Garoto rural

Um conto erótico de Sossegado
Categoria: Gay
Contém 1754 palavras
Data: 25/02/2026 16:23:26
Assuntos: Gay, Teen

Tenho 37 anos, corpo bem legal moldado na malhação diária, sou formado em TI e adoro viver sozinho. Há quase dois anos resolvi vender meu apartamento em Curitiba e comprar uma pequena chácara na região metropolitana onde eu teria mais

sossego já que passaria a trabalhar home office. Ela é toda cercada com muro alto, árvores frutíferas, uma boa casa não muito grande, mais churrasqueira e piscina. Fiz um canil e comprei um casal de pastor belga para reforçar a segurança. Raramente vêm amigos passar fins de semana comigo para churrasco e bebedeira, encontros normais, com casais e filhos, festas comportadas e muitos deles nem sabem que gosto de rapazes, pois não dou pinta. Só acham que sou reservado demais e me julgam até egoísta por não querer dividir a minha vida com ninguém (sabem nada, bobinhos...). Até perguntaram: “E sexo?”, respondi que entro em sites,

combino preço, chamo, fodo, peço Uber e me despeço – O que seria uma meia verdade, pois

não são elas e sim, eles! Um dos amigos gostou da região e me pediu que achasse uma chácara por perto pra ele. Eu sabia que era perda de tempo. Fui na terça feira de carnaval de 2025 (fez 01 ano agora), não viajei e resolvi pegar a camionete e dar umas voltas pelas redondezas e ver se achava algo, pois sempre via umas placas de imobiliárias. Numa

estrada de terra, não muito longe da minha casa, avistei um rapazote interessante, parado mexendo no celular, sentado numa dessas bikes pequenas de fazer piruetas. Era um dia quente e ele aproveitava a sombra de uma árvore para teclar. Era um belo jovem, encorpado e com calção preto e camiseta azul claro, ambos folgados, que escondiam suas formas definidas, bem desenhadas e voluptuosamente típicas da juventude, com incrementos exalantes de puberdade. Logo vi que a perna que o apoiava no chão, enquanto a outra descansava sobre o pedal, era lisa e bem proporcional, e porque não dizer, gostosa. Encostei ao lado dele vagarosamente e o cumprimentei. Ele respondeu simpaticamente com um belo sorriso, me

encantando. Perguntei-lhe se ele conhecia alguma chácara que estivesse à venda por ali. Ele

pensou, com o dedo indicador sobre a boca, como se isso o ajudasse a lembrar, bem “machinho” me deixando excitado. Lembrou que, virando ali, depois indo acolá, pegando outra estradinha assim e assado, tinha uma (não guardei nada, estava de olho nas pernas e volume dele) ... Ele conhecia toda a região e morava a uns três quilômetros dali. Falei que não ia conseguir achar e sugeri que ele me levasse lá então, que colocasse a bicicleta na camionete e que viesse na frente comigo, pois depois o traria de volta. Ele pensou, olhou pra frente e para trás, como se buscasse uma desculpa, mas acabou topando. Entrou e foi me instruindo.

Disse-lhe que eu morava por perto e que estava procurando para um amigo. Papo vem, papo vai, e eu bem devagar para não gastar aquele tempo precioso. Perguntei-lhe a idade e ele disse que estava fazendo 18 anos naquele dia! Exclamei surpreso e o parabenizei, perguntando a que horas seria a festa. Ele balançou a cabeça resignado, dizendo que na família dele só se ganha os parabéns ao acordar e "esqueça o resto", disse fazendo um

gesto gracioso com as mãos indicando fim... E eu: "Ahhh não!!! Me mostre a chácara e vamos passar em casa para comer um bolo!", pois tinha mesmo um grande pedaço de bolo de abacaxi, na geladeira, que sempre compro (adoro!). Ele topou, animado. Enquanto isso, já mais descontraído e confiante, falou que gosta de andar de bike pelas estradinhas de chão com um amigo que estava viajando por conta do feriado e por isso estava sozinho. Passamos em frente da chácara que estava à venda e anotei os dados da placa da imobiliária. Partimos para a minha casa. Ao chegar acionei o portão e orientei que ele permanecesse no carro enquanto eu

prenderia os cachorros no canil. Depois ele desceu e se encantou com a piscina. Fui abrindo a casa enquanto ele me esperava sentado no sofazão (que eu comprei sem saber que as pessoas o chamam de “surubão), que tem na área externa, de frente para uma tela plana enorme, ligando-a num canal de vídeo clip. Fui buscar o bolo e refrigerante e por sorte tinha uma vela de aniversário pouco usada, que acendi e fui ao encontro dele cantando “parabéns pra você". Ele ficou feliz demais, e que sorriso lindo me deu! Comeu o bolo, repetiu, elogiou, agradeceu e reclamou do calor abanando a camisa. Disse-lhe que tirasse então a camisa e "caísse" na piscina, e que poderia até nadar pelado, pois ali era isolado do

mundo, coisa que eu fazia com frequência - aliás, ando pelado o dia inteiro. E dizendo isso, já fui arrancando a roupa de costas para ele e de frente para a piscina – já que tenho uma bunda gostosa, branquinha, lisa, dessas moldadas na academia - e me joguei. Ele caiu na gargalhada e foi tirando a roupa enquanto eu o assistia esperando com a cabeça fora d'água e o coração saindo pela boca. A água estava uma delícia e aquela visão era espetacular. Aquele garotão todo definido, pele maravilhosa, tirando a roupa acima da minha cabeça, na borda da piscina e desvendando um baita cacete pendente, deitado sobre um saco viçoso e de poucos

pelos. E o aplaudi pela atitude. E ele ganhou impulso e voou sobre a minha cabeça dando um mergulho nota 10, enquanto eu tentava deixar aquele movimento em câmara lenta, no meu pensamento, ao ver seu pauzão pender balançando acima, sob a ação da gravidade. Eu estava morrendo, tremendo de excitação e empolgação, e mesmo que não houvesse sexo, só aquela visão e momentos já estariam compensadores. Ganhei o dia! Nadamos, mergulhamos e jogamos água um no outro. Já éramos os melhores amigos! Ele perguntou se eu tinha cerveja. Claro! Fui buscar e tomamos na borda da piscina. Ao vir com as cervejas, petiscos e tudo o

mais, virei a tv para a nossa direção e mudei para um canal adulto onde um baita negão enfiava um enorme pau numa branquinha magrinha e eu comentando “Como aguenta, hein?...”. Ele adorou a minha iniciativa e ficou mais animado ainda. Eu o provoquei dizendo que isso era para lhe garantir a

"punhetinha do dia". Ele riu e confessou que o seu recorde foram 5 num dia só! Disputava com aquele seu melhor amigo para ver quem conseguia gozar mais vezes e ele perdeu para o amigo... “Coisas saudáveis de garotos”, comentei rindo. Provoquei, entrei no assunto mais um pouco e confessou que batia muita punheta. O tranquilizei: "Normal na sua idade". Mesmo dentro d'água percebi que a rola dele estava dura, pois não tirava os olhos da tv enquanto eu mergulhava perto e me certificava que era enorme e reta para cima, como se quisesse emergir.

Fui chegando mais perto, provocando, "Teu pau vai estourar, guri...". Ele: "Depois vou ter que bater uma, não tem jeito...", disse rindo. Eu: "Não precisa, dou uma mãozinha pra você"... E parti para o tudo

ou nada, fui com a mão, vagarosamente, tremendo pela adrenalina, com um sorriso maroto, dizendo: "Eu gosto disso aqui...". Ele não recuou, não se assustou e deixou que eu a tocasse.

Era linda, dura, grossa e sobrava o suficiente para a outra mão (Como esses guris magros tem rola grande, hein...). O pau dele latejava na minha mão. Ele: "Não percebi nada que você ..." Não continuou e eu emendei, "Só com pessoas especiais", pisquei um olho. Pedi para ele sentar na borda da piscina e mamei gostoso sob o Sol, apenas com a cabeça acima da água refrescante. Ele se apoiava sobre os braços e jogava a cabeça para trás num gesto de

prazer e entrega total. Ele era meu, seu pau estava todo dentro da minha boca sendo saboreado pela minha língua. De vez em quando eu ia até o saco e o lambia e os ovos eram tão robustos que cabiam somente um por vez dentro da boca. Ele delirava e só murmurava; “Cara…!”. Em seguida, saímos da piscina e fomos pro sofazão. Eu estava encantado com aquela visão, com aquele cacete apontando para o Céu, agora desafiando a gravidade. Peguei toalhas,

nos secamos e caí mais uma vez de boca na desafiadora rola, que latejava e emitia uns ruídos

nas suas veias, como se estivesse esguichando algo internamente. Ele arfava de prazer,dizendo: "Pena que o meu amigo não está aqui. Ele ia curtir pra caralho...". Eu (Ops!!! Peraí!!!Para tudo! Me conta!!!) ... "O traga outra hora... E como você sabe que ele vai gostar?". Ele: "Nós comemos um primo dele, mais velho, que veio na casa dele. Todos saíram e ficamos jogando vídeo game. Ele foi na cozinha buscar

refrigerante pra nós e amassou viagra dentro - o fdp confessou depois. Tomamos e logo depois começamos a sentir calor e ficar de pau duro. Aí ele se entregou e disse que daria a bunda pra nós, se guardássemos segredo. Aí toramos ele! Quase pediu arrego, pois regaçamos o cú dele", riu. E eu morrendo com a revelação, e quase sem ar continuava chupando, me engasgando, sufocando porque não conseguia chegar ao tronco daquela vara linda. O saco estava macio e encorpado. Ele queria gozar dentro de mim, então fui buscar um gel e lustrei aquele mastro de cima abaixo e sentei vagarosamente sobre, até chegar aonde não havia conseguido com a boca. A virilha dele era dura e eu ia até lá com a bunda, esmagando gostosamente os seus ovos sedosos. Ele ficou esparramado com a minha cavalgada na sua "sela". De vez em quando dava uns tapas na minha bunda e puxava o ar entre os dentes, fazendo aquele conhecido ruído

de prazer. Depois fiquei de quatro e o saco dele é quem dava tapas agora... plá, plá, plá. Ele me avisou, acelerou e gozou dando um urro descomunal, enquanto eu também gozava e quase desmaiava. Me encheu de tanta porra que passou a escorrer pela minha perna, me obrigando a fazer outra chuca, deixando o ardido toba pronto, pois sabia que aquele guri não iria se satisfazer só com uma gozada. Bebemos mais um pouco, esquentei uns salgados e

depois ele me comeu dentro da piscina com a mesma voracidade de antes. A tarde já estava

esmaecendo e ele pegou a bike e se despediu prometendo voltar domingo próximo, com o

amigo que chegaria no sábado, mas esse será o próximo relato, prometo!

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N~SO CURTO SURUBAS MAS VAMOS VR O QUE VAI DAR ISSO.

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