Meu nome é Marta, sou uma mulher de 45 anos, forte e bem decidida, pelo menos é assim que as pessoas costumam me definir. Sou divorciada e criei sozinha meu filho Natan, que agora tem 19 anos e acabou de entrar na faculdade de engenharia. Apesar de ser muito inteligente para os estudos, Natan infelizmente é um crianção bobão num corpo de homem feito de mais de 1 metro e 80. Nunca namorou ninguém e, claro, ainda é virgem. Para ser mais exata os relacionamentos com garotas pouco lhe atraem. A vida dele se resume a estudar cálculos e jogar videogame.
Eu já fiz de tudo para que ele namorasse alguém ou pelo menos que ele se tocasse de que não é mais criança. Mas é difícil.
Um certo dia, eu estava fazendo o almoço na cozinha quando ele surgiu totalmente nu com um tablet na mão e gritando:
- Mamãe! Mamãe!! Olha quantas recompensas eu já consegui no meu joguinho!!
Sem acreditar no que eu estava vendo e ouvindo eu disse:
— Natan!! Por que você tá pelado, garoto??
— Ah, mamãe... eu tô em casa. O que é que tem?
— Você tem 19 anos, Natan! Você não é mais um molequinho.
— Que besteira, mãe. Você já viu meu bilau várias vezes. Olha minhas recompensas, olha.
Cansada de tanto tentar fazer aquele garoto crescer na mente e não só no corpo, eu nem dei bola para o game dele. Eu simplesmente falei:
— Natan, de um jeito ou de outro você vai aprender que você agora é um homem.
— Como assim mamãe? Do que que você tá falando? – ele perguntou.
Eu enxuguei as mãos no avental de pano que eu usava amarrado na minha cintura, coloquei-as nos ombros do Natan e, sem que ele percebesse, levantei com raiva o joelho direito cravando-o entre as pernas dele.
— Aaaaaaiii mamãeeee!!! – ele gritou com uma voz fina.
— Isso é pra você aprender que você é um HOMEM, Natan!!! E eu não quero você andando pelado nessa casa, entendeu??? – Eu estava cansada e com raiva.
Com o impacto do meu joelho em suas partes baixas Natan deixou cair o tablet, e ficou deitado no chão em posição fetal segurando as bolas enquanto reclamava comigo:
— Isso dói, sabia?
— Sim, eu sei. Foi por isso que eu bati exatamente aí. Pra você lembrar que é um HOMEM de vez em quando. Agora deixa de ser frouxo igual seu pai e vai colocar uma roupa.
O problema é que o Natan puxou muita coisa ao Edson, meu ex-marido e pai dele. Desde a falta de disposição pra crescer e assumir responsabilidades, até o pinto minúsculo, coitado!
Desde que eu me divorciei, nunca mais me relacionei com ninguém. Vivi praticamente para trabalhar e sustentar a mim e ao meu filho. Eu tenho um grande rancor do meu ex-marido por ter me traído com a empregada da família. Por isso também nunca mais eu quis ter ninguém trabalhando na minha casa. Somos só eu e o Natan há muitos anos. Eu me sentia quase “morta” como mulher, pois tinha me anulado para cuidar dos outros a vida toda. Antes, do marido, agora do filho. Na verdade, eu acho que o rancor meio que extrapolou para os homens em geral. Eu coloquei na cabeça que homem nenhum ia me fazer de trouxa de novo.
Modéstia a parte, eu me considero uma mulher bonita. Apesar dos 45 anos, todos me dão menos de 40 quando são perguntados. Eu tenho quase 1 metro e 70 de altura, cabelo preto liso e longo que chega até a cintura, pele bronzeada, seios fartos, quadris polpudos e coxas grossas. Tudo presente da natureza, nada de cirurgias plásticas. Eu definitivamente não faço o tipo “mulher frágil”. Muito pelo contrário. Mesmo assim, eu queria me sentir uma mulher atraente novamente. Eu queria me sentir “viva” de novo. Mas eu queria que isso acontecesse do meu jeito. Eu não queria ser manipulada por homem nenhum nunca mais.
Um dia, essa sensação de estar “viva” enfim voltou. Eu estava me vestindo depois de um banho quando ouvi o barulho de alguma coisa de vidro caindo e se quebrando na sala. Eu achava que tinha sido o Natan fazendo alguma bobagem, então, eu sai como estava, apenas de calcinha e sutiã, para conferir. Mas a minha surpresa foi enorme. Natan havia trazido 2 colegas da faculdade para fazer um trabalho juntos na nossa casa e não tinha me avisado.
— Minha nossa!! – eu exclamei assustada colocando um braço na frente dos seios e uma mão na frente da calcinha em um reflexo de proteção — Natan!! Você não me avisou que vinha alguém pra cá hoje.
O bobalhão do meu filho nem se tocou de como a situação era constrangedora pra mim e agiu como se nada estivesse acontecendo:
— Ah! Mamãe, esses são meus colegas da faculdade, o Gui e o Rick.
Ainda surpresa e constrangida, eu dei um tchauzinho tímido com a mão, sem tirar o braço da frente dos seios, e só disse um “oi” rápido. Já eles estavam de olhos arregalados pra mim quase babando, surpresos também e adorando me ver naquela situação.
Eu me virei apressada e voltei pro meu quarto. Pelo espelho da sala, eu vi que os amigos do Natan acompanharam minha saída sem tirar os olhos da minha bunda até eu sumir no corredor. Cheguei no quarto morta de vergonha, mas com uma sensação de estar “viva” de novo. Então, depois de pensar um pouco sobre isso, resolvi tomar as rédeas da situação. Afinal de contas, eu mereço. E aqui pra nós... o Gui e o Rick são maiores de idade, são bem gatinhos e principalmente... são HOMENS.
Troquei a calcinha que eu estava usando por outra muito mais provocante, vermelha, de renda e fio dental. Pus o short mais curto que eu tenho, também vermelho, que não consegue cobrir todo o meu bumbum, deixando uma boa parte dele escapar por baixo. Dispensei o sutiã e vesti apenas uma blusinha branca decotada de alça de malha leve. Meus seios ficaram quase metade pra fora e os bicos ficaram bem marcados e aparentes, já que a blusinha era semitransparente. Pra completar o look eu calcei uma sandália de salto médio e pus uns acessórios, como brincos e um colar delicado. Fiz uma maquiagem básica, nada demais, passei um perfume gostoso e fui novamente em direção à sala, onde eles estavam estudando.
CONTINUA...