A inquilina XLIX

Da série A inquilina
Um conto erótico de Amigo Intimo
Categoria: Heterossexual
Contém 928 palavras
Data: 24/02/2026 17:23:08

Sábado saímos para passear com o menino e a mãe dela, novamente coisas normais pela cidade, e no final do dia o meu amigo nós convidou para em ir sua casa, para tomarmos uma cerveja, ele iria fazer um churrasco para nós, fomos umas 18 para a casa dele, ele mora num sobrado com churrasqueira no fundo, ficamos ali comendo e bebendo e a mãe da inquilina e eles estavam nem íntimos, a inquilina ficava falando de cada movimento deles, uma mistura de ciúmes da mãe e curiosidade, eu estava me divertindo, perguntei onde poderiamos colocar o menino para dormir, porque ele ja estava pegajoso e querendo colo o tempo todo, ele disse que elas poderiam levar para o quarto de hóspede no segundo ar, eu disse para mãe dela ficar, que eu iria com a inquilina colocar o menino para dormir, que eu tinha que me acostumar. Os três consentiram com a cabeça e a inquilina ficou feliz. Entramos na casa, subimos as escadas e fomos para o tal quarto de hospedes. Nós chegamos eu peguei o menino no colo e ele simplesmente dormiu. A inquilina ficou até surpresa com a velocidade que ele dormiu, e então resolvemos descer.

Descemos devagar porque o menino dormiu e não queríamos acordar ele, quando chegamos no fim da escada conseguimos ver a churrasqueira pela janela, o meu amigo estava encostado na parede de lado e a mãe da inquilina estava agachada, fazendo um boquete para ele, eu segurei a inquilina que colocou a mão na boca, para não falar eu coloquei a boca no seu ouvido.

- Acho que não devemos atrapalhar né? - a inquilina balançou a cabeça em um não e estava com os olhos fixos na mãe que enfiava o pau do meu amigo inteiro na boca, indo e voltando com vontade, ele puxava ela pelos cabelos acelerando e diminuindo o ritmo, ele soltava um gemidos quando a língua dela mesmo com o pau toda na boca surgia para lamber seu saco ou seu pau, eu segurar a inquilina pela cintura e ela rebolava de leve no meu que ja estava duro vendo a cena.

- Ainda bem que puxei minha mãe e não minha irmã. - ela falou baixinho e rindo colocando uma mão entre nossos corpos e alisando meu pau - Acho que não foi só eu que ficou excitada com a cena - ela puxou começou a puxar minha bermuda para baixo.

- Com certeza você puxou sua mãe - eu ajudei ela a descer minha bermuda e minha cueca juntos, a mãe dela deixava o meu amigo fuder sua boca, e as vezes tirava a boca para respirava, mas logo voltava com a boca bem aberta para receber ele todo, o vestido da inquilina ja estava a cima da cintura e eu comecei a alisar sua buceta e seu clitoris, ela ficou com a mão na boca olhando e a outra mão apertando e me punhetando sem muita intensidade, eu alisava seu clitoris e sua buceta e as vezes seu cu ela só gemia mordendo a mão sem tirar os olhos da mãe, ele virou a mãe para a pia da churrasqueira de costas para nós, falando no seu ouvido, e dando um tapa na sua bunda, ela abriu a bunda com a mão e ele entrou de uma vez, ao mesmo tempo que meu pau entrava na buceta da inquilina que estava olhando fixamente para sua mãe sendo fudida com força na pia da churrasqueira. A mãe dela, soltava aquele miadinhos, e ele segurava o rosto dela para frente sussurando em seu ouvido, a inquilina me apertava mais sentido a mãe gostando de ser prensada na pia e então ele deu um tapa na bunda da mãe dela eu ri no ouvido da inquilina e falei - Puxou bem a mãe, gosta com força e deu m tapa - ela riu rebolando mais forte e eu coloquei a mão aberta na sua bunda ela sorriu olhando por cima do ombro para mim.

- Queria tomar um tapa - riu com uma cara de safada, a mãe dela começou a gemer mais intenso e as estocada eram mais fortes depois do tapa na bunda e a nós acompanhamos o ritmos olhando pela janela da cozinha, eu acelerei as estocadas e a inquilina começou a gozar, tremendo no meu pau e se apoiando na parede ouvindo um gemido continuo da mãe, eu comecei a gozar na sequencia, ainda conseguimos ver o movimento do meu amigo batendo mais fundo provavelmente gozando, ela puxou a calca e calcinha que estavam arriadas na coxa rapidamente e eu coloquei a calcinha da inquilina. Dei um tapa na bunda da inquilina rindo.

- Quem de vocês vai ficar mais visível que aprontou? - ela riu me abraçando e me beijando. Fomos lá para fora, e as dias ficaram sentadas visivelmente se controlando nos movimentos e depois se revezaram para o banheiro, mas mesmo assim, dava para ver a calça da mãe dela um pouco mais escura entre as pernas e o vestido da inquilina pegando na perna. Elas subiram para pegar o menino para irmos embora, e ele me falou.

- PQP, comer a mãe vendo você comer a filha foi foda - eu ri, perguntando como ele viu, ele mostrou que os moveis da churrasqueira eram espelhados - E quanto mais eu falava que a filha estava vendo que ela era uma safada, mais ela rebolava e me apertava. Eu to apaixonado por essa mulher, PQP. - ele falou e bateu no meu ombro - Acho que você sabe o que to falando. - Nós rimos, enquanto elas desciam as escadas, em silencio par não acordar o menino.

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