Os seios de Juma eram imponentes, firmes e cheios, como duas colinas suculentas no vasto cenário do Pantanal. Sob a luz do sol, eles se destacavam, clamando por atenção com sua plenitude e forma generosa. A pele ao redor, bronzeada pelo sol inclemente do Pantanal, contrastava com os mamilos escuros e protuberantes, como pequenas joias em uma paisagem selvagem.
Jove se inclinou sob Juma, seus lábios buscando os mamilos que chamavam por ele. Ele os encontrou, suaves e quentes contra sua língua, e um gemido escapou dos lábios de Juma, uma sinfonia de prazer perdida no vasto barulho do pantanal. Seus corpos se fundiram num ritmo antigo, selvagem e desenfreado, como o próprio rio que serpenteava pela paisagem. E ali, entre gemidos e suspiros, eles se entregavam a paixão selvagem.
A sensação áspera dos pelos pubianos de Juma não desanima Jove; ao contrário, ele se sente ainda mais excitado pela natureza selvagem e autêntica dela. Com sua língua habilidosa, ele explora cada centímetro da buceta de Juma, saboreando o sabor único. A cada chupada de Jove levava Juma à beira do delírio.
Jove desabotoa sua calça, revelando seu membro imponente para Juma. Seu falo ergue-se majestoso, demonstrando sua robustez e vitalidade. Juma abriu os olhos num espanto, ficando de quatro como uma onça preste a atacar.
"Diacho, Jove, o que é isso que ocê tem aí?"
"Isso é o que chamo de pênis, Juma. Todos homens tem. É primeira vez que ver? se quiser sentir o que ele é capaz de fazer."
"Mas essas bolas ali embaixo, são tão... diferente de tudo que já vi." Disse ela bastante curiosa.
Os testículos de Jove pendem abaixo, pesados e cheios, e fica mais duro cada vez que o membro ficava ereto. Pela curiosidade e pela excitação, Juma não pode deixar de cheirar, capturando o aroma masculino que emana dele.
"Ah, Deus do céu, agora tô sentindo um cheiro tão... tão... de macho."
Os pelos da Juma começou a se arrepiar. Ela continua com os olhos fechado a sentir o cheiro natural de Jove. Jove se aproximou de Juma com seu membro e ordenou que ela abrisse a boca e fechasse os olhos, sua voz carregada de desejo e comando. Juma, embora hesitante, obedeceu, sentindo um misto de ansiedade e excitação percorrer seu corpo.
"Abra a boca e feche os olhos, Juma."
"Ah, sô... o que cê tá querendo fazer?" Disse Juma abrindo os olhos assustada.
"Confia em mim, Juma. Só relaxa e deixa acontecer. Eu sei o que estou fazendo. Confiar em mim?" Disse Jove passando a mão no rosto da Juma que se encontrava sentada nua na beira do rio.
Quando algo duro e molhado tocou sua língua, seu instinto de sobrevivência entrou em ação. Ela mordeu como uma onça, a sensação de carne entre seus dentes fazendo-a recuar instantaneamente. Jove soltou um grito de dor.
"Ai, ai, ai! me mordeu, Juma! Dói demais!"
Os olhos de Juma se abriram em choque e terror ao ver Jove cair no chão, contorcendo-se de dor. Ela se ajoelhou ao lado dele, sua mente girando com confusão e preocupação.
"Jove, o que... o que eu fiz? Por que você está sofrendo?"
Jove, entre gemidos de dor, tentou responder, mas as palavras mal conseguiam sair de sua boca. Uma mistura de culpa e pavor tomou conta de Juma, enquanto ela tentava desesperadamente entender o que havia acontecido.
"Você... você... mord... mordeu... meu pau..."
"Eu não queria, Jove! Foi sem querer, juro! Tinha gosto de carne, tinha um gosto bom... achei que fosse uma linguiça... coisa de comer..."
Jove se ergueu, seus olhos encarando Juma com intensidade. Depois que se recuperou ele se aproximou dela com seu membro, ainda marcado pelos dentes, e o inseriu em sua boca. "Chupa devagar, sem usar os dentes...", orientou ele, enquanto Juma respondeu com rugido, envolvendo a boca na carne quente e macia.
Juma seguia as ordens de Jove, chupando seu membro com vigor. Os sons da natureza ao redor adicionavam uma trilha sonora única à cena, enquanto Jove se entregava ao prazer, saboreando cada momento.
Com um gesto suave, Jove acariciou o rosto de Juma, afastando os cabelos para apreciar melhor a cena diante dele. Ele observava com fascinação a expressão de prazer em seu rosto enquanto ela o chupava. Os lábios envolvendo seu membro com uma mistura de suavidade e firmeza, enquanto sua língua brincava com ele de maneira provocante. Era uma visão hipnotizante, que Jove não conseguia desviar os olhos.
Seguindo as instruções precisas de Jove, Juma mergulhou sem hesitação em seu ato, entregando-se completamente à tarefa de chupar suas bolas. Com um movimento suave, ela tomou cada testículo em sua boca, sentindo sua textura macia e aveludada contra sua língua. Ela usou sua língua com maestria, acariciando e massageando, alternando entre movimentos sutis e mais intensos.
Jove sentiu o ápice do prazer se aproximando, seu corpo tenso e pulsante. Num momento de êxtase, ele liberou sua essência na boca de Juma. Juma se engasgou com a porra, ela não esperava por aquilo. Quase vomitou.
"eca... eca... que nojo... que nojo..." dizia ela correndo para o rio para lavar a boca.
O gosto amargo invadiu sua boca, enquanto ela lutava para controlar a ânsia de vomitar. Uma mistura de frustração e irritação fervilhava dentro dela. Como ousava Jove, cometer um ato tão intrusivo sem aviso prévio?
"Desculpa Juma. Eu esqueci de avisar. Está bem?"
Enquanto limpava a boca com gestos bruscos, Juma lançou um olhar furioso para Jove mostrando seus dentes ferino. Seus olhos faiscavam de indignação. Era como se o fogo de mil sóis ardesse em sua expressão, consumindo qualquer resquício de paciência que pudesse ter restado.
Jove, percebendo a intensidade da reação de Juma, procurou acalmá-la. Com gestos gentis, ele a abraçou por trás, envolvendo-a em seus braços fortes enquanto se deitavam juntos na beira do rio. A luz alaranjada do anoitecer os envolvia, criando uma atmosfera serena e tranquila ao redor deles.
Ao sentir o calor reconfortante do abraço de Jove, Juma começou a relaxar lentamente. Seu corpo tenso aos poucos cedia, entregando-se à sensação reconfortante de segurança e proteção que ele proporcionava. O som suave da água corrente e o suave farfalhar das folhas das árvores acalmavam seus sentidos, dissipando a tensão que havia se acumulado dentro dela.
Enquanto observavam o céu tingido de tons alaranjados, podemos ver, entre as árvores do outro lado do rio, um velho de barba branca e cajado, observando e contemplando toda aquela cena.
"Não existe um amor maior do que esses dois. Uma paixão selvagem no Pantanal" disse o Velho batendo uma e ejaculando dentro no rio.
FIM.