Como já narrei para vocês nos contos "o faz tudo comeu a coroa" eu me envolvi com a Dona Cláudia, uma senhora da igreja em que eu frequentou, e engatei num caso com ela. Cláudia sempre teve uma amiga muito próxima da nossa igreja, elas viviam juntas e sempre estavam conversando pelos cantos da igreja.
Essa amiga era a Márcia, uma senhora de 65 anos, cabelos pretos, peitos médios, uma bundinha bem redonda e pele bem branquinha. Ela sempre foi uma senhora bem gentil, era casada e estava sempre acompanhada do seu marido na igreja, um senhor bem grisalho e de cara fechada, mas sei marido acabou falecendo e ela se tornou viúva.
Logo quando ela perdeu o marido eu a encontrei na igreja e dei a ela meus pêsames e perguntei como ela estava. Ela me respondeu dizendo que estava bem, ainda doía muito o luto, mas que um dia de cada vez ela ia se recuperar. Depois dessa interação eu fui falar com a Cláudia para dizer que queria vê-la no domingo mesmo, ela me disse que não seria possível que seus filhos estavam visitando ela durante o fim de semana. Quando a Cláudia saiu de perto de mim eu olhei ao redor e percebi que a Márcia estava nos observando de longe.
Achei aquilo estranho e quando cheguei em casa mandei uma mensagem para a Cláudia:
- Acho que a Márcia está desconfiando da gente.
- Ela sempre soube sobre a gente.
- Como assim?
- Ela é minha amiga, minha confidente. Foi ela que me incentivou a ir com tudo pra cima de você. Ela sempre me disse que sexo era saúde e que eu precisava pensar em mim e arranjar um parceiro. Quando disse que tinha te visto sem camisa e sentido tesão, ela em incentivou a dar em cima de você.
- Entendi.
Alguns meses se passaram e durante uma programação do mês da família, a igreja marcou um almoço e uma tarde de recreação em um sítio que tinha na minha cidade, seria um momento de interação entre as famílias da igreja. Nesse dia eu fui para esse evento acompanhado da minha família, e após o almoço eu resolvi dar uma volta pelo terreno do sítio que era enorme. Passei pelo açude que havia no sítio e vi que ao lado dele tinha uma trilha que ia para o meu do mato, uma área de mata nativa que existia no sítio.
Como eu estava disposto a explorar o sítio entrei trilha a dentro e cheguei em um lugar onde existia um banco envolto pela mata, sentei ali e fiquei apreciando a calmaria e os sons dos pássaros. Estava quase entrando em transa quando eu escuto o barulho de passos, logo conseguia ver que era Márcia.
Ela me viu e sorriu, disse: "Gosto de vir aqui para relaxar, é bem escondido e quase ninguém acha."
- Você já conhecia esse sítio?
- Sim, o sítio é meu, eu que emprestei para a igreja realizar esse evento.
- Olha só, não sabia disso.
Ela sentou do meu lado e ficou ali em silêncio, de olhos fechados. Ficamos em silêncio os dois por uns cinco minutos até que ela quebrou o silêncio e disse:
- Sabe qual a melhor parte desse lugar?
- Qual?
- É que ninguém vem aqui?
- Se você quiser eu saio para deixar a senhora sozinha.
Então ela disse para eu deixar de ser bobo e colocou a mão no meu pau por cima da calça e sem perder tempo começou a me beijar. Fui pego de surpresa, mas meu pau ficou duro na hora e o beijo dela era uma verdadeira delícia. Ela tirou o meu pau pra fora e subiu no meu colo, ela estava de vestido e encaixou meu pau na sua buceta, foi aí que eu reparei que ela estava sem calcinha.
Ela ficou cavalgando em mim enquanto me beijava, ali no seu sitio sentados em um banco no meio do mato. Enquanto cavalgava ela disse: "Escutei cada relato das suas trepadas com a Cláudia esse tempo todo, escutar tudo aquilo foi muito cruel, ouvir suas aventuras com ela enquanto em casa eu tinha um feijão com arroz mal feito."
Falei para ela aproveitar o momento e abaixei a parte de baixo do seu vestido, queria ver os peitos dela, e que peitos lindos ela tinha, comecei a chupá-los. Ela seguiu falando: "Fiquei todo esse tempo querendo transar com você, mas com muito peso na consciência de trair meu marido me segurei para não dar uma investida, via você comendo a Cláudia com os olhos na igreja e ficava morrendo de inveja. Você não sabe quantas vezes sonhei com você metendo em mim."
Gozei dentro dela ali no meio do mato e ela me disse que estava tão excitada e com tanto tesão reprimido que havia gozado duas vezes durante nossa trepada, ela disse que eu podia voltar sozinho que ela precisava de um tempo para se recompor, quando eu estava voltando vi a calcinha dela pendurada no galho de uma árvore no meio da trilha.
Durante toda a recreação, Márcia não tirava os olhos de mim, fiquei até com receio da Cláudia perceber alguma coisa, mas ela estava tão engajada nas atividades de recreação que não percebeu nada, mais tarde naquele mesmo dia eu desci para um lugar do sítio onde tinha as criações de animais para vê-los, enquanto eu estava dando uma olhada nos coelhos que tinham no sítio, Márcia apareceu e me puxou para um quartinho de limpeza tinha ao lado, ela arriou minhas calças e caiu de boca no meu pau.
Começou a me fazer um boquete delicioso, ela sabia chupar muito bem, controlava o ritmo na medida certa e lambia a costura do meu pau exatamente como a Cláudia fazia. Não demorou muito e eu gozei na boca dela, ela engoliu toda a minha porra e disse: "Me chupa agora."
Rapidamente eu atendi o seu pedido, ajoelhei diante dela e ela ergueu o seu vestido, novamente estava sem calcinha, comecei a chupá-la com mestria, ela gemia enlouquecidamente, tão alto que se alguém passasse do lado de fora daquela salinha estaríamos fodidos, ela apertava minha cabeça contra a sua buceta e logo gostou também. Depois que terminamos ela me pediu meu número de telefone e eu passei.
Me arrependi de ter passado meu número pra ela no instante seguinte, me senti tão culpado depois dos acontecimentos quanto quando comi a vizinha da Cláudia. Como havia dito estava apaixonado por Cládia e agora me sentia traindo ela novamente. Nos dias seguintes, Márcia me mandava mensagens pedindo que eu fosse até a sua casa. No entanto, eu estava arrependido de ter transado com ela, sabia que minha carne era fraca e poderia acabar caindo de novo na tentação.
Quando viu que eu resistia a tentação, Márcia passou a me mandar fotos e vídeos picantes dela, peladinha no banho, se masturbando enquanto gemia meu nome, retirando as roupas enquanto uma música sensual tocava. Márcia parecia estar munida de informações sobre minhas aventuras com a Cláudia e sabia exatamente como me provocar, depois de muito me provocar eu cedi e disse a ela: "Se prepare, vou na sua casa amanhã."
Márcia era uma das senhoras da igreja que recebia constantes homenagens minhas durante minha adolescência, fui até sua casa e ela me recebeu já me agarrando na porta da sua casa, me beijou sofregamente na porta da sua casa, com vista total para a rua, percebi ali que ela não tinha tanto pudor quanto Cláudia. Fui a puxando para dentro da sua casa e fechei sua porta atrás da gente.
Caímos nos beijando no sofá, ela estava usando um vestido bem curtinho e eu fui agarrando sua bunda enquanto nos beijamos deitados no sofá, comigo por cima dela. Fui descendo e comecei a beijar o seu pescoço e depois dei leves mordiscadas na sua orelha. Ela me disse: "Eu tô sem calcinha, me come."
Levantei e retirei minha calça e a camisa ficando completamente pelado, ela permaneceu de vestido e eu comecei a penetrá-la por baixo do vestido, enquanto isso a beijava deliciosamente. Enquanto eu metia nela ela pediu para parar e retirou o seu vestido ficando finalmente peladinha na minha frente, então fiquei eu pelado no sofá com o meu pau apontando para o teto com aquela mulher maravilhosa diante de mim.
Ela então voltou colocando sua buceta na minha cara e eu comecei a chupá-la, ela gemia bem gostoso e dizia que o marido dela nunca havia a chupado, que ela sempre morreu de curiosidade para saber como era e que a primeira vez que sentiu essa sensação foi comigo no sítio.
Depois que ela gozou com a minha chupada, Márcia me puxou até o seu quarto e disse: "Eu quero que você me coma de quatro?". Ficou virada pra mim com aquele bundão, fui até ela e comecei a penetrá-la mais uma vez. Segurava ela pela cintura e ia dando estocadas nela. Enquanto eu metia nela rolou o seguinte diálogo:
- Você já me desejou como desejou a Cláudia? Já bateu uma pensando em mim?
- Já sim, todas as senhoras bonitas, da igreja, da minha rua, das escolas que eu frequentei já foram alvo das minhas punhetas em algum momento.
- E o que você se imaginava fazendo comigo?
- Me imaginava te seduzindo, te comendo escondido do seu marido e me escondendo dele quando ele chegava nos pegando no ápice do prazer.
- Então você queria me comer enquanto eu era casada né seu safadinho?
- Sim, era doido para colocar um belo par de chifres no seu marido.
Tirei ela da posição de quatro e me deitei na cama colocando ela por cima de mim para ela cavalgar no meu pau, ela começou a cavalgar no meu pau com muita vontade e seus peitos balançavam de um jeito muito excitante, metemos nessa posição por uns cinco minutos e então eu esporrei dentro dela.
Depois dessa trepada eu me libertei do peso na consciência de estar transando com outras mulheres, percebi que era jovem e estava perdendo a oportunidade de comer muitas bucetas coroas. Continuei a trepar com a Márcia então, todo sábado eu passei a visitar ela e até voltei para comer a vizinha da dona Cláudia mais algumas vezes depois disso.
Márcia fez eu repetir com ela algumas das minhas aventurar com a Cláudia, comer ela debaixo da cama, na igreja e entre outras coisas. Márcia trocava confidências com ela sobre nossas transas e isso foi alimentando a imaginação e o tesao dela com o tempo. Bom, só tenho a agradecer. Cláudia continuou sem saber que eu estava trepando com sua amiga também, nenhum de nós contou, não sabíamos se ela iria levar numa boa ou ficar com ciúmes.
Sou de BH e sou louco por coroas, se tiver alguma interessada lendo e quiser entrar em contato comigo meu e-mail é lobomau2654@gmail.com