Oi, galera, vou contar pra vocês como eu finalmente consegui foder com o amigo gostoso do meu namorado. Isso rolou faz um tempinho, quando eu tava namorando o cara que dividia apê com ele na faculdade. Eu sou morena, olhos azuis, peitos médios firmes pra caralho, cinturinha fina e uma bundinha empinada que faz qualquer pau endurecer. Antes de eu começar a namorar o meu namorado, eu vivia dando em cima desse cara safado – vamos chamá-lo de Marcelo –, mas ele respeitava o amigo e não cedia. Que merda, né? Eu queria mesmo era sentar nesse pauzão.
Naquela época, eu tinha viajado a trabalho e cheguei de manhã cedinho no apê deles pra terminar de dormir um pouco. Meu namorado mal me comeu direito antes de sair pra fazer as provas da faculdade. Ele me deixou lá, sozinha na cama dele, só de calcinha rosa de algodão coladinha na minha buceta depilada, os peitos à mostra, durinhos de tesão acumulado. Eu tava exausta, mas minha xana latejava pensando no Marcelo – eu sabia que ele morava ali e sonhava em dar pra ele.
De repente, ouço a porta do quarto abrindo. Abro os olhos devagar e vejo o Marcelo entrando, só de calção, o corpo malhado brilhando, e o volume no calção já meia-bomba. Meu coração acelera, e quando ele me vê pelada daquele jeito, os olhos dele grudam nos meus peitos e descem pra minha calcinha enfiada na fenda da buceta. Meu pau subiu na hora? Imagina o meu tesão: minha bucetinha já começou a babar, inchando de excitação. Ele deu um pulo de susto, pediu desculpa e disse que não sabia que eu tava ali. Eu me cobri rápido, mas fingi susto só pra ver a reação dele.
Expliquei que tinha chegado da viagem e que o namorado dele tinha saído pra prova. Ele pediu desculpa de novo e virou pra sair, mas eu vi o calção dele esticadão, o pauzão pulsando debaixo do tecido. Não aguentei: "Aonde que você vai com esse pauzão duro desse jeito?" Ele ficou sem graça, deu um sorrisinho maroto e falou: "Impossível ver uma mulher bonita assim como você nessas condições e não ficar excitado." Meu corpo todo arrepiou. "Hum, eu escutei 'excitado'. Que tal aproveitar essa excitação e vir aqui fazer o que seu amigo não fez? Vem foder minha buceta gulosa agora!"
Não precisei pedir duas vezes. Ele pulou na cama como um lobo faminto, e a gente se pegou num beijo molhado e selvagem, línguas se chupando com força, saliva escorrendo. Ele já tava sem camisa, e eu sentia os bicos dos meus peitos roçando no peito dele, duros como pedrinhas de tanto tesão. Beijei a boca dele com fome, mordendo o lábio, enquanto minhas mãos apertavam aquela bunda dura. Ele desceu pros meus peitos, chupando um mamilo de cada vez, sugando forte como se quisesse mamar leite, mordiscando e lambendo até eu gemer alto: "Ah, caralho, chupa esses peitões, seu puto!"
Não aguentei e enfiei a mão na calcinha, esfregando o clitóris inchado, enfiando dois dedos na buceta encharcada, fazendo barulhinho de siririca molhada. Ele pirou: "Porra, que delícia!", arrancou minha mão e rasgou a calcinha rosa, expondo minha xaninha lisinha, inchada e pingando melzinho. Mergulhou a cara ali e começou a chupar minha buceta como um desesperado – língua rodando no clitóris, lambendo de baixo pra cima, sugando os lábios grossos e enfiando a língua inteira no meu buraco guloso. "Isso, lambe essa buceta safada, chupa meu mel, seu cachorro!" Gritei e puxei a cabeça dele contra mim, enquanto ele metia dois dedos grossos pra dentro, fodendo rápido, acertando meu ponto G. Minhas pernas tremiam, a buceta contraía louca, e eu gozei na boca dele como uma puta: "Tô gozando, porra, engole meu gozo todo!"
Deixei ele me lamber uns segundos pra eu relaxar, ofegante, buceta pulsando. Aí peguei aquele pauzão roxo e veiudo, tirei o calção e enfiei na boca: chupava guloso, lambendo as bolas, mordiscando a cabeça babando, engolindo até a garganta e me engasgando com o tamanho. "Que pauzão gostoso, vou mamar até secar!" Lambi de baixo pra cima, babando tudo, chupando as veias pulsantes. Ele gemeu: "Porra, que boquinha gulosa!" Ficou todo melado de saliva, brilhando.
"Agora vem, fode minha xana agora, enche ela de porra!" Abri as pernas escancaradas, abri os lábios da buceta com os dedos, mostrando o buraco piscando. Ele não deu mole: meteu o pauzão de uma vez, esticando minha buceta até o talo, as bolas batendo na minha bunda. "Ahhh, caralho, que pau enorme, fode fundo!" Ele socava forte, pau entrando e saindo com barulho de poc poc na meleca, me arrombando sem dó. Eu gemia rasgada, arranhando as costas dele: "Vai, me come, seu cachorro filho da puta, fode essa buceta traindo!"
"Isso, eu sou cachorro só?", ele rosnou. "Aham!", eu gemi. "Então de quatro que é assim que se fode uma cadela vadia!" Virei de quatro rapidinho, empinei a bundinha redonda, abri as pernas e mostrei o cu e a buceta aberta: "Pronto, sua cadelinha tá pronta pro rabo de saia! Mete nesse grelo!" Ele agarrou minha cintura, cuspiu no pau e socou com força brutal – pauzão arrombando fundo, bolas batendo no clitóris, bundinha tremendo a cada estocada. "Toma, sua puta, aguenta esse caralho te rasgando!" Eu gritava: "Mais forte, fode minha buceta suja, me faz gozar no teu pauzão!"
O tesão tava insano, buceta apertando o pau dele como luva. "Quero teu leitinho quente na minha boquinha, goza na cara da tua amiga traidora!" Ele meteu mais violento, pau inchando, e eu gozei de novo, melando o lençol: "Tô gozando, porra, me enche!" Ele puxou pra fora, virou meu rosto e explodiu: jatos grossos de porra quente na minha boca aberta, lambuzando língua, dentes, escorrendo pro queixo e rosto. Engoli tudo gulosa, chupando as últimas gotas: "Que porra gostosa, adoro leite de pau amigo!"
Ficamos deitados uns minutinhos, suados e ofegantes, conversando safado. Depois tomamos banho juntos, eu lavando o pau dele todinho. Saí de lá prometendo voltar pra mais fodas, mas sem contar pro meu namorado. A gente transou mais umas vezes depois, mas agora tá mais distante, só conversamos. Foi fodaço, verídico pra caralho!