Olá, este é meu segundo conto aqui no site, me chamo Bruno e minha esposa Karol(nomes fictícios), ambos com 28 anos, casados a mais de 2 anos, somos do Nordeste. Eu tenho 1,68m e 75kg, corpo normal, não faço exercícios mas me alimento bem, cabelo preto e um pau médio, nada de grande, mas que até agora não deixei minha esposa na mão, ela sempre goza que fica com as pernas tremendo. Minha esposa é uma baixinha branquinha e muito gostosa, uns peitos fartos e uma bunda que deixa os homens tarados, principalmente quando vai para a praia com um biquíni fio dental e some do meio do rabão gostoso dela.
A casa da minha sogra é bem grande e quando me casei fizemos meio que uma casa menor dentro da casa dela, já tinha um espaço com quarto e cozinha, só adicionamos sala e banheiro, eu e minha esposa adoramos e o quintal é um só para as duas casas, não tem divisão, Karol sempre que vai na casa da mãe dela, vai pelo quintal, ou quando minha sogra vem também é pelo quintal, e durante o dia, geralmente a porta da cozinha fica aberta.
Em um certo dia de semana, eu cheguei do trabalha e Karol estava tomando banho, aproveitei para entrar no banho junto com ela e já dá uma brincada com aquele bundão, fiquei esfregando o pau no meio da bunda dela e ela toda puta rebolando, mas não rolou nada, acabamos o banho e após almoçar, ficamos deitados na cama, eu já tirei toda a roupa e ela também, estava muito quente nesse dia.
Vendo sua bunda gostosa comecei a ficar de pau duro, ela percebeu e veio se esfregar em mim, não resistimos e começamos a namorar, pedi para ela ficar de quatro que queira comer seu cuzinho, ela ficou de quatro para a porta do quarto e eu fui enfiando o pau depois de colocar lubrificante, comecei a meter e fui aumentando a velocidade e enfiando com mais força, ela começou a gemer muito e nesse momento escuto uma voz chamando o nome dela, nós olhamos para a porta e estava minha sogra, uma mulher de 48 anos, bem gostosa devido a anos de academia, parada na porta do quarto, eu olhei para Karol que deu rebolada como se dissesse continua e do jeito que eu estava montado nela, continuei metendo.
- Karol: Oi mãe, a senhora quer alguma coisa?
- Sogra: Tu vai sair hoje a noite? Queria ir no mercado comprar umas coisas, depois você vá lá em casa dizer que hora vai.
Nesse momento Karol colocou a mão na buceta e começou a tocar uma siririca enquanto eu comia seu cuzinho rosa.
- Karol: Não vou sair, mas a gente pode ir com a senhora, quando eu terminar de dá do cu eu vou lá. Karol disse isso e se virou para frente ignorando a mãe e pedindo para eu fuder o cu dela com força.
Eu olhei para minha sogra e ela ficou uns segundos olhando e depois saiu.
- Eu: Não acredito no que acabou de acontecer, nem que você disse que depois que terminar de dá o cu vai lá falar com ela, você é louca e uma puta muito safada mesmo amor.
- Karol: Tá, e eu vou falar o que? Ela viu que você tá arrombando meu cu mesmo, agora cala a boca e me fode com força e bate a minha bunda que eu vou gozar nesse pau.
Eu meti com muita força e dei uma palmadas forte enquanto Karol tava gozando no meu pau e eu não aguentei mais e gozei dentro do cu dela.
Depois dessa trepada gostosa, fomos tomar banho e enquanto eu me arrumava para trabalhar, Karol foi na casa da mãe. Eu queria provocar ainda mais minha sogra e fui me despedir de Karol para ir trabalhar, entrei na cozinha da minha sogra, dei um beijo na boca da minha esposa e olhei para minha sogra depois.
- Eu: Até mais amor e sogra, desculpa pelo o que a senhora viu, mas essa safada tava precisando dá o cu para relaxar.
Minha sogra ficou calada com os olhos arregalados e Karol ficou sorrindo, eu ainda dei um tapão na bunda da Karol e sai para trabalhar com certeza muito feliz.