Continuando essa experiencia…
Continuei chupando ela com vontade, alternando lambidas longas da entrada até o clitóris, depois sugando ele devagar, sentindo ele pulsar na minha língua. A buceta dela era quente, carnuda, com aqueles lábios grossos de mulher madura que se abrem inteiros quando excitada. O gosto era forte, salgadinho misturado com o mel doce do tesão acumulado. Cada vez que eu enfiava a língua mais fundo, ela rebolava devagar no sofá, esfregando a buceta na minha cara como se quisesse me engolir inteiro.
— Isso, Daniel… chupa bem gostoso… lambe tudo… faz a coroa gozar na tua boca… — ela gemia baixo, mas com urgência, a voz rouca de quem não aguenta mais segurar.
Eu subi um pouco a mão, enfiei dois dedos devagar enquanto chupava o clitóris. Ela era apertada, mesmo depois de tantos anos só com os próprios dedos. Os músculos internos agarraram meus dedos na hora, pulsando. Comecei a bombear devagar, curvando eles pra cima, procurando aquele ponto que faz a mulher tremer.
— Ai, caralho… isso… aí mesmo… não para… — ela arqueou as costas, os peitos subindo e descendo rápido por baixo do vestido florido. O tecido já estava grudado de suor na barriga dela.
Levantei o rosto um segundo, só pra olhar pra ela. O cabelo loiro bagunçado, a boca entreaberta, os olhos semicerrados de prazer. Ela me encarou de volta, respirando pesado.
— Tira esse vestido, Adriana. Quero ver tudo.
Ela não pensou duas vezes. Sentou um pouco mais reta, puxou o vestido pelos ombros e deixou cair até a cintura. Os peitos grandes, meio caídos pelo tempo, mas ainda firmes o suficiente pra balançar gostoso quando ela se mexia. Os bicos eram grandes, rosados escuros, duros como pedrinhas. Ela mesma apertou um deles, puxando, enquanto me olhava.
— Gostou, vizinho? Ainda tem leite aqui pra você mamar…
Eu subi no sofá, ajoelhado entre as pernas abertas dela. Meu pau estava latejando, babando na ponta, enrolado na calcinha branca dela que eu ainda usava como punheta improvisada. Tirei a calcinha do pau e joguei de lado. Segurei a base e bati a cabeça várias vezes na buceta molhada dela, fazendo barulhinho molhado.
— Quer sentir ele agora, dona Adriana?
— Quero… quero muito… mete devagar primeiro… faz eu sentir cada centímetro… faz tempo que não sinto um pau de verdade…
Segurei as coxas grossas dela, abri mais, posicionei a cabeça na entrada e empurrei devagar. A cabecinha entrou fácil, escorregando no mel. Depois veio a resistência gostosa — ela apertada, quente, me envolvendo centímetro por centímetro. Quando enfiei até o talo, soltei um gemido rouco. Ela fechou os olhos e mordeu o lábio inferior.
— Caralho… que pau gostoso… encheu tudo… — ela sussurrou, as unhas cravando levemente nas minhas costas.
Comecei a mexer devagar, entrando e saindo inteiro, sentindo ela se acostumar. Aos poucos aumentei o ritmo. Os tapas da minha virilha na bunda dela começaram a ecoar na sala. Ela gemia mais alto agora, sem se preocupar com nada.
— Isso… mete forte… dá tapa na minha bunda… igual você dá na tua mulher…
Não precisei de segundo convite. Levantei a mão e dei um tapa firme na nádega direita. O som estalou alto. Ela deu um gritinho misturado com gemido, apertando a buceta em volta do meu pau.
— Mais… mais forte…
Dei outro, depois outro do outro lado. A pele branca dela ficou vermelha rapidinho. Ela rebolava contra mim, pedindo mais. Eu segurei os quadris dela com força e comecei a socar de verdade — estocadas fundas, rápidas, fazendo os peitos dela balançarem loucamente.
— Vai gozar pra mim, Adriana? Goza no meu pau, vai…
— Tô quase… tô quase… não para… mete até o fundo… ai, Daniel… vou gozar… vou gozar…
Ela travou as pernas em volta da minha cintura, cravou as unhas nas minhas costas e gozou forte. A buceta pulsou várias vezes em volta do meu pau, apertando como se quisesse me ordenhar. O líquido quente escorreu pelas minhas bolas. Eu segurei o máximo que pude, mas aquilo foi demais.
— Porra… vou gozar também… onde você quer?
— Dentro… dentro… enche a coroa… goza tudo dentro de mim…
Não aguentei. Enfiei até o fundo, segurei firme e gozei forte, jorrando dentro dela. Senti cada esguicho, o pau pulsando enquanto ela gemia junto, sentindo o calor se espalhar. Ficamos assim uns segundos, ofegantes, colados um no outro.
Quando saí devagar, um fio grosso de porra misturada com o mel dela escorreu da buceta aberta. Ela olhou pra baixo, passou dois dedos ali, levou à boca e chupou devagar, me olhando nos olhos.
— Delícia… faz tempo que não sinto isso escorrendo… — ela sorriu safada. — Agora me diz, vizinho… quando é que a gente repete?
Eu ri, ainda ofegante, sentando do lado dela no sofá.
— Quando você quiser, dona Adriana. Mas da próxima vez… quem sabe a gente não chama minha mulher pra assistir? Ou quem sabe pra participar…
Ela arregalou os olhos um segundo, depois deu uma gargalhada baixa e safada.
— Nossa… safado… mas olha… não é má ideia não… vamos ver no que dá.
Ela se inclinou, deu um beijo lento na minha boca, ainda com gosto de porra e buceta, e sussurrou:
— Agora vai lá tomar teu banho de verdade… que eu já vou subindo. Mas deixa a porta entreaberta… quem sabe eu não volto mais tarde com outro bolo… ou só com vontade de repetir.
Ela se levantou, ajeitou o vestido sem colocar a calcinha de volta, pegou a bandeja vazia e subiu rebolando devagar, sabendo que eu estava olhando cada movimento daquela bunda grande e marcada pelos tapas.
Fiquei ali sentado, pau ainda meio duro, cheirando a sexo, pensando que a vida no mini condomínio tinha acabado de ficar bem mais interessante.