A NÉVOA DA CACHOEIRA

Um conto erótico de Claudio_New
Categoria: Grupal
Contém 1230 palavras
Data: 25/02/2026 22:47:23
Assuntos: Grupal, trisal

Interior do Tocantins. Pousada nudista liberal. Belíssima cachoeira, no meio da floresta, a água que caía alimentava a piscina e passava adiante, fazendo nova queda d’água, esta artificial. Era a combinação da perfeição da Natureza com a engenhosidade humana. Cheguei na quarta-feira, final de tarde; ficaria até o domingo. A noite que se aproximava foi para me extasiar com o céu estrelado e a lua prateada. Serviu também para me entrosar com o casal, Fernando e Nívea, os donos do local: aqueles assuntos gerais de quem não se conhece ainda. E somente eu de hóspede, que as demais reservas eram para o final da semana.

Vestidos com roupas simplesmente jogadas sobre nossos corpos – que éramos nudistas, mas não pinguins, trocamos informações e ideias isentas de conotações sexuais. Tomamos café e vinho, enquanto beliscávamos rodelas de linguiça calabresa, assadas na brasa – uma delícia dos deuses.

Fui dormir relativamente cedo: cansaço e clima gostoso, pedindo cama. Acordei com a passarada enchendo de som e música todos os espaços. Desci do meu chalé, em direção da cachoeira. A carícia da brisa da manhã afagando meu corpo nu, fazia enrijecer levemente meu pau, proporcionando um prazer impossível de descrever ou narrar.

O jorro de água fria, o corpo sob a queda d’água, intensificou a sensação prazerosa daquele começo de dia. Só não dava para ficar muito tempo sob a água; peguei uma espécie de colchonete fininho, disponível num recanto do bar, e me deitei sobre o longo rochedo, barriga para cima e braços sob a cabeça, entregando-me ao dia que chegava. Vez em quando alguma rajada mais forte de vento trazia gotículas que se esparziam sobre o rochedo. Eu acariciava minha rola tesa e pulsante, voltada para o alto, olhos fechados, em êxtase.

Alguns minutos, ouvi barulho de pisadas nas folhas secas; entreabri os olhos e acompanhei o chegar de Fernando, robusto e belo, em seu corpo nu, não magro mas também não gordo, a rola semiereta, movimentando-se de acordo com suas passadas:

– Bom dia, Cláudio. Acariciando seu rapazinho?... – A conversa da noite anterior fez a gente relativamente íntimo.

– Pois é, Fê… É tudo tão excitante aqui… – Ele entendeu a dubiedade da frase e sorriu, deixando seu colchonete ao lado do meu e dirigindo-se à cachoeira. Da posição em que eu estava, a visão que eu tinha daquele corpo maravilhoso e da rola agora completamente dura, era qualquer coisa de divino. Virei-me de bruços para melhor assistir àquele belo espetáculo matinal; acompanhei o gingado natural de suas nádegas, em direção da água e testemunhei a alegria pueril com que recebeu a rajada líquida sobre seu corpo.

Saiu da cachoeira, dirigindo-se ao lugar que reservara para relaxar o corpo. As gotas cristalinas brincavam de escorrer pelo seu corpo e a rola vinha em alto grau de dureza; impossível não fixar meu apaixonado olhar sobre aquele membro maravilhoso. Ele, sabendo-se observado, sorriu e comentou, enquanto sentava sobre o colchonete:

– Belo exemplar de bunda você tem, Cláudio… Dá gosto ver!

– Obrigado, Fê… Mas querendo mesmo saber o gosto, esteja à vontade…

Não precisou de mais nada. Ele ajoelhou-se em frente ao meu corpo, após a minha cabeça, e curvou-se, sua mão forte e suave acariciando minhas costas, descendo delicadamente pela lombar, até chegar às nádegas e os dedos se meterem por entre a fenda e bolinarem levemente meu cu - que a essa altura piscava ansiosamente. Sua rola dura na frente do meu rosto era toda oferecimento: tomei-a com a boca e a chupei, com todas as técnicas que eu conhecia. Ele gemia.

Levantei um pouco as ancas, enquanto ele se posicionava de maneira mais confortável, para ficar com as duas mãos livres e separar as bandas da minha bunda. Sua língua desceu e chegou rígida ao meu botão pulsante. Eu fechava os olhos e gemia.

Então me pus de quatro, arreganhando completamente meu orifício e sua rola foi se penetrando devagar em mim. Eu senti aquele mastro explorando cada prega e cada ruga do meu interior, estocando com desejo meu rabo, como somente um homem sabe foder o cu de outro homem. Sua rola parecia ter vida própria, suas mãos me acariciando, ele se agachando sobre minha nuca e eu me contorcendo para beijar com ansiedade aqueles lábios maravilhosos. Os dois gemíamos alto.

Estávamos entregues aos mais intensos prazeres carnais, quando aparece, no início do rochedo, Nívea, linda e nua: seios médios, coxas volumosas, buceta com os pelos cuidadosamente aparados... o corpo característico de uma mulher de quarenta anos. Fernando não se perturbou com a chegada da esposa, continuou me fodendo no mesmo ritmo.

Ela falou, sorriso estampado no rosto:

– Muito bem, nem bem o dia amanhece e já encontro aqui o meu marido enrabando meu hóspede... Que beleza, hein?!

– Bom dia, minha querida! É que o cuzinho do Cláudio estava ansioso por uma pica, e você sabe que sou um homem atencioso com os hóspedes, não é? – Fê entrou na onda de deboche da esposa.

Ela passou pela nossa foda, dando uma boa dedada no toba do marido e foi para a água. Depois da ducha forte, voltou para a rocha, e aproveitando que eu estava de quatro, postou-se na minha frente e se agachou – pude acompanhar a beleza de sua buceta se abrindo, vermelha e babando, diante de meus olhos. Ela pegou meu rosto com as mãos e tacou-me um beijo fenomenal. Que lábios divinos, que beijo estonteante, como beija gostoso aquela mulher!

Então ela se levantou para somente então catar a boca do marido, levando para ela o gosto do boca do hóspede, que acabara de beijar. Enquanto os dois se atracavam pelos lábios (Fê sem sair do ritmo das estocadas), a buceta dela encostou no meu rosto, molhando a ponta do meu nariz com a farta lubrificação (como cheirava gostoso aquela xoxota no cio!) e comecei a chupar aquela delícia. Éramos agora três a gemer e a resmungarem putarias.

Não sei se pela minha competência na língua, ou se porque Nívea estava superexcitada, ou se era de sua natureza gozar rápida e profusamente com um homem lhe chupando, ela explodiu num gozo estrondoso, aos gritos, fazendo com que o marido mudasse o ritmo das enfiadas.

Ao se recuperar minimamente da gozada, Nívea deitou-se atravessada sobre os dois colchonetes, ficando sua cabeça sob meu corpo e minha rola dura ao alcance de sua boca. Ela catou meu pau e me chupou como poucas mulheres ou homens me chuparam na vida. Que técnica extraordinária! Ela sentia quando meu gozo se aproximava, e mudava a tática, prolongando por mais tempo meu orgasmo.

Fernando, vendo sua mulher nua e deitada sob o macho que ele comia, como um mecânico consertando um carro, não conseguiu mais se conter e os jatos líquidos de sua rola se arrojaram no meu rabo, enquanto ele gritava, descontrolado e desafinado. Eu sentia a enxurrada dentro de mim e se derramando pelas beiradas do cu.

Quando ele retirou a rola, meu toba borbulhava a gala do meu comedor, que se derramava em profusão. Nívea veio com a mão e passou a lambuzar os dedos naquela abundante cachoeira, o que terminou detonando meu gozo, que explodiu violento em sua boca, seu rosto, seus seios... eu também aos gritos desconexos.

Somente então desabamos sobre os colchonetes, ofegantes e felizes, a névoa da cachoeira refrescando nossos corpos ardentes, que, por certo, bem mais vezes se encontrariam, no final de semana que se prenunciava paradisíaco.

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