Oi, galera, hoje vou contar como eu perdi a virgindade pro meu primo Marcelo. Eu sou Marina, morena de 1,60m, com coxas grossas e suculentas, cintura fina e peitinhos pequenos mas durinhos, do tipo que arrepiam qualquer macho. Minha família e a dele moram na fazenda, e eu sempre sonhei em dar pra ele, sentindo um tesão louco toda vez que via aquele volume na calça.
Naquele dia quente da fazenda, eu tava sozinha em casa — papai tinha saído cedo pra cidade comprar suprimentos —, e o calor me deixava suada e excitada pra caralho. Eu vestia só um calçãozinho minúsculo de algodão folgado, daqueles que sobem na bunda e deixam as coxas grossas quase todas à mostra, uma baby look curtinha e justinha sem sutiã por baixo, os peitinhos pequenos marcando os bicos duros e arrepiados roçando no tecido fino, e uma calcinha de algodão coladinha na xaninha inchada e úmida de tesão o dia todo pensando nele. Meu clitóris pulsava, meleca escorrendo na fenda, deixando a calcinha transparente na virilha.
Ouço uma batida forte na porta da frente, coração acelerando — abro e lá está o Marcelo, suado do sol da fazenda, camisa colada no peito malhado, calça jeans marcando o pau semi-duro, olhos castanhos me devorando de cima a baixo.
— Oi, Marina, o tio tá? Preciso pedir uma ajuda pros serviços na nossa fazenda — ele diz, voz grossa e um sorriso safado.
— Saiu pra cidade agora há pouco, vai demorar — respondi mordendo o lábio, sentindo a xana latejar só de olhar pra ele, imaginando aquele pauzão me arrombando.
Ele faz menção de ir embora, mas eu não aguento:
— Ei, entra mesmo assim, vamos conversar um pouco enquanto isso. Tá quente pra caralho lá fora.
Ele entra, cheirando a macho suado, e eu fecho a porta devagar, trancando com um clique que ecoa no silêncio. Levo ele pra sala, convido pra sentar no sofá velho e gasto, e me jogo bem na frente dele, pernas entreabertas de propósito, o calção subindo e revelando as coxas grossas brilhando de suor. Dá pra ver perfeitamente a calcinha rosa enfiada na fenda da xana, reluzindo de umidade, o tecido grudado nos lábios inchados. Ele tenta disfarçar, mas os olhos grudam ali, pau endurecendo no jeans. Percebendo o efeito, abro mais as pernas devagar, deixando a calcinha de lado total, xana quase exposta, e pego o controle remoto:
— Vamos ver TV pra passar o tempo?
Ligo num canal pornô que eu conheço, digito a senha secreta do papai:
— Ele acha que ninguém sabe.
Tava rolando um filmezão de foda selvagem, punhetas e gozadas na cara — meu clitóris latejava, xana babando mais ainda.
Ele sacou o plano, veio pro meu lado, mão tremendo na minha coxa grossa, subindo pro grelo, beijando minha boca com língua gulosa e desajeitada.
— Vamos pro quarto — gemi, puxando ele.
No quarto, ele arrancou minha baby look com mãos nervosas e caiu de boca nos meus peitinhos: chupava os bicos com força bruta, mordendo e lambendo como um cachorro no cio, enquanto tirava o calção e a calcinha. Fiquei peladinha, xana piscando de tesão. Deitei na cama, abri as pernas escancaradas e segurei a cabeça dele:
— Chupa minha xaninha, vai, seu safado!
Ele desceu, língua no clitóris inchado, lambendo os lábios grossos desajeitado mas faminto, enfiando no buraco apertado. Gemi alto, esperneiei, puxei ele contra a xana:
— Lambe forte, chupa essa xaninha gulosa!
Gozei na boca dele como puta, empurrando a cara no meu mel quente, quase sufocando o coitado — delícia de gozo escorrendo na língua dele, que lambia tudo trêmulo!
Enquanto eu ofegava recuperando, ele ficou de pé, tirou a calça com pauzão roxo e veiudo tremendo de nervoso — pau babando louco.
— Você também nunca comeu ninguém, né? — provoquei ao ver o jeito dele, e ele corou confirmando baixinho.
Descobri ali que ele também era inexperiente, o que tornou tudo ainda mais insano, dois novatos se devorando como animais. Enfiou na minha boquinha. No começo engasguei, mas peguei o jeito: chupei gulosa, lambendo a cabeça babada, descendo pros sacos, mamando veias pulsantes.
— Que pauzão delícia, vou engolir tudo! — gemi com a boca cheia.
Ele gemia descontrolado, pau todo melado de saliva.
— Vai devagar — pedi, abrindo a xana com os dedos.
Ele botou a cabeça na entradinha apertada, empurrou devagar — doeu pra caralho pros dois! Reclamei, ele tirou e tentou de novo, pau pulsando de tesão reprimido. Na terceira, pirou: enterrou o caralho todo de uma vez, rasgando meu hímen e fodendo pela primeira vez!
— Filho da puta, essa é a melhor dor que já senti na minha vida! — gritei, xana ardendo e se abrindo pro pauzão dele.
Ele meteu rápido, socando fundo e desajeitado no começo, bolas batendo na bunda:
— Ahhh, fode minha xana, arromba ela toda, que pau delícia!
Gemi no ouvido dele:
— Vai, come sua priminha vadia, fode forte, ai ai, delícia de pauzão me esticando pela primeira vez!
Ele rosnou ofegante:
— Quer ser comida de verdade?
Balancei a cabeça louca de tesão.
— Então de quatro, sua cadelinha!
Virei rapidinho, empinei a bundinha, abri as pernas:
— Manda ver, enfia nessa xana gulosa!
Ele segurou minha cintura com uma mão, cabelo com a outra, e socou brutal — pauzão arrombando fundo, estocadas rápidas e selvagens explodindo, me fodendo como puta. Minha mão no clitóris esfregando louca, a outra nos sacos dele, apertando enquanto ele me rasgava:
— Porra, que mãozinha safada nas minhas bolas!
Senti o gozo vindo:
— Aguenta mais, eu quero gozar também!
Ele se segurou, meteu mais forte apesar da inexperiência, e minha xana contraiu insana, gozando no pauzão dele com gemidos rasgados, mais forte que da primeira vez. Não aguentou a visão:
— Tô gozando, porra!
Puxou o pau melado de porra e mel meu, levou pro rosto: abri a boca gulosa, segurei os sacos acariciando, e ele explodiu gozando pela primeira vez — jatos quentes de leitinho grosso na cara, boca, língua. Engoli tudo, chupei o pau limpo:
— Que porra quentinha e grossa, adoro leite de primo!
Deitamos suados, conversando safado sobre nossa primeira foda mútua. Ele foi embora antes que notassem, mas depois a gente trocava mensagens excitadas no MSN, fodia sempre que dava, e usava webcam pra se masturbar quando não rolava ao vivo. Faz tempo que não nos falamos, mas que saudade dessa foda insana!