A semana passou rápido, arrumamos uma escola e uma baba para o menino, uma senhora muito simpática que buscava ele na escola e ficava com ele até um de nós dois chegar, e no sábado pela manhã a mãe dela voltou para sua cidade, agora era vida nova nós três. O fim de semana ficamos em casa, assistindo seriados e brincando com o menino, usando as coisas do prédio que nunca usei, e a inquilina fez varias amizades com mães e com os funcionários do prédio, a rotina virou outra e entramos na rotina, eu que nunca quis um filho virei um pai, daqueles que no tempo livre ficava brincando com o menino, e ela estava quase sempre cansada, foi assim quase o mês todo, então teve um feriado numa quarta.
- Eu inscrevi ele no acampamento da escolinha - ela me olhou surpresa - acho importante para ele essas interações com outras crianças - ela me beijou e agarrou no meu pescoço.
- Eu tinha esquecido, ainda bem que você está aqui, para nós, amor, eu também queria que ele fosse. - No final do dia, levamos ele com a malinha dele para a escola e quando estávamos voltando passamos em frente ao bar da ultima vez que tínhamos saído, só trocamos olhar e paramos, bebemos 2 garrafas, ela foi no banheiro, ela estava com uma saia social, meia calça e camisa, quando voltou do banheiro sentou do meu lado eu olhei para suas pernas sem a meia calça e ela sorriu, colocando a boca no meu ouvido e pegando minha mão - Não foi a única coisa que tirei no banheiro. - e riu deixando minha mão em sua coxa e colocando a dela na minha. Ficamos brincando de nos beijar e as vezes tocar um no outro duas vezes cheguei até a enfiar o dedo nela, o bar estava lotado e com fila do lado de fora, e então o garçom veio na nossa mesa, perguntar se um casal poderia sentir ali conosco disseram que nos conheciam, o casal foi chegando na mesa e eu não fazia ideia um rapaz jovem estendeu a mão.
- Acho que conhecer foi muito forte, mas moramos no mesmo prédio e ja vi voces aqui algumas vezes - a inquilina sorriu, para eles, e me olhou com a mesma cara de não sei quem é - vejo até você brincando com o menino loirinho, as vezes, desço com os cachorros grandes e brancos - a inquilina fez cara de que lembrou dos cachorros, a mulher que estava com ele, uma gordinha simpática de cabelos loiros que pareciam naturais e que depois descobrimos ser namorada disse.
- Desculpa nossa cara de pau, é que esta muito grande a espera, e como eu queria comer os bolinhos de feijoada daqui antes da minha viagem que é as 3 da manhã, ficamos procurando alguém que pudesse nos ajudar. - Eu sorri para eles e estendi a mão para sentarem, e começamos a conversar aleatório ela dizendo que ia para trabalhar na Espanha e que só voltava em 3 meses e que ele ia tirar férias no mês seguinte e ficar com ela por lá, contamos nossa história, ele contou que morava sozinho já que a noiva o largou quando compraram o apartamento, e assim foi a conversa e as cervejas e os bolinhos, quando deu 1 da manhã o bar estava fechando e estávamos lá ainda, ai caiu a ficha deles que tinham que ir para o aeroporto, eu me propus a leva-los, já que ele estava bem mais alegre que eu, já que até o Uber chegar e etc ia demorar, saímos do bar e fomos para o aeroporto deu tudo certo ela foi para a zona de embarque e nós para o estacionamento.
- Vocês não lembram de mim? - Eu olhei para ele.
- Devo ter te visto no prédio, mas não sou uma pessoa de fisionomias, uma vez passei pelo pai dela no mercado e não reconheci - a inquilina riu e ele também - Mas teria algum fato que fez você se lembrar da gente? - ele ficou meio vermelho e riu.
- Deixa para lá - balançou a cabeça e olhou para baixo - nada é que todos me conhecem pelo cachorro. - eu olhei para ele pelo espelho.
- Vamos lá, com certeza, você quer falar algo, então pode falar, nós não temos problemas com isso e nem vou te abandonar aqui no meio do nada bebado. - todos rimos. Ele coçou a cabeça e ficou entre os dois bancos.
- Ta bom, uma vez eu estava no bar que estávamos hoje e desculpa, ela estava sem calcinha no bar e aquilo foi tão sexy e desinibido, aquela tatuagem de pimenta tão provocante, sei lá, eu vi vocês depois transando na rua, e pensei que merda é meu relacionamento. - A inquilina estava de cabeça baixo meio em choque meio excitada, pois conheço bem ela, eu sorri. Ficamos mudos e ele pegou o celular procurando alguma coisa, ai abriu uma foto das pernas da inquilina sem calcinha, dava até para ver a tatuagem de pimenta, sem rosto, as minhas pernas e as dela sem calcinha. E falei para ele
- Bateu uma punheta para essa pimenta? - ele balançou a cabeça rindo roxo de vergonha e ela ficou ainda mais vermelha - Você não tem emoção no seu relacionamento? - ele balançou a cabeça que não.
- Acho que não tenho nenhuma historia minha para contar, eu acho, qté que a minha namorada toparia umas loucuras, mas eu nem sei como começar, e naquele dia os caras que estavam no bar comigo, ficaram me zoando que inventei que vocês moravam no meu prédio e que fizeram sexo na rua. - ele encostou no banco com cara de derrota - Eu nunca fiz nada disso, nada demais. - A inquilina me olhou com um não no rosto e mexendo nervosa na barra da saia, mas tinha um sorrisinho de satisfação de saber que tinha provocado alguém a esse ponto.
- Apaga essa foto, agora. - ele fez que sim com a cabeça e pegou o celular e mostrou apagando - até mesmo porque ela esta tremida, e nem da para ver direito - ela me olhou sabendo que eu ia aprontar algo - da seu celular para ela, ela vai tirar uma agora para você. - Os dois arregalaram os olhos e ele quase jogou o celular na mão dela. - Ela esta sem calcinha agora, estávamos nos preparando para sair do bar quando vocês chegaram e íamos fazer sexo até dormir - ela riu nervosa e vermelha e meu deu tapa pegando o celular - Tira uma foto para ele. - Estava dirigindo e entramos na Marginal.
Ela pega o celular e me olha ele entregou na câmera, eu dou um sorriso para ela, ela balança a cabeça incrédula, mas mesmo assim abre as pernas e tira a foto, ela olha e faz uma careta. Entrega o celular para ele que olha feliz mas meios decepcionado, eu dou risada.
- Pela cara de voces a foto ficou uma merda. - eles riem, ele vem com o celular e me mostra eu pego o celular e apago a foto - Amor, coloca os pés no banco como se tivesse agachada - ela me olhou com o olho arregalado e ele veio para frente para ver a cena - isso joelhos perto dos peitos - Agora virei produtor fotográfico - eles riram e ela fez da forma que falei, peguei o celular e dei na mão dele, - É uma chance única, vem aqui entre os bancos e tira a foto sem rosto dela - ela sorria maliciosamente olhando para o celular para mim e para ele, a posição fez os lábios da buceta dela se abrirem levemente e era possível ver o rosado dentro dos lábios da sua buceta e soltou um cheirinho de buceta pelo carro. Ele tirou a foto e me mostrou, dava para ver o contorno da sua bunda abaixo da buceta que tinha um brilho de umidade e estava meio aberta pela posição e a pimenta perfeitamente visível, na sequencia ele mostrou para ela, ela olhou e sorriu. - Agora estão com cara de que gostaram - ela se ajeitou no banco e ele encostou no banco olhando a foto, era visível o pau duto dele, ambos soltaram um riso de aprovação, eu olhei para ele e sorri - ta até de pau duro né, então bate uma porque depois você vai apagar essa foto. - ele arregalou o olho e ela riu olhando para ele.
- Bate uma aqui? Agora? Com vocês ai? - ele ficou tenso olhava para o celular e para a gente.
- Sim, coloca seu pau para fora e bate uma, so não suja meu banco, porque depois você vai apagar a foto, e não me venha com essa historia de salvar em outro lugar - eu ri - amor, tira meu para fora e bate uma para mim, para ver se ele entendeu. - Ela sorriu e tirou meu pau para fora e começou a me punhetar, - eu também fiquei de pau duro, vamos - ela continuou me punhetando. Ele abriu o zíper e olhou para a foto, o pau dele estava.a meia foda, acho que por toda a situação eu ri - amor, acho que você não dá tesão nele - ela olhou para ele fazendo um biquinho e ele continuou se masturbando e o pau continuava a meia foda.
- Nossa, ele realmente não gostou da minha pimentinha. - Ela me deu um beijo no rosto e foi no meu ouvido mas falou alto - Posso tentar ajudar ele? Será que eu consigo fazer ele me desejar? - ela esticou uma mão para tras entre os bancos e pegou no pau dele, ajoelhando no banco do passageiro. - Acho que ele gostou da minha ajuda - ele estava com cara de incrédulo e seu pau estava muito duro na mão dela - ela punhetava nós dois, eu puxei a cabeça dela e ela começou a me chupar e punhetar ele, eu passei a mão pelo seu rego e envirei um dedo na sua buceta, andando mais devagar, ela continuava me chupando e punhetando ele, ele resmungava um puta que pariu eu olhei para ele pelo espelho e fiz um sinal para ele passar a mão na bunda dela que estava arrebitada no banco do passageiro, ele veio um pouco para frente, ela continuou punhetando ele e ele foi direto com o dedo na sua buceta.
- Nossa eu não acredito, você é muito gostosa e muito linda - eu sorri e ela me olhou nosso olhar dizia e muito puta, e minha puta, - ele ficou dedilhando a buceta dela, com dois dedos - Nossa que tesão da porra - ela parou de me chupar e empurrou ele de volta para o banco colocou o corpo entre os bancos e começou a chupar ele deixando a bunda ali a meu lado eu brinquei no seu clitoris e na sua buceta enquanto ele gemia na boca dela, - Que boca incrível. Que delicia, meu deus - eu peguei o dedão úmido e enfiei no seu cu ele arregalou o olho e gozou na boca dela, ele gemeu engolindo e rindo. Ela voltou para o banco rindo limpando a boca ele ficou parado no banco de trás estatelado. Eu fui encostando o carro, até parar no estacionamento de uma Empresa desativada, tinham dois carros vazios, talvez dos seguranças.
- Vem, amor - falei abrindo a porta - eu ainda não gozei. - ela sorriu e abriu sua porta também, fui para o banco de trás e a inquilina entrou pela mesma porta que eu colocando um joelho de cada lado da minha perna e já encaixando se encaixando no meu pau, demos um beijo enquanto ela começou a rebolar, o cara ficou olhando alisando o próprio pau que estava para fora e começou a endurecer de novo - Acho que você dá tesão nele sim, porque ele esta ficando animado - ela mordeu meu lábio e sorriu olhando para o pau ele e depois para o rosto dele, continuando a rebolar no meu colo fazendo o meu pau sumir na sua buceta e reaparecer, ele olhava fixo - Hipnotizado pela pimenta, amigo? - ele fez sim com a cabeça e começou a alisar seu pau que agora estava duro. O vidro do carro completamente embaçado, peguei ela para cintura e tirei do meu colo colocando no dele só que ela virada para frente, ela guiou o pau dele para sua buceta, e foi se ajeitando até ficar de quatro no carro e começar a me chupar enquanto ele começou a se mexer na sua buceta.
- Caralho, eu não acredito - ela riu com meu pau na boca e começou a rebolar no pau dele, ele começou a meter afoito e me olhou, eu abri minha mão e fiz um sinal de calma e ele começou a meter mais devagar, eu movi meu lábios olhando para ele “ Alisa a bunda dela e da um tapa “ fiz o movimento com a mão e ele fez, ela me chupou mais forte e jogou a bunda para trás, ele gostou do efeito e segurou ela na cintura e depois repetiu o ato sem eu falar nada, eu me ajeitei encostando na porta para ela arrebitar mais a bunda, ela esticou uma perna para o chão e deixou a outra dobrada sobre o banco e ele estava na mesma posição com as pernas metendo mais cadenciado, estiquei minha mão e comecei a alisar seu cu, ele arregalou os olhos e ela chupava mais forte, e rebolava eu tirei ela do para frente e deitei no banco com ela sobre mim e encaixei meu pau na buceta dela, ela ficou rebolando, eu abri a bunda dela e brinquei com os dedos úmidos de cuspe na sua bunda e então eu abri com as mãos ela parou de rebolar e olhou sobre o ombro para ele.
- Vi que você ta fissurado toda vez que eu enosto, sua chance, ela adora - ela riu e ficou vermelha, mas balançou a cabeça em um sim, ele encostou o pau e começou a enfiar, ela deitou a cabeça sobre mim, a posição era bem desconfortável, estávamos encostados com a costas na porta meio curvados, mas a mordidinha no meu ombro e a tremida que ela deu no meu ombro junto com um gemido, foi incrível. Ele começou a se mover, eu fiquei parado deixando o movimento deles fazer meu pau entrar e sair, ela depois de ter gozado começou a rebolar tentando ajudar tudo que acontecia, mas a posição só permitia que ele se movesse ele começou a se mover com mais força.
- Pqp, é a melhor sensação do mundo - ele falou quando deu um tapa na bunda dela e acelerou as estocadas a saia dela ja estava toda para cima da cintura enrolada como um cinto, ele metia com força e ela gemia no meu ouvido, beijando meu pescoço e babando no meu ombro. Ele acelerou um pouco mais e gozou, saindo assim que gozou me ajeitei da forma que deu com ela sobre mim e comecei a meter com força, ela só gemia e gozou num grito abafado quando o gozo dele escapando do seu cu e escorreu por ela e meu saco, entre os espasmos dela eu gozei, ela me agarrou com força enquanto eu gozava, ficou um pouco sobre mim e eu virei ela de cima do meu corpo para o banco, ela tentou arrumar a saia uma duas vezes, riu.
- Depois eu arrumo - deu uma risada com a saia toda embolada e torta meio sobre as pernas meio sobre a buceta e encostou no banco, eu fiz sinal para o cara descer e eu desci fui para o motorista e ele para o passageiro, ela deitou no banco de trás, sua buceta e seu cu faziam um som leve expelindo o gozo de dentro dela e ela soltava um risinho tímido com o rosto vermelho meio dormindo, descabelada e feliz. O começamos dois assuntos aleatórios até chegar no prédio, estacionei ele saiu olhando para ela, eu sorri bati no ombro dele.
- Foi o melhor dia da minha vida - ele falou sem pensar, eu ri olhando para ele.
- Quando sua namorada voltar de viagem, marcamos um jantar, e quem sabe terá outro melhor dia da sia vida. - ele me olhou com um sorriso malicioso, e balançou a cabeça num sim, indo embora..Fui para o carro e ajudei a inquilina a vestir a saia e peguei ela no colo, ela sorriu se agarrou no meu pescoço, como era de madrugada nós no elevador e caiu uma gotas no elevador com um barulho ela colocou a mão na buceta rindo. Entramos rindo e após jogar ela na cama deitei do lado e dormimos até o meio do dia seguinte.