequência da mudança interna.

Lembro de praticar baliza sozinho no Golzinho, enquanto ele fumava um cigarro do lado de fora e se dividia entre observar o céu laranja e analisar cada movimento meu no carro. Em alguns momentos, eu parava de estacionar, olhava pra fora e pegava Maurício olhando pro nada, admirando o sol e pensando alto, distraído, aéreo.

Também já aconteceu de ele aparecer sem aliança no dedo, de cara amarrada e visivelmente abatido, como se tivesse brigado ou dado um tempo. Nunca perguntei nada, mas tava escrito na testa que o macho estava enfrentando turbulências no casamento.

Se no início das aulas práticas eu treinava de manhã, do meio pro final comecei a treinar no fim de tarde, no comecinho do anoitecer. Aquele período de céu degradê que acontece enquanto o sol se põe na cidade, sabe? Bem na hora do rush, pra pegar a experiência de dirigir à noite e com as vias movimentadas.

Eu já dirigia tranquilo, prestava atenção em tudo e apreciava demais o silêncio do período noturno, essa coisa taciturna que a noite evoca. Mas o gostoso mesmo era ter aquele instrutor gostoso sentado do meu lado, analisando meus movimentos e mantendo os olhos em cada atitude minha.

- Não precisa abrir tanto os braços, jogador. – ele apertou meu cotovelo e eu senti a faísca que percorreu da pele dele pra minha.

- É vício que peguei do meu primo, ele só dirige assim. – expliquei.

- De boa, Carlinho, mas relaxa. Senão daqui a pouco tu tá com dor no ombro, se ligou? – Maurício subiu a mão pro meu braço, chegou no meu ombro e deu outro aperto, ativando lugares específicos do meu corpo.

Tipo um passe. Um mantra. “Tenketsu”. Senti os nervos dos pés apertarem na embreagem quando ele pressionou os dedos perto da minha nuca. Olhei pra ele, ele me olhou, minha mão foi na marcha do Gol e esbarrou no joelho dele sem querer. A gente se olhou outra vez, as luzes dos carros passando do lado de fora atravessaram o curto espaço entre nós e eu não consegui conter a curiosidade, tive que abrir a boca.

- O que tá rolando, Maurício?

- Fala tu. O que tá rolando, Carlinho? – ele devolveu a pergunta.

- Tem umas horas que você parece que não tá aqui. Fica pensativo de repente, escapa da realidade. Se quiser desabafar, sou teu amigo. Caso cê queira falar sobre essa marca aí no dedo anelar... Cadê a aliança, cara?

- É foda, brother. Casamento é uma parada doida.

- Vish... Terminaram?

Ele respirou fundo antes de falar.

- Quase. Ela tá morando na mãe e eu tô repensando minhas atitudes, digamos assim.

- Você fez merda?

- Fiz mesmo. Amo minha mulher, Carlinho, mas como, casei cedo. Quero curtir, quero aproveitar a vida. Me apeguei demais, agora não vivo longe dela.

- Mas também não sabe viver longe da putaria. “Do mundo”, como diz minha tia crente.

- É! Sou buceteiro mesmo, porra, vou fazer o quê?

- Pô, Maurício, o mínimo é deixar ela seguir a vida dela, concorda?

- Concordo, lógico! Sou dono de ninguém, não, mano. Sou que nem esses arrombado que atrasam mulher, não, quero mais é que ela adiante a vida dela e seja feliz. Sei que tô errado, culpa é minha. Vacilei mesmo. Traí, comi piranha na rua, peguei uma prima dela, só fiz merda. Só que, porra... Tem uma coisa dentro de mim que não sai. Um sentimento de raiva, tá ligado? Mas não é raiva, eu não tenho raiva dela. Parece... Parece uma coisa, sei lá... Parece...

- Tristeza.

Ele me olhou, pensou e fez que sim com a cabeça, não disse mais nada. As gotas de chuva começaram a pingar, a pancada veio forte e tivemos que fechar os vidros pro resto do mundo, ficamos só nós dois no nosso universo compartilhado e efêmero dentro do Golzinho da autoescola.

Caiu aquela tempestade típica de verão, Maurício achou melhor eu estacionar numa ruela perto do Shopping Carioca e lá permanecemos por cerca de dez minutos, vendo a chuva cair e o céu escuro pós-crepúsculo.

- Hehehe... – ele riu.

- Que foi?

- Não, não, nada a ver. Lembrei de um bagulho aqui.

- Fala, pô. Lembrou do quê?

- Deixa quieto.

- Hmm, saquei. Pelo visto, é putaria. Quando ri assim, pode ter certeza que é safadeza. Hahahah.

- Pior que é, Carlinho. Hehehe! Mó ironia.

- O que é ironia?

- É que... Tipo... – Maurício coçou a nuca, olhou pro vidro do carro e depois tornou a me olhar, hesitante em contar. – Eu já trouxe várias piranha pra cá. Olha como são as coisas.

- Pra cá, onde? Pra cá, pra cá? Pra essa rua?

- É. Comi várias aqui, bem onde tu tá agora. – essa frase e seu jeito torto de me olhar causaram euforia no meu corpo. – E nesse carro mesmo, fiz o Gol de motel. Tu acredita? Tehehe!

- Mentira!

- Papo reto, brother! Se liga, te mostro. – tirou o celular do bolso, foi na galeria e exibiu uma captura de tela. – Ó o grupo que essas piranha criaram! Nem eu acreditei quando me mandaram no Zap, Carlinho.

Ele sabia de tudo. Não fazia parte do grupo, propriamente falando, mas de alguma forma chegou nele a informação de que certas alunas da autoescola fizeram um grupo no Whatsapp pra trocar fotos da pica dele marcando. Provavelmente foi uma delas que vazou, e o mais impressionante é que ele não fez o que qualquer instrutor decente faria se descobrisse um grupo desses.

Em vez do Maurício levar o caso pra direção da autoescola e eles resolverem, ele enxergou a oportunidade de se aproximar das alunas e passar a pica em todas elas, por isso a esposa descobriu e deu na merda que deu.

- Quer dizer que você tem fãs? – me fiz de bobo.

- Tenho mesmo, o pai esculacha. Hehehe! Quando a piroca é boa, elas sempre voltam. – ele apertou a pica na calça e se vangloriou. – O que eu comi de buceta dentro desse carro, filhão, até perdi a conta. Bem assim. Aí onde tu tá mesmo.

Enquanto explicava, ele se aproximou, apoiou o antebraço direito no volante e o cotovelo esquerdo no meu banco, ficamos basicamente frente a frente.

- Teve uma vez que eu peguei a morena aqui assim, ó. – apertou meu braço, roçou a barba na minha pele e eu arrepiei de nervoso, foi demais pra mim.

- Sai fora, cuzão! – desfiz o contato imediatamente.

- Ih, coé? Tá maluco, Carlinho? Qual foi, tu é sensível?

- Demais! Se chegar perto de novo, eu vou acabar perdendo a linha.

- Como assim, perdendo a linha?

- Vou perder a linha contigo, Maurício. Vou querer fazer a mesma coisa que as alunas fizeram. – mandei na lata, não perdoei na sinceridade. – Já não é de hoje que eu fico te olhando. Desde a época das aulas teóricas.

Silêncio no carro, só a chuva caindo firme do lado de fora. Primeiro ele escutou com atenção, depois processou as informações e, por fim, me encarou bem de perto.

- Tu fica me olhando, irmão?

- O tempo todo. Na aula teórica, aqui na prática... Mas respeitando, claro. Sempre com respeito.

- E tu me olha por causa de quê?

- Ah, não se faz de inocente, Maurício. Você é um cara bonitão, chama atenção. Fora que... – manjei, tive que manjar. – Fora que você é maludo dos bons. Não tem quem não olhe. A prova disso é que as safadas fizeram um grupo só de foto da tua mala em váááários dias diferentes, tem noção? Não foi só eu que reparei, elas também repararam.

- Porra, que doideira! Até homem repara no meu pau, tipo, sem neurose? – o danado não acreditou, afofou a pica de novo e voltou a me olhar.

- Impossível não olhar. Ó o tamanho disso! Marca na calça. – apontei.

- Pior que marca. Hehehe. O foda é que eu curto mulher, Carlinho. Me amarro em buceta, tu tá ligado que eu sou buceteiro. Se eu gostasse de viado, até que te comia. Passava-lhe a perna na tua bunda, irmão. Botava tudo no teu cu, vou te enganar não. Mas essa parada de comer cu de homem né comigo. – ele se explicou.

- Tá certo. Eu entendo, cada um no seu quadrado.

Ficou um clima de vácuo no carro depois disso, eu engoli o “não” a seco e quase bateu um ar pesado. Só não bateu porque Maurício ergueu a sobrancelha direita, recostou o banco pra trás, apoiou as mãos atrás da cabeça, suspirou e fechou os olhos.

- Te comer, não como não. Mas se quiser dar uma mamada pra fortalecer teu parceiro... Aí é contigo. Vai me deixar forte.

Não acreditei no que acabei de escutar.

- É o quê?

- Uma mamada e um copo d’água não se nega a ninguém. A água já tá caindo, nós tá aqui parado... Só falta a mamada. Tehehe...

Levei uns dez segundos pra entender que o cafajeste dos meus sonhos não tava brincando. Minha mão procurou sua coxa, senti que ele estava tão tenso quanto eu e ficou evidente que aquela provavelmente era a primeira vez que o Maurício se abriu pra outro cara. Foi tipo um “a situação faz o ladrão”: chuva caindo, tempo de espera, nós dois fazendo nada e falando de putaria... Claro que termina em safadeza.

Ele tava deitado no banco reclinado do carona, abriu as pernas e se manteve de olhos fechados, me deixou livre pra fazer tudo.

- Inacreditável. – balbuciei.

Meus dedos chegaram no volume da pica, patolei, senti a densidade dela e custei a crer que estava realmente realizando aquele sonho depois de meses e meses me arrastando nas aulas teóricas do instrutor mais maludo da autoescola.

Antes de qualquer coisa, aproximei o rosto da virilha, respirei fundo e aspirei a quentura íntima do corpo daquele trintão gostoso, o macho que tanto aprendi a secar semanalmente. Mordi o malote na calça, lambi, fui tomado pelo gosto salino de homem que trabalhou o dia todo e senti a primeira pulsada da marreta.

- Será que tu consegue deixar ela dura na tua boca? Quero ver se boquete de viado é isso tudo que dizem por aí. – ele falou baixinho.

- Será? – me desafiei.

Fiz sem pressa, competindo com nada e nem com ninguém. Eu só precisava da oportunidade e ela finalmente chegou, então pra que pressa? Abri o zíper devagar, senti o cheirão de testosterona exalar da pentelhada através da cueca e o volume só faltou bater na minha cara, de tão grande. Melhor de tudo foi lembrar que nem duro tava, ainda havia muito o que crescer.

Caí de boca por cima da boxer mesmo, mamei na roupa íntima e o paladar salgou no suor do Maurício.

- Quando começa sem fome assim, já me ganha. Isso, Carlinho, mama sem pressa.

- Você é dos meus, macho.

- Sou?

- É. Quer ver como é?

Passei os culhões dele pela saída da perna da cueca, linguei o direito e bochechei o esquerdo com dificuldade, porque um era maior e mais pesado que o outro. Os pentelhos do saco pentearam minhas papilas, ele apertou as mãos no banco do carona, abriu a boca devagarzinho e gemeu fácil diante da minha mamada sedosa nas bolotas.

- Sssss... Se pá, sou dos teus mesmo. Me amarro que mamem os ovos, mano. Fico mansinho, sem caô. Não é toda mina que curte.

- E olha que eu ainda nem comecei.

Fiz a pele enrugada do escroto esticar na minha baba, aprendi a tragar ambas as ovas ao mesmo tempo e não parei mais de sugar os bagos do bonitão. Lambuzei a calça dele de saliva, Maurício abriu bem as pernas e começou a mexer o quadril lentamente, dando leves forçadas com o saco na minha boca.

Enquanto isso acontecia, meu cu piscou, o pau endureceu e o dele cresceu junto, cada vez maior e mais borrachudo dentro da cueca manchada de baba. Quando não aguentei mais, desci a boxer e finalmente libertei o piruzão que passei os últimos meses admirando na autoescola. Nem perdi tempo falando, apenas abri a boca e engoli tudo que pude.

- SSSSS! Caralho, mané, de primeira no talo é foda! Que isso! Né brincadeira não! – ele aumentou a voz e gemeu alto no Golzinho.

Em estado flácido, a jeba devia ter uns 12cm, parecia pequena e inofensiva, mas foi só eu dar o trato que ela merecia e a bichona não teve receio de mostrar do que era capaz. A rola do Maurício cresceu inescrupulosa, dobrou de tamanho, ultrapassou minhas amídalas e eu quase fiquei sem fôlego mamando, pois não vi o quanto ela massificou dentro da boca.

- Piroca tá o aço, ó! FFFF! – ele próprio se assustou com o formato exuberante e curvado da madeira.

Ela virou uma tora concreta de pouco mais de 20cm, larga, da chapoca saltada do corpo, prepúcio delgado e com aquele anel folgado de pele rosa ao redor da glande achatada.

- Delícia demais mamar um pauzão desse. As piranhas do grupo tão certas, eu também não desperdiçaria a chance de tomar paulada de uma caceta que nem a tua. Hahahah.

- Comi mesmo, Carlinho. Dei muito leite pra essas puta tudo, hehehe! E se continuar mamando assim, vou dar na tua boquinha também.

- Tá gostando?

- Gostoso pra caralho, filhão. SSSS! Tu chupa com vontade, tua boca é quentinha.

- Mamo com prazer. Você merece, vou na goela. – demonstrei, engoli e ele ficou louco na garganta profunda.

- OOORGH! ISSO DÁ MÓ TESÃO, VIADO! FFFF!

A pica tinha aquele ar de experiente, sabe? Aparência de que já tinha mergulhado em muita xoxota por aí. O tipo de caralho pelo qual você não dá nada mole, mas ele cresce, engrossa e te deixa de queixo caído... Literalmente. De uma hora pra outra, você precisa arreganhar a mandíbula pra dar conta, porque ele não se revela grotesco só no comprimento, é calibrado na grossura também.

- Caralho, olha só que pirocão! E pensar que você perguntou se eu consigo te deixar duro. Ó a dureza disso! Puta merda! – não escondi a empolgação.

- Eu acho normal, sem sacanagem.

- Normal porra nenhuma! É imenso. Até seu saco é grande, gordo. – puxei as bolas dele, engoli uma e chupei a outra. – Mmm! Dá pra sentir que tá pesado de leite.

Quanto mais eu chupava, mais me perdia entre engasgar na pica e contemplar cada detalhe físico dela, a começar pelas veias em alto relevo. A uretra espessa parecia uma jugular pulsante, viva e pronta pra dar vazão ao sêmen a qualquer momento, e o freio soltinho deixou evidente que, sim, o sem vergonha era realmente buceteiro.

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