Acabado o carnaval, eu estava desesperado com saudades de CARLA, a coroa casada e atualmente a mulher que mexe comigo de uma forma impressionante.
Eu queria que ela passasse no meu apartamento para uma rapidinha, porém achamos melhor esperar um pouco e na segunda-feira, dia 23/02, ontem, fomos para um motel. Ela disse que iria para o médico, eu disse no trabalho que iria resolver problemas pessoais. Chegamos às 8:30h, matinê mesmo.
Nosso relacionamento está assim: assim que entramos no quarto ficamos acho que uns dez minutos apenas nos beijando e nos abraçando, matando as saudades. Tirei as roupas e continuamos na pegação apaixonada, eu a apertava como se quisesse que ela colasse em mim. Levantei os braços dela e fiquei dando beijos e lambidas nos sovacos de CARLA, que morria de rir e de tesão, pois quando a calcinha dela estava encharcada quando eu a tirei. Mal dei uma lambida e CARLA começou a gozar, parecia que não fazíamos nada há meses, além de uma saudade imensa. Aquela buceta e seu cheiro me deixam doido. CARLA me puxou e trepamos e gozamos no papai e mamãe, quase um ritual nosso: chupada, ela goza, depois gozamos nessa posição. Gozamos e ainda fiquei dentro dela, eu ia "embalar" a segunda direto.
Mas minha amada sempre me surpreende:
- Fiz a chuquinha para você meu amor. Vamos brincar atrás hoje?
- Nem se eu não quisesse eu não poderia recusar, meu amor
Ficamos nesses amassos, cada um contando o seu carnaval, a saudade que passamos, a vontade de que tívessemos juntos no carnaval e por aí vai. Tomamos banho juntos, refrigerantes e fomos para o sexo anal. CARLA está a fim de se tornar uma praticante assídua e eu claro que sonho com isso.
- Amor, vou agora me dedicar a essa bundinha linda, falei já alisando a rabeta de CARLA, que riu com uma certa ansiedade
Comecei a beijar a boca e o pescoço e fui descendo pelas costas; coloquei-a de bruços, fui descendo, ignorei a bunda e fui para os pés. Passei um tempo nos pezinhos dela, dando mordidinhas e subi de novo. CARLA se mexia de prazer, soltando gemidinhos, dizendo que a cada dia estava mais apaixonada por mim, que dar a bunda era apenas mais uma prova de que queria ser minha integralmente (ela tinha o maior preconceito com sexo anal). Cheguei na bunda - e aqui gosto de destacar uma obviedade: CARLA não é uma gatinha de 20 anos, malhada e sem uma estria ou celulite. É uma sessentona, só que essas marcas da idade dela é que me dão mais tesão ainda, eu estou realmente louco por ela. Quando passei a língua no reguinho ela balançou a bunda e disse que já estava com a xoxota molhada... Eu mantive o ritmo e dei várias lambidas assim, pequenas mordidinhas, abri as bandas e fiquei inicialmente lambendo o cu. CARLA mexia os quadris, trancava o buraco, mostrando tesão. Enfiei a língua e lambi as entranhas dela até onde pude. "Mete a rola, meu amor, não aguento mais", ela suplicou.
Gel, dedinho com gel no cu, gel no cacete, botei um travesseiro embaixo dela e resolvi comer o cu de CARLA assim. Ela abriu a bunda e se empinou ainda mais. Mirei a rola no buraco e enfiei a cabecinha. "Meu amor, eu te amo, esse cu é seu, eu sou sua puta", CARLA gritou. Sem pressa e sem muita dificuldade, meti a rola toda e me deitei sobre ela, falando de amor e tesão, o que estava forte naquele momento. Fiquei no início metendo bem devagar, CARLA até balançava um pouco a bunda, como que querendo que meu pau se acomodasse logo no buraco dela. Fui aumentando a velocidade e CARLA começou a chorar:
- RAMON, nunca me senti tão mulher quanto agora, come meu cu, meu amor, eu me entrego toda a você
- E eu, CARLA, nunca fiz um amor tão forte e intenso quanto agora, meu amor, minha mulher, minha puta, minha tudo
Que trepada, que sexo anal maravilhoso. Gozei sentindo o gozo subir até a cabeça, eu já metia com força, pois CARLA pediu para eu arrombar mesmo o rabo dela. Um sexo animal cheio de sentimento. Gozei e fiquei em cima dela, que pediu para eu tentar não tirar o pau da bunda dela, porque ele meteu a mão por debaixo e ficou alisando o clitóris até gozar, senti o cu dela mordendo meu pau enquanto ela se contraía de tesão.
- Tira uma foto do meu rabo, amor, ela pediu
Eu me levantei ligeiro, peguei meu celular e filmei e tirei fotos da bunda e do cu dela, com a minha porra saindo, o buraco dela bem aberto, vermelho da surra que tinha levado. Sentamos lado a lado e virmos uma dezenas de vezes as fotos e os vídeos.
- Amor, esse cu dessa largura é o meu? Diga que é mentira, vai, ela disse rindo
- Claro que não é o seu, agora ele é meu e até assim eu quero ele e a dona dele, respondi
Eu não consegui gozar a terceira vez, mas ainda bem que CARLA conseguiu e saímos satisfeitos do nosso pós-carnaval. "O ruim é que mais tarde eu vou querer de novo e, mais, queria dormir com você", falou ela.
Eu a beijei e nada falei, mas tinha pensado o mesmo e não sei o que está se desenhando para nós dois. Não tenho olhares para outra mulher, o cheiro da buceta dela me encanta, o cheiro e a maciez da pele dela me prendem, seu olhar me derruba.