Naquela altura da vida eu me achava amadurecido em termos de sexo, já que a experiência com Agatha e Neusa foram uma espécie de escola onde o aprendizado prático superava qualquer teoria; entretanto, demorei a perceber que a vida não era bem o que eu imaginava e uma nova experiência pareceu superar todas as anteriores; naquela época era muito comum mulheres chamadas de “benzedeiras”, que possuíam conhecimentos adquiridos pela tradição oral e passados de geração para geração, e no meu bairro provinciano havia uma mulher com esse título, seu nome era Rosaura, uma negra sessentona dona de um corpão avantajado em todos os sentidos com peitos enormes, bunda avantajada e um rosto redondo com lábios grossos e um olhar inquietante. Rosaura despertava a atenção por conta não apenas de seu corpo suculento, mas também e principalmente por ser reconhecida como autoridade curando desde mau-olhado até espinhela caída passando por beberagens para prender marido e outras para reavivar a chama quase apagada dos machos.
Eu a conheci por meio de minha avó, sua amiga de longa data e também minha tia, irmã de minha mãe que era assídua frequentadora da casa da benzedeira e que vez por outra me arrastava até lá para um benzimento periódico necessário; a verdade é que nos momentos em que entrávamos em sua casa onde ela tinha o estranho hábito de me fazer sentar em seu colo, eu não conseguia conter uma excitação desmedida e inesperada fruto principalmente do seu aroma inquietante que invadia minhas narinas, entorpecia minha mente e fazia meu corpo reagir de uma forma avassaladora. Nas primeiras vezes tive a impressão de que Rosaura se fazia de desentendida ao perceber o volume em minha calça, porém com o passar do tempo desconfiei que ela não apenas notava como tentava esconder o orgulho que se expressava em seus olhos e sorrisos.
-Nossa, rapaz! Esse pinguelo tá sempre assim? – perguntou ela em certa ocasião apontando para a braguilha inflada da minha calça – que benção! Você é um afortunado!
Naquele momento não sei o que mais me impressionou, se o elogio ou as palavras rebuscadas que uma curandeira usara; agradeci o elogio e respondi que era da minha natureza. “Creio que é mesmo! Que o digam a Judia e a Chacareira, não é mesmo?”, devolveu ela com tom quase sarcástico que me deixou aturdido; não sei de que maneira Rosaura sabia das minhas aventuras e aquilo me constrangeu e me deixou encabulado …, tive vontade de perguntar como ela descobrira sobre minhas experiências mais íntimas, porém antes que eu tivesse tempo de perguntar ela já respondeu: “Elas também são minhas clientes …, mas não se preocupe, isso é segredo profissional!”. E mais uma vez as palavras bem articuladas de Rosaura me surpreenderam.
Eu queria saber mais, todavia ela iniciou o benzimento calando minha curiosidade. Voltei para casa me coçando de tesão e aguardei ansioso pela nova sessão com a benzedeira. No início do mês seguinte lá fui eu levado por minha mãe até a casa da curandeira que depois de aspergir um galho de arruda umedecido com água benta, pôs a mão na minha testa entoando uma cantoria num dialeto desconhecido. “Humpf! Acho que esse rapaz precisa de uma sessão mais forte! Deixe ele aqui comigo e volte mais tarde!”, anunciou ela para minha mãe que sorriu agradecida voltando para casa; não escondi meu receio diante das palavras ditas por ela e a segui obediente quando ela ordenou que entrássemos em sua casa.
-Muito bom …, para resolver esse probleminha, preciso que você tire a roupa! – anunciou ela enquanto se sentava na cadeira almofadada que ficava ao lado do sofá de tecido marrom – E não faz rodeio, viu? O tempo é curto!
Foi então que um alerta disparou em minha mente avisando que aquele benzimento logo se transformaria em uma possível sacanagem e eu não perdi tempo em tirar a roupa exibindo minha pistola já bem enrijecida. Usando seu habitual vestido largo e deliciosamente decotado de algodão cru, Rosaura gesticulou para que eu me sentasse em seu colo e munida de algumas ramas e folhas enlaçadas começou o ritual esfregando o artefato em meu corpo provocando arrepios e deixando minha pele eriçada; ela começou nos ombros e foi descendo até chegar na piroca que foi castigada com alguma força. Pouco depois ela dispensou a rama e pegou uma das folhas esmagando-a entre os dedos até extrair uma espécie de óleo.
E foi então que ela cingiu o bruto iniciando uma punheta lenta enquanto fitava minhas reações faciais, parecendo se divertir isso; passados alguns minutos experimentei um arroubo calorento que me deixou febril e ainda mais excitado. “Isso aqui é um remedinho bom para machos novinhos como você! …, tá gostando?”, perguntou ela com um tom maroto comigo conseguindo apenas acenar afobado com a cabeça; Rosaura seguiu com a punheta e eu olhei para a parte visível de seu busto com uma expressão gulosa. “Quer pegar nas minhas tetas, quer? Mete a mão e pega!”, disse ela com tom estimulante, ao que reagi enfiando a mão dentro do vestido apertando as mamas e encontrando mamilos durinhos que belisquei com carinho fazendo-a soltar gemidinhos entrecortados. Estávamos no auge do tesão quando eu pensei que tudo pudesse evoluir para uma boa foda quando ela intensificou a punheta encostando sua boca em minha orelha.
-Goza pra Rosaura, goza! Quero ver você gozando na minha mão! – sussurrou ela com um tom rouco e morno – goza até se lambuzar!
E aquele arroubo calorento começou a aumentar de uma forma impressionante até que fui tomado por uma fortíssima contração muscular involuntária seguida de um espasmo culminando num gozo estupendo com jatos de esperma se projetando no ar e despencando sobre a mão dela e também sobre meu ventre; o que mais me impressionava era a quantidade de esperma que fluía num insólito banho de esperma me deixando muito lambuzado ao mesmo tempo em que a pistola permanecia dura e pulsante, me fazendo gemer e me contorcer; cheguei a pensar que aquele seria meu fim, com a benzedeira extraindo todo o meu sêmen e com ele todo o meu vigor sexual.
Ao terminarmos eu estava suado e tomado por uma exaustão atroz que me impedia até de ficar em pé impondo que eu me aninhasse no colo de Rosaura que por sua vez pousou minha cabeça e seu ombro acariciando meus cabelos. “Muito bom, rapaz! Acho que isso aliviou um pouco esse tesão encruado dentro de você!”, sussurrou ela com tom carinhoso; alguns minutos depois ela fez com que eu me levantasse de seu colo firmando meus pés no chão. Rosaura também se levantou e pegou um copo com água fazendo um benzimento com uma rosa branca e pedindo que eu bebesse aquela água; assim que o fiz senti uma calmaria e um bem-estar tomando conta do meu corpo extenuado.
-Semana que vem quero você aqui! – asseverou ela enquanto eu me vestia – Acho que vamos precisar de mais uma sessão para resolver essa sua situação!
Voltei para casa pensando que a próxima “sessão” prometia experiências imperdíveis e imediatamente a ansiedade tomou conta do meu corpo e também da minha mente na expectativa pelo que estava por vir. E quando o dia chegou eu estava tão empolgado que mal havia dormido e disse à minha mãe que não se preocupasse que na volta da escola passaria na casa de Rosaura, o que deixou exultante diante da minha iniciativa. Assim que terminaram as aulas eu corri como um abestalhado na direção da casa da benzedeira que já me aguardava em pé na varanda.
Assim que eu atravessei o portão de ferro fundido e me aproximei dela, Rosaura mandou que eu fosse para o seu quarto, tirasse a roupa e a esperasse até que ela viesse ter comigo; tomado por uma empolgação incontrolável obedeci a ordem; o quarto de Rosaura era simples onde se destacava a cama larga com uma cabeceira de madeira entalhada representando um arcanjo. Não perdi tempo em ficar pelado sentando na beirada da cama aguardando a chegada da benzedeira que logo ao entrar também não perdeu tempo em ficar pelada diante de meu olhar aparvalhado diante de tanta exuberância; as mamas embora fartas mantinham uma altivez alucinante assim como o ventre encontrando com a genitália coberta por uma espessa camada de pelos encaracolados.
Senhora de si Rosaura sorriu sabendo que seus dotes cativavam qualquer macho e veio até mim segurando as tetas num gesto oferecido. “Todo o macho que se preze gosta de mamar tetas! Quero ver se você sabe o que fazer!”, disse ela com tom provocador começando a esfregar aquelas delícias em meu rosto, sendo que reagi de imediato afastando as mãos de Rosaura e tomando os peitões que apertei sentindo a textura antes de alternar os mamilos durinhos em minha boca sempre ávida, ouvindo a benzedeira gemer sem parar. “Você é mesmo bom nisso, seu moleque safado!”, comentou ela com tom elogioso estendendo a mão até conseguir cingir o bruto que pulsava insolente aplicando uma punheta que logo me levou ao delírio.
O clima estava incendiário e eu já ansiava em uma boa foda com a benzedeira, porém ela tinha outras coisas em mente e sem aviso cessou a diversão mandando que eu ficasse de quatro sobre a cama; não sei bem porquê, mas aquela ordem me deixou um pouco receoso, porém não tinha alternativa senão obedecer; Rosaura se colocou de joelhos ao meu lado e passou a mão entre as minhas pernas tomando o bruto e puxando-o para trás com certa força o que me causou uma dor incômoda. “Vamos ver como esse garrote aguenta uma ordenha!”, anunciou ela dando início a uma punheta vigorosa puxando o bruto para baixo e para cima em uma manipulação que causava mais dor que prazer, embora eu nada pudesse fazer senão resmungar.
Eu resistia o quanto era possível e fiquei ainda mais alarmado quando Rosaura usou a mão livre para apalpar fazer carinhos na minha bunda me deixando todo arrepiado; repentinamente, ela desferiu um vigoroso tapa sonoro em uma das nádegas repetindo o gesto na outra ouvindo meus gritos roucos e um resmungo inaudível o que serviu apenas para deixá-la mais excitada passando a castigar minhas nádegas com uma saraivada de tapas cada vez mais fortes sem perder o ritmo da punheta forçada; as sensações que eu experimentava eram confusas, misturando dor, tesão e uma vontade incontrolável de que ela não parasse com o que estava a fazer comigo e creio que Rosaura já havia percebido isso tornando tudo mais intenso e voraz a ponto de que eu pudesse sentir minhas nádegas ardentes diante do castigo que lhe era imposto.
E quando meu corpo e minha mente estavam a ponto de se acostumar com a sevícia imposta pela benzedeira ela tomou uma atitude que me deixou assustado e ao mesmo tempo alucinado; senti quando o indicador começou a fazer movimentos circulares no meu botão ampliando os arrepios que tomavam conta do meu corpo e não contive um grito quando Rosaura o introduziu dentro de mim com um movimento forte e determinado; tive então meu selo anal rompido e invadido com o indicador se aprofundando lentamente enquanto a benzedeira intensificava a ordenha desencadeando uma experiência sensorial deliciosamente torturante que me arrebatou de uma forma tão voraz que eu não tinha como não me entregar ao delirante êxtase que se avizinhava como produto de uma manipulação somada a uma invasão que eu jamais esperava acontecer comigo …
E foi nesse clima tesão desmedido que meu corpo reagiu com espasmos e contrações involuntárias me conduzindo a um clímax tão alucinante que o gozo fluía provocando uma sensação de inexplicável de prazer como se eu fosse esvaziado por completo; Rosaura manteve o ritmo da ordenha e também da penetração digital no meu selo não escondendo seu desejo em me levar à beira do esgotamento o que se deu quando eu gritei implorando pela minha libertação. Minutos depois eu estava estatelado sobre a cama, suando sem parar por todos os poros, tremelicando sem controle sobre meu corpo e minhas reações e ofegando em busca de uma lufada de ar que aliviasse meus pulmões. “Muito bem, meu rapaz …, foi tudo muito bom e agora precisa descansar …, fique aqui que aviso sua mãe que você está se recuperando de uma sessão de descarrego de mau-olhado!”, disse ela com tom quase afetuoso acariciando minha testa.
Não faço ideia de como consegui voltar para casa, apenas me lembrando de Rosaura avisando que teríamos uma nova sessão na semana seguinte. Levei dois dias para me recuperar, não revelando a ninguém o que havia acontecido, fosse por receio, por vergonha ou mesmo por amor-próprio, pois naquela época isso seria entendido como uma depravação absolutamente reprovável. Na semana seguinte ao atravessar o portão de ferro avançando pelo corredor em direção à varanda o olhar de Rosaura era preocupante me fazendo sentir uma presa se entregando à sua predadora. Sem que trocássemos uma única palavra seguimos para o quarto dela onde Rosaura se despiu ordenando que eu fizesse o mesmo; e sentada na beirada me puxou para perto tomando o bruto na boca desferindo uma mamada estupenda que me fez gemer de prazer.
“Vem aqui agora e me chupa bem gostoso! …, se me fizer gozar vai ganhar uma prenda!”, anunciou ela se deitando sobre a cama e abrindo as pernas escancarando a buceta linda e delicada que contrastava com aquele corpão exuberante; não perdi tempo mergulhando entre as coxas grossas e afundando meu rosto até minha língua encontrar a perseguida que saboreei com esmero e eloquência. Usei a ponta dos dedos para abrir a danada a procura do clítoris que logo estava sendo massageado como merecia. O primeiro gozo foi celebrado pela benzedeira com gritos alucinados chegando a apertar minha cabeça com suas coxas na intenção de me manter aprisionado entre elas. Acabei perdendo a conta de quantas vezes Rosaura gozou, a única coisa que eu guardei na memória foram os gritos e gemidos denunciando que eu obtivera êxito em meu intento.
“Afff, safado! Fazia muito tempo que uma linguada de macho não me fazia gozar tanto! Se quiser seu mimo vem aqui e me fode bem forte! Como um macho fode uma fêmea!”, anunciou ela com tom eufórico, erguendo e flexionando as pernas deixando a xereca escancarada a minha espera; parti para o ataque enterrando o bruto rijo dentro dela com uma socada vigorosa que reagiu com um grito rouco, enquanto eu não lhe dava trégua com uma sucessão de socadas fortes e profundas que logo provocaram um gozo abundante que nos lambuzou por inteiro; aquele estímulo foi mais que suficiente para que eu torasse a buceta com mais gozadas me valendo de toda a energia de que dispunha e que culminou em um orgasmo avassalador.
Um pouco mais tarde naquele dia, já recomposto e vestido perguntei que nossas sessões chegaram ao fim; Rosaura ainda pelada sobre a cama acariciando a buceta me encarou com uma expressão enigmática antes de responder. “Você é jovem e tem muita lenha pra queimar! Assim como a judia e a chacareira …, foi bom enquanto durou! Segue seu caminho a aproveita tudo que a vida te oferecer! Jamais perca uma oportunidade …, sempre que elas surgem precisam ser apanhadas e aproveitadas!”, foi a resposta que ouvi da benzedeira que mantinha um sorriso dócil entre os lábios.
