–Caralho mamãe, essa foi a coisa mais gostosa da minha vida…
E com lágrimas nos olhos,declarou:
–Eu amo vocês dois, com tanta força que até dói, eu amo vocês…
Depois de ouvirmos a declaração da Lari, eu apaixonado, beijei minha mãe.
–Conseguimos, mãe, temos a melhor pessoa do mundo ao nosso lado, e nunca vamos nos separar.
Lari, olha pra nós com um sorriso.
–Amor, obrigado por ter pensado em mim, eu quero fazer parte da vida de vocês pra sempre.
E ela vem até mim e me beija, levantamos os três, para tomar banho.
–Mãe, eu e Lari vamos tomar banho no banheiro social, quando eu sair, peço uma pizza pra nós.
–Amor, vamos pro meu banheiro, lá tem espaço pros três.
Elas foram antes, enquanto eu pedi a pizza, e avisei o porteiro pra pegar pra mim, e assim que eu pudesse eu desceria pra retirar com ele, era só me mandar mensagem, e então fui pro banheiro da minha mãe. Ao chegar eu vi uma cena surreal, minha mãe com o rosto colado nos azulejos com expressão de prazer, enquanto suas mãos abriam o máximo que ela conseguia suas nádegas, e ela forçava o esfíncter, expelindo toda minha porra, enquanto Lari abria a boca e recebia meu leite, mas com a mão esquerda ela se masturbava, e com a direita ela penetrava três dedos na boceta de mamãe, eu me juntei a elas fiquei em frente a minha mãe sentado, e agora eu chupava seu grelinho duro, minha mamãe vadia não aguentou, seus dois “ filhinhos” lhe dando prazer, e ela gozou nas nossas bocas, eu e Lari nos beijamos alucinados, enquanto mamãe curtia o êxtase do seu orgasmo, então ela deixa seu corpo cair lentamente, curtindo nossas bocas e línguas, eu na boceta, a Lari no seu cuzinho, e seu corpo caiu entre nós, ela estava sentada no meu pau, mas sem penetração, eu a beijei, como eu amo a boca dessa mulher, a Lari veio por trás as duas mãos amassando os peitos da minha mãe, mordendo sua nuca, passando a língua em nossos rostos, querendo participar da nossa luxúria, minha mãe passou a mão por trás da sua nuca e demos um beijo triplo, meu pau duro, a Lari me punhetava passando a glande na entrada da vagina da minha mãe.
–Ai mamãe, você é tão gostosa mamãe, senta no pau do Lipe mamãe.
–A mamãe tá sensível filhinha, é a sua vez de sentar.
–Você me ajuda a dar o cuzinho pra ele mamãe.
–Não, Lari, você não aguenta.
–Mas você aguenta mamãe?
–Sim filhinha, mas o Lipe não foi meu primeiro, foi o pai dele, eu me acostumei com o pau mais fino, e depois ele, agora meu cu, e totalmente acostumado, a gente tem que começar a lacear o seu aos poucos.
–Mamãe, eu quero hoje, eu sou teimosa, eu preciso do meu amor me enchendo o rabinho de porra, eu deixei você ser a primeira a me chupar mamãe, agora é a vez do Lipe comer meu cuzinho a primeira vez.
Bom, já que Larissa estava decidida, terminamos de tomar banho e fomos pra cama, e minha mãe começou fazer uma massagem na Larissa, as mãos habilidosas da minha mãe amassando da costas o bumbum e as coxas da Larissa, enquanto a beijava e mordia suas partes, quando minha mãe chegou no ânus da Lari, ela deu mais atenção, passando a língua.
–Vem amorzinho da mamãe, deixa eu te chupar pra ficar bem duro, vamos arrombar o cuzinho dessa putinha.
Eu me aproximei, e minha mãe começou a me chupar, e a lamber o ânus da Lari, intercalando nós dois, minha mãe pegou o lubrificante, lambuzou o dedo e ia entrar na Lari, eu segurei sua mãe, a olhei nos olhos e disse.
–Esse cuzinho é meu mãe, eu vou deflorar ele com todo carinho do mundo.
Minha mãe entendeu, eu estava tomando posse do que é meu, ela me entregou o lubrificante, e começou a dedilhar a vagina da Lari, lambuzei todo seu cuzinho, e inseri um dedo, Lari sentiu a pressão, ficou apreensiva, mas logo cedeu, eu fiz movimentos carinhosos na sua bundinha, ela gemeu de tesão, e rebolou no meu dedo, era hora de avançar, inseri dois dedos agora, ela travou o esfíncter, eu esperei, beijei suas nádegas, ela relaxou novamente. Minha mãe que assistia tudo, percebeu, eu era um homem mais experiente, ela tinha me ensinado tudo, ela ficou orgulhosa do homem que me tornara, mas também saudosa do seu aluno (eu) não precisar mais de seu ensinamento, ela se levantou, e ia saindo, já que sua presença não importava naquele momento. Mas Larissa, se tornava o elo que unia os três.
–Mamãe, não vai, quero você aqui, vem me fazer um carinho, preciso de você.
Minha mãe com um sorriso no rosto, foi até ela, sentou na cabeceira da cama, abriu as pernas, Larissa deitou a cabecinha nas coxas nuas de minha mãe, então minha mãe voltou a fazer massagem nas costas da Lari, eu já estava com dois dedos no seu orifício anal, ela já aceitava e até empurrava a bunda em direção aos meus dedos, então fui com meu pau duro, e encostei no ânus dela, aí eu que percebi o motivo da minha mãe querer sair, falei pra ela.
–Mãe, você me ensinou tudo, mas isso não significa que você não pode continuar ensinando, quero que você ensine a Lari ser nossa putinha perfeita.
Minha mãe vai até mim e me beija, ela ficou agradecida só com o olhar, e mandou Lari.
–Força o cuzinho pra fora amor, pra facilitar a entrada desse pirocão filhinha.
Lari até forçou o cuzinho, mas nada aconteceu, então eu empurrei, firme decidido, só a cabeça, ela tentou recuar, eu não deixei, ela gritou de dor, lágrimas escorreu dos seus olhos, eu parei assim que a cabeça sumiu no rabinho dela, esperei um tempo, a respiração dela estava acelerado, quando a respiração voltou ao normal, Eu entrei mais um pouco, ela voltou a gritar, lágrimas voltou a cair.
–Aaaaaaaaaaai, mamãe, porque dói tanto…
–Nem toda mulher consegue ter prazer dando o cu Lari, se você quiser parar, o Lipe te entende.
Eu que ainda não tinha chegado nem na metade, deixei meu corpo cair sobre o seu, beijei sua nuca.
–Sim amor, não tem problema, eu te amo,e não quero te machucar.
–Amor, eu posso até não gostar de dar o cu, mas eu preciso ter pelo menos uma vez, então por favor, só para depois que você gozar.
Depois dessa conversa, eu entrei mais um pouco, eu estava preparado pra ir de pouco a pouco, mas Lari não estava com paciência, ela tinha medo de não aguentar, empurrou a bunda pra cima e eu estava com o pau todo na bunda dela, ela urrou, mas se manteve firme, eu e minha mãe ficamos preocupados, mas Lari se mostrou muito resiliente, então eu comecei a ir pra fora e depois pra dentro, fora dentro, fora dentro, ouço gemidos das duas, meu movimento, fez o cuzinho da Lari doer, por reflexo, ela mordeu a coxa interna da minha mãe, as duas sentiam dor, mas nenhuma ousou pedir para parar, passei mais lubrificante em volta do pau, e voltei aos movimentos cirúrgico, dois centímetros pra fora, dois pra dentro, nenhum de nós ainda sentíamos prazer, a dor era maior, a preocupação era maior, mas a vontade e o desejo de entrega era muito maior, ficamos um tempo nessa “queda de braço” pra dentro, pra fora , eram movimentos lentos, porém necessário para defloração completa daquele rabinho, eu mantinha a cadência, porém agora eu saia mais, e entrava mais, minha mãe no alto da sua experiência, percebeu que Lari já não sentia tanta dor, a sua mordida havia diminuído a pressão consideravelmente, ela olhava para o cuzinho da Lari, enquanto ele se abria ao máximo para me receber, minha mãe deu um tapa na bunda dela, eu cheguei a sentir as vibrações no meu pau, Larissa agora já estava sendo tomada por um tesão, ela parou de morder minha mãe e começou a beijar, a virilha da minha mãe, e minha mãe que era dona de si até aquele momento, virou passageira da agonia quando Larissa finalmente chegou no seu grelinho e passou a língua como se tivesse lambendo o melhor sorvete da sua vida, então eu percebendo que Larissa já não sentia tanta dor, acelerei as penetrações, eu entrava inteiro rápido, certeiro, tirava quase tudo, deixava só a cabeça no cu, e empurrava de novo, Lari gemia abafado na boceta de mamãe, o prazer da Lari era visível, e eu metia com mais volúpia, o cuzinho pressionando meu pau quando eu entrava e se abria inteiro quando eu saia, a Lari gemia de prazer.
–Enfia amor, eu estou morrendo de tesão, é a coisa mais gostosa que já senti na vida mamãe.
–Gostou né sua putinha, agora meu menino tem dois cu pra foder, agora enfia dois dedos na boceta da mamãe, arromba a mamãe também.
E Lari assim o fez, dois dedos, logo três, eu metia com força no cuzinho da Lari, deixando ele arrombado, e a Lari, enfiava quatro dedos, minha mãe gemia desesperada de tesão, aí eu me lembrei que minha mãe queria fazer um fisting vaginal, eu empurrei tudo no rabo da Lari, e puxei a mão da Larissa, minha mãe perdeu o ar, sentiu um estranho vazio na boceta, a Larissa também não entendeu nada, mas calmamente, puxei a mão pra minha boca e lambi todos os fluidos da minha mãe, então fechei a mão da Lari, e lambuzei de lubrificante, e levei aquela mão pequenina pra dentro da minha mãe, Lari me olhou com cumplicidade, entendendo minha intenção, mamãe abriu mais as pernas, e se preparou, Lari entrou, de pouco a pouco, uma dificuldade inicial, mas minha mãe se preparava a tempos pra ter a boceta invadida por Larissa. Larissa estava com receio, era sua mãozinha, ela tinha dúvidas se iria caber, mas mamãe queria muito ter sua boceta estuprada por aquela loirinha angelical de olhos azuis, então ela segurou no pulso da Lari, e ploft, entrou tudo, minha mãe deu um berro de prazer, empurrou a boceta pra frente, o ante braço da Larissa estava quase a metade dentro, e Lari começou a foder minha mãe, eu fiquei vidrado, era lindo demais, fiquei até com ciúmes, eu também queria as profundezas daquela boceta, mas fui despertado do meu sonho acordado, com uma bundada da Lari.
–Me fode amor, eu quero gozar, isso aqui tá bom demais… aaaaaaaaaaaaaaaaa iiiii
Eu entrei com tudo agora, e só ia parar de foder quando ela gozasse pelo cu, era imprescindível ela explodir pelo rabo, fodemos loucamente, eu beijava minha mãe, e beijava Lari, mamãe gozou, mas Lari não parou, hora entrar e sair, hora girar os dedos dentro, minha mãe, que colapsava uma vez atrás da outra, Lari estava quase lá, mas foi através de um impulso da vagabunda da minha mãe pra ela chegar, minha mãe lhe deu um forte tapa na cara,e ordenou.
–Goza no pau do meu filho vagabunda, e arromba essa boceta.
Lari explodiu, e “mijou” toda a cama, soltando muita porra de boceta, e mastigando ainda mais meu pau que já estava num cubículo muito apertado, o mais apertado até então, depois que Lari gozou,veio o relaxamento natural, eu queria gozar e continuei fodendo seu cu, mamãe precisou pegar no seu pulso, e empurrar a mão até explodir no segundo orgasmo com a mão da Lari, ver minha mãe gozar foi o que eu precisava pra encher o cu da Lari, que ela recebeu eentusiasmada.
–Ai amor, estou tão cheia de você, é muita pica, é muita porra, que delícia, sou a puta mais feliz do mundo amor.
A mão de Larissa sai de dentro da minha mãe, na posição que eu estava, eu vi uma boceta arregaçada,eu nunca tinha visto a boceta da minha mãe tão aberta, mas subi meu olhar pro seu rosto, e vi aquela carinha que eu já tinha visto tantas e tantas vezes, mamãe estava satisfeita, muito satisfeita, Lari estava em êxtase, ela nunca tinha gozado duas vezes antes, e eu era a felicidade em pessoa, tive o prazer, depois de muito custo, foder o cu das duas mulheres mais importante na minha vida.
Tomei um banho rápido, e desci pra buscar a pizza, lá troquei ideia com o porteiro, seu João, ele era baiano e torcia por Palmeiras, eu sempre dizia a ele que ele tinha que torcer era pro Bahia ou Vitória, ele dava risada, e retrucava que era Vitória, em São Paulo, Palmeiras, e no Rio, Vasco, ficamos uns 20 minutos conversando sobre futebol, dei a ele dois pedaços da pizza, refrigerante, me despedi e subi, quando cheguei no apartamento, minha mãe de camisola sem nada por baixo e Lari,só de calcinha, as duas se tocava,mãos no rosto, nas coxas, no ombro, selinhos demorados, saliva grudando os lábios, respirações leves de uma cumplicidade tocante, eu admirei a cena, meu pau endurecendo.
–Vocês duas são muito safadas, será que vou dar conta de vocês?
Lari pisca pra minha mãe, e me provoca.
–Amor, agora que eu e sua mãe amamos boceta, você vai ter que se virar, se não paramos de tá dar atenção e vamos ser só chupadora de boceta.
As duas sorriem, e mamãe completa.
–Eu falei que preferia você meu amorzinho porque a sua pica me preenchia completamente, mas a Lari me fez gozar duas vezes com a boceta cheia, rsrsrsrs.
Respirei fundo, procurando palavras para desarmar o ataque das duas, então dei um golpe assertivo na minha mãe.
–Certo mãe, ela preencheu sua boceta, quero ver se seu cuzinho vai aguentar a mão dela, porque meu pau, eu sei que ele aguenta sua cachorra.
As duas riram, mamãe se levantou, ficou atrás de mim, começou tirar minha camiseta.
–Viu Lari, ele sabe me convencer, existem duas coisas que meu amorzinho tem, que ninguém tem filhinha, a pica dele no meu rabo, que sou tarada e a porra dele no meu estômago que sou viciada.
–Ai mamãe, que delícia, você deixa eu ficar viciada igual você?
–Sim filhinha, agora ajoelha na frente dele e tira a calça, eu vou tirar a camiseta, se nós estamos peladas, ele também tem que estar.
Minha mãe acabou de tirar minha camiseta, acariciava meus peito, mordia meu ombro, enquanto olhava Lari, ela desceu o moletom, eu que estava sem cueca, o pau já bateu no seu queixo, e ela abocanhou, ela tentava engolir cada vez mais, mas a ânsia, fazia ela parar, e ela ficava puta.
–Caralho, eu não consigo, desculpa amor, eu quero amor, mas não consigo.
Minha mãe passa a mão em seu rostinho e a tranquiliza.
–Sabe filhinha, todas as mulheres que já deu o cu pro Lipe, inclusive eu, já tivemos outro homem dentro de nós, a única que tinha o cuzinho virgem era você, ontem foi difícil filhinha?
–Foi; muito…
–Doeu?
–Uma barbaridade mamãe.
–E o que aconteceu no final?
–Eu gozei, e recebi uma gozada no meu rabinho mamãe.
–Ei, se tem alguém que consegue o que quer, esse alguém é você, agora volta a chupar, e a treinar, na hora certa você vai engolir.
Lari, mais calma volta a me chupar, sem a necessidade da profundidade, só sexo oral, minha mãe travessa, desse me lambendo cada parte do meu corpo, mordiscando minha bunda, então ela abre minhas nádegas, e enfia a língua dura no meu cu, eu me arrepio inteiro, travo meu ânus, e reclamo.
–Que porra é essa mãe?
Minha mãe vem até meu ouvido e cochicha.
–Tá reclamando de quê? A outra enfiou foi o dedo e você adorou.
–Caralho, a Roseli te contou, pooorra mãe.
–Sim, ela contou, eu posso continuar, seu cu também é da mamãe, ou não?
Eu só assenti com a cabeça, e minha mãe com uma cara pervertida desceu entre as minhas pernas, e lambeu meu cu com tanto prazer e determinação, que eu só não gozei na boca da Larissa, porque já tinha gozado duas vezes naquele dia, elas brincaram comigo por uns cinco minutos, mas eu levantei às duas, para gente comer, se não eu gozaria antes da hora.
Comemos a pizza e as duas abriram cerveja pra elas, como Larissa se deu alta do medicamento, ela estava adorando bebericar com minha mãe, já que minha mãe era fã de cerveja, eu estava sentado só acompanhando as duas, era visível que minha mãe causava uma fascinação na Larissa, eu achei que as duas fosse ter alguma resistência mas a sintonia das duas era evidente.
Lari pegou sua cerveja, tomou um gole e veio até mim, provei pela primeira vez seus lábios com gosto de cerveja, era bom, não tão bom quanto o de mamãe, mas ainda assim era gostoso, após o beijo ela se senta de costas pra mim, continua a conversa com minha mãe, e em mim, ela rebola e remexe seu quadril, meu pau desperta, e começa a se encaixar na divisa daquela bunda, eu mordia seu corpo nu, com movimentos suaves para não atrapalhar a interação das duas, mas Lari senti meu crescimento embaixo dela, a sua pepeca reage, agora úmida, desejando o contato, e ele vem, a cabeça da pica, direto na entrada da xaninha dela, minha mãe só observa, Lari sobe um pouco a bunda, e eu encaixo, ela geme abafado, ainda tentava falar com mamãe, mas o desejo de ser “verdadeiramente desvirginada”, sucumbi, e ela se deixa penetrar, seu grau de tesão sobe exponencialmente.
–Aiiiiiiiiiiiii, queeeee deliiiiicia, estou no ahhhhhhh… para…iso.
–Não filhinha, você está longe do paraíso, isso é só uma amostra do quanto o meu filho é gostoso.
Larissa entrelaça os dedos de minha mãe e segura forte, e vai descendo a base do meu pau, eu ia sentindo meu pau se esmagando dentro dela, a sensação era indescritível, quando a bunda dela bateu no meu púbis, ela jogou a cabeça pra trás esbaforida de prazer, eu apertei seus mamilos, levando ela a um leve tremor, não era um orgasmo, mas era tão gostoso, ela me confessou, ficou parada segundos preciosos, buscando o ar que faltara, então ela subiu até em cima, e desceu, rápido, nós dois gememos, mamãe só assistia era incapaz de participar ou de falar algo, a cena da bocetinha da Larissa esticando inteira pra me engolir, e depois se fechando momentâneo até só a cabeça estar dentro dela era obsceno, mas minha mãe era incapaz de parar de olhar, vidrada, seus dois “filhinhos” fodendo, se fodendo, seus olhos encheram d'água, eu percebi, Lari estava no paraíso, ou como diz minha mãe “ainda não”. Larissa me dava bundadas, e mais bundadas, ela queria gozar, ela precisava gozar, mas seu corpinho cansou, eu assumi, peguei as mãozinhas dela e pus na mesa, fiquei atrás dela, e comecei a penetrar, ela gemia, babava, grunhia, não entendia, mas não me importava, porque seus gemidos eram prazer, então eu meti tudo, puxava até quase sair, ela chorava baixinho, eu empurrava de novo, a bocetinha da Lari, abraçava meu pau, não queria soltar por nada, eu acelerei as estocadas, então ouvi minha mãe falar, eu nem lembrava mais que ela estava lá.
–Meninos, vocês dois estão lindos, eu queria muito ficar, mas tô cansada, vou pra cama, boa noite.
Deu um beijo no rosto de Lari,e um no meu, mas antes de sair me pediu:
–Amor, evite gozar na boceta dela, mas de qualquer forma amanhã compro a pílula pra ela, eu vou na feira amanhã, pode dormir tranquilo.
Eu que estava concentrado na Lari, pra ouvir minha mãe tive que parar, então aproveitei e levei Lari pro meu quarto, tive que levá-la no colo, suas pernas estavam bambas, assim que cheguei no quarto pus ela de quatro, ela deixou seu rostinho cair na cama, e eu entrei dentro dela de novo, a bocetinha quente, molhada, e apertada, era tão gostoso, tive medo de gozar rápido, então eu a penetrava devagar, beijava sua nuca, toda vez que eu acelerava eu ficava mais bruto, puxava seus cabelos, batia na sua bunda, Lari estava entregue, eu ia pra frente, ela empurrava a bunda de volta, nossos corpos batia um no outro, éramos “violentos” ela tremeu, seu corpo começou a colapsar, eu não queria que ela gozasse ainda, tava tão gostoso,que tive medo de ela se esgotar, e não querer mais, diminui a velocidade da metida, ela brigou.
–Amoooooooor!!!! Caraaaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiii!!!!!! Continua fodendo fooooooooooo, aaaaaaaaaaaaa, jesssssssssssss!!!! Queeeeeeeeee!!!!!! Ooooooooooo…
Ela gozou mesmo assim, só que diferente, não esguichou, foi suave, mas demorado, parecia um orgasmo mútiplo, confesso, não sabia direito o que estava acontecendo, foi a primeira vez que uma mulher gozava assim comigo, mas eu estava gostando daquele jeito novo, então continuei, metia fundo, ficava lá dentro, o orgasmo dela aumentava, quando diminuía, eu repetia o processo, tirava até a glande, e entrava forte até o fundo, ficamos assim o que pareceu uma eternidade, e então ela sucumbiu, respiração lenta, um sorrisinho travesso no rosto, olhos fechados, e eu dentro dela,quieto, não queria quebrar o encanto daquele momento, então ela abriu os olhos, olhar brilhante, me encarou, pegou minha mão, pôs meu dedo na boca e lambeu, um por um.
–Eu te amo tanto Lipe, é tão bom te conhecer de verdade, você é maravilhoso, e me faz sentir maravilhosa, eu achava que esguichar era o máximo, mas dessa vez foi tão surpreendente e gostoso,achei que ia morrer de tanto gozar.
–Eu tambem fiquei surpreso amor, a gente vai conhecendo o corpo um do outro, e vai descobrindo novas formas de dar prazer.
–Sim, e por falar nisso, mete amor, é sua vez de gozar, sua mãe falou que não é pra gozar na minha xaninha né, então só tem um local…
–Sua boca putinha, e você vai engolir tudo.
Ela só sorriu, sabendo que eu ia encher o estômago dela de esperma, me puxou pela bunda pra dentro dela, e eu meti até está próximo do gozo, quando disse que ia chegar, Lari, se espreitou por baixo de mim até a boca está na altura do meu cacete, e ela recebeu jato após jato, recebendo cada gota, e depois me limpou, subiu até onde eu estava, abriu a boca, e eu vi sua boquinha linda, cheia da minha semente, então ela fechou a boca, engoliu com dificuldade, precisou de três movimentos, então ela abriu a boca e me mostrou.
–Pronto amor, agora sou oficialmente sua putinha.
Terminou essa frase, sorriu pra mim, deitou no meu peito, respirou fundo e dormiu, fiz cafuné até o sono me pegar, e eu dormir.
No outro dia acordei, e Lari não estava lá, fui ao banheiro, e ao sair ouvi sorrisinhos misteriosos das duas, Lari, e minha mãe, caminhei devagar, queria ouvir, será que as duas estavam falando mal de mim, será que o que eu achava que estava vivendo, não era um sonho e sim um pesadelo, será que eu estava enganado?
–Obrigado mamãe, ontem foi o melhor dia da minha vida.
Lari falou, e meu coração apertou, caramba, ela preferia a mamãe ao invés de mim,eu era segundo plano?
–Olha mamãe, começou com a revelação, eu gozando na sua boca, mas mamãe, o Lipe é gostoso demais mamãe, o sexo anal apesar de doloroso,meu cu tá assado mamãe, mas devo admitir que foi sensacional, agora mamãe, o vaginal foi divino, eu podia ter morrido ali,e teria válido a pena.
–Sua boba, que morrer o que… eu te disse que o paraíso estava longe meu amor,mas você alcançou com orgasmo mútiplos, sua safadinha.
Essa última fala me deixou mais leve, eu sei que é paranóia minha, mas não é fácil, você ter as duas mulheres mais fantásticas do mundo, e não ter insegurança, eu confesso, eu tenho,
Entrei na cozinha, as duas estavam rindo, minha mãe foi até mim, me beijou, nossas línguas digladiaram nas nossas bocas.
–Uau, porque eu não canso de beijar essa boca meu amor, bom dia,senta e toma seu café, trouxe pastel pra nós.
Eu fui até Larissa que me devorava com os olhos azuis, sorriu pra mim,esperou seu beijo, claro,uma boca daquela nunca pode ser negligenciada.
–Oi dorminhoco, como você está amor?
–Ótimo, mas confesso que vocês duas aqui de conversinha me deu um pouco de ciúmes Lari, fiquei com medo de vocês preferirem uma a outra,do que a mim.
–Não amor, pelo amor de Deus,eu te amo tanto, claro que amo sua mãe, ela é foooooooda, mas você é minha vida,sem você amor,nada faz sentido.
Minha mãe me olhou com um sorriso travesso, não disse nada, não precisava,eu era U-N-I-C-O, ela me disse isso antes.
–Me perdoe,as duas, só fiquei inseguro.
–Hummmmm,viu Sogrinha ,nosso homem tem ciúmes de nós, amor estava falando pra sua mãe do meu orgasmo, que foi diferente, só isso.
–Sim filho,a sua namorada, além de linda, gostosa, ter um clitóris avantajado, esguichar, agora também tem orgasmo mútiplos, é o combo perfeito da putaria,sua vadia safada.
Minha mãe falou rindo pra Lari, tomamos café, e em seguida íamos pra casa dos pais da Larissa, ela voltaria a ficar com eles, agora que ela estava forte fisicamente e mentalmente.
–Mãe, eu ia precisar do carro, você vai sair?
–Não filho,preciso resolver umas coisas aqui em casa, pode pegar o carro.
–Obrigado mãe, vou levar as coisas da Lari,de moto não vai dar.
E assim foi feito, fomos pra casa do Roberto e da Sandra. fomos recebidos com festas pelos dois, Lari deu um selinho no pai, eu aproveitei e fiz o mesmo com Sandra, ela ficou surpresa, mas aceitou, dei um forte abraço no Roberto, Lari deu um selinho também na sua mãe, sentamos à mesa, conversamos amenidades aleatórias, até que Sandra oferece cerveja pra gente.
–Felipe, você não vai embora hoje né , então vou pegar uma cerveja pra você.
–Obrigado Sandra, mas tenho que voltar, não posso deixar o carro da minha mãe na rua.
Roberto interveio.
–Me dá as chaves que vou por no estacionamento, eu tenho duas vagas no prédio, já vou deixar avisado que sempre que você vier aqui, você pode por em uma das minha vagas, pode pegar uma pra mim também Sandra.
Sandra pega duas cervejas, e Lari reclama.
–Nessa casa só os homens bebem mãe, e eu e você?
–Que isso filha, não te ofereci por causa dos remédios,e pra mim, você sabe, prefiro não arriscar.
–Eu parei com os remédios mãe, eu só preciso de um remédio, o amor do Felipe.
Sandra sorriu pra ela, e pega uma cerveja pra ela também, bebemos, e o Roberto me chama pra ir guardar o carro, e me mostrar a vaga, as duas ficam pra terminar o almoço. Subimos para almoçar, e assim que entrei, a Lari me chamou pra descer.
–Amor, o Uber está chegando.
–Que Uber, Lari?
–Ora, para levar o almoço da mamãe, você não acha que vou deixar ela com fome né amor.
Eu entendi, minha mãe era importante para ela também,e isso me deixava tão feliz. Voltamos para o apartamento, e agora sim,eu almocei, a Sandra tinha feito um peixe delicioso, terminamos de comer, e assim como lá em casa,eu e o Roberto tiramos a mesa, e lavamos as vasilhas, quando estávamos de novo na mesa, Sandra com olhar sério,um óculos que a deixava mais linda, eu devo admitir, a minha sogra era uma linda mulher, e agora com óculos realçava ainda mais a sua beleza exótica, ela abriu uma pasta, e mostrou os documentos.
–Felipe, você assina aqui, e você terá direito a 20% de sociedade com a gente, Larissa, você assina esse,e terá 20% também, assim que eu e o Roberto nos afastar, nós teremos 40% e vocês 60%, alguma dúvida?
–Eu tenho Sandra, porque vocês estão fazendo isso, eu posso ser só o funcionário, e está tudo bem.
A Larissa, não falou nada,ficou na defensiva, afinal, ela era a única herdeira.
Então Roberto tomou a palavra.
–Filho, escuta, nós não estamos fazendo isso de favor, você é competente, sabemos que com você à frente dos negócios, o futuro da nossa empresa está em boas mãos.
–Sabe Felipe, eu sempre tive essa ideia de você tomar conta, porque eu sei que a Larissa estaria protegida, você jamais a trairia, mas agora, vendo vocês apaixonados, eu tenho mais certeza ainda, portanto é a coisa certa a fazer Felipe.
–Olha eu estou lisonjeado, juro, mas vamos fazer assim, eu vou cursar administração de empresa,a Lari vai fazer engenharia civil, e quando eu e ela casarmos, assumimos a sociedade, por enquanto prefiro ser só funcionário
–Felipe, você acha que vai ganhar menos sendo sócio, porque não vai, se quiser te mostro os números.
–Não Sandra, não é dinheiro, é confiança, não quero ser sócio só por ser genro, eu estudando aí sim terei mérito.
Roberto ficou bravo na hora, e chiou.
–Escuta aqui Felipe, você não precisa de um diploma pra sabermos que é capaz, se você confia na gente, igual confiamos em você, assina logo essa bosta desse papel.
–Bom, se é pedindo com jeitinho assim, eu assino , kkkkkkkkkkk.
Todo mundo caiu na gargalhada após essa frase, eu assinei, e daí paramos com as conversas sérias,mas antes a Sandra disse.
–Bom, amanhã Felipe, eu quero anunciar você pros funcionários, eles estão com muita saudade do gerente deles.
Concordei, eu e o Roberto fomos assistir o jogo, na verdade nem importamos muito, pois estávamos entregue ao papo inútil de fim de tarde, e Larissa e a mãe ficaram conosco,até a Larissa chamar a mãe.
– Mãe, vamos lá no quarto, quero uma ajuda sua.
–Claro filha, vamos.
E elas sumiram, uma hora depois elas apareceram, Sandra olhou pra mim com uma expressão que não consegui interpretar, Lari, pegou mais cerveja pra nós, ficou conversando com a gente, e o dia passou rápido, eu estava cansado.
–Será que posso dormir um pouco?
–Claro meu genro, leva ele filha pro seu quarto.
Eu e Larissa nos retiramos, Roberto também foi para o quarto. Por volta das 20:00 horas, acordamos, e a Larissa começou a falar da mãe pra mim.
–Amor, aquela hora que eu e minha mãe viemos para o quarto, eu pedi minha mãe pra passar a pomada na minha bunda, ela ficou assustada, palavras dela amor;
*Larissa, ele te arrombou filha, não doeu?
*Doeu mãe, muito, mas quando eu me acostumei, nossa foi delicioso, e depois foi na frente mãe, e foi mais maravilhoso ainda.
*Nossa menina, eu acho que eu não aguentaria ele na minha bunda não.
* E você e o pai, faz anal mãe?
* Hoje não mais, quando éramos solteiros fazíamos, mas vendo você toda aberta, e toda feliz, deu vontade viu.
–Ai eu provoquei ela amor.
*Teria coragem de ter o Lipe no seu cu mãe?
*Tá louca menina, ele é seu namorado.
* Esquece essa parte mãe, pensa só no pau dele, se ele não fosse meu namorado.
*Tá, tá, tá, eu tentaria, não sei se eu daria conta.
–Ai eu falei pra ela aproveitar o pai, e fazer anal porque é gostoso pra caralho, ela até suspirou, e enquanto conversávamos, ela fingia que passava a pomada, e não tirava o dedo do meu anelzinho, e no final, ainda baixou e beijou minha bunda.
–Meu Deus amor, que tarada a sua mãe hein?
–Sim, quero te fazer uma proposta amor, você ir lá na sala e conseguir encoxar minha mãe, mas ela tem que sentir seu pau duro na bunda dela.
–Amor… pára, deixa isso pra lá.
–Hummmmm, é assim é, quando você me propôs de eu beijar sua mãe com sua porra, eu topei né.
–Mas tínhamos o propósito de você ficar com ela né, você não quer que eu fique com sua mãe né?
–Porque não, eu fodo sua mãe, você fode a minha, embora eu acho difícil.
–Olha a Sandra da igreja, sem chances, agora essa nova Sandra que quer tanto me agradar, sei não viu.
–É verdade, rsrsrs, você vai lá na sala então?
–Agora; e, seu pai?
–Essa hora ele está dormindo, ele sempre dorme esse horário, só acorda mais tarde pra jantar, ela está lá sozinha.
–Amor, mas você tem noção do que está pedindo né, se ela ceder eu não vou arregar, e tem seu pai também.
–Vai lá flertar com minha mãe, e eu flerto com meu pai, se você deixar, claro amor.
–Tudo bem, eu vou lá, e você pode flertar com ele putinha, mas tem que me contar.
–Contar, não amor, você vai ver, só farei quando estiver com você, agora vai lá atiçar minha mãe, pro meu pai comer o cuzinho dela hoje.
Fui para sala, perguntei do Roberto,ela com um sorriso convidativo, disse que estava dormindo, falei que a Larissa também dormia, mentira, a Lari nos ouvia, mas fazia parte dos planos ela imaginar que nós dois estávamos “a sós”.
– O que você está fazendo, Sandra?
–É a contabilidade da loja, estou organizando.
–Mas você faz isso no domingo?
–Aiai, sim, eu tinha um gerente, e ele organizava tudo, mas eu fui boba, e briguei com ele, agora estou aqui.
–Mas você já pediu perdão para ele?
–Já, mas não é suficiente,vou pedir a minha vida inteira.
–Tenho certeza que ele é um bom homem, e se você fizer um café para ele, ele te perdoa.
–Será Felipe,mas e a contabilidade?
Eu segurei sua mãos, fechei a tela do computador, e puxei para o meu peito,ela veio sem resistência, passei a mão em suas costas, só de cima para baixo e de baixo para cima, e a tranquilizei.
–Deixa isso, amanhã eu coloco tudo em ordem.
–Jura, obrigada, você é um anjo Felipe.
–Não por isso, e então, mereço um café?
–Não, não por isso, você é um anjo por outros motivos, e sim,você merece muito mais que café, vamos lá para a cozinha.
Fomos, ela Ligou a cafeteira, e eu a elogiei.
–Você fica linda de óculos Sandra.
–Que linda, tá louco, fico parecendo uma velha, rsrsrrsrs,por isso, mesmo precisando, eu só uso em casa.
Fui até ela, passei a mão em seu rosto, peguei os óculos da mão dela, e pus em seu rosto, segurei no seu queixo.
–Sim, você é muito linda,e fica com uma beleza exótica usando óculos, a única coisa que atrapalha, é esse monte de roupa.
Ela corou, ficou levemente ruborizada,e retrucou.
–Você queria o que? Me queria pelada?
–Não tenho essa sorte, mas você poderia usar roupas que mostrasse seus braços, um pouco de decote, suas pernas, já seria bom.
–Não sei, vou pensar,eu quero mudar, pelo Roberto, pela Larissa, e também por você, eu quero ser uma boa sogra pra você.
O café ficou pronto, ela vai até a bancada pra por na garrafa, eu abraço ela por trás, a princípio ela se afastou, mas depois aceitou e fez uma pergunta redundante.
–O que você está fazendo?
–Te ajudando, você não gosta que eu te ajudo?
–É isso que está fazendo? Me ajudando?
–Sim, lembra quando me pediu perdão,com o rosto na minha virilha?
Ela pôs as duas mãos no rosto de vergonha, eu puxei suas mãos, ela ainda me olhava com vergonha.
–Ei, Sandra, não precisa ficar assim,foi bom, eu gostei, claro não foi intencional, mas foi bom ficar duro no seu rosto.
–Meu Deus, que vergonha, você é meu genro, mas admito que gostei, mas tem a Larissa, não posso decepcioná-la novamente.
–Nao vai, te prometo, a Lari me ama, ela é maravilhosa.
–Ai Felipe, não sei, eu e ela estamos tão próximas agora, não quero perder isso nunca mais, eu faço qualquer coisa pra eu ser a melhor amiga da minha filha.
–Eu sei, e quem fez vocês se tornarem próximas? Eu garanto que você não estará fazendo nada para magoá-la, e ela é melhor amiga da minha mãe.
–Se você garante, eu confio em você, e eu gosto da sua mãe, é sério, eu gosto muito da Regina, mas foda-se ela, eu serei a melhor amiga da minha filha porra.
Ao ouvir ela falar assim da minha mãe, eu empurrei o pau até o fundo das suas nádegas, e ela gemeu abafado.
–Aiiii isssssssso é taaao bom…
Ela rebolou,e eu fazia movimentos laterais, ela percebia a minha dureza.
–Nosssssa tá mais duro que antes.
–Você está gostando, safada?
–Não me chame de safada.
–Tá gostando, safada?
–Sim, mas não me chama de safada.
Ela põe as duas mãos na bancada, e empurra a bunda contra meu pênis, aproveito, pego sua mão direita e trago até meu pau ainda por cima do short, mas ela sente sutilmente, mas ela sente o volume.
–É assustador de grosso, você judiou da bundinha da minha filha.
–A Larissa é uma guerreira, será que ela puxou a mãe dela?
– Nem vem com esse papo, eu não aguento não.
–Aguenta, se a Larissa aguentou, e você tem o Roberto pra lacear e preparar seu anelzinho pra mim.
–Quem sabe um dia, desde que eu não magoe a minha filha.
Eu tirei o pau das nádegas dela, ela quase cai, a segurei firme, virei ela de frente pra mim, dei um selinho nela, só que mais provocante, mordi seu lábio inferior, me afastei, peguei um copo de café,e tomei olhando pra ela, Sandra estava incrédula, ela queria mais, mas eu não dei, o que dei, foi apenas um estímulo para ela foder com seu marido, eu, bom a Larissa me esperava, ela ouviu tudo, com certeza a bocetinha estava encharcada, nós fizemos amor novamente,sem penetração vaginal,só sexo oral, um gozando na boca do outro, lindo maravilhoso como sempre. Nosso final de semana acabou, e no outro dia, eu voltaria a empresa, agora por imposição de Sandra e Roberto, como sócio, na verdade, esse nunca foi o título que eu quis, mas o que sempre lutei foi o título de genro, e apesar dos pesares, eu consegui…
PS: obrigado a todos os votos, e também aos comentários, sempre disse que aceito os comentários de todos, elogios e críticas, desde que seja respeitoso, por isso não aceito que digam que o texto é uma bosta, eu não admito, até porque ninguém é obrigado a ler, é importante frisar que essa série é de incesto, mãe e filho, e sim ela é mais velha do que ele, isso é biológico, mães mais velha que filho, eu por críticas respeitosa tirei por exemplo a humilhação do enredo, por que isso não era importante, mas tudo que dá sustentação ao enredo, não será tirado do contexto, no mais obrigado a todos, e se puderem dar estrelas nos outros textos, agradeço.