37. O beijo
Quando ele jogou o paletó de lado, na poltrona ao lado da porta, eu toquei naquele cabelo fui me aproximando e trazendo a boca mais linda do mundo para perto de mim, e ele foi colocando a mão em minha cintura e aconteceu o beijo, meus braços beijavam aquelas costas fortes, minhas mãos beijavam aquela nuca, aquela bunda, ele me beijava da mesma forma, com o pau dele querendo fazer com o meu o que a língua dele fazia com a minha, eu estava para derreter, para explodir, para entrar dentro de sua boca e ser ele.
Paramos, respiração, transpiração, admiração.
“Mateus, eu…”, aí foi a vez dele de buscar por minha boca, ele mordia meu lábio inferior, chupava meu pescoço, puxava minha orelha com os dentes, eu tirava a roupa dele, ele também, de repente as duas mãos dele no meu caralho, ele para e me olha assustado e feliz, olhos arregalados, a boca em um O perfeito, estava feliz com o tamanho, se afastou pra ver, “Caralho rosinha como patinha de gato”, “Rosinha como a cor de sua boca, mas eu quero ver o se pau também”, ele fez streap para mim, rebolou com a cueca boxer branca de costas pra mim, que rabão lindo e durinho, o corpo dele é um pouco mais musculoso que o meu, enfim tenho músculos e ele também tem costas definida e braços fortes, as tatuagens só não estão nas costas e nas pernas descem até a altura do umbigo.
Caralho grosso e grande como o meu, mas do jeito como o meu é levemente curvado para cima, quase reto, o dele é mais curvado pra baixo, circuncidado, meio pálido da metade para a ponta e a cabeça vermelha como a parte de dentro da bochecha, eu o empurrei e ele caiu sentado na cama, fui de boca, e ele disse que eu era da iniciativa, segurou minha cabeça mas disse que estava querendo me chupar também, e foi se arrastando para o meio da cama, não gosto muito de meia nove, mas foi o jeito… eu tinha pressa e fome dele e ele de mim. Boqueteiro de nascença, o filho da puta disse que me amava quando sentiu minha língua no seu cu, precipitado, mas eu adorei, soltei todas as possibilidades de precaução e cuidado, eu era dele, “Quero muito te dar o cu, quero muito comer você, Mateus, mas eu sei se acontecer qualquer coisa desse tipo eu vou gozar em um minuto, e eu não quero que seja assim…”
Porra, quem queria foder era eu, mas eu queria também sentir o gosto da gala dele, eu tinha os meus sabores preferidos, amarga como Caio, Joel e eu ou azeda como a de Helinho, e demorou, a gente chupou os ovos o cuzinho, lambeu a cabeça, engoliu até o fim, a gente se beiju e eu gozei primeiro, ele riu, eu sempre tomando a iniciatíva. ele tem jatos fortes, uma quantidade generosa, azeda, branca como leite e grossa, resumindo, ele goza, gemendo e se contraindo todo, resumindo ele é a perfeição ficando melhor a cada nova descoberta, nos abraçamos e eu tive a grande decepção, ele perguntou porque Rodrigo disse para ele ser maduro quando eu lhe dissesse no que trabalho, ele gargalhou tentando se conter, depois me disse que era dono de uma pequena rede de postos de gasolina, “Bem… acho que nosso inimigo é o transporte público.”, ele me disse que Rodrigo lhe contou tudo o que sabia sobre mim, e que estava com medo de eu ser muito feio, porque já estava apaxonado antes de me conhecer, disse ter sofrido horrores, deixou de comer mesmo sendo ridículo ‘me perder’ para Murilo, Marcos diz que deve estar me assustando naquele momento, mas eu era a coisa mais linda que seus olhos já haviam visto. “Me chama pelo meu nome e fala que me ama como você fez a pouco tempo atrás”, “Mateus, eu te amo, e se você deixar eu vou viver a seu lado pra sempre .”, eu o beijei e o trouxe para meu peito, “Eu tenho sorte, e tenho medo. Mas… Marcos, eu estou entregue em suas mãos”, ele não ouviu as três palavras, mas disse que se eu estava em suas mãos iria me levar para o banheiro, antes procurou seus produtos de higiene, o cheiro dele é de murumuru, eu de andiroba, a gente é muito parecido, ele disse que eu era muito mais forte do que imaginou, Rodrigo se acostumou a me chamar de magrelo por conta de Caio, Renato e, principalmente, Joel.
Ele disse que era bem magrelo e se cobriu de tatuagens para disfarçar a magreza, para afrontar o pai que o expulsou de casa e ele foi morar com a tia quando a notícia de seu amor por pepeka era um pouco menor que seu gosto por piroca, mas depois com o jiu jitsu foi desenvolvendo mais, meu pau já tava duro novamente, ele também, ele me falou que estava tomando PrEP, estava tudo certo com ele, mas não se importava em mostrar os exames, ou em pegar o preservativo, mas eu tinha de comer ele, “... faz tempo que não trepo com ninguém e eu queria que você enchesse meu rabo com essa coisa deliciosa que sai de seu cacete, mas isso pode acontecer depois”, Foda-se, eu ia comer esse porra no pelo, comi com gosto, meti com força, mas a cada escapadela, colocava novamente com cuidado, “Eu sou seu macho, seu gostoso, você se fodeu, me viciei em você e agora sou seu homem, eu vou me casar com você, vou te foder sempre que quiser, essa boca linda é pra me beijar, me chupar, me lamber e dizer que me ama, repete, veadinho, que ama seu macho.”, com meu braço ao redor de seu pescoço ele repetiu que me amava, “Marcos, eu te amo, sente que eu tô te engravidando, desgraçado, me fez ficar apaixonado por você, eu estou apaixondo, entregue, te amo, eu nunca me senti tão homem quanto me sinto contigo.”
Ele tremeu melando a parede de porra, depois se virou, a bunda dele fez os sons de quem expulsa porra, ele ficou envergonhado, eu o beijei, ele tem vinte e nove, é experiente, mas é um fofo na cama, tomamos nossos banhos, eu fiz questão de ver cada uma de suas tatuagens, verdes, amarelas, roxas, pretas, sem sinais de morte ou violência, aquele mamilo pequenininho, o saco longo, tudo nele é como eu adoro. nos enxugamos e fomos dormir. Joel se jogou entre nós dois cedo de manhã, “Bom dia, lindos”, estava com cara de quem mal dormiu, Marcos entendeu o que estava acontecendo e ainda assim se assustou por ter sido acordado assim de sopetão, “Eu poderia dar um monte de explicações, mas todas são mentira, só existe uma verdade, estou morrendo de medo de perder você, Mateus.”, olhei sério para ambos, “Não vai. Eu sou dele, estou apaixonado, eu não sei como me separar de Marcos. Mas não quero fazer drama, mas… Marcos, você…”, “Eu sei, eu estou aqui sabendo de como as coisas funcionam, Rodrigo não me escondeu nada, agora eu preciso escovar o dente antes de beijar Joel, porque eu não vou deixar ele tranquilo com esse bafo…” Joel o pegou quando ele ia se levantar e o derrubou na cama, sentou sobre seu quadril e o beijou, Marcos ficou sem reação, Joel voltou a sentar e fez poses ridículas para mostrar o corpo, Marcos riu e colocou o dedo naquele umbigo profundo na barriga cheinha de Joel que reagiu com medo, susto, Marcos riu, Joel o beijou novamente e dessa vez a coisa se deu bem, Joel sentia a boca de meu namorado em seu pescoço e ele falando que eu o deixei bem arrombado, e que agora ele queria meter num buraquinho quente e gostoso, Joel se levantou depressa, disse que o filho da puta era bonito, gostoso e sedutor, mas não ia meter pica nele tão cedo assim não.
Joel me olhou sorrindo e a gente ficou se olhando por um tempo enorme, até eu chorar, até ele chorar, até toda a nossa história ser recontada naqueles minutos onde nada ousava nos interromper, “Mateus, salvou minha vida, eu estava planejando me matar, ele apareceu uns dias antes, eu queria ter me matado no Natal, ele nunca soube, eu devo minha vida a ele. Eu te amo, Marcos, porque ele está feliz de verdade essa manhã, ele aguenta dor, mas não conheceu o sofrimento, não o machuque para você não ser a primeira pessoa que eu vou matar.” Marcos ficou mudo, gelado, branco como neve, Joel disse para ele colocar um plug no cuzinho porque ele ia receber rola da comunidade toda, e saiu.
Demoramos a sair do quarto, quando saí tomei a decisão de não ir trabalhar, ele fez o mesmo, restava apenas Murilo que despachei logo e liguei para as funcionárias e o piscineiro para tirarem o dia de folga. Ficamos nus e ele me comeu depois do café da manhã, me beijou e me empurrou sobre a mesa, passou margarina no meu cu e quando coloquei minha perna sobre a mesa, seu pau me invadiu, a cabeça de sua pica forçando minha próstata, ele me chamou de safado e vagabundo, disse que ia dar para um monte de macho e a culpa era minha, eu implorava para ele me rasgar, ele apertou meus ovos com força e eu senti dor e um prazer que desconhecia, meu cu estava à disposição dele, eu todinho estava para ele, ele me pegou pelo pescoço disse em meu ouvido que jamais homem algum passou o braço pelo seu pescoço e lhe dominou como eu fiz, eu disse que nenhuma pessoa marcou meus ovos como ele estava fazendo, ele me chamou de puto e eu gozei, ele não resistiu ao descontrole em meu rabo e gozou dentro. depois ele me tirou daquela posição, sem demora recolheu a gala dele que escorria pelo meu traseiro e lambeu minha porra no marmore da mesa, com a boca cheia do leite dele misturado com o meu - me beijou.
Eu disse que beberia até veneno se me fosse dado por aqueles lábios. mais beijo, ficamos nus, piscina, eu o chupei e ele não quis gozar, chuveiro da piscina, ele me chupou, dessa vez eu que não quis gozar, dormimos no tapete da sala, acordei com fome, comemos todas as sobras que haviam na geladeira, banho, arrumamos nossas bagunças juntos e nus, o corpo dele era um pecado, ele lambendo os pelinhos finos de meu peito, “Você quer mesmo casar comigo, Mateus?”
Ele se senta bem na borda do sofá e me manda comer ele novamente, eu chupo seu cuzinho bastante, ponho os dedos e o deixo relaxar, ele saliva e cospe nos dedos para passar na minha pica e fica punhetando ele mesmo e eu, quando eu passo ele segura um grito, faço que vou sair, mas ele me prende com as pernas e diz que o cu dele tem obrigação de me receber, eu afundo em seu pescoço como um vampiro, ele alcança o celular e me mostra uma foto, eu broxo imediatamente.
“Eu sou pai, eu não queria falar agora, mas eu não encontrei o momento certo, e você falando em meu ouvido que me deseja e me ama… Desculpa, Mateus. Eu…”, “Se eu me casar contigo eu vou ser pai deles? dos dois? Quando eu vou conhecer eles, como se chamam, qual a idade, eles vão gostar de mim?”
Eu nunca quis, pelo contrário, eu sempre desejei o contrário, detesto a possibilidade de… mas eu o amo, e os dois garotos parecem comigo quando eu tinha a idade deles, treze. Eram lindos, eu queria ver os dois, era estranho, perguntei se Rodrigo sabia deles, sabia, que filho da puta, como ele sabia que isso ia acontecer comigo? Não me senti como um fantoche, e me senti como um bebê a quem todas as vontades são realizadas. Marcos tirou o telefone de minhas mãos e desligou a tela, eu queria mais, meu pau ficou duro imediatamente, “Cê tá fodido, seu veado, eu sou seu marido e eu vou te comer e depois você vai me apresentar a meus enteados; eu te amo, Marcos, cuide bem de mim.”
Eu o beijei e fui me deitando sobre seu corpo no sofá, eu o comi de frango assado, ele me fodeu de ladinho, depois eu o enrabei de quatro e ele me arrombou de pé e gozou dentro de mim e eu gozei na cara dele, ele disse que não ia ligar assim para meus enteados, eu estava flutuando, queria vários filhos, mas os nomes desses são Amós e Amon. Tomei banho ouvindo ele falar que estavam na Disney, iriam passar mais uns dias com os tios de Marcos, os avós maternos. Eles foram feitos numa festinha de quinze anos, Marcos, o namorado dele que fingia ser namorado dela e ela, ficaram meio bêbados e acabaram fodendo todos entre si, se amavam a três, a gravidez veio, os gêmeos nasceram, ele foi revelado o pai, para ela foi um período conturbado, mas assim que nasceram ela não passou a ser a mãe, ele passou a ser o pai desde o quarto mês de gravidez dela, saiu do armário e foi acolhido na casa do irmão do pai dele, o pai dela. Com o pai ele nunca mais falou, é vivo, perdoou, mas não quer contato, fala com a mãe, a ama muito, os garotos adoram os dois pares de avós, mas sempre souberam o que aconteceu, sempre infernizaram a vida dos poucos namorados que o pai lhes apresentou.
Então ele fez a ligação nervoso, “Eu estou no quarto de meu namorado, eu sou o homem mais feliz do mundo”, “Ahhh, pai, deixa de frescura, nunca falou assim de macho nenhum, fora que tu só se fode com coisa de amor, se esse escroto te tratar mal…”, “Ele tem me tratado super mal, me arranha me morde, me aperta”, “Porra, pai, para de veadagem, como é o nome do feioso?”, então ele me põe na tela, estavam comendo batata frita, cuspiram a batata fita, “Caralho, seu Marcos, se não for um ator pra pegar uma peça na gente… é um cara bonitão esse cara, e aí, faz o quê da vida além de passar o dia se embelezando?”, adorei a arrogância de Amon, Amós é bem mais calado e mais difícil de se deixar levar, “Sou dono de uma oficina de carros elétricos e estou me organizando para abrir minha revenda de usados do mesmo tipo, sou administrador, e moro com uns amigos.”
Conversamos por mais de meia hora, eles queriam saber tudo sobre mim, de vez em quando o pai deles mandava eles tomarem no cu, o jeito carinhoso de falar para não me aborrecerem, eu dava umas cotoveladas em Marcos e mandava ele pedir desculpas aos moleques e falar direito com eles, “Te arrombasse, coroa, adoramos esse cara, ele parece estar do nosso lado e não do teu, tu nem tem sorte, se não segurar esse daí por nove dias até a gente chegar aí… Marcão, meu velho, dê seus pulos, conserve esse bonitão pra ser nosso pai”, “Que exagero, Amon, ele vai no máximo ser nosso tio, tão namorando, como o marido da mamãe é o tio Fred. Tio Mateus não vai ser chamado de padrasto na escola.”, porra, eu estava dopado, falei merda demais, “Eu vou casar com Marcos, podem me chamar do que for, mas onde eu apresentar vocês vai ser como enteados mesmo não, eu tenho filhos!”, daí veio um silêncio enorme dos dois lados da linha, fiz merda.
“Vó, vô, vem cá conhecer o marido de papai, ele é maluco, adorei”