Capítulo 1: O Convento Proibido

Da série Putty de Karola
Um conto erótico de Brazo Japa
Categoria: Lésbicas
Contém 1616 palavras
Data: 25/02/2026 12:34:20
Última revisão: 25/02/2026 12:56:49

No planeta Karola, onde buceta era pecado e pau nem existia, Putty era uma criminosa sexual procurada. Corpo escultural, cabelos vermelhos flamejantes, buceta sempre molhada e cu ansioso pra cagar. Naquela noite ela invadiu o Convento Sagrado da Pureza Absoluta sem avisar ninguém.

— Porra, cheiro de buceta virgem! Vou transformar esse lugar num esgoto de porra líquida! — gritou ela, chutando a porta dos fundos.

No salão principal, só estava Lilu, a noviça baixinha de peitinhos pequenos, mas com mamilos gigantes, inchados e pontudos que furavam o hábito branco. Ela rezava de joelhos.

Putty pulou em cima dela como uma louca.

— Olha essa putinha inocente! Hoje tu vai virar minha privada particular, vadia!

Lilu arregalou os olhos, tremendo.

— N-não! Isso é proibido! Eu sou pura! Por favor, não me toca...

Putty agarrou o rostinho dela e enfiou a língua até a garganta, num beijo babado e violento. Saliva escorrendo pelos queixos, chupando a língua de Lilu como se quisesse engolir ela inteira.

— Mmmhh... n-não... ahh... que nojo... que delícia... — gaguejava Lilu, já com as perninhas tremendo.

Putty rasgou o hábito e atacou aqueles peitinhos. Mamou os mamilos enormes com fúria, sugando tão forte que as tetinhas inchavam dentro da boca dela, ficando ainda mais rosadas e maiores. De repente jorrou leite quente em jatos grossos.

— Caralho, leite de noviça! Vou beber tudo, sua vaca leiteira! — Putty engolia ruidosamente, apertando os peitinhos pra sair mais.

Lilu gemia alto, corpo arqueando.

— Aaaahhh... n-não para... quer dizer, p-para... ai meu deus, tá tão bom...

Putty desceu e tirou os sapatinhos de pano de Lilu. Enfiou os pés suados da noviça inteiros na boca, um de cada vez. Lambia as solas suadas com devoção, chupava cada dedinho, enfiava a língua entre eles, sugando o suor salgado que escorria.

— Que pezinhos deliciosos, porra... suados, quentinhos... vou chupar até você gozar só com isso!

Lilu convulsionava, gemendo sem parar.

— Meus pés... ahhh... você tá chupando meus pezinhos suados... que vergonha... que prazer... eu vou... eu vou...

O orgasmo bateu forte. O cu de Lilu piscou e uma avalanche de diarreia quente jorrou com força direto na cara de Putty.

Putty grudou a boca no cu dela como uma louca.

— ISSO, CAGUE TUDO NA MINHA BOCA, SUA PUTINHA! — berrou antes de sugar com força brutal. Chupava o cu com força, puxando a diarreia direto das tripas de Lilu, engolindo jatos atrás de jatos, barriga inchando. Lilu gritava de prazer.

— Aaaahhh! Tá sugando meu cu... tá puxando tudo pra fora... tô cagando mais forte... toma toda minha merda quente, que delícia!

Lilu gozava sem parar enquanto cagava na boca de Putty, que bebia tudo, rindo com a boca cheia.

Lilu desabou no chão, corpo mole, tremendo de êxtase, cu ainda piscando e soltando mais suco de bosta que escorria pelas coxas.

Putty ouviu um barulhinho no armário. Abriu e encontrou Deva, a freira gótica rebelde, escondida.

— Sai daí, sua vadia covarde! — Putty puxou ela pelos longos cabelos negros.

Deva cuspiu ódio:

— Sua doente mental! Não encosta em mim, porra! Eu não vou participar dessa merda!

Putty, boca ainda cheia de merda quente de Lilu, grudou num beijo violento. Empurrou toda a bosta líquida pra dentro da boca de Deva. Deva arregalou os olhos, enojada ao extremo, e vomitou um jato grosso, puro e ácido direto na boca de Putty.

Putty engoliu tudo sem desgrudar dos lábios pretos da freira.

— Delícia de vômito misturado com minha merda! Engole de volta, sua gótica safada!

As duas bocas viraram uma papa nojenta de diarreia e vômito que escorria sem parar. Deva caiu no chão, jorrando vômito pela boca enquanto o cu dela soltava diarreia líquida ao mesmo tempo. Putty sentou na cara dela com tudo e cagou uma avalanche quente e fedorenta direto na boca aberta.

— Bebe minha merda, vadia! Engole tudo que eu tô te dando!

Deva engasgava, bebia, tentava virar o rosto, mas não conseguia. Começou a se mijar violentamente, a xota jorrando mijo dourado no chão. Putty desceu e grudou a boca na buceta dela, bebendo o mijo quente em golfadas. Engasgou de tanto volume e vomitou tudo de volta direto dentro da xota de Deva.

— Toma meu vômito na tua buceta, porra!

Isso fez Deva convulsionar loucamente, cu jorrando bosta com força, enquanto a buceta cuspia o vômito misturado de volta. As duas rolavam no chão, trocando fluidos, chupando cu e buceta uma da outra, engolindo diarreia, vômito e mijo sem parar.

Deva finalmente quebrou:

— Porra... eu sempre quis foder a Lilu... aquela putinha baixinha... agora vou comer ela até ela se borrar toda!

As duas pularam em Lilu, que ainda estava mole no chão. Putty sentou na cara dela e cagou mais um monte de diarreia quente. Deva enfiou a língua fundo no cu cagado de Lilu. Foi aí que Lilu perdeu o controle total: começou a vomitar enquanto mijava forte pela buceta, corpo todo convulsionando.

— Aaaahhh! Tô vomitando... tô mijando... tô cagando mais... usem meu corpo todo, por favor... — gemia Lilu, voz gaguejante, olhos revirados de prazer.

Putty e Deva fodiam ela sem piedade: uma cagando na boca dela, a outra vomitando dentro da buceta, chupando os peitinhos que ainda vazavam leite, lambendo os pés suados de Lilu de novo. Lilu só aceitava, corpo mole, gozando sem parar enquanto vomitava, mijava e cagava sem controle.

De repente a porta principal se abriu com violência. A Madre, mulher madura de peitos grandes e moles, entrou e parou petrificada.

— PELO AMOR DE DEUS, O QUE É ISSO AQUI?! PARADOS AGORA, SUAS...

Putty e Deva pularam em cima dela e imobilizaram a Madre no chão, segurando-a pelos braços. Lilu, que até então parecia só uma bonequinha mole, de repente virou uma fera pervertida. Arrancou o hábito da Madre e grudou a boca na buceta dela, chupando o clitóris com violência animalesca.

— Eu sempre quis comer essa buceta da Madre... sua vadia hipócrita! — rosnou Lilu.

A Madre se debatia:

— Não! Suas depravadas nojentas! Eu vou denunciar todas vocês!

Mas Lilu sugava tão forte que a Madre começou a mijar um jato poderoso. Lilu bebeu tudo, boca inchada de mijo, depois subiu até o cu da Madre e despejou todo o mijo de volta dentro.

— Toma o teu próprio mijo no teu cu, Madre safada! Sente ele voltando pra dentro de você!

Putty e Deva atacaram os peitos enormes da Madre, enfiando eles inteiros na boca, chupando como loucas.

Lilu enfiou a língua fundo no cu cheio de mijo da Madre. A Madre não aguentou e cagou uma avalanche gigantesca de merda pastosa direto na boca de Lilu. Ela tentou engolir tudo, garganta trabalhando sem parar, mas era demais — diarreia escorria pelos cantos da boca. Vomitou tudo de volta direto dentro do cu da Madre.

— Que diarreia deliciosa da Madre... tô vomitando ela de volta no teu cu!

A Madre começou a xingar, voz rouca de tesão:

— Suas vadiazinhas cagadas do caralho! Me fodam mais forte, porra!

Lilu calou ela sentando a buceta na boca da Madre e mijando forte.

— Engole meu mijo, sua hipócrita! Bebe tudo!

A Madre engoliu, olhos arregalados... e cedeu de vez. Começou a lamber a buceta de Lilu como uma cadela faminta.

Putty e Deva largaram os braços dela e cada uma pegou um pé suado da Madre. Enfiaram os pés inteiros na boca — dedos mexendo na garganta, solas lambidas até o último pingo de suor.

— Chupem meus pés suados, suas putas! Enfiem fundo, lambam entre os dedos! — gemia a Madre, mexendo os dedinhos dentro das bocas quentes.

Putty sentiu o pé tocando o fundo da garganta e vomitou forte. Vômito grosso escorria pelos cantos da boca e pelas narinas, misturado com catarro, que descia pendurado. Deva viu aquilo, largou o pé da Madre, tirou o pé que estava na boca de Putty e começou a chupar todo o catarro, enfiando a língua fundo nas narinas dela pra puxar mais meleca grossa.

— Delícia de catarro dessa bandida... engulo tudo, porra! Me dá mais!

A orgia virou um inferno escatológico. Diarreia jorrando de todos os cus sem parar, mijo espirrando em jatos, vômito sendo trocado de boca em boca e de buceta em buceta, cus e xotas sendo chupados, vomitados e cagados sem trégua. As quatro rolavam no chão transformado num lago de fluidos quentes, gemendo, xingando, gozando sem parar.

— Mais merda na minha boca! — gritava Lilu.

— Vomita dentro do meu cu, caralho! — berrava Deva.

— Engole minha merda toda, suas putas! — rosnava Putty.

— Sou a maior vadia do convento agora! — confessava a Madre.

De repente as portas explodiram. A Polícia de Karola invadiu o salão.

— Putty, sua criminosa sexual! Você está presa por profanação extrema e corrupção de freiras!

Duas policiais agarraram a criminosa e algemaram ela. Putty, barriga inchadíssima de tanta diarreia, vômito e mijo engolidos, só ria. Na hora que uma policial loira a puxava, Putty virou a cabeça e vomitou uma avalanche gigantesca de diarreia quente direto na cara da policial.

— Toma essa, sua filha da puta! — gargalhou Putty.

A policial parou, rosto completamente coberto de merda líquida escorrendo, e começou a vomitar violentamente no chão, jatos grossos saindo pela boca e nariz.

— Que nojo... caralho... — gemia ela, ajoelhada.

Enquanto arrastavam Putty algemada, Lilu, Deva e a Madre, ainda nuas, cobertas de camadas grossas de diarreia, mijo, vômito e leite, olhavam com olhos tristes e bucetas pingando de tesão.

— Não leva ela embora... — murmurou Lilu, voz rouca, lambendo os próprios lábios sujos.

— A gente queria foder mais... muito mais... — gemeu Deva, dedos ainda enfiados no cu.

— Volta logo, sua puta maravilhosa... a gente ainda não terminou... — sussurrou a Madre, mexendo os dedinhos dos pés suados.

Putty piscou pra elas enquanto era levada.

— Eu volto, suas vadiazinhas nojentas! E aí vamos transformar esse planeta inteiro numa orgia escatológica sem fim!

Continua...

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