Esposinha quer se exibir parte 6

Um conto erótico de Milena
Categoria: Heterossexual
Contém 1672 palavras
Data: 25/02/2026 13:03:28

Capítulo 6:O Rastro da Seda

O ronco da moto cortou a noite, um som grave que vibrava direto no meu peito. Subir na garupa com aquele vestido de seda verde era um exercício de exibicionismo deliberado. Senti o tecido subir perigosamente pelas minhas coxas enquanto eu me acomodava atrás dele, expondo a linha fina e provocante da calcinha rosa contra a pele.

Meu marido não disse uma palavra. Ele apenas apertou as mãos no guidão, os nós dos dedos brancos, enquanto eu passava meus braços pela sua cintura, colando meus seios nas suas costas. Ele sabia exatamente o que o mundo veria naquela trajetória.

O vento noturno era frio, mas o calor que emanava do corpo dele e a adrenalina da situação me mantinham em brasas. A cada curva, a cada inclinação da moto, eu sentia o vestido deslizar mais um pouco.

O Olhar dos Outros: Paramos em um semáforo a duas quadras da farmácia. Um carro ao lado baixou o vidro; senti os olhos do motorista fixos na curva das minhas pernas, subindo pelo verde esmeralda até onde a imaginação dele permitisse.

Pelo espelho retrovisor, vi os olhos do meu marido. Ele não olhava para o sinal; ele vigiava o homem no carro ao lado com uma possessividade sombria. Ele estava me exibindo, mas a conta chegaria mais tarde.

— Aqui está bom — sussurrei no ouvido dele, apontando para a esquina escura, a poucos metros da fachada iluminada da farmácia.

Ele freou a moto suavemente. Desci com cuidado, ajeitando a o vestido seda que insistia em revelar demais, sentindo o olhar dele queimar cada centímetro da minha pele exposta.

— Trinta minutos, Milena — ele disse, a voz abafada pelo capacete, mas carregada de autoridade. — Nem um segundo a mais. O Gabriel pode olhar, mas eu sou quem vai tirar esse vestido de você.

Eu apenas sorri, um gesto lento e carregado de promessas, e comecei a caminhar, ate entrar na farmácia

Lá estava ele. Gabriel estava organizando algumas caixas, mas parou no exato momento em que me viu. O contraste do meu vestido verde naquele ambiente asséptico e branco era quase violento. O olhar dele caiu imediatamente para as minhas pernas, as pupilas dilatando sob a luz fluorescente.

— Você veio... — ele murmurou, a voz falhando, as mãos esquecidas sobre o balcão de vidro. — Eu achei que...

— Eu disse que vinha, não disse? — caminhei até o balcão, deixando o quadril ditar o ritmo. — O turno está calmo, Gabriel?

Eu me inclinei sobre o balcão frio para pegar um catálogo qualquer, sentindo o vestido esticar nas costas e subir atrás. Eu sabia que, daquele ângulo, a visão dele era privilegiada. O silêncio da farmácia era denso, quebrado apenas pela respiração pesada do rapaz que não conseguia decidir se olhava nos meus olhos ou para o que a seda mal escondia.

A Dosagem do Desejo

O silêncio na farmácia era quase clínico, interrompido apenas pelo zumbido baixo das lâmpadas e pelo som da minha própria respiração, que eu fazia questão de manter ritmada. Gabriel parecia ter esquecido como se respira. Seus olhos eram dois imãs, atraídos inevitavelmente para a fresta de pele e do vestido verde que eu oferecia sobre o balcão.

— Está... está muito calmo — ele finalmente respondeu, a voz uma abaixo do normal. Ele não conseguia desviar o olhar da minha calcinha fio dentla rosa que se revelava sob o movimento do meu quadril. — Quase ninguém passa por aqui a essa hora.

— Que sorte a minha — eu disse, deixando o catálogo deslizar dos meus dedos. — Assim temos tempo para... conversar.

Eu me ergui devagar, mas não antes de dar um leve puxão na barra do vestido, um gesto que parecia um ajuste de modéstia, mas que apenas serviu para evidenciar ainda mais o contraste da calcinha contra a minha coxa. Eu via o suor brotar na testa dele, apesar do ar-condicionado no máximo.

Caminhei para o lado do balcão, onde a passagem para a área interna ficava entreaberta. O ambiente cheirava a antisséptico e algo doce, talvez o perfume dele misturado ao nervosismo.

— Minha garganta está seca, Gabriel. Você tem um pouco de água? — perguntei, sabendo que o bebedouro ficava nos fundos, longe da vista de quem quer que passasse pela vitrine.

Ele assentiu mecanicamente e indicou o caminho. Ao passar por ele, fiz questão de que meu braço roçasse no seu jaleco branco. Ele estremeceu como se tivesse levado um choque. Quando cheguei ao pequeno corredor, parei e me virei, sentindo a corrente de ar frio subir pelas minhas pernas.

Eu sabia que, naquele ângulo, com a luz vindo de trás de mim, o vestido de seda tornava-se quase uma fumaça verde, revelando o contorno exato do meu corpo e o detalhe provocante da minha calcinha fio dental rosa.

— Você está tremendo — observei, com um sorriso que não chegava a ser cruel, mas era perigosamente ciente do meu poder. — É o frio?

— É você, Milena — ele confessou, a voz saindo como um sussurro quebrado. Ele deu um passo à frente, diminuindo a distância, o olhar fixo no ponto onde o vestido encontrava a pele. — Esse vestido... ele não esconde nada.

Eu me encostei na parede fria, cruzando as pernas de modo que o vestido se abrisse lateralmente. A visão era clara: a curva do meu quadril e o detalhe rendado que eu prometi mostrar. Gabriel estava hipnotizado. Ele estendeu a mão, hesitante, os dedos parando a milímetros do tecido verde.

— Você disse que queria me ver — eu o lembrei, minha voz agora um murmúrio aveludado. — Agora você está vendo. É o que você imaginou?

Ele engoliu em seco, a mão finalmente encontrando o vestido, logo abaixo dela, o calor da minha pele. O toque era elétrico. Eu sabia que o tempo estava correndo. Lá fora, na escuridão da esquina, o relógio de trinta minutos estava em contagem regressiva, e a promessa de quem me esperava na moto era o que tornava aquele momento com Gabriel tão perigosamente viciante.

— É muito melhor do que eu imaginei — ele disse, a mão subindo ousadamente pela lateral da minha coxa, em direção à alça da minha calcinha.

O toque de Gabriel era trêmulo, uma mistura de reverência e urgência que fazia meu vestido verde estalar sob seus dedos. Quando a ponta de sua mão encontrou a elástico da minha calcinha rosa, um choque elétrico percorreu minha espinha. O contraste entre o ambiente da farmácia e o calor que percorria nós dois era nitido.

— O tempo está correndo, Gabriel — sussurrei, inclinando a cabeça para trás contra a parede fria. — meu marido está me esperando em casa.

Mesmo eu sabendo que meu marido estava pouco metros da entrada da farmácia

Gabriel não recuou; pelo contrário, ao lembrar que sou casada o perigo pareceu dar-lhe a coragem que faltava. Ele puxou-me para mais perto, suas mãos agora firmes em meus quadris, subindo o meu vestido até que se acumulasse em minha cintura.

Eu o conduzi para as prateleiras de estoque, onde nos abraçavamos. Ali, longe do alcance das câmeras e da vitrine, o mundo exterior deixou de existir.

Ajoelhei-me devagar, sentindo o frio do chão contra meus joelhos, um contraste brutal com o calor que subia pelo meu corpo. Meus olhos encontraram os dele, que brilhavam com uma luxúria quase desesperada. Com movimentos lentos , abri o zíper de sua calça.

Revelando aquele pau grosso de 19 cm , ouvi Gabriel prender a respiração, um som gutural de rendição.

Minhas mãos o punhetaram com firmeza, sentindo a pulsação do seu desejo. Então pensei...

Depois de 2 anos de casada, será que vou tomar tomar leitinho de outro homem.

Ele olhava para baixo, hipnotizado pela visão do meu rosto, do batom impecável e do brilho nos meus olhos, enquanto eu me entregava à tarefa de mamar bem gostoso aquela pica grande e grossa com uma dedicação provocante.

O silêncio da farmácia era preenchido apenas pelo estalar da minha boca com seu pau gostoso pelos suspiros pesados que ele tentava, em vão, abafar.

Eu o usei para saborear o poder que eu detinha. Cada movimento da minha boca era calculado para levá-lo ao limite, enquanto minha mente vagava para o homem que esperava lá fora, contando os segundos no cronômetro do painel da moto.

Gabriel desmoronou em prazer, suas mãos enterradas nos meus cabelos, sussurrando meu nome como se fosse uma prece proibida. Quando ele falou que ia gozar, eu disse baixinho goza novinho safado enche minha boca, então ele gozou na minha boca e eu engoli cada gota daquela gozada grossa então eu levantei-me devagar, limpando o canto da boca com o polegar, e disse.

_Agora você tem uma lembrança para as suas noites solitárias no balcão — eu disse, a voz sensual de uma satisfação felina.

Ajeitei o vestido de seda verde, deixando-o cair suavemente sobre minhas coxas, escondendo novamente a calcinha rosa que foi a tentação para tudo. Gabriel ainda tentava recuperar o fôlego, encostado nas prateleiras de medicamentos, como se tivesse acabado de sobreviver a um naufrágio.

Caminhei de volta para o salão da farmácia com a elegância de quem não acabara de cometer um ato de rebeldia. O sino da porta tocou quando saí para o ar fresco da noite.

A moto estava lá, uma silhueta negra e ameaçadora sob o poste de luz. O motor roncou assim que me viu. Ao me aproximar, vi o brilho do visor do capacete do meu marido. Ele não precisava perguntar; o jeito que eu caminhava, o brilho no meu olhar e o leve desalinho do meu cabelo contavam a história toda.

— Vinte e oito minutos — ele rosnou, a voz vibrando através do metal. — Você gosta de testar os limites, não gosta, Milena?

Subi na garupa, sentindo o calor do motor entre minhas pernas. Colei meu corpo ao dele, minhas mãos descendo audaciosas para a fivela do seu cinto enquanto ele acelerava, deixando para trás o rastro da seda e o perfume do pecado.

— Eu apenas aqueci o motor — sussurrei contra o seu pescoço, sentindo a moto saltar para a frente. — Agora, quero ver como você vai tirar esse vestido de mim.

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Sou comedor de casadas, aceito casais onde o marido quer ser cuckold e a esposinha safada vai ser a minha hotwife submissa...escreva já!!!

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